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Mulher

Cristina Boner revela as 10 características da mulher bem sucedida e criativa

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Cristina Boner, famosa empresária por ter chamado a atenção de Bill Gates, revelou 10 traços que mulheres precisam desenvolver para alcançar seu potencial máximo.

Acontece que as mulheres que conseguem coisas incríveis tendem a ter algumas características em comum. Aqui estão alguns que você pode tentar cultivar ou reconhecer em si mesmo, conta Cristina Boner
.

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Cristina Boner
Divulgação

Cristina Boner


1. Assertividade

Se você se encontra apoiando em pedidos ou perguntas e / ou constantemente se desculpando por si mesmo, então você pode precisar endurecer seu quociente de assertividade. Troque seu gatinho interior por um tigre interno. Apenas tente não ser muito feroz para compensar demais.

2. Empatia

Muitas mulheres acham que os traços tipicamente femininos, como a empatia, devem ser minimizados, quando, em vez disso, devem ser considerados um trunfo. Empatia significa que você pode ouvir e entender de onde as outras pessoas estão vindo – suas necessidades, sentimentos e desejos. Aprenda a ser compreensivo e intuitivo, sem ser descarrilhado pelo sentimentalismo.

3. Paixão

Você pode ter muita habilidade e experiência, mas sem paixão pelo que está fazendo, você provavelmente não elevará seu trabalho para a próxima fase. Amar o que você faz significa inovar, se esforçar, desafiar a si mesmo. E faz o tempo que você coloca em prazer e vale cada momento de sua jornada ao topo. A paixão também traz energia, que você precisa para perseverar.

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4. Imperfeição

Tentar ser “perfeito” ou esperar a perfeição das pessoas ao seu redor é uma passagem de ida para todo mundo que está sendo infeliz. Mulheres realmente bem sucedidas sabem que isso não é possível o tempo todo avisa Cristina Boner. Abrace suas falhas. Encontre pessoas que complementem seus pontos fortes. E mantenha a cabeça baixa. Seja o melhor que você pode ser em cada coisa, então siga em frente.

5. Potência

Subir ao topo. Quando você chegar lá, você pode escrever suas próprias regras. Você descobrirá, paradoxalmente, que quanto mais alto você for, mais fácil será sua vida. Você terá mais controle no tipo de local de trabalho que cria para si e para seus funcionários.

6. Fé

Acredite em si mesmo. Acredite que você será bem sucedido. Acredite em suas ideias malucas. E esteja pronto para pensar em seus pés para realizá-los. Você também pode chamar isso de ego – a confiança para fazer o que precisa ser feito (em vez da variedade de cabeça inflada).

7. Adaptabilidade

Se o estresse te desconcertar, então você pode ter dificuldades em sua ascensão ao sucesso. Você se sentirá mais capaz de lidar com essa quantidade de estresse em momentos diferentes, é claro, mas, em geral, quanto mais você desenvolver sua tolerância, melhor. Encontre maneiras de tornar sua vida mais tranquila, sem estresse e mais fácil possível. E concentre sua energia mental no trabalho a mão, em vez de hiperventilação.

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8. Coragem

O que você faria se não tivesse medo? Assumir riscos não significa necessariamente fazer coisas imprudentes, mas significa tomar decisões calculadas e tentar coisas que possam ser consideradas “arriscadas”.

9. Autocuidado

As pessoas realmente bem-sucedidas descansam tanto quanto jogam. Eles cuidam bem de si mesmos: exercitando-se e comendo corretamente, tendo dias de saúde mental, se possível, e sabendo quando dizer “não” e quando ficar sozinhos, etc. Eles conseguem se afastar do seu eterno faça listas e faça algo que os manterá com combustível suficiente para continuar se movimentando.

10. Gratidão

As mulheres realmente bem-sucedidas percebem que seu sucesso não ocorreu no vácuo – tanto em casa como no trabalho. E eles podem dizer obrigado e expressar genuína gratidão e gratidão às pessoas que os ajudaram a chegar onde estão. Cristina Boner acrescente que eles tratam seus colegas com gentileza e respeito e recebem respeito e admiração em troca.

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Mato Grosso

Feminicídios aumentam 68% nos primeiros seis meses de 2020 em MT

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Foram registrados 32 casos do crime até junho; somado aos homicídios dolosos foram 46 mortes envolvendo mulheres

Julia Oviedo | Sesp-MT – Combate à violência contra a mulher – Foto por: Sesp-MT

Combate à violência contra a mulher

O número de feminicídios ocorridos nos seis primeiros meses de 2020 em Mato Grosso aumentou 68% em relação ao mesmo período do ano passado. Neste ano 32 mulheres foram vítimas de feminicídio, enquanto que em 2019 houve 19 vítimas. Os dados são da Superintendência do Observatório de Violência da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT).

No entanto, estes são dados preliminares já que durante a investigação dos crimes pode haver mudanças na autoria e motivação, podendo ser classificados como homicídios dolosos. Inclusive, o número de homicídios dolosos contra mulheres entre 18 e 59 anos apresentou redução significativa de 46%.

Neste ano, 14 casos de homicídios dolosos foram registrados, enquanto que no ano passado este número chegou a 26 crimes. No total de mortes envolvendo vítimas femininas somando todas as motivações, 46 crimes foram registrados este ano, enquanto que 45 ocorreram no mesmo período do ano passado, ou seja: um crescimento de 2%.

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Já o número de homicídios dolosos tentados diminuiu 23%, sendo registrados 108 tentativas de homicídio contra 140 no mesmo período do ano passado.

Outros crimes

A maior parte dos outros crimes contra a mulher apresentou redução nos índices. O crime que mais apresentou registros foi o de ameaça (8.644 registros), que teve redução de 15% em relação ao mesmo período do ano passado. Já lesão corporal somou 4.506 denúncias, totalizando redução de 11% em relação a 2019.

Na sequência estão injúria (2.436 casos e redução de 17%), difamação (1.242 casos e redução de 29%), calúnia (750 casos e redução de 20%), perturbação de tranquilidade (417 casos e redução de 29%) e violação de domicílio (420 casos e redução de 7%).

Seguindo a mesma tendência, o número de estupros diminuiu 5%. No primeiro semestre de 2019 ocorreram 188 estupros, já neste ano foram 179. Já o estupro de vulnerável apresentou aumento de 30%, passando de 20 casos no ano passado para 26 ocorrências neste ano.

Denúncias

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Para registrar qualquer denúncia basta ligar para o 190, 197, 180 e 181. Vale lembrar que todas as denúncias são sigilosas.
Além disso, as denúncias também podem ser registradas presencialmente nas delegacias (PJC-MT) de Mato Grosso. Em Cuiabá, a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher funciona na Rua Joaquim Murtinho, nº 789, Centro Sul.

Já em Várzea Grande, a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, da Criança e do Idoso funciona na Rua Almirante Barroso, 298, Centro Sul (próximo do Terminal André Maggi).

 

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Mulher

Os desafios da mulher no ambiente corporativo

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Apesar do dia 8 de março ser lembrado como o Dia Internacional da Mulher, há pouco para se comemorar. Por exemplo, mesmo no século 21 e diante da Economia 4.0, o machismo ainda é forte no ambiente corporativo, tornando o mundo dos negócios ainda um desafio para as mulheres que buscam seu lugar ao sol.

Muitas pesquisas mostram as dificuldades do sexo feminino em diferentes frentes do mercado de trabalho. Estudo realizado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) aponta que as mulheres estão no topo da taxa de desemprego. Além disso, trabalham mais horas que os homens e somente 48% delas possuem trabalhos formais. Os homens são 72%.

Segundo o estudo realizado pelo Instituto Ethos, a quantidade de mulheres ocupando a presidência de alguma companhia ainda é baixo, somente 7%. Já a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aponta que apenas 11% das empresas com capital aberto inscritas possuem mulheres em cargos do conselho de administração. 

Esses dados são reflexo da realidade que muitas mulheres enfrentam. Mas para brilhar no ambiente corporativo, é preciso não desanimar. Foi o que fez a Danielle Cohen, Engenheira de Produção, desenvolvedora e Head de tecnologia e cofundadora da startup Pingui. 

Para ela, ainda é difícil algumas pessoas a encararem com profissionalismo como mulher e líder técnica. Danielle conta que, na maioria das vezes, quando vai em alguma reunião, sempre é vista como alguém que atua no setor comercial, comunicação ou no RH. “Tudo, menos da parte técnica”.

– Por exemplo, num hackathon que participei, sendo uma das 50 escolhidas, ouvi comentários do tipo: ‘mas, você? Sério mesmo?’. Não só fui escolhida, como também fui a ganhadora da competição – relembra.

Cohen disse que já passou por momentos, em reuniões de negócios, que quando estão falando de tecnologia, nem é olhada. Às vezes, nem ouvida. “Começo a ganhar mais notoriedade quando falo sobre programação, discuto uma parte mais técnica”. 

Para superar o machismo, Danielle conta que gosta sempre de se olhar como igual a todo mundo. Diz que não fica se rebaixando ou achando que os outros são melhores. Em caso de reuniões com pessoas mais velhas, ela tenta falar bastante da parte técnica e mostrar que conhece bem o assunto. “Assim vou ganhando autoridade”. 

Segundo a profissional, é importante que as mulheres se ajudem, por isso, Danielle tenta fazer a parte dela. Como organizadora do GBG (Google Business Group) junto de outras duas mulheres, ela comenta que tem conseguido levar a tecnologia e a inovação para o universo feminino. “Já houve casos de pessoas me agradecerem pela ajuda e dizer que foi essencial na carreira. Isso é muito gratificante”.  

– As mulheres não devem ter vergonha de mostrar o que sabem fazer, muito menos se diminuir. Em relação ao machismo, a melhor coisa é não levar em consideração frases preconceituosas ou olhares de inferioridade. Sempre mostrem que vocês sabem e conseguem fazer tudo tão bem quanto qualquer um. Aliás, hoje em dia, há muitas coisas que são exclusivas para mulheres. Então, podemos aproveitar essas oportunidades para melhorarmos cada vez mais – ressalta. 

Outra pessoa que enfrentou situações difíceis, mas que não se deixou desanimar foi a administradora Amanda Eloi. Para ela, uma das maiores dificuldades não foi realizar o trabalho em si, mas lidar com pessoas preconceituosas e arrogantes.

Atualmente, Amanda é coordenadora adjunta da comissão Especial de Empreendedorismo do Conselho Regional de Administração (CRA-RJ), consultora de Projetos da WAAH!, Fundadora e Coordenadora do Ciclo Empreendedor Universitário.

Para Eloi, o preconceito existente em alguns homens são fruto da falta de compreensão de que capacidade não depende de gênero e/ou classe social. Para a profissional, essa forma de pensar vem do fato da sociedade ainda ter uma visão limitada do quanto a mulher pode ser bem-sucedida no mundo dos negócios. “Isso impede que muitas alcancem determinados cargos dentro de suas empresas, por não terem a oportunidade de desenvolver determinadas habilidades”.

Ela conta que, apesar dos problemas, foi vencendo esses obstáculos a partir das experiências que adquiriu no trabalho. “Depois de ganhar autoconfiança, também busquei orientações de amigos e profissionais do mercado para lidar com determinadas situações”.

Para Amanda, a melhor maneira de lidar com o machismo foi acreditar no próprio potencial, continuar desenvolvendo projetos e ajudar pessoas a evoluir profissionalmente. “Dessa forma, fico focada no reflexo do meu trabalho, que envolve alavancar negócios e impactar mais vidas”. 

– Por isso, sempre digo para que as mulheres confiem no seu potencial, busquem mais conhecimento e estejam ao lado de pessoas brilhantes, que, além de acreditar em você, possam valorizá-las como Mulher e Ser Humano – conclui.

Joyce Nogueira
Assessora de Imprensa

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