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Cultura

Dia do Cliente: 5 dicas para melhorar o atendimento no varejo

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Em tempos de crise, muitas empresas precisaram se adaptar para não perder espaço num momento tão delicado. De acordo com uma  Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, na passagem de março para abril o setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios e bebidas recuou 11,8%. Mas com a aceleração de novas tendências, os negócios tiveram que investir ainda mais no atendimento ao cliente. 

Segundo Anderson Locatelli, diretor executivo da Troco Simples – startup que simplifica transações financeiras que envolvem dinheiro em espécie -, o efeito da pandemia atingiu até mesmo os segmentos que haviam resistido nas primeiras semanas de isolamento. “Precisamos estar atentos aos novos hábitos de consumo dos consumidores, mas sem deixar o bom e velho atendimento de lado. Nos supermercados, por exemplo, normas e rotinas são fundamentais no ambiente”. 

Pensando nisso, Locatelli separou 7 dicas para ajudar comerciantes a melhorar o atendimento no varejo:

1. Treine seus colaboradores 

A interação pessoal é certamente o principal caminho para impressionar o consumidor. Ao tirar dúvidas ou realizar compras com um funcionário, que conheça as informações sobre o supermercado faz com que o cliente se sinta satisfeito e o desejo seguinte é de voltar ao seu negócio, pois sabe que ali não terá problemas no futuros. Certifique-se também que toda a equipe saiba como trabalhar em seus sistemas digitais de pagamento e na gestão de estoque. 

2. Conheça as necessidades dos clientes

Entender as necessidades do cliente ajuda a criar soluções eficientes e direcionar melhor os produtos e serviços no estabelecimento. Ao identificar o seu público alvo, por exemplo, é possível oferecer diferenciais competitivos de ofertas. 

3. Construa uma relação de confiança

Dê mais atenção ao consumidor. Tenha mais tempo para ouvir o cliente e ter clareza no entendimento da questão. Portanto, o operador deve perguntar para o consumidor exatamente o que aconteceu, deixar que conte tudo e não o interrompa. Os minutos gastos a mais neste processo pouparão o trabalho de convencer o cliente e voltar a fazer negócios no estabelecimento. 

4. Invista em tecnologia 

Há diversos tipos de tecnologia disponíveis no mercado, como sistema de frente de caixa, gestão de estoque, entre outros, que podem agilizar processos no dia a dia do estabelecimento e melhorar a qualidade do atendimento. Assim como a  Troco Simples que oferece uma tecnologia integrada ao PDV do varejista, que transforma a moedinha comum em troco digital para o consumidor, que recebe diretamente no CPF, evitando filas e o constrangimento pela falta das moedas. Além disso, a vantagem é que o troco digital acumulado pode ser utilizado a qualquer outro estabelecimento vinculado a solução. 

5. Foque na satisfação do cliente

O consumidor não está mais habituado a esperar uma resposta e aguarda por uma solução imediata. Por isso, o atendente precisa estar pronto para solucionar ou tirar a dúvida de um cliente.

6. Fique atento às reclamações

Toda atividade comercial deve manter canais de reclamação presenciais e a distância. Isso é importante para que os clientes se sintam à vontade ao relatarem suas experiências negativas. Essa ação ajuda a minimizar as emoções mais intensas e oferece uma ótima oportunidade para que a empresa melhore constantemente.

Fonte: Kênia Brandão – Agência NoAr

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Cultura

Primeira edição do Festival Floresta Dança ocorre em abril

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As inscrições estão abertas e podem ser realizadas no site do evento. Todas as atividades serão gratuitas

Dayanne Santana | Secel-MT

Entre os profissionais que conduzirão as oficinas: Bruna Lorrenzzetti (Dança Clássica na Metodologia Vaganova), Rafael Cerigato (Preparação Física para Bailarinos) e Vinícius Porto Trecha (Street Dance Infantil). – Foto por: Divulgação

De 22 a 25 de abril, acontece a primeira edição do Festival Floresta Dança – Alta Floresta em Movimento, um evento com caráter regional que oportunizará a vivência da dança por meio de oficinas, apresentações de espetáculos e performances, roda de conversa e mostra de dança competitiva e não-competitiva, com premiação aos melhores bailarinos e melhor coreografia.

O evento será realizado no município de Alta Floresta (830 km de Cuiabá) e conta com recursos via Edital Circuito de Mostras e Festivais da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT). As inscrições estão abertas e podem ser feitas no site https://florestadanca.com.br/. Todas as atividades do festival são gratuitas. Os organizadores ressaltam a importância de ler o regulamento do festival, dada a quantidade de informações e documentos necessários para cada atividade.

A coordenadora do festival, Cassiane Leite, fala da importância da realização do evento no extremo norte de Mato Grosso. “Realizar o primeiro festival de dança de Alta Floresta é uma grande oportunidade para toda a população, dançarinos e pessoas que tem interesse em conhecer mais sobre o mundo da dança”. Ela ressalta ainda que todos os cuidados para covid-19 estão sendo tomados para segurança dos participantes, formadores e demais envolvidos, considerando as orientações e protocolos de saúde.

Entre os dias 23 e 25 de abril, serão realizadas oficinas de dança clássica na metodologia Vaganova, dança contemporânea, jazz dance, stiletto heels class, street dance infantil, preparação física para bailarinos, e encontro do brincar. Será concedido certificado para os participantes que atingirem no mínimo 75% de frequência nas oficinas. O certificado será disponibilizado via e-mail em até 15 dias após conclusão da atividade. As inscrições ficam abertas enquanto houver vagas.

Nos dias 23, 24 a 25 de abril, às 19h30, serão as noites da Mostra de Dança, que está dividida em Competitiva e Palco Aberto. O primeiro é destinado a quem deseja apresentar seu trabalho de forma competitiva. Os melhores trabalhos inscritos e selecionados receberão troféus e prêmios em dinheiro. Já o palco aberto é o espaço de fomento à participação de quem não tem interesse em competir, mas deseja vivenciar a experiência de ter seu trabalho apresentado em um festival. As inscrições serão aceitas entre os dias 01 de março e 05 de abril, exclusivamente pelo endereço de e-mail: [email protected] As coreografias selecionadas serão anunciadas no site, no dia 12 de abril.

No dia 25 de abril, às 18h, será realizada uma roda de conversa, espaço voltado para debate, aprendizado e troca de experiências, dirigido a bailarinos e demais trabalhadores da cultura que tenham interesse em conhecer mais sobre as vivências e os processos produtivos. Para participar é preciso retirar o ingresso no site do festival.

Durante o Festival serão apresentadas duas obras inéditas, e ainda espetáculos de companhias de dança de Alta Floresta, Cuiabá e São Paulo. Em caso de dúvidas, os interessados podem encaminhar e-mail para [email protected]

Serviço

Festival Floresta Dança – Alta Floresta em Movimento

De 22 a 25 de abril de 2021

Inscrições e programação completa: https://florestadanca.com.br/

Informações: [email protected]

Fonte: Assessoria

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Cultura

Unemat traduz Declaração Universal dos Direitos Humanos para língua Xavante

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Lygia Lima | Assessoria Unemat

A Universidade do Estado de Mato Grosso acaba de lançar a tradução para a língua Xavante da Declaração Universal dos Direitos Humanos.  A obra foi publicada pela Editora Unemat em formato E-book e está disponível para download gratuitamente por meio do site da Unemat http://portal.unemat.br/?pg=site&i=editora&m=catalogo-de-obras-eletronicas-paginas&c=declara-o-universal-dos-direitos-humanos  

O livro é resultado do projeto “Tradução/versão documental em Xavante: Declaração Universal dos Direitos Humanos”, coordenado pelo professor da Unemat Wellington Pedrosa Quintino e os acadêmicos Tiago Tserewatawe Tsitedzé e Vinícius Sidiwê Supretaprã Xavante, que são vinculados a Faculdade Indígena Intercultural (Faindi), do Câmpus Universitário de Barra do Bugres.

O Projeto de Tradução/versão é uma das ações previstas pela Política de Línguas da Faculdade Intercultural, que consiste na versão, para as línguas indígenas, de textos legais que abordam direitos humanos, linguísticos, justiça e educação da humanidade, incluindo os direitos dos povos indígenas e assenta-se em três eixos: a consciência fonológica, a tradução de textos oficiais e a cooficialização das línguas indígenas faladas nos diferentes municípios de Mato Grosso.

A Unemat espera que por meio desta versão em Xavante da ‘Declaração Universal dos Direitos Humanos’, da Unesco, assim como sua tradução na maioria das línguas naturais, possa fortalecer, dar visibilidade e tirar do silenciamento os povos e as línguas indígenas faladas em Mato Grosso, em especial, os Xavante.

Na apresentação da obra, a diretora da Faindi, professora Mônica Cidele da Cruz, explica como se deu o trabalho de pesquisa e execução para que o texto da Unesco fosse traduzido para a língua Xavante. “Para a execução do projeto, pautamo-nos nos pressupostos da interculturalidade, articulada com os fundamentos de Paulo Freire da dialogicidade e da construção de uma pedagogia da comunicação. Do ponto de vista metodológico, esta produção foi realizada em três etapas, a saber: na primeira etapa, foram realizados encontros entre a equipe colaboradora (todos os alunos Xavante da Faindi) e o propositor do projeto, professor Wellington Quintino, na terra indígena Marãiwatsédé, quando ocorreu também a seleção dos colaboradores Xavante, por Terra Indígena, que se encontram em formação na Unemat, Tiago Tserewatawe e Vinicius Supretaprã; a segunda etapa aconteceu durante o período de estudos presenciais, momento em que os textos foram lidos em português, construindo-se paráfrases com a finalidade de produzir compreensões (da mesma forma ou de maneira aproximada) dos entendimentos do mundo/ palavra Xavante. Ainda, nesta etapa, ocorreram encontros nas Terras Indígenas/aldeias com os anciãos para discussões e reorganizações, trabalho que ficou sob a responsabilidade dos acadêmicos Xavante dos cursos de Pedagogia Intercultural e da Licenciatura Intercultural; a terceira etapa foi o momento em que se deu, propriamente, o resultado final da tradução/versão do texto oficial realizada em Cáceres com os colaboradores selecionados em Marãiwatsédé, Tiago e Vinicius, nossos principais consultores nativos”, explica.

Além de possibilitar que o povo Xavante tenha acesso a esse texto universal, o projeto “Tradução/versão documental em Xavante: Declaração Universal dos Direitos Humanos” articula-se com a Faculdade Indígena Intercultural, por produzir reflexões sobre os direitos humanos que também são fundamentais para os indígenas que fazem parte, principalmente, do contexto educacional do Estado de Mato Grosso, bem como, também subsidiar encaminhamentos dentro das aldeias no que se refere à educação intercultural, diferenciada e específica.

Fonte: Assessoria

 

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