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Política MT

Deputado Professor Allan Kardec investe emenda parlamentar na agricultura familiar

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Foto: JULIO ROCHA / ASSESSORIA DE GABINETE

Deputado Professor Allan Kardec (PSB-MT) fez entrega de 60 kits tecnológicos para a agricultura familiar para assentamentos, associações e comunidades indígenas. São recursos investidos de emenda parlamentar em parceria com a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF) por meio do projeto Semear Inovação e Tecnologia, um fomento ao setor. A entrega foi feita na quarta-feira (29),  em evento na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).

Foram entregues no kit tecnológico conjunto de pulverizador costal, uma bateria elétrica placa solar, perfurador de solo, mini motosserra portátil de poda recarregável, roçadeira e adubadeira costal com bateria recarregável 20 litros. O kit vai fomentar a agricultura familiar para que o produtor tenha como produzir com mais qualidade, menos esforço e mais tempo. E desenvolver mais a cadeia produtiva.

“Nossa agricultura familiar é feita de gente que produz para próprio consumo e também como fonte de renda. Essas pessoas precisam muito do poder público. Por isso nossa atenção com investimentos com esses mato-grossenses. Estamos felizes por auxiliar a vida dessas comunidades e associações”, observou o deputado.

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“São equipamentos de primeira qualidade que contribuirão na dinamização da pequena produção agrícola de Mato Grosso. É investimento em inovação e tecnologia para garantir melhores condições de trabalho a quem coloca a comida em nossa mesa”, afirmou Professor Allan.

O presidente da Associação Mato-grossense de Inclusão Sociocultural (Amiscim), José Paulo Traven, afirma que há milhares de famílias que atuam no setor e têm a subsistência a partir da pequena propriedade. “Nós da Amiscim estamos à disposição para atender essa cadeia produtiva e são essas pessoas que produzem alimentos a todos nós. Estamos prontos para fazer projetos e parcerias. Esse é nosso objetivo”, destaca.

Indígenas

“Tenho gratidão especial ao deputado Allan Kardec por incluir povos indígenas Xavante de Campinápolis com esse kit. Que nos contempla de forma real”, afirma Saturnino Da Ro’oredzá ‘odzé. “Eu vou levar algo palpável”, acrescentou.

O vereador de Poxoréu, professor Adriano Maia também ressaltou a qualidade do material e agradeceu ao deputado.

Receberam os kits associações dos municípios de Nossa Senhora do Livramento, Acorizal, Poconé, Jangada, Pontes e Lacerda, Poxoreu, Barra do Bugres, Santo Antônio de Leverger,  Nova Lacerda, Comodoro, Vila Bela da Santíssima Trindade, Juruena, Brasnorte, Juína, Porto Alegre do Norte, Confresa, Bom Jesus do Araguaia, Serra Nova Dourada, Santa Cruz do Xingu, Canarana, Cuiabá, Luciara, Colniza, Cotriguaçu, Aripuanã.

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Fonte: ALMT

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Política MT

CCJR analisa 17 projetos de lei em reunião ordinária

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) realizou a 16ª reunião ordinária em formato híbrido na manhã desta quarta-feira (17), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Ao todo, 19 matérias estavam na pauta do dia, mas duas foram retiradas a pedido dos autores, dez receberam parecer contrário, seis tiveram parecer favorável aprovado e um foi aprovado em redação final.

Receberam parecer contrário, os projetos de lei (PL) 572/2020; 406/2021; 130/2020; 687/2020; 326/2021; 795/2021; 1096/2021; 1188/2019; 138/2020 e 962/2020. 

Os projetos 611/2022; 973/2021; 6/2022; 487/2022; 600/2022 e 4/2022 receberam parecer favorável e em redação final o Projeto de Lei 984/2020. 

Entre as matérias que tiveram a aprovação dos parlamentares, está o PL 6/2022, que amplia de 65 para 70 anos a idade limite para nomeação e posse de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado (TCE). 

O conteúdo dos projetos de lei e a tramitação estão disponíveis no site do ALMT, pelo link: https://www.al.mt.gov.br/proposicao/.

Fonte: ALMT

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Três instrumentos orçamentários precisam estar alinhados às receitas e despesas de MT

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A Assembleia Legislativa realiza audiências públicas para discutir a LDO.

Foto: Ronaldo Mazza

Um Estado com dimensões continentais como o de Mato Grosso, com 903 mil km², e uma população estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE- 2021) em 3,5 milhões de habitantes, o uso do dinheiro público precisa estar alinhado às necessidades básicas de cada um dos cidadãos mato-grossenses.   

Por isso, o Executivo é obrigado, por lei (Constituição do Estado), a detalhar como será empregada a arrecadação de tributos (impostos e taxas), contribuições e transferências constitucionais, para os setores considerados essenciais ao bem-estar da população como, por exemplo, a saúde, educação, segurança e habitação.   

Nesse contexto, para que tudo dê certo e não fuja ao controle do teto de gastos, o Executivo estadual tem a obrigação constitucional de elaborar três projetos de lei que vão definir as diretrizes e a forma que serão aplicadas a arrecadação anual. Elas serão informadas na Lei de Diretrizes Orçamentárias  (LDO), no Plano Plurianual (PPA) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).  

Para isso, o processo orçamentário se divide em quatro etapas: planejamento e elaboração pelo Poder Executivo; discussão e votação pelo Legislativo; execução e alterações pelo Executivo; e fiscalização pelo Legislativo, juntamente com o Tribunal de Contas.  

Segundo o secretário Parlamentar da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, José Domingos Fraga Filho, os três instrumentos orçamentários são encaminhados para a discussão e votação pelos parlamentares a fim de ampliar e melhorar as propostas apresentadas pelo Executivo estadual.  

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 “Em relação ao PLOA, caso não seja aprovado, os deputados não podem entrar em recesso, e o Governo começa o novo ano com um orçamento de 1/12 avos previsto na lei orçamentaria em vigor. Um outro detalhe é que os deputados não podem diminuir os valores de receita e despesa inclusos na LOA”, explicou Fraga.  

Cada uma dessas três leis tem objetivos específicos. Elas são propostas pelo Poder Executivo, mas dependem da aprovação da Assembleia Legislativa para ser colocadas em práticas. Isso ocorre para que os deputados eleitos, como representantes dos cidadãos, possam sugerir e melhorar o planejamento orçamentário, buscando verificar se as demandas mais críticas da população de todo o Estado estão sendo contempladas.   

Em um ano, o governo não é capaz de fazer tudo o que foi planejado em seu programa de trabalho. Por isso, no primeiro ano de governo, o Executivo elabora o PPA que é o documento que define as estratégias e diretrizes de investimentos para um período de quatro anos. Mas a primeira proposta formulada pelo governo, que inicia seu mandato, é a LDO. Tanto essa lei quanto a LOA devem estar alinhadas as estratégias presentes no PPA.   

Vale destacar que a LDO determina quais as diretrizes do PPA serão tratadas no ano seguinte. A partir desse alinhamento, a LOA é quem vai detalhar todos os gastos que serão realizados pelo governo. É nesse momento que as autoridades e o cidadão ficam sabendo onde cada centavo da receita financeira será gasto.   

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Por isso, a estratégia do governo é terminar o ano com a LOA (receitas e despesas) aprovada, para o exercício financeiro seguinte. No documento, a receita e a despesa devem estar inseridas no orçamento anual. A LOA é estruturada em três documentos básicos: o orçamento fiscal, o orçamento da seguridade social e o orçamento de investimento das empresas estatais.  

O orçamento fiscal prevê as despesas necessárias para que os órgãos da administração executem suas políticas públicas e mantenham suas estruturas e paguem a dívida pública.  

O orçamento de seguridade social é responsável pelo pagamento de pensões e benefícios, a receita é gasta com hospitais e medicamentos. O último define os investimentos feitos em empresas controladas pelo Governo e que não necessitam de recursos do governo para ter suas atividades.   

Um dos instrumentos disponíveis para o cidadão acompanhar os gastos dos valores arrecadados de impostos é o Portal da Transparência do Governo. Por meio dele, o contribuinte consegue consultar dados sobre a execução do orçamento fiscal e da seguridade social. Esses são os investimentos e gastos que afetam diretamente o dia a dia da população.  

 Mas antes de as propostas virarem leis, elas são discutidas no Parlamento. No momento, o debate é sobre a LDO-2023. A proposta já foi debatida em duas audiências públicas pelos deputados e a equipe econômica do governo com a sociedade civil organizada. Na proposta, o Executivo prevê uma receita de quase R$ 30 bilhões para ser executada em 2023. Nela já foram apresentadas 12 emendas.  

Fonte: ALMT

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