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Dr. Leonardo descarta por enquanto sua candidatura ao senado

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Eu fiz um compromisso de transparência e interação, de falar com vocês todos os dias, papo-reto, de fazer um mandato participativo. Pois então…

Nos últimos dias, dezenas de matérias veiculadas na imprensa de Mato Grosso e até na nacional apresentaram o meu nome como candidato ao Senado Federal. A eleição está marcada para 26 de abril.

Confesso que, quando toda essa história começou, eu nem cogitava a hipótese de dar uma pausa no mandato de deputado federal para concorrer uma vaga no Senado. Mas, conforme as notícias foram circulando, surgiram apoios e adesões de importantes lideranças de todo o Estado.

O natural em todo processo eleitoral é que os partidos se mobilizem para conversar com suas bases e contratem pesquisas para avaliar as intenções do eleitorado. E é daí que veio um resultado que confirmou que a nova política, da qual faço parte, já chegou a Mato Grosso.

Eu fico muito feliz em dizer: a cada dia que passa, o povo mostra que quer mudança, que está atento, acompanhando cada passo dos políticos.

Infelizmente, não posso compartilhar com vocês os números que tive acesso por conta dos impedimentos da legislação eleitoral. Mas, para que tenham noção do que mobilizou as conversas com meu nome, esclareço que Eu, deputado federal de primeiro mandato, em apenas um ano de Câmara, sou visto hoje como candidato viável e competitivo. Esses números foram animadores e aumentaram os apoios.

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Eu, literalmente, rodo Mato Grosso todo final de semana buscando demandas e, ao chegar a Brasília, corro atrás de quem pode resolver cada uma delas. Tenho trabalhado para orgulhar quem me confiou essa oportunidade.

Sou ficha-limpa, já fui citado em 2019 e agora no começo de 2020 em primeiro lugar no Ranking dos Políticos do Brasil, e tenho trabalhado dia e noite pela saúde, segurança e educação de Mato Grosso. Penso que isso está sendo visto…
Vivemos em uma época de mudanças extraordinárias – mudanças que estão reformulando a maneira como vivemos, como trabalhamos, o nosso planeta, o nosso lugar no mundo.

E, gostemos ou não, o ritmo dessas mudanças só acelera.
E o que dá ânimo, força e disposição para seguir lutando é justamente perceber que muitas pessoas estão enxergando nosso trabalho, nossa proposta de mudança na política. Para mim, isso é motivo de orgulho.

Vejo o nosso presente e futuro de muitos desafios. Eu vejo que tenho um compromisso com ACS e ACES na presidência da Frente Parlamentar em Defesa dos profissionais. Eu vejo um caminho longo na nossa luta contra a corrupção na saúde e nas demais instâncias da administração pública. Eu vejo a expectativa de prefeitos e vereadores de conseguirmos liberar mais recursos para suas cidades. Eu vejo o desafio de aprovar mais projetos, em defesa das mulheres, dos jovens, dos trabalhadores de Mato Grosso, para a geração de empregos. Eu vejo um ambiente de reformas, do qual me inseri, e preciso me manter atento defendendo o melhor para o Estado. É isso que me motiva, me enche de esperança em seguir trabalhando muito.

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Depois de pensar bastante, ouvir minha família, meus amigos, as bases, os colegas de parlamento e de partido, cheguei a uma decisão.

Eu vou seguir trabalhando na Câmara Federal. Logo, não serei candidato ao Senado Federal. Temos muitos desafios na Câmara. Prometi cumprir meu mandato com excelência, até o final. E assim farei.

Agradeço imensamente a Executiva Nacional e Estadual do meu partido, o Solidariedade, que acredita no meu trabalho. Até este exato momento, eles estão defendendo minha candidatura. Continuamos juntos, firmes, com muita fé e trabalho.

Fonte: Facebook do Deputado Federal Dr. Leonardo

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Todos os municípios de MT estão com risco alto ou muito alto para transmissão da Covid-19

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Por G1 MT

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) divulgou, nesta terça-feira (15), que 27 municípios registram classificação de risco muito alto para o coronavírus.

São eles: Água Boa, Araguainha, Arenápolis, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Cláudia, Confresa, Guiratinga, Itanhangá, Juína, Lucas do Rio Verde, Luciara, Nova Mutum, Peixoto de Azevedo, Primavera do Leste, Rondonópolis, Santa Rita do Trivelato, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, Sapezal, Sorriso, Tangará da Serra, Torixoréu e Vila Rica.

Outras 114 cidades estão classificadas na categoria alta para a contaminação do coronavírus. Nenhum município foi classificado com risco moderado ou baixo para a Covid-19.

Novo método para classificação

O método para definir a classificação de risco dos municípios foi aprimorado. A mudança foi publicada no Diário Oficial do dia 25 de março de 2021. Desde então, não é levado em consideração apenas o número absoluto dos casos dos últimos quatorzes dias, mas sim a média móvel dos últimos quatorze dias.

Assim, o município não sofrerá uma mudança brusca de um boletim para o outro; a cidade ficará na mesma categoria por pelo menos duas semanas, conforme sua média móvel de casos.

Também foi aperfeiçoado o cálculo dos casos acumulados. Antes eram considerados os casos acumulados a partir do dia 1º de dezembro de 2020. Com a nova metodologia, a análise será realizada sempre com base nos casos acumulados dos últimos 90 dias.

Confira as medidas de acordo com a classificação de risco:

• Nível de Risco ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO e MODERADO;
  • b) proibição de qualquer atividade de lazer ou evento que cause aglomeração;
  • c) proibição de atendimento presencial em órgãos públicos e concessionárias de serviços públicos, devendo ser disponibilizado canais de atendimento ao público não presencial;
  • d) adoção de medidas preparatórias para a quarentena obrigatória, iniciando com incentivo à quarentena voluntária e outras medidas julgadas adequadas pela autoridade municipal para evitar a circulação e aglomeração de pessoas.

• Nível de Risco MUITO ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO, MODERADO e ALTO;
  • b) quarentena coletiva obrigatória no território do Município, por períodos de 10 (dez) dias, prorrogáveis, mediante reavaliação da autoridade competente, podendo, inclusive, haver antecipação de feriados para referido período;
  • c) suspensão de aulas presenciais em creches, escolas e universidades;
  • d) controle do perímetro da área de contenção, por barreiras sanitárias, para triagem da entrada e saída de pessoas, ficando autorizada apenas a circulação de pessoas com o objetivo de acessar e exercer atividades essenciais;
  • e) manutenção do funcionamento apenas dos serviços públicos e atividades essenciais;
  • §1º Atingida determinada classificação de risco, as medidas de restrição correspondentes devem ser aplicadas por, no mínimo, 10 (dez) dias, ainda que, neste período, ocorra o rebaixamento da classificação do Município.
  • §2º Os municípios contíguos devem adotar as medidas restritivas idênticas, correspondentes às aplicáveis aquele que tiver classificação de risco mais grave.
  • §3º Os Municípios poderão adotar medidas mais restritivas do que as contidas neste Decreto, desde que justificadas em dados concretos locais que demonstrem a necessidade de maior rigor para o controle da disseminação do novo coronavírus.
  • Art. 6º O funcionamento de parques públicos estaduais seguirá as restrições estabelecidas pelos Municípios em que se encontrem e, na ausência de normas a este respeito, poderão ser utilizados, desde que observado o distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas, ficando vedado o acesso sem o uso de máscara de proteção facial.

Fonte: G1 / MT

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Avanços no Tratamento contra a Aids no Brasil

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Na 25ª edição da Parada LGBTQIA+ de São Paulo, neste domingo 6 de junho, a Agência Aids promove o Camarote Virtual Solidário articulando debates com médicos e ativistas, além do grande objetivo de arrecadar cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade.

Três médicos referência em Aids, Dr. Fábio Mesquita, médico epidemiologista que faz parte da OMS, e os infectologistas Dr. Vinicius Borges (Dr. Maravilha) e a Dra. Zarifa Khoury, comentaram os avanços no tratamento contra a Aids no Brasil e no mundo.

“Amanhã (7), começa uma agenda global na ONU para retomar a questão da Aids e isso é muito importante. O Brasil foi o primeiro país, de média e baixa renda, a oferecer os medicamentos antirretrovirais cumprindo a Constituição, uma grande conquista na implementação de políticas públicas, desde 1995 em nível nacional”, contou Dr Fábio Mesquita que traçou uma retrospectiva histórica da construção da política de Aids no Brasil.

A adesão ao tratamento, nos anos 1980, foi difícil. “Havia resistência aos medicamentos e seus efeitos colaterais. Testemunhamos muitos suicídios, era terrível”, lembra Dra Zarifa Khoury.

Passados 40 anos, os avanços foram muitos: do tratamento com 16 medicamentos, hoje é prescrito com dois comprimidos. “Às vivências do passado nos ensinaram muito, mas ainda há problemas sociais graves para as pessoas com HIV e Aids. Quando criei o Dr. Maravilha nas redes sociais foi para ajudar a enfrentar o preconceito e a autoestima da população LGBT que vive com HIV. Quero olhar pessoas e não o vírus”, explicou Dr Vinicius Borges.

A pergunta hoje é “Tenho HIV e agora?” É a realização de sonhos porque é possível viver com medicamentos e ter qualidade de vida.

“O desafio é vencer o estigma. Desde do início, os gays sofriam discriminação porque Aids era considerada “peste gay” é ainda hoje muitas pessoas não seguem o tratamento por medo da opinião da sociedade”, diz Dra Zarifa.

Dr Fábio Mesquita ressaltou que a questão deve ser esclarecer as informações erradas sobre a Aids, melhorar a informação para que as pessoas sofram menos, como faz a Agência Aids e o Dr Maravilha. “Fora do Brasil, o preconceito em países pobres ainda é muito grande. A imprensa trabalha para mudar esse conceito. Foram testadas vacinas, sem grande retorno, mas a ciência requer investimento. Veja a capacidade de recursos para a Covid, pois atinge todas as classes sociais e raças. Por isso, houve grande mobilização da ciência para chegar à vacina. É possível diminuir a transmissão e a mortalidade (700 mil óbitos em 2020). Com a Covid-19, houve impacto no tratamento e no cumprimento da mandala de prevenção”, explica o epidemiologista.

Dr Maravilha resume: “É preciso combater o negacionismo em todas às áreas, valorizar a ciência, democratizar o tratamento”.

A doação de cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade vai até 25 de junho: https://linktr.ee/agenciaaids.

O Camarote Virtual Solidário é um evento social, organizado pela Agência de Notícias da Aids e tem o apoio do SESC, do Senac, das farmacêuticas GSK ViiV Healthcare, Jansen e Gilead, da DKT do Brasil, de Mulheres no E-Commerce e da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo. Contamos também com a parceria do site Catraca Livre que vai transmitir o evento conosco.

 

Vera Moreira/ Assessora de Imprensa do Camarote Virtual Solidário

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