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Economia

Dólar sobe para R$ 5,21 após dois dias de queda

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Após dois dias seguidos de queda, o dólar fechou em alta, motivado principalmente pelo mercado externo. A bolsa de valores iniciou o dia em baixa, mas inverteu o movimento durante a tarde e teve pequenos ganhos.

O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (22) vendido a R$ 5,213, com alta de R$ 0,021 (+0,41%). A cotação começou o dia em queda, mas passou a subir ainda durante a manhã, após a abertura dos negócios nos Estados Unidos. Na máxima da sessão, por volta das 12h40, chegou a R$ 5,22.

A divisa acumula alta de 4,83% em julho. Em 2021, a valorização chega a 0,46%.

No mercado de ações, o dia também foi influenciado pelo cenário internacional. O índice Ibovespa fechou o dia aos 126.147 pontos, com leve alta de 0,17%. O indicador chegou a cair 0,41% por volta as 12h45, mas passou a recuperar-se durante a tarde, motivado principalmente pela alta no preço do petróleo.

O dólar subiu após a decisão do Banco Central Europeu de manter os estímulos monetários e não mexer nos juros da zona do euro. A decisão fez o euro perder força. Aqui no Brasil, a moeda subiu apenas 0,16%, fechando a R$ 6,136 na cotação comercial. No entanto, deu impulso ao dólar, que se valorizou perante o euro e a moedas de vários países emergentes.

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Paralelamente, a divulgação de que os pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos subiram na semana passada fez o mercado norte-americano temer os efeitos da variante delta do novo coronavírus. A cotação internacional do petróleo, no entanto, continuou a subir, dando impulso à bolsa em países produtores, como o Brasil.

* Com informações da Reuters

Edição: Claudia Felczak

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Economia

Segunda rodada da Cessão Onerosa deve ocorrer até o fim do ano

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O Brasil ocupa a sétima posição no ranking mundial de produção e de exportação de petróleo. A meta é chegar a 2030 entre a quarta e a quinta posição. Para falar sobre o assunto, o secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia, José Mauro Coelho, é o entrevistado do programa Brasil em Pauta, às 20h30 deste domingo, na TV Brasil.

Entre as medidas mais esperadas estão a realização da segunda etapa do leilão da Cessão Onerosa (excedente do volume de petróleo e gás que a União cedeu à Petrobras) que vai leiloar os campos de Sépia e Atapu. A expectativa é de que o leilão seja realizado até o fim deste ano.

Coelho destacou que a camada pré-sal é responsável por 73% da produção nacional de petróleo. “Vemos nos últimos anos uma produção declinante dos campos em terra e dos campos maduros em mar mas na área do pós-sal”. Para isso o governo está realizando programas de revitalização das atividades de produção e exploração nessas duas áreas.

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O secretário também falou sobre o plano de desinvestimento que deve abrir o setor de refino no país. “Concentração de mercado é uma barreira a investimentos e a novos entrantes”, disse.

Segundo ele, a Petrobras se comprometeu a vender oito ativos de refinarias. “O governo federal queria trabalhar numa abertura do mercado, que o mercado tivesse maior concorrência, maior dinamismo, maior pluralidade de agentes e, claro, isso traz benefícios para o consumidor brasileiro. Essa competição tem o potencial de levar a uma redução de preços”.

Durante a entrevista, foram abordados também temas como as matrizes renováveis de energia – o Brasil é o segundo maior produtor de biodiesel do mundo – preço da gasolina e a nova Lei do Gás.

Edição: Aécio Amado

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Economia

Impostômetro atinge a marca de R$ 1,5 trilhão

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O Impostômetro, medidor da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) da carga tributária dos brasileiros, marcou R$ 1,5 trilhão na madrugada de hoje (1ª). Esse é o montante que foi pago desde o primeiro dia em tributos federais, estaduais e municipais.

Em 2020, o mesmo valor foi atingido no dia 28 de setembro, o que mostra que, este ano, os brasileiros estão pagando mais impostos. Segundo a ACSP, parte da alta na arrecadação acontece devido a recuperação econômica, impactada pela crise gerada pela pandemia de coronavírus.

“Boa parte do aumento da arrecadação deste ano é explicada pela melhora da economia, que está menos sujeita a restrições de funcionamento”, analisa o economista da ACSP, Marcel Solimeo, sobre o abrandamento das quarentenas para reduzir a disseminação da covid-19.

Por outro lado, o aumento da carga tributária também é reflexo, de acordo com a associação, da elevação dos preços dos produtos e serviços. Em nota, a entidade lembra que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumula alta de 8,6% em doze meses e o Índice Geral de Preços (IGP), de 33%.

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Edição: Aécio Amado

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