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Saúde

Covid-19: seis regiões são reclassificadas para risco moderado no Rio

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A cidade do Rio de Janeiro reclassificou seis das 33 regiões administrativas do município para o risco moderado de transmissão da covid-19, na cor amarela. São elas: Portuária, São Conrado, Penha, Ilha de Paquetá, Santa Tereza e Barra da Tijuca. As outras 27 regiões seguem com risco alto, de cor laranja e as medidas de proteção e distanciamento foram prorrogadas até o dia 20 de setembro.

As informações foram apresentadas no 36º Boletim Epidemiológico da prefeitura, na manhã de hoje (10). Segundo o superintendente de Vigilância Epidemiológica, Márcio Garcia, o atendimento na rede de urgência e emergência para síndrome gripal e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que indicam suspeita de covid-19, tiveram uma redução nos últimos dias, que se confirma na queda das internações pela doença nas unidades de saúde.

“Comparando a semana passada com a semana 33, de duas semanas anteriores, temos uma redução de 26% nos casos confirmados. Antes a gente tinha 10% de redução. A nossa fila para internação continua zerada e ontem chegamos a ficar abaixo de 700 pessoas internadas, isso é um resultado bastante importante para o momento que estamos vivendo.”

O secretário de Saúde do município, Daniel Soranz, destacou que a variante Delta do Sars-CoV-2 já responde por 95,8% dos casos de covid-19 na cidade, mas que ela tem apresentado uma menor letalidade, o que pode ser efeito do avanço da vacinação.

“Já tivemos 1.400 pacientes internados com covid-19 e agora temos 683, é uma queda de mais de 50%. Claro que não mantemos esses leitos abertos, aí consequentemente a taxa de ocupação aumentaria. Temos fila zerada, então não faz sentido manter os leitos para covid. Nas últimas duas semanas, começamos a ver uma queda muito expressiva de solicitações de internações hospitalares. A gente já esperava que isso fosse acontecer, com o aumento da cobertura vacinal.”

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De acordo com Soranz, 55,7% dos adultos da cidade já estão totalmente vacinados, com a dose única da Jansen ou com as duas doses da Coronavac, Astrazeneca ou Pfizer.

Vacinação

O município bateu o marco de 8 milhões de doses aplicadas e 97% das pessoas com 18 anos ou mais já receberam pelo menos a primeira dose da vacina contra a covid-19. Entre o público alvo da campanha de vacinação, a partir de 12 anos de idade, 78,7% estão com a primeira dose e 43,7% foram totalmente imunizados.

Segundo a estimativa populacional, ainda não receberam a primeira dose 67% dos adolescentes de 12 a 17 anos, 13% das pessoas de 18 e 19, 8% entre 20 e 29 anos, 6% de 30 a 39 anos, 5% de 70 a 74 anos e também de pessoas acima de 80 anos. A faixa de 65 a 69 anos já está 100% com o esquema vacinal completo e nas demais faixas, 100% tomaram pelo menos a primeira dose.

De acordo com o secretário, o município tem estoque de vacinas para aplicar a primeira dose até amanhã. Hoje, está prevista a imunização dos meninos de 15 anos e amanhã ocorre a repescagem para 15, 16 e 17 anos, além de gestantes, puérperas, lactantes e pessoas com deficiência a partir de 12 anos, bem como a aplicação da segunda dose. No sábado os postos funcionam de 8h às 12h.

Segundo Soranz, o município espera receber nos próximos dias 150 mil doses de vacinas. A Secretaria de Estado de Saúde (SES) está distribuindo desde ontem 265.480 doses de vacinas para os 92 municípios do estado, sendo 167.200 doses de Coronavac para as duas aplicações e 98.280 da Pfizer para primeira dose.

Evento teste

Quanto à realização de eventos testes com público, como o jogo do Flamengo contra o Grêmio, no dia 15 de setembro, no Maracanã, pela Copa do Brasil, o secretário destacou que a prefeitura observa como os testes são feitos em outras partes do mundo e que os protocolos apresentados pelo clube carioca são “de muita qualidade”.

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“É importante que a gente comece a ter algum tipo de retomada. Acompanhamos o que a União Europeia fez, os Estados Unidos também, com o basquete. Na maioria desses locais bastava somente a apresentação do teste de antígeno ou PCR de 48 horas. Consideramos que é importante o teste, junto com a situação vacinal e o uso de máscara”.

De acordo com o secretário, todas as pessoas que estiverem no evento serão monitoradas por 15 dias pela secretaria. O Flamengo só irá liberar o ingresso comprado após a apresentação do teste em laboratório credenciado. O secretário explicou que o Decreto n° 49.336, de 26 de agosto de 2021, publicado em 27 de agosto, vale para todos os clubes de futebol.

O decreto estabelece “critérios para a seleção de interessados na organização e realização de eventos-teste voltados à avaliação de parâmetros técnicos e científicos relativos ao contágio por covid-19, em eventos em geral, congressos, feiras, competições esportivas, shows e festas com a presença de público, visando à adoção de medidas de proteção e estimulo a ações de testagem”.

Os três eventos-teste previstos para o Complexo Esportivo do Maracanã terão um aumento de público gradual. O jogo do dia 15 poderá contar com 35% da capacidade do estádio. No dia 19 de setembro, o Flamengo volta a enfrentar e Grêmio, desta vez pelo Campeonato Brasileiro, e poderá ter 40% da ocupação.

No jogo Flamengo e Barcelona de Guayaquil, pela Taça Libertadores da América no dia 22 de setembro, a ocupação poderá chegar a 50%. Será exigido o distanciamento de 1 metro entre os torcedores.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: Brasil registra 21 milhões casos e 589,5 mil mortes

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As autoridades nacionais, estaduais e municipais de saúde registraram desde o início da pandemia 21.080.219 pessoas infectadas com o novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, foram confirmados 11.202 novos casos de covid-19. Ontem, o sistema de informações marcava 21.069.017 casos acumulados.

Ainda há 310.540 casos em acompanhamento. O nome é dado ao número de casos ativos de pessoas que tiveram o diagnóstico confirmado e estão sendo atendidas por equipes de saúde ou se recuperando em casa.

O Ministério da Saúde e as secretarias estaduais e municipais de saúde também totalizaram até o momento 589.573 vidas perdidas para a pandemia. Entre ontem e hoje, foram registradas 333 mortes. Ontem, a compilação de dados do Ministério da Saúde marcava 589.240 óbitos.

Ainda há 3.346 falecimentos em investigação. Nessas situações, os diagnósticos dependem de resultados de exames concluídos apenas após o paciente já ter morrido.

Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgados na noite desta sexta-feira (17). Não foram acrescidas às estatísticas as informações sobre os estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, dois dos estados com mais casos.

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O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 foi para 20.180.106. Isso corresponde a 95,7% das pessoas infectadas no Brasil desde o início da pandemia.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde mostra evolução dos números da pandemia no Brasil. Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde mostra evolução dos números da pandemia no Brasil.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde mostra evolução dos números da pandemia no Brasil. – Ministério da Saúde

Edição: Bruna Saniele

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: mortes caem 27% e casos, 25%, em uma semana

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As vidas perdidas para a covid-19 caíram 27% na Semana Epidemiológica (SE) 36, de 5 a 11 de setembro, em comparação com a semana anterior. As informações estão no mais recente Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde sobre a covid-19.

Na SE 36, autoridades de saúde registraram 3.196 pessoas que não resistiram à covid-19, enquanto o levantamento do Ministério da Saúde na semana anterior marcou 4.352 óbitos.

O resultado representa uma continuidade da queda da curva de mortes. A média móvel de mortes na SE 35 ficou em 622.  

Boletim Epidemiológico/ Ministério da Saúde Boletim Epidemiológico/ Ministério da Saúde

Boletim Epidemiológico/ Ministério da Saúde

Os novos casos de covid-19 confirmados por autoridades de saúde tiveram queda de 25% na semana do levantamento. Nesse período, foram registrados 111,3 mil novos diagnósticos confirmados, contra 149.259 na semana anterior. A média móvel de casos (total no período divido por sete dias) ficou em 15,9 mil.

O resultado da SE 36 marca a continuidade da trajetória de redução da curva de casos. O nível dessa semana foi menor do que o menor após a primeira onda, no último trimestre do ano passado. A diminuição dos novos diagnósticos positivos de covid-19 foi iniciada em março, com um revés na SE 13.  

Boletim Epidemiológico/ Ministério da Saúde Boletim Epidemiológico/ Ministério da Saúde

 Boletim Epidemiológico/ Ministério da Saúde

Estados

Na semana de 5 a 11 de setembro, cinco estados experimentaram incremento de casos, um ficou estável e 20 mais o DF tiveram queda. Os crescimentos mais fortes ocorreram no Rio Grande do Sul (47%) e Rio Grande do Norte (37%). As reduções mais efetivas se deram em Roraima (-70%) e Mato Grosso do Sul (-59%).

No caso dos novos óbitos, quatro estados registraram acréscimo de vidas perdidas, enquanto um ficou estável e 21 mais o DF tiveram menos mortes novas em relação ao balanço da semana anterior. Os maiores incrementos aconteceram no Acre (100%) e Rondônia (90%). As reduções mais efetivas foram registradas no Amapá e Sergipe (-88%).

Mundo

O Brasil foi a quinta nação com mais novos óbitos na semana, atrás dos Estados Unidos (11.384), Rússia (5.429), México (4.656) e Irã (3.760). Quando considerados números absolutos, o Brasil segue na segunda posição, atrás dos Estados Unidos (659.691). Quando consideradas as mortes por 1 milhão de habitantes, o Brasil fica na sétima colocação.

Boletim Epidemiológico/ Ministério da Saúde Boletim Epidemiológico/ Ministério da Saúde

Boletim Epidemiológico/ Ministério da Saúde

O Brasil foi o sexto país com mais novos casos nesta semana. Acima estão Estados Unidos (1.014.963), Reino Unido (257.116), Índia (248.248), Irã (172.030) e Turquia (158.236). Considerando os casos acumulados, o Brasil fica na terceira posição, atrás dos EUA (40,9 milhões) e Índia (33,2 milhões). Na comparação proporcional, por 1 milhão de habitantes, o Brasil ocupa a 18ª posição.

Boletim Epidemiológico/ Ministério da Saúde Boletim Epidemiológico/ Ministério da Saúde

Boletim Epidemiológico/ Ministério da Saúde

Edição: Bruna Saniele

Fonte: EBC Saúde

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