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Depois do 5G, 6G vai trazer hologramas e ‘sexto sentido’ aos humanos

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6G pode trazer novas experiências
Unsplash/Martin Sanchez

6G pode trazer novas experiências

A implementação da quinta geração de internet móvel no Brasil chegou na última quinta-feira (4) a São Paulo , quinta cidade do país a receber a tecnologia. Até o fim deste mês, todas as capitais, à exceção de Manaus e Belém, terão o 5G. Mas e o que vem depois?

No mundo inteiro, os países já se preparam para o 6G , tecnologia com ares ainda mais futuristas. Sua supervelocidade e outros atributos vão permitir recursos até agora inexplorados para o consumidor, como holografia e aplicações táteis.

Haverá outros ganhos invisíveis, como maior integração de hardware com software e virtualização de redes. Será possível ampliar a comunicação sem fio intra e entre chips, avançando em novos formatos para tecnologias vestíveis (como relógios e anéis inteligentes), que poderiam até mesmo dispensar o uso de smartphones.

Enquanto a quinta geração é voltada principalmente para aplicações corporativas, a próxima faixa será para os consumidores.

A tecnologia poderá criar aplicações táteis. Em um jogo virtual, o usuário poderia ter a sensação do peso e da força de uma bola de tênis, por exemplo.

Segundo especialistas, haverá uma maior integração entre o mundo físico, o mundo digital e o mundo biológico. Como já definiu o professor José Marcos Câmara Brito, pró-diretor de Pós-graduação e Pesquisa do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), essa virtualização vai permitir a criação, para o ser humano, “de um uma espécie de sexto sentido”.

Haveria novas funções para segurança e entretenimento. Como um mapa que replica em tempo real o mundo físico para avisar sobre riscos de segurança ou opções de música ao vivo. As aplicações poderiam ainda ser vinculadas ao humor das pessoas. A partir da captação de imagens do consumidor, seriam oferecidas opções casadas com o momento.

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O 6G vai atingir pela primeira vez a frequência do terahertz, ou THz — atualmente, as frequências operadas vão até o gigahertz (GHz).

Com uma largura de banda conhecida como “nova fronteira” de frequências, seria possível atingir velocidades na casa de 1 terabyte (TB) por segundo no pico, com média de 100 gigabytes (GB).

O 5G opera em outra escala, de cem megabytes (MB) a 1GB de taxa média, com 20 GB de pico. Ou seja, o 6G tem cem vezes mais velocidade.

O problema é que, quanto mais alta a frequência, menor a distância que ela é capaz de percorrer. Como consequência, é necessário um número muito maior de antenas para vencer a barreira e assegurar a propagação do 6G. São desafios como esse que precisam ser superados nos estudos conduzidos no Brasil e no mundo.

A previsão é que a padronização para o 6G seja finalizada apenas em 2030. Mas isso será feito a partir de definições que já começaram a ser estudadas pelas multinacionais do setor, pela academia e pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), agência ligada às Nações Unidas (ONU).

Globalmente, a corrida tecnológica já começou, com previsão de incentivos locais para a indústria no Reino Unido e na Índia e estratégias em curso em União Europeia, China, Japão e Estados Unidos.

Americanos e japoneses firmaram um acordo este ano na tentativa de sair na frente nas redes 6G. Os dois países querem construir, juntos, equipamentos adaptados à tecnologia, em uma estratégia de minar a participação da China nesse mercado. Pequim também já tem anunciado conquistas na área, dando um indicativo de que essa guerra está só começando.

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Enquanto isso, no Brasil, um ecossistema nacional para o tema já está em formação a partir do Projeto Brasil 6G, que foi iniciado no ano passado com liderança do Inatel e da Rede Nacional de Pesquisa e Ensino, com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.

O Projeto Brasil 6G é dividido em várias frentes de pesquisa e conta com a participação de seis universidades e do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD).

Confira três aplicações futuras do 6G

  • Táteis

Será possível transmitir o toque, no que já é chamado de “internet tátil”. Permitiria, por exemplo, emular a força de uma jogada. O desafio é criar pressão contra a pele sem haver um objeto físico.

  • Holografia

Com técnicas de captura, transmissão e renderização 3D em tempo real, seria possível a criação de hologramas. A Samsung diz que para isso é necessária uma velocidade altíssima, não atingida no 5G.

  • De um chip a outro

A comunicação sem fio entre chips pode ajudar na criação de cidades inteligentes e abrir caminho para mais funcionalidades para a indústria, por exemplo. Isso só é possível com a faixa do THz, do 6G.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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Leilão da Receita tem iPhone por R$ 500, celulares Xiaomi e mais

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Celulares serão leiloados
Unsplash/Jenny Ueberberg

Celulares serão leiloados

A Receita Federal abriu, nesta segunda-feira (8), mais um leilão de produtos apreendidos. Nas próximas semanas, o órgão realizará um pregão com iPhones a partir de R$ 500, lotes com diversos celulares Xiaomi e até máquina de lavar com preço inicial em R$ 390. Os lances podem ser dados até dia 23 de agosto de 2022 por pessoas físicas e jurídicas.

Apesar de diversos produtos estarem disponíveis por valores mais altos, alguns são mais acessíveis. É o caso do iPhone 8 com preço inicial de R$ 500 nos lotes 311, 312, 313 e 314. Além disso, também é possível arrematar um iPhone 11 Pro Max por a partir de R$ 1.800 nos pacotes 318 e 319.

Celulares Xiaomi também estão disponíveis por menos de R$ 2.000. Como no caso do pacote 270 que oferece cinco Redmi Note 8 por R$ 1 mil de lance inicial, e do lote 274 que traz Redmi 9, Note 8 e Note 9 por a partir de R$ 1.500.

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Outro destaque positivo é a presença de uma máquina de lavar roupas Electrolux por apenas R$ 390 no pacote 256.

A Receita Federal também traz diversos fones de ouvido, smartbands, um drone da DJI e uma Scooter Elétrica – confira a tabela completa ao final do texto.

De acordo com o edital, os lotes estão disponíveis para visitação e retirada em sete cidades diferentes: Goiânia (GO), Campo Grande, Ponta Porã, Corumbá e Mundo Novo (MS), Cuiabá (MT) e Palmas (TO).

Como participar do leilão?

Os leilões da Receita Federal têm lotes destinados a pessoas físicas ou jurídicas. Você pode participar, mas o processo é um pouco complicado.

  1. Obtenha um certificado digital (comprado à parte).
  2. Consiga um código de acesso pelo Portal e-CAC.
  3. Procure pelo edital no site da Receita Federal. O número é 0817600/000002/2022.
  4. Faça sua proposta.

A Receita receberá os lances entre 9 de agosto, às 8h, e 22 de agosto, às 21h. A sessão para lance está programada para 23 de agosto, às 10h30. Todos os horários são de Brasília.

Se você quer participar, tenha em mente que a Receita não faz entregas. É preciso agendar um horário pelos telefones disponíveis no edital e ir até o local retirar.

Celulares e itens de destaque no leilão

O Tecnoblog selecionou alguns lotes que chamam a atenção na tabela a seguir.

Lote(s) Principais itens Lance inicial
180 ao 184 1x Scooter Elétrico R$ 2.500
195 1005x Xiaomi Redmi Airdots 2 R$ 35.000
196 725x Xiaomi Mi Smartband 5 R$ 40.000
197 724x Xiaomi Mi Smartband 5 R$ 40.000
198 373x Xiaomi Mi Body Composition Scale R$ 25.000
199 372x Xiaomi Mi Body Composition Scale R$ 25.000
200 20x Mi Robot Vacuum-Mop Essential (aspirador robô) R$ 20.000
201 804x Xiaomi Earbuds Basic 2 R$ 25.000
202 803x Xiaomi Earbuds Basic 2 R$ 25.000
203 ao 205 594x Xiaomi Mi TV Stick R$ 65.000
256 1x Máquina de lavar 16Kg Electrolux (LAC16) R$ 390
257 1x Drone DJI Mini Fly More Combo R$ 1.400
269 5x Xiaomi Redmi Note 9S R$ 2.000
270 5x Xiaomi Redmi Note 8 R$ 1.000
271 10x Xiaomi Redmi Note 9S R$ 4.000
273 10x Xiaomi Mi Band 4 14x Xiaomi Redmi Note 8 1x Redmi 8A 9x Redmi Note 9S 2x Redmi Note 9 Pro 1x Mi 9 Lite 1x Mochila Frozen usada 1x Lancheira Frozen usada 1x Bolsa térmica usada R$ 7.500
274 3x Redmi Note 8 1x Redmi Note 9 1x Redmi 9 R$ 1.500
292 1x iPhone 8 Plus R$ 900
293 ao 299 1x iPhone 7 R$ 600
308 25x iPhone 7 Plus R$ 12.000
309 e 310 1x iPhone 12 Pro Max R$ 3.050
311 ao 314 1x iPhone 8 R$ 500
315 ao 317 1x iPhone XR R$ 930
318 e 319 1x iPhone 11 Pro Max R$ 1.800

Fonte: IG TECNOLOGIA

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Instagram vai testar exibição de fotos que ocupam a tela toda

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Instagram testa feed em tela cheia
Unsplash/Kate Torline

Instagram testa feed em tela cheia

O Instagram vai começar a testar fotos verticais, de acordo com o chefe da rede social, Adam Mosseri. Depois de  receber críticas e desistir de reformular o feed e focar em vídeos, a plataforma agora pensa em deixar as fotos em um formato mais parecido com os Reels.

Segundo Mosseri, as fotos poderão atingir a proporção de até 9:16, e os testes devem começar “em uma ou duas semanas”. “Você pode ter vídeos verticais, mas não pode ter fotos verticais no Instagram. Então pensamos que talvez devêssemos nos certificar de que tratamos os dois igualmente”, disse ele, em um Story.

Aparentemente, os testes trarão uma opção para quem quer postar fotos verticais, mas sem obrigar todas as publicações a serem assim. O objetivo é que as imagens ocupem a tela toda, assim como os vídeos já fazem.

Por enquanto, não é possível saber quais mercados receberão os testes, nem se o Instagram lançará a ferramenta oficialmente no futuro.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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