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Mato Grosso

Diretores de escolas relatam desafios do ensino especial

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Nesta terça-feira (12.11) é comemorado o Dia do Diretor Escolar e todo o sucesso da política de diversidade educacional da Seduc não seria possível sem esse profissional.

Adilson Rosa | Seduc MT

A diretora Gláucia em mais um dia de trabalho no Ceaada – Foto por: Divulgação

A diretora Gláucia em mais um dia de trabalho no Ceaada

Nesta terça-feira (12.11) é comemorado o Dia do Diretor Escolar. O sucesso da política de diversidade educacional não seria possível sem este profissional, que encara diversos desafios todos os dias. No caso dos gestores das escolas especializadas, os obstáculos podem ser ainda maiores, mas, nada que não possa ser resolvido.

Fátima Rosana Faria, da Escola Estadual Especial Livre Aprender de Cuiabá, leva em conta tanto o lado profissional como o lado humano para atender alunos com as mais diferentes deficiências.

A diretora explica que precisou conhecer aluno por aluno para entender melhor o desafio de ser gestora. A escola tem hoje 160 alunos especiais matriculados cuja idade vai de 7 a 41 anos com todo tipo de deficiência.

“Para atender a essa diversidade, você precisa trabalhar com profissionais que conhecem todas as deficiências em todos os níveis. O desafio é me colocar como parte dessa liderança de educação inclusiva. E tive que aprender muito também”, ressalta a diretora, que começou o desafio no ano passado..

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Ela assinala que todo pai, ao ver o filho nascer, deseja uma caminhada e a independência desse filho. “Esse desejo vem ainda no ventre da mãe e sofre uma mudança brusca, com um novo desafio é o acompanhamento por essa família. E o papel dessa família aqui na escola é integral”, explica.

Os alunos especiais são buscadas na porta de casa, com ônibus adaptados e com ar-condicionado. Na escola, cada um tem uma alimentação especial, com cardápio individualizado.

“A EEE Livre Aprender tem uma assessoria pedagógica especializada e uma Secretaria de Educação compromissada com a educação especial. O resultado é que hoje temos alunos alfabetizados e já solicitamos o segundo segmento para Educação de Jovens e Adultos (EJA) e assim vamos vencendo etapas por etapas”, comemora.

Assessoria

Especial

Para a diretora há 12 anos do Centro Estadual de Atendimento e Apoio ao Deficiente Auditivo Professora Arlete Pereira Migueletti (Ceaada), Gláucia Inês Paes de Barros, o objetivo da gestora é realizar atendimento às perspectivas da comunidade escolar.

“É desafiador acompanhar o constante processo das inovações tecnológicas, que buscam facilitar o processo de ensino-aprendizagem. Buscamos sempre contornar essas dificuldades com criatividade e comprometimento de todos os nossos profissionais por mim dirigidos, em parceria com alunos e toda a comunidade, o que me faz sentir uma pessoa especial por fazer parte de uma equipe especial que trabalha com a Educação Especial”, ressalta.

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A Escola tem 82 alunos matriculados na educação infantil, ensino fundamental e educação de jovens e adultos (EJA). Para estudar no Ceaada, é preciso ser surdo ou ter deficiência auditiva.

Expectativas

Em outra escola estadual especial, a Raio de Sol, os desafios não são diferentes. A diretora Leila Bacani Custódio Barbosa destaca que trabalha para promover uma educação de qualidade aos alunos especiais buscando atender às suas expectativas e seus responsáveis. “Tudo isso graças a uma administração pública, transparente e democrática. A ajuda dos pais é fundamental para termos um trabalho cada vez maior”, assegura.

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Mato Grosso

Festival Braseiro: Promessa é de edições épicas em 2020, diz organizador

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Datas já foram escolhidas e já se iniciaram tratativas com atrações musicais nacionais

O Festival Braseiro se tornou referência nacional no segmento e reúne milhares de pessoas em duas edições anuais em Mato Grosso. Para 2020, as datas já foram escolhidas: em Cuiabá, será no dia 18 de abril, e em Rondonópolis, dia 22 de agosto.

Os números das edições anteriores impressionam e o lema deste ano é que “os recordes estão aí para serem batidos”, a começar pelo público esperado. Serão disponibilizados 9 mil ingressos no total. Além disso, os eventos contarão com 60 estações e, aproximadamente, 400 churrasqueiros voluntários. Ao todo, devem ser consumidas 10 toneladas de carnes nas duas edições, dos mais diversos cortes bovinos, ovinos, suínos, de aves, entre outras.

“Estamos nos empenhando para fazer o festival mais épico da história! Já temos contato com atrações musicais de peso e a carne continuará sendo a grande atração da festa. Sem falar da dedicação dos assadores voluntários em trazer novidades sobre preparo da carne e dos acompanhamentos, e a organização de primeira que marca todas as edições”, afirma o vice-presidente da Associação Braseiro, Joel Becker.

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Um dos principais objetivos do evento é apoiar causas sociais. Por isso, toda a renda obtida é revertida para instituições filantrópicas beneficentes. Segundo a coordenadora de eventos do Festival, Aline Pellozo, as inscrições das instituições interessadas em receber doações do Braseiro devem começar em fevereiro. As entidades deverão acessar o site do Braseiro, baixar o edital, preencher a planilha e providenciar a documentação exigida.

“É importante frisar que a entidade precisa ser regularizada. Depois de preencher todos os dados e separar a documentação, é só enviar tudo por e-mail. As instituições selecionadas ainda passarão por uma análise da Comissão Julgadora, que realizará visitas in loco para conhecer a realidade de cada entidade. Depois da avaliação de uma série de critérios é que são selecionadas aquelas que serão beneficiadas diretamente pelo Festival”, explica a coordenadora do evento.

No Festival Braseiro o público conta com um serviço ilimitado de alimentação e bebidas (cerveja, refrigerante e água) e “é sempre bom reforçar que a primeira chamada para o Festival Braseiro é realizada pelas nossas redes sociais. Então, fiquem atentos, porque o Braseiro 2020 promete!”, finaliza Aline Pellozo.

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Serviço

Instagram: @festivalbraseiro  – Facebook: /festivalbraseiro

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Economia

Economia agrícola de Mato Grosso cresce e volta a ser a maior do país

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Valor Bruto da Produção (VBP) mato-grossense foi de R$ 101,8 bilhões, enquanto São Paulo arrecadou R$ 78,1 bilhões

Thielli Bairros | Sedec-MT

A soja representa 46% da composição do VBP de Mato Grosso – Foto por: Christiano Antonucci

A soja representa 46% da composição do VBP de Mato Grosso

Mato Grosso é destaque nacional e internacional na agropecuária e, em 2019, assume novamente o primeiro lugar no Valor Bruto da Produção (VBP) superando o Estado de São Paulo.

De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o Estado arrecadou 30% a mais que São Paulo – o VBP mato-grossense foi de R$ 101,8 bilhões, enquanto o segundo arrecadou R$ 78,1 bilhões.

Sedec MT

O VBP é a soma de tudo o que foi arrecadado com a produção no Estado. Em Mato Grosso, o destaque é para a soja, com 46,19% da composição do VPB, seguido do algodão (33%) e do milho (16,12%).

“Mato Grosso se destaca principalmente porque a agropecuária é a aptidão do Estado. Há anos, o setor vem se organizando e usando a tecnologia e modelos de gestão a seu favor. O Governo do Estado colabora buscando desburocratizar, modernizar e trabalhar as demandas do setor, como infraestrutura e conectividade”, afirma Walter Valverde, secretário adjunto de Investimentos e Agronegócio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

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O Estado havia perdido posições nos últimos dois anos. De acordo com Sérgio Leal, coordenador do Observatório do Desenvolvimento da Sedec, os preços externos foram responsáveis por esta oscilação. “Nossos produtos são quase todos vendidos em dólar. Então, se cai o dólar, o VBP também diminui”, explica.

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