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Covid e os negócios: quem conseguir avançar 10 anos em 1 sobreviverá

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Condessa Prime é um desses exemplo. Já nasceu em ambiente digital e cresceu 400% desde o início do isolamento social

Caroline Rodrigues
(Foto: Ednilson Aguiar/O Livre)

A pandemia do coronavírus representou um salto temporal de cerca de 10 anos nos ambientes de negócios. Pelo menos, é o que falam os especialistas em economia, quando justificam os motivos que levaram as empresas a ruína ou ascensão durante o período.

Conforme as análises, quem fazia a gestão da empresa pensando no futuro, conquistou espaço na lista de casos de sucesso e o resultado foi obtido por meio de uma jornada integrada entre os ambientes offline e online.

Entre os defensores da teoria está David Clarke, um dos líderes em inovação estratégica da PwC. Em uma entrevista a revista Business Insider, ele abordou a questão falando da importância da transformação digital e também de se rever constantemente as estratégias e processos dentro da empresa.

Para ele, o fato não se resume à tecnologia, mas sim a inclusão da frente junto a escolha das ferramentas, técnicas e pessoas certas.

Conectado com a visão contemporânea dos negócios, Igor Alencar, proprietário da empresa Condessa Prime, conseguiu expandir e ter lucro de mais de 400% durante a pandemia.

Empresa inaugurou nova loja em Várzea Grande durante a pandemia e em meio ao isolamento social (Foto: Ednilson Aguiar/O Livre)

Ele trabalha com produtos de cama, mesa e banho e, após estudos, decidiu começar o negócio fora dos pontos comerciais que, até então, eram considerados promissores, como centro e shopping.

Usando ao pé da letra o conceito de “comendo pela beiradas”, hoje ele tem três lojas e cada uma delas é f21ocada em um tipo de público, que varia do A até as classes mais populares.

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A empresa tem cinco anos, começou em ambiente digital e depois teve a primeira instalação física no bairro Tijucal, uma das regiões da Capital que está crescendo por conta de novos condomínios e abertura de unidades residenciais.

Enquanto muitas empresas estão entrando nos canais de digitais hoje, nós começamos lá. Então, quando houve a abertura de portas para o atendimento presencial, já tínhamos investido em deliveryship from store, promotoras de vendas e outras estratégias”, argumenta Igor.

Naquela época, a empresa estava se aperfeiçoando cada vez mais em manter a humanização e padronização do atendimento com o uso de ferramentas tecnológicas. Sendo assim, quando os estabelecimentos foram fechados por conta da covid e o consumidor mudou o comportamento de compra, a Condessa apenas acelerou o que estava em curso.

Pesquisas constantes delimitam as novas estratégias de atuação da empresa (Foto: Ednilson Aguiar/O Livre)

Investigando o cliente

Excelente dia! Qual nome do Conde ou Condessa? Qual loja fica mais próxima de você? Estas são as perguntas diárias feita pelos vendedores da loja para quem entrar em contato com a empresa.

As respostas são copiladas e subsidiam estratégias de expansão, a melhoria do atendimento e ainda servem de guia para compra e formação de estoque.

Outro ponto importante da pesquisa feita por Igor foi sobre como os clientes vão se comportar após a pandemia. E, em grande parte dos casos, a manutenção das aquisições online e com o menor gasto de tempo possível se mostrou um hábito que será perpetuado.

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Um novo modelo que também já é trabalhado como certeza por grandes empresas e confirmado pela IDC Brasil – International Data Corporation Pesquisa de Mercado e Consultoria Ltda.

Uma pesquisa feita pela instituição aponta que 52% dos consumidores devem continuar comprando pela internet, mesmo após o fim da pandemia.

Lojas físicas proporcionam uma experiência única de compra para o consumidor (Foto: Ednilson Aguiar/O Livre)

Neste ponto, Igor acredita que as compras serão tanto para o sistema de entregas como para o Ship From Store, que a Condessa Prime empregou e teve retorno positivo. No sistema, todo processo de compra e atendimento é feito em ambiente online e o cliente vai a loja apenas para pegar os produtos.

A C&A, Americanas e Magazine Luiza, por exemplo, também estão atuando de maneira forte no canal, que deve ser uma realidade para os pequenos negócios.

Fazemos tudo para o cliente não perder tempo. Temos unidades que mais parecem Drive Thru. O cliente para o carro, pega o produto e vai embora. Também temos a preocupação de não querer ’empurrar’ nada. O cliente atual sabe o que quer e pesquisa antes de comprar. Então, não aceita ser enganado”.

Serviço:

  • @condessaprime
  • (65) 99248-5078
  • Condessa Prime atende em 3 unidades:
  • Av da Palmeiras, nº305, Jardim Imperial
  • Av. Filinto Muller, nº290, Várzea Grande
  • Av. Newton Rabelo de Castro, 1.576, Pedra 90

 

 

 

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Estadual

Todos os municípios de MT estão com risco alto ou muito alto para transmissão da Covid-19

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Por G1 MT

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) divulgou, nesta terça-feira (15), que 27 municípios registram classificação de risco muito alto para o coronavírus.

São eles: Água Boa, Araguainha, Arenápolis, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Cláudia, Confresa, Guiratinga, Itanhangá, Juína, Lucas do Rio Verde, Luciara, Nova Mutum, Peixoto de Azevedo, Primavera do Leste, Rondonópolis, Santa Rita do Trivelato, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, Sapezal, Sorriso, Tangará da Serra, Torixoréu e Vila Rica.

Outras 114 cidades estão classificadas na categoria alta para a contaminação do coronavírus. Nenhum município foi classificado com risco moderado ou baixo para a Covid-19.

Novo método para classificação

O método para definir a classificação de risco dos municípios foi aprimorado. A mudança foi publicada no Diário Oficial do dia 25 de março de 2021. Desde então, não é levado em consideração apenas o número absoluto dos casos dos últimos quatorzes dias, mas sim a média móvel dos últimos quatorze dias.

Assim, o município não sofrerá uma mudança brusca de um boletim para o outro; a cidade ficará na mesma categoria por pelo menos duas semanas, conforme sua média móvel de casos.

Também foi aperfeiçoado o cálculo dos casos acumulados. Antes eram considerados os casos acumulados a partir do dia 1º de dezembro de 2020. Com a nova metodologia, a análise será realizada sempre com base nos casos acumulados dos últimos 90 dias.

Confira as medidas de acordo com a classificação de risco:

• Nível de Risco ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO e MODERADO;
  • b) proibição de qualquer atividade de lazer ou evento que cause aglomeração;
  • c) proibição de atendimento presencial em órgãos públicos e concessionárias de serviços públicos, devendo ser disponibilizado canais de atendimento ao público não presencial;
  • d) adoção de medidas preparatórias para a quarentena obrigatória, iniciando com incentivo à quarentena voluntária e outras medidas julgadas adequadas pela autoridade municipal para evitar a circulação e aglomeração de pessoas.

• Nível de Risco MUITO ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO, MODERADO e ALTO;
  • b) quarentena coletiva obrigatória no território do Município, por períodos de 10 (dez) dias, prorrogáveis, mediante reavaliação da autoridade competente, podendo, inclusive, haver antecipação de feriados para referido período;
  • c) suspensão de aulas presenciais em creches, escolas e universidades;
  • d) controle do perímetro da área de contenção, por barreiras sanitárias, para triagem da entrada e saída de pessoas, ficando autorizada apenas a circulação de pessoas com o objetivo de acessar e exercer atividades essenciais;
  • e) manutenção do funcionamento apenas dos serviços públicos e atividades essenciais;
  • §1º Atingida determinada classificação de risco, as medidas de restrição correspondentes devem ser aplicadas por, no mínimo, 10 (dez) dias, ainda que, neste período, ocorra o rebaixamento da classificação do Município.
  • §2º Os municípios contíguos devem adotar as medidas restritivas idênticas, correspondentes às aplicáveis aquele que tiver classificação de risco mais grave.
  • §3º Os Municípios poderão adotar medidas mais restritivas do que as contidas neste Decreto, desde que justificadas em dados concretos locais que demonstrem a necessidade de maior rigor para o controle da disseminação do novo coronavírus.
  • Art. 6º O funcionamento de parques públicos estaduais seguirá as restrições estabelecidas pelos Municípios em que se encontrem e, na ausência de normas a este respeito, poderão ser utilizados, desde que observado o distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas, ficando vedado o acesso sem o uso de máscara de proteção facial.

Fonte: G1 / MT

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Avanços no Tratamento contra a Aids no Brasil

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Na 25ª edição da Parada LGBTQIA+ de São Paulo, neste domingo 6 de junho, a Agência Aids promove o Camarote Virtual Solidário articulando debates com médicos e ativistas, além do grande objetivo de arrecadar cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade.

Três médicos referência em Aids, Dr. Fábio Mesquita, médico epidemiologista que faz parte da OMS, e os infectologistas Dr. Vinicius Borges (Dr. Maravilha) e a Dra. Zarifa Khoury, comentaram os avanços no tratamento contra a Aids no Brasil e no mundo.

“Amanhã (7), começa uma agenda global na ONU para retomar a questão da Aids e isso é muito importante. O Brasil foi o primeiro país, de média e baixa renda, a oferecer os medicamentos antirretrovirais cumprindo a Constituição, uma grande conquista na implementação de políticas públicas, desde 1995 em nível nacional”, contou Dr Fábio Mesquita que traçou uma retrospectiva histórica da construção da política de Aids no Brasil.

A adesão ao tratamento, nos anos 1980, foi difícil. “Havia resistência aos medicamentos e seus efeitos colaterais. Testemunhamos muitos suicídios, era terrível”, lembra Dra Zarifa Khoury.

Passados 40 anos, os avanços foram muitos: do tratamento com 16 medicamentos, hoje é prescrito com dois comprimidos. “Às vivências do passado nos ensinaram muito, mas ainda há problemas sociais graves para as pessoas com HIV e Aids. Quando criei o Dr. Maravilha nas redes sociais foi para ajudar a enfrentar o preconceito e a autoestima da população LGBT que vive com HIV. Quero olhar pessoas e não o vírus”, explicou Dr Vinicius Borges.

A pergunta hoje é “Tenho HIV e agora?” É a realização de sonhos porque é possível viver com medicamentos e ter qualidade de vida.

“O desafio é vencer o estigma. Desde do início, os gays sofriam discriminação porque Aids era considerada “peste gay” é ainda hoje muitas pessoas não seguem o tratamento por medo da opinião da sociedade”, diz Dra Zarifa.

Dr Fábio Mesquita ressaltou que a questão deve ser esclarecer as informações erradas sobre a Aids, melhorar a informação para que as pessoas sofram menos, como faz a Agência Aids e o Dr Maravilha. “Fora do Brasil, o preconceito em países pobres ainda é muito grande. A imprensa trabalha para mudar esse conceito. Foram testadas vacinas, sem grande retorno, mas a ciência requer investimento. Veja a capacidade de recursos para a Covid, pois atinge todas as classes sociais e raças. Por isso, houve grande mobilização da ciência para chegar à vacina. É possível diminuir a transmissão e a mortalidade (700 mil óbitos em 2020). Com a Covid-19, houve impacto no tratamento e no cumprimento da mandala de prevenção”, explica o epidemiologista.

Dr Maravilha resume: “É preciso combater o negacionismo em todas às áreas, valorizar a ciência, democratizar o tratamento”.

A doação de cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade vai até 25 de junho: https://linktr.ee/agenciaaids.

O Camarote Virtual Solidário é um evento social, organizado pela Agência de Notícias da Aids e tem o apoio do SESC, do Senac, das farmacêuticas GSK ViiV Healthcare, Jansen e Gilead, da DKT do Brasil, de Mulheres no E-Commerce e da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo. Contamos também com a parceria do site Catraca Livre que vai transmitir o evento conosco.

 

Vera Moreira/ Assessora de Imprensa do Camarote Virtual Solidário

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