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Em Brasília, Dal Molin propõe solução para impasse na concessão da BR-163

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Foto: Ronaldo Mazza

O impasse no processo de retomada das obras de melhoria e de duplicação da BR-163, foi o tema central de uma reunião entre o deputado estadual Xuxu Dal Molin (PSC) e o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Rafael Vitale.

Durante o encontro, realizado nesta terça-feira (5), na sede da ANTT, em Brasília, o parlamentar atribuiu o aumento do número de acidentes ao atraso nas obras de duplicação da rodovia, suspensas desde 2016.

 Para ele, além de prejudicar o escoamento da produção agrícola da região norte de Mato Grosso, a paralisação das obras no trecho sob concessão da Rota do Oeste compromete a segurança de milhares de usuários. 

 “Estamos ajudando a construir uma proposta alternativa e eficaz. Não podemos permanecer inertes enquanto centenas de vidas estão sendo ceifadas. Diariamente a imprensa noticia mortes na BR-163 que, lamentavelmente, passou a ser chamada de ‘rodovia da morte’”, alertou Dal Molin.

 Sensível ao assunto, em especial pelo impacto na segurança viária, o diretor-geral da ANTT assegurou que o governo federal “está empenhado em construir uma solução que atenda ao interesse público e mantenha a concessão de forma sustentável”.

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 Segundo Vitale, a troca de controle da concessão da rodovia está entre as opções estudadas para uma solução ‘amigável’. Entretanto, a implementação da medida depende de um acordo entre particulares.

 Outras duas possibilidades seriam a instrução de abertura do processo de caducidade do processo de concessão do contrato e/ou a devolução do contrato por iniciativa da concessionária Rota do Oeste.

“Nossas equipes estão trabalhando com afinco nesse processo. A solução final será anunciada nos próximos dias”, afirma Rafael Vitale.

Fonte: ALMT

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Especialistas destacam que passaporte sanitário vai contra liberdades individuais

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Foto: Carol Coutinho / Assessoria de Gabinete

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou na tarde desta quinta-feira (21), na sala Sarita Baracat, uma audiência pública para debater o chamado “passaporte da vacina” contra a Covid-19 no estado. A reunião foi convocada e comandada pelo deputado estadual Faissal Calil (PV), e contou com a presença de diversos médicos e especialistas na área de saúde, além de diversos parlamentares, como Gilberto Cattani, Xuxu dal Molin e Ulysses Moraes, além do presidente da Associação Enchei-vos, Cristiano Costa.

Os participantes foram unânimes em destacar a importância de se respeitar as liberdades individuais dos cidadãos ao defender a não implantação do passaporte sanitário em Mato Grosso. Os médicos Dr. Germano Alves, Maria Emília Gadelha, além de Hermes Rodrigues Nery, especialista em bioética, destacaram que existem diversas lacunas no processo de desenvolvimento dos imunizantes que fazem com que algumas pessoas prefiram não se vacinar, decisão esta que não pode ser imposta pelo poder público.

O deputado explicou que o Projeto de Lei 780/2021 de autoria da deputada Janaina Riva (MDB), em si, visa a não obrigatoriedade do passaporte em relação ao comércio. Na sequência, o deputado Sebastião Rezende estendeu o veto do comprovante nos cultos religiosos. Por conta disso, Faissal propôs uma emenda para que ele também não seja obrigatório nos serviços públicos em geral. Agora o texto será votado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e depois em segunda votação, no plenário da ALMT.

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“Não vejo efeito negativo nenhum em relação a proibição do passaporte. Eu, particularmente, sou favorável a vacina e me imunizei, mas não vou desrespeitar aqueles que são contrários. Sabemos que é uma vacina ainda experimental e num primeiro momento, afirmaram que os vacinados não iriam pegar e seriam imunizados. Posteriormente, foi falado que ela ajuda na cura, mas não imuniza. Minha visão é a de respeitar as pessoas que não querem se vacinar e por isso sou contra a obrigatoriedade e qualquer tipo de controle social”, afirmou o parlamentar.

A Doutora  Maria Emilia Gadelha, afirmou, na audiência, que o processo de análise na fase de testes dos imunizantes em animais foi feita de forma atropelada, e pulou algumas etapas. “As indústrias farmacêuticas conseguiram uma isenção de irresponsabilidade e também pressionaram os governos para que cada cidadão que tivesse a vacina aplicada, assumisse o risco de qualquer efeito. Os cidadãos estão recebendo apenas produtos experimentais, que eu sequer considero como vacinas. São produtos injetáveis que estão causando uma série de problemas”, apontou.

Na sequência, o professor Hermes Nery pontuou que governantes e a mídia aproveitaram-se para impor medidas de controle e uma nova engenharia social. “A mídia adotou um roteiro de censura a quem quer que fosse contrário a estas medidas, muitas delas abusivas. Não houve sequer um estudo clínico conclusivo, por exemplo, do uso maciço de máscaras, mas o mundo todo a adotou, porque a mídia apontou que ela era necessária. Não se trata de controle da doença, mas sim de controle das pessoas. A instituição de um passaporte sanitário, nada mais é, do que a vacinação forçada de uma população e a porta de entrada de um totalitarismo global”, destacou.

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O presidente da Comissão de Saúde da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MT), Danilo Gaiva, destacou que as liberdades individuais devem ser garantidas. “Todo remédio tem uma bula e nela estão diversos parâmetros sobre sua eficácia e, principalmente, suas contra indicações, por exemplo. Estamos debatendo a liberdade de escolha do cidadão e isso precisa ser debatido de forma livre e clara e tirar das pessoas seus direitos individuais é atentar contra cláusulas pétreas constitucionais”, explicou.

Opinião semelhante tem o médico Germano Alves. “É muito pertinente esse debate para que possamos impedir que as pessoas sejam consideradas como uma subclasse por não aceitarem se submeter a uma imunização ainda controversa. Estudei bastante o assunto e tivemos uma expertise muito grande tanto no tratamento da doença, quanto em suas consequências, o que inclui os efeitos da vacina”, afirmou.

Fonte: ALMT

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Call centers oferecerão chamada de vídeo para pessoas surdas

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Thiago na plenária da AL

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O Governo de Mato Grosso sancionou a Lei 11529/2021 que determina que as empresas de centrais de atendimento telefônico, os call centers, ofereçam chamadas de vídeo para pessoas surdas no Estado. A lei de autoria do deputado estadual Thiago Silva foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (19).
 A nova lei trata sobre os serviços de atendimento ao cliente (SACs) e congêneres, para que possam aderir às chamadas de vídeo e garantir a acessibilidade para a população de Mato Grosso.
Com a sanção da lei, as empresas deverão ter atendentes qualificados em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para atender as pessoas surdas.
As centrais de atendimento que não obedecerem a norma serão multadas. Em caso de reincidência, a multa poderá ser duplicada.
“Nosso objetivo é a inclusão de pessoas que possuem problemas de surdez e precisam de ter um atendimento digno e humanizado por parte dos call centers. Como presidente da Comissão do Direito do Consumidor da AL-MT continuarei trabalhando para garantir todas as prerrogativas e direitos, sempre pensando na inclusão social”, disse o deputado.

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A lei foi assinada pelo governador Mauro Mendes (DEM) e já está em vigor.

Fonte: ALMT

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