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Política Nacional

Em debate na CAS, menina ativista apela a ministro por remédio para doença rara

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A estudante Laissa Polyanna, de 12 anos de idade e portadora de atrofia muscular espinhal (AME), foi a primeira a fazer perguntas ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante audiência nesta quarta-feira (27) na Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS). Isso ocorreu após pedido dela ao presidente do colegiado, senador Romário (Pode-RJ), que a atendeu prontamente.

Laissa estava no Senado porque recebeu, na terça-feira, o Diploma Bertha Lutz, por sua luta a favor das pessoas com deficiência. Moradora de João Pessoa (PB), ela fez questão de ficar em Brasília mais um dia para poder falar com o ministro. Também conhecida como Laissa Guerreira, a estudante emocionou-se e chorou ao falar com o ministro, pedindo que o remédio Spinraza esteja disponível gratuitamente a todos os portadores da AME pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

— Eu e meus amigos precisamos continuar tomando essa medicação. Se eu parar vou perder tudo, vou perder minhas forças, a minha capacidade de respirar. Todos precisamos dela, a medicação faz efeito. Só estou aqui porque tomei, se não tivesse tomado estaria na minha cama, sofrendo com aparelhos. A doença nos tira muitas oportunidades. O tempo todo eu precisava ser socorrida pela minha mãe, até para comer, por dificuldades na respiração. O remédio precisa ser liberado, não precisamos pagar pra viver, nós temos o direito de viver — disse.

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Laissa já fez cinco aplicações de Spinraza, sempre após batalhas judiciais, devido à não liberação do medicamento no SUS.

Possibilidade de cura

Na resposta, Mandetta garantiu para Laissa que o Spinraza é o primeiro medicamento que será disponibilizado no Brasil sob o modelo de risco de compartilhamento. O modelo, na prática, libera o uso de uma medicação específica por parte de quem necessita e torna a aquisição dos remédios mais barata.

Durante o tratamento, cada paciente será monitorado por uma equipe de especialistas e, nos casos em que a medicação não fizer efeito, o poder público será então ressarcido pelo fabricante. Além disso, Mandetta informou que a Biogen (dona da patente do Spinraza) sinaliza com a cura da AME por meio de terapia genética.

Vacina para dengue

Na audiência, o ministro ainda informou que o Instituto Butantan está na última fase de testes de uma vacina para a dengue. Ele acredita que a vacina poderá estar disponível já no ano que vem, e até o momento mostra 86% de sucesso na proteção aos quatro sorotipos da doença.

— Se tudo der certo, nosso país continuará tendo casos de dengue, porém epidemias nunca mais — disse.

Mandetta manifestou sua posição de que não crê que o Congresso Nacional possa aprovar a desvinculação dos recursos orçamentários para a área da saúde. Ele disse isso após diversas perguntas de senadores sobre propostas no âmbito do Ministério da Economia, sinalizando para a proposição dessa e outras desvinculações. No final, o ministro pediu apoio dos senadores para que as verbas para a área sejam aumentadas.

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Cabo Verde quer ampliar relacionamento econômico com o Brasil

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O presidente de Cabo Verde, Jorge Carlos de Almeida Fonseca, disse hoje (30) que o país africano quer ampliar as relações com o Brasil e alcançar uma cooperação econômica e empresarial “mais visível” entre os dois países. Fonseca está em visita ao Brasil e se reuniu na manhã desta sexta-feira, no Palácio do Planalto, com o presidente Jair Bolsonaro.

Em declaração à imprensa, ele explicou que Cabo Verde faz parte da Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental. “Constitui um mercado muito importante e, portanto, os empresários brasileiros podem não só ascender ao pequeno mercado de Cabo Verde, mas ao enorme mercado que Cabo Verde faz parte, onde há países como Nigéria, Senegal e Costa do Marfim. No conjunto são algumas centenas de milhões de consumidores”, disse.

No ano passado, o Brasil exportou US$ 24,8 milhões, em especial produtos agropecuários e derivados do petróleo, a Cabo Verde e importou US$ 20,8 mil, em produtos diversos. Entre janeiro e junho deste ano, o volume de exportações e importações alcançaram a marca dos US$ 11,2 milhões e US$ 18,6 mil, respectivamente.

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Para o presidente Bolsonaro, o país é uma porta de entrada estratégica para a África Ocidental. Ele destacou ainda os acordos já estabelecidos nas áreas de defesa naval e de educação. “Estamos ultimando um acordo de mobilidade que facilitará o trânsito dos nossos povos nesses países-irmãos”, disse Bolsonaro. Neste mês, as relações entre os dois países completaram 46 anos.

O presidente brasileiro disse ainda que aceitou o convite para, oportunamente, visitar o país africano.

Edição: Lílian Beraldo

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Cabo Verde que ampliar relacionamento econômico com o Brasil

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O presidente de Cabo Verde, Jorge Carlos de Almeida Fonseca, disse hoje (30) que o país africano quer ampliar as relações com o Brasil e alcançar uma cooperação econômica e empresarial “mais visível” entre os dois países. Fonseca está em visita ao Brasil e se reuniu na manhã desta sexta-feira, no Palácio do Planalto, com o presidente Jair Bolsonaro.

Em declaração à imprensa, ele explicou que Cabo Verde faz parte da Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental. “Constitui um mercado muito importante e, portanto, os empresários brasileiros podem não só ascender ao pequeno mercado de Cabo Verde, mas ao enorme mercado que Cabo Verde faz parte, onde há países como Nigéria, Senegal e Costa do Marfim. No conjunto são algumas centenas de milhões de consumidores”, disse.

No ano passado, o Brasil exportou US$ 24,8 milhões, em especial produtos agropecuários e derivados do petróleo, a Cabo Verde e importou US$ 20,8 mil, em produtos diversos. Entre janeiro e junho deste ano, o volume de exportações e importações alcançaram a marca dos US$ 11,2 milhões e US$ 18,6 mil, respectivamente.

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Para o presidente Bolsonaro, o país é uma porta de entrada estratégica para a África Ocidental. Ele destacou ainda os acordos já estabelecidos nas áreas de defesa naval e de educação. “Estamos ultimando um acordo de mobilidade que facilitará o trânsito dos nossos povos nesses países-irmãos”, disse Bolsonaro. Neste mês, as relações entre os dois países completaram 46 anos.

O presidente brasileiro disse ainda que aceitou o convite para, oportunamente, visitar o país africano.

Edição: Lílian Beraldo

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