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“Decisão de disputar prefeitura não foi pessoal, mas pautada em pesquisa, como uma exigência popular”

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Marisa Batalha/Vivian Nunes/O Bom da Notícia (Foto:Ilustração)

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 Com 50.862 mil votos, Gisela foi uma das candidatas da baixada com maior número de votos

A cuiabana Gisela Simona Viana de Souza, mais conhecida com Gisela Simona, 43 anos, advogada, servidora pública e também presidente do Partido Republicano da Ordem Social (Pros), oficializou nesta última quinta-feira (30), sua pré-candidatura na disputa pela Prefeitura de Cuiabá. O anúncio foi realizado por meio de um vídeo postado nas suas redes sociais e, claro, de sua sigla.

Com 50.862 mil votos, Gisela foi uma das candidatas da baixada cuiabana com maior número de votos nas eleições de 2018, na disputa por uma vaga na Câmara Federal. Mas acabando por ficar com a primeira suplência.

Por conta do seu bom desempenho nas urnas – apesar do pouco tempo na vida partidária e do pouco dinheiro disponível na disputa -,  Gisela chegou a ter o seu nome oficializado pela legenda, como pré-candidata à eleição suplementar para o Senado, com a cassação da ex-congressista, Selma Arruda (Podemos), pelo Superior Tribunal Eleitoral, em dezembro de 2019, por caixa 2 e abuso de poder econômico. Quando o pleito ainda estava marcado para 26 de abril, e depois suspenso por conta da pandemia da covid-19, devendo ocorrer junto com o primeiro turno das eleições municipais.

Por nove anos – entre 2008 e 2017 -, atuou no comando da Superintendência de Defesa do Consumidor (Procon). Sendo exonerada pelo ex-governador tucano, Pedro Taques, e voltando à coordenar o órgão, na condição de secretária-adjunta em fevereiro de 2019, quando Mauro Mendes(DEM) assumiu a Governadoria do Estado.

Em entrevista exclusiva ao O Bom da Notícia,  Gisela Simona assegurou que a decisão sobre a disputa para a prefeitura da capital foi bem analisada junto à sua base partidária e ainda com a cúpula nacional da legenda. Que após a realização de estudos técnicos e pesquisas internas, foram apresentados resultados bastante positivos, da população, que queria vê-la representando a cuiabania em um cargo, contudo, de comando.

“Não dava para ser uma decisão pessoal porque quando se fala em eleição, estamos falando sobre uma decisão para representar pessoas. Deste modo, as pessoas precisavam ser ouvidas. É comum os partidos políticos decidirem seus passos, mas os maiores interessados, sem dúvida, sãos os cidadãos”, disse a pré-candidata ao O Bom da Notícia.

As eleições 2020 marcadas para outubro deste ano foram, inicialmente, remarcadas para 15 de novembro, com a entrada em cena da pandemia causada pelo novo coronavírus. Sob a justificativa, que o adiamento se fazia necessário, para evitar aglomerações e, assim, claro, conter o contágio da covid-19.

Desta forma, foi aprovado pelo Senado o adiamento do primeiro turno das eleições municipais de 4 de outubro para o dia 15 de novembro; com o segundo turno do pleito, caso ele ocorra, para o dia 29 de novembro.

Apesar das mudanças nas eleições municipais aprovadas pelo Congresso, nomes como de Fábio Garcia (DEM), suplente de senador, do vereador Abilio Júnior(Podemos), do ex-prefeito de Cuiabá, o radialista e apresentador do programa Resumo do Dia, pela TV Brasil Oeste, Roberto França (Patriotas), e ainda uma eventual reeleição de Emanuel Pinheiro na disputa pela Prefeitura de Cuiabá, torna o pleito, sem dúvida, uma luta de gigantes. Porém, isto não parecer intimidar Gisela, que acredita estar preparada para esta disputa, sobretudo, com alguns nomes já conhecidos da população. Alguns mais e outros menos e, ainda, dentre eles, um ou outro bastante desgastados junto à opinião pública.

A pré-candidata vê – longe da concorrência eleitoral – uma oportunidade única de se debater, com seriedade, os rumos de uma capital que precisa, como nunca, de programas e projetos exequíveis, principalmente, na área de geração e renda. Com pesquisas que já apontam um índice preocupante de desempregos causados pela pandemia e pela imposição, neste período de pelo menos três meses, do isolamento social e do fechamento das atividades econômicas. Que retornaram, recentemente, ainda assim sob regras austeras de distanciamento social, além de outras medidas não farmacológicas e de biossegurança.

“Acredito que mais gigante do que o poder, é a população. E chegará o momento que os cidadãos, em sua grande maioria, irão tomar decisões que sejam favoráveis ao ponto de vista de esperança e de mudanças que, de fato, apontem para eles. Assim, desta vez não serão somente votos nas urnas que, comumente, podiam como em eleições anteriores, serem comprados. Desta vez, esta eleição ocorrerá mais forte pelas midias sociais e vem com o clamor da esperança”, afirma Gisela.  

Lembrando que com o advento da pandemia, as eleições, literalmente, serão diferentes de todas as anteriores, desde a redemocratização. Apontando as mudanças já iniciadas com o adiamento do pleito, de outubro, para novembro. E, se dúvida, agora na forma de se fazer a campanha eleitoral. E aposta alta que, este ano, a disputa ganhará uma força descomunal nas redes sociais.

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“A pandemia tornou tudo diferente. O momento não é bom, claro, afinal estamos ainda bem no meio da covid-19. Mas se debatermos o pleito, sob o olhar das urnas, neste período, não tenho dúvida de que ele ocorrerá por meio do marketing digital. A utilização da mídia digital não é desconhecida e já foi utilizada de forma exaustiva nas eleições anteriores, mas ela chega, agora, como novidade, porque pode ser a força motriz desta engrenagem eleitoral. Afinal, com o vírus rondando as casas das pessoas, as visitas residenciais deverão ser evitadas. Então, o meio digital, o ambiente virtual será a nossa reinvenção, para nos apresentarmos às pessoas. E será dentro deste ambiente virtual que deveremos levar nossa proposta e fazer com que a população nos conheça melhor”.

Ainda falando sobre a disputa com gigantes, a pré-candidata acredita ser uma prepotência o atual prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro disputar uma reeleição. Mesmo depois que seu filho – Emanuelzinho -, ter se colocado à disposição de ser candidato na Prefeitura de Várzea Grande.

Caso, de fato, se consolide uma pré-candidatura do filho[Emanuelzinho], em Várzea Grande, Gisela vê uma possibilidade de que, em Cuiabá, Pinheiro desista de uma eventual reeleição. Levando em consideração, inclusive, o desgaste que pesa contra o prefeito. “Acredito que os inúmeros escândalos quase que diariamente de Emanuel, sejam motivos suficientes para que ele não tente uma reeleição. Assim como também sei que a população está percebendo e sentindo na pele a gestão atual e irá dar a resposta nas urnas”, completa.

Pré-candidatura comunicada pelas redes

No vídeo postado em suas redes sociais declarando a disputa do pleito municipal, Gisela realiza uma narrativa sobre o tempo em que serviu a população, na Superintendência do Procon, na resolução de problemas contra as cobranças abusivas, envolvendo as altas tarifas no transporte coletivo, nas instituições financeiras, nas contas de energia elétrica e telefonia. Além das dificuldades das pessoas, que contratarem planos de saúde para fugir do sistema público de saúde, e depois de assinarem os contratos, descobrirem que eles não funcionam. Sobretudo, ainda faz algumas confissões familiares e a luta pessoal para chegar onde chegou.

Veja abaixo o vídeo de Gisela oficializando a disputa pelo Palácio Alencastro

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Direito da Administração Pública: Escola de Governo oferta 600 vagas para curso online

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Interessados devem se inscrever até dia 23 de maio no site da instituição

Éverton Anunciação | Seplag-MT

O público-alvo são os servidores públicos de órgãos e entidades do Executivo estadual – Foto por: Tchélo Figueiredo | Secom-MT

Estão abertas as inscrições para a segunda turma do curso Direito da Administração Pública. A capacitação é ofertada pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag-MT), por meio da Superintendência da Escola de Governo, e será realizada na modalidade de Ensino a Distância (EaD). Ao todo, 600 vagas foram disponibilizadas.

As aulas iniciam em 31 de maio. Inscrições vão até dia 23 de maio e podem ser realizadas  AQUI.

A qualificação possui carga horária total de 40 horas e tem como público-alvo os servidores públicos de órgãos e entidades do Executivo estadual.

O conteúdo a ser abordado no curso destaca noções de direito constitucional aplicado à administração pública cível, responsabilidade funcional, processo disciplinar, vínculo profissional, aposentadoria e improbidade no serviço público.

(Supervisão de texto de Nayara Takahara)

Fonte: Assessoria

 

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Polícia Civil instaura investigação preliminar para apurar irregularidades na vacinação contra a covid-19 em Cuiabá

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A investigação instaurada pela Decon tem o objetivo de apurar possíveis situações de “fura-fila”, assim como outras circunstâncias ilegais que possam ocorrer durante o período de vacinação

Camila Molina | Polícia Civil-MT

A Polícia Civil, através da Delegacia Especializada do Consumidor (Decon), instaurou nesta segunda-feira (12.04) Auto de Investigação Preliminar (AIP) para apurar possíveis irregularidades denunciadas em relação ao cumprimento da ordem de vacinação contra a covid-19 dentro dos critérios estabelecidos pela Prefeitura Municipal de Cuiabá. 

A investigação preliminar instaurada pela Decon tem o objetivo de apurar possíveis situações de “fura-fila”, assim como outras circunstâncias ilegais que possam ocorrer durante o período de vacinação. 

A decisão de abertura de investigação preliminar levou em consideração a publicação de diversas matérias em veículos de comunicação sobre possíveis falhas e irregularidades na execução dos serviços de vacinação. 

A Delegacia do Consumidor oficiará o Tribunal de Contas do Estado (TCE), o Ministério Público Estadual (MPE) e a Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá solicitando que qualquer irregularidade ou ilegalidade de natureza criminal que seja detectada em relação a vacinação contra o covid-19 ou outros problemas do mesmo teor, sejam informadas à Decon para as providências cabíveis. 

O delegado da Decon, Rogério Ferreira, ressaltou que condutas reprováveis nos critérios de prioridade na imunização estabelecidos pelos governos e entidades médicas podem acarretar a responsabilização criminal de agentes públicos e das pessoas indevidamente vacinadas, 

“As pessoas identificadas nesse tipo de conduta podem ser enquadradas em crimes como o previsto no artigo 268 do Código Penal, por infringir determinação do poder público destinada a impedir a propagação de doença contagiosa, ou ainda outros tipos penais penais como corrupção ativa, corrupção passiva e prevaricação”, disse o delegado.

Fonte: Assesoria

 

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