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Política Nacional

Dário Berger pede união pelo futuro do país e diz que ‘sinal amarelo está aceso’

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O senador Dário Berger (MDB-SC) pediu união entre os integrantes dos poderes da República. Em pronunciamento nesta quinta-feira (28), o senador disse que os problemas que o país enfrenta, como a violência, o desemprego, o deficit fiscal e da Previdência, só poderão ser vencidos se houver conciliação entre o Executivo, o Legislativo e o Judiciário.

— Parece-me que estou vendo o mesmo filme de quatro anos atrás: muita vontade, muita disposição e pouco entendimento, poucos projetos, pouca interlocução [entre Executivo e Legislativo] que possa, efetivamente,  (…) colocar o Brasil no rumo certo, num horizonte onde a gente possa ver o fim do túnel, onde a gente possa perceber que o Brasil tem um plano de desenvolvimento nacional, de desenvolvimento regional, um plano para tirar as pessoas do desemprego, da miséria, da fome — afirmou o senador.

Para Dário Berger, o futuro do Brasil deve estar acima das questões partidárias e, sobretudo, acima das divergências e diferenças. Por isso, representante políticos devem buscar um denominador comum com moderação e convivência harmônica porque, para o senador, governo arrogante e prepotente é sinônimo de governo fracassado.

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— Passados aproximadamente 90 dias do novo governo, acho que posso afirmar com convicção que o sinal amarelo já está aceso, ou seja, o retrato do Brasil não mudou muito. A situação continua complexa, as opiniões continuam divergentes, os tempos continuam difíceis, a crise econômica dá sinais de resistência, as redes sociais continuam cada vez mais agressivas, o déficit fiscal, que é de R$ 139 bilhões, corre o risco ainda de aumentar — lamentou.

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Política Nacional

Candidata do PSTU à Presidência Vera apresenta proposta para habitação

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A candidata pelo PSTU à Presidência da República, Vera Lúcia apresentou hoje (19), por meio de suas redes sociais, algumas propostas que, segundo ela, ajudarão o Brasil a resolver os problemas de moradia. Em sua conta no Twitter, a candidata citou relatório das Nações Unidas que informa haver, no país, cerca de 33 milhões de pessoas sem moradia.

“Isso é um problema emergencial, que afeta a qualidade de vida de uma grande parte dos trabalhadores”, disse Vera ao acrescentar haver, também, “seríssimos problemas de saneamento, esgotos, abastecimento de água e iluminação nos bairros populares”.

De acordo com o levantamento apresentado por ela, 31,3 milhões de pessoas não têm acesso a água encanada no Brasil; e 74 milhões (37% da população) não têm acesso a esgoto. “Da mesma forma, faltam equipamentos urbanos básicos como escolas e unidades de saúde (lazer, esporte, cultura). Essa brutalidade ocorre em um país que tem uma das maiores economias do mundo”, escreveu na rede social.

Na sequência, a candidata apresentou as propostas de sua campanha para resolver essa “questão emergencial”. Em primeiro lugar, ela diz que, se eleita, implementará um plano para a construção de habitações populares, saneamento básico e obras públicas em todo o país. “Esse plano pode absorver boa parte dos desempregados”, argumentou.

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Ela defendeu também a desapropriação de “imóveis dos grandes proprietários que vivem da especulação imobiliária”, o que, segundo a candidata, possibilitaria a ocupação desses imóveis por uma parte da população sem teto. “O dinheiro para construir seis milhões de casas e demais equipamentos públicos necessários à população virá integralmente dos R$ 346,6 bilhões de isenções de impostos às grandes empresas”, complementa.

Vera Lúcia propôs também a “imediata legalização das ocupações de terrenos, com urbanização e saneamento adequados”. A candidata do PSTU terá a tarde de hoje dedicada a uma entrevista que concederá à Rádio Cultura, de Aracaju. A vice de sua chapa, Raquel Tremembé, se reunirá com advogados na subseção Jabaquara da OAB, em São Paulo.

Confira a agenda dos candidatos à Presidência da República para esta sexta-feira.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Política Nacional

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No ABC Paulista, Simone Tebet fala em geração de emprego

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A candidata do MDB à Presidência da República Simone Tebet disse nesta sexta-feira (19) que, se eleita para o cargo, a geração de emprego será uma obsessão “para garantir ao cidadão dinheiro no bolso e dignidade”. A candidata fez caminhada na manhã de hoje pelas ruas da cidade de Diadema e participou de um almoço em Santo André, ambas no ABC Paulista.

Ela defendeu investimentos no setor industrial para gerar empregos, além de uma reforma tributária. Na avaliação de Simone Tebet, a medida trará segurança jurídica e estabilidade. “Estamos prontos pra fazer, nos seis primeiros meses de governo, a reforma tributária que vai desburocratizar, que vai simplificar, que vai tirar imposto da pessoa jurídica, que vai aumentar a produtividade e a competitividade do setor empresarial. Com isso, ele [setor empresarial] abre mais portas, contrata mais gente, e nós garantimos os empregos diretos e indiretos que hoje estão faltando para as pessoas”, defendeu.

Já quando o assunto é a reforma trabalhista, a candidata tem outra opinião. “Nós não precisamos de nova reforma trabalhista, nós precisamos avançar nas lacunas que ficaram pra trás. Por exemplo, nesses últimos cinco anos, desde a reforma, avançou a questão da uberização e dos quase 5 milhões de trabalhadores que vivem de aplicativos e que não tem nenhuma segurança, nem segurança previdenciária no futuro e muito menos um colchão de garantia para um momento em que ele passa uma necessidade, um acidente, que ele fique um, dois, três meses desempregado e ele não tem seguro desemprego”, destacou acrescentando que esses pontos precisam ser aperfeiçoados.

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Ao lembrar que o Brasil tem pelo menos 20% dos trabalhadores que são subutilizados, Simone prometeu investimentos em qualificação profissional para inserir essa população de forma integral no mercado de trabalho, de modo que ela possa ser ocupada na sua plenitude e ganhar melhores salários e ter melhor renda.

Sobre como diminuir as desigualdades no país, Ela disse que é preciso “parar de enxugar gelo” e garantir transferência de renda permanente para quem mais precisa. A candidata disse que se vencer a corrida presidencial, o Auxílio-Brasil “permanecerá com condicionantes”. Além disso defendeu vacina no braço e crianças na escola, para proteger famílias economicamente vulneráveis.

Durante a tarde de hoje Simone Tebet faz caminhada pela região central de Santo André e faz uma visita ao Fundo Social de Solidariedade na cidade.

Confira a agenda dos candidatos à Presidência da República para esta sexta-feira.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Política Nacional

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