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Em quatro dias, o Circuito Aprosoja já percorreu cerca de 2 mil km

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Fortalecimento Institucional

Em quatro dias, o Circuito Aprosoja já percorreu cerca de 2 mil km

O evento já passou por Comodoro, Sapezal, Campo Novo do Parecis, Nova Maringá e Diamantino. E nesta sexta-feira (20.05), será a vez de Tangará da Serra

20/05/2022

A comitiva do 16º Circuito Aprosoja já percorreu em quatro dias quase dois mil quilômetros. O evento já passou pelos municípios de Comodoro, Sapezal, Campo Novo do Parecis, Nova Maringá e Diamantino, todos na região Oeste do Estado. O encontro, promovido pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), é recorde de público em todas as cidades por onde passa. Ao todo, quase mil pessoas já participaram das rodadas de palestras com o comentarista político, Caio Coppolla.

“O Circuito Aprosoja ocorre todos os anos, é uma oportunidade que a maior entidade representativa de classe do país vem na base onde este seu associado, que é o dono da entidade, nessa oportunidade a gente vem colher informações para transformar em demandas que tragam resultados para dentro e fora da porteira. Trazemos informações também sobre o cenário macro econômico e político do país, apesar da entidade ser apartidária sentimos a necessidade de trazer essa atualização em um ano importante, que teremos eleição”, declarou o presidente da Aprosoja-MT, Fernando Cadore.

Durante o Circuito Aprosoja, Cadore destacou também as dificuldades que o produtor rural vive com o custo elevado de produção, aumento das máquinas, insumos e fertilizantes. “Vivemos um ano de custo elevado de produção com aumento de máquinas, insumos, fertilizantes e defensivos. Quando a agricultura e a pecuária vão mal, a conta não é só do produtor rural, é também da dona de casa, da população que pagam a conta”, declarou Cadore.

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Para o produtor rural de Campos de Júlio e vice-presidente Oeste da Aprosoja-MT, Luiz Tatim, esse é um dos principais eventos para a região. “Comodoro é um município com extensão muito grande, aqui temos produtores rurais de décadas e os que estão iniciando suas atividades de plantio esse ano. Assim, eles podem conhecer o que a entidade, por meio de sua diretoria, está fazendo em prol do em prol do agricultor”, comentou.

O delegado da Aprosoja-MT e presidente do Sindicato Rural de Sapezal, Cleto Webler, disse que “é gratificante para os produtores de sapezal compartilhar as nossas demandas, nossos problemas, as nossas incertezas com a diretoria da entidade. A gente é eficiente na produção, mas não somos eficientes da porteira para fora e é aí que entra a Aprosoja com a parte política para defender a ajudar o agricultor em suas demandas”.

A presença feminina também foi destaque no Circuito Aprosoja, na região Oeste. Em Campo Novo do Parecis, as produtoras rurais compareceram em ‘peso’ no evento. A delegada Carina Ceolin destacou o papel das mulheres na fazenda e a importância delas para os negócios do agro. “Temos um grande número de mulheres a frente do agro, tocando fazendas, negociando cara a cara com as traidings, somos sempre muito bem recebidas e ouvidas pela diretoria da entidade, eu sou grata por esse evento e por saber que a Aprosoja-MT está cuidando de nossas necessidades”, agradeceu Carina.

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Para o vice-presidente Oeste da Aprosoja-MT, Lucas Konageski, “esse número grande de pessoas de pessoas que estão participando do Circuito é fruto do trabalho da diretoria e dos produtores rurais que querem cada vez mais ver a entidade lutando pelo agro de Mato Grosso”.

Nesta sexta-feira (20.05), o Circuito Aprosoja estará em Tangará da Serra, encerrando ciclo de palestras na região Oeste.Na semana que vem, entre os dias 23 e 27 de maio, será a vez da região Sul de Mato Grosso. 

Confira a programação completa, e não perca esse grande evento na sua região.

REGIÃO SUL

 23/mai SEG Alto Taquari 18h30

24/mai TER Alto Garças  8h30

24/mai TER Rondonópolis  18h30

25/mai QUA Jaciara 18h30

26/mai QUI Primavera do Leste  18h30

27/mai SEX Campo Verde 18h30

 ENCERRAMENTO

06/jun SEG Cuiabá 19h

Fonte: Rosangela Milles

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Agronegócio

ALGODÃO/CEPEA: Valor externo cai e pressiona cotações no BR

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Cepea, 29/6/2022 – Os preços do algodão em pluma estão em queda nos mercados externo e interno. O cenário inflacionário e as perspectivas de recessão econômica mundial e de redução na demanda global, sobretudo por parte da China, são alguns dos fatores que exerceram pressão sobre os valores internacionais e, consequentemente, domésticos. No Brasil, as cotações, que já estavam enfraquecidas, operam atualmente nos patamares observados no início deste ano. Parte dos vendedores segue mais flexível em suas pedidas, mas, ainda assim, alguns compradores ofertam valores ainda menores, limitando a liquidez. A demanda, por sua vez, está enfraquecida. Segundo pesquisadores do Cepea, muitos compradores estão atentos aos avanços da colheita e do beneficiamento, que têm elevado o número de lotes da safra nova disponibilizados no spot, e, com isso, têm expectativa de conseguirem negócios a preços inferiores. Entre 21 e 28 de junho, o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento 8 dias, caiu 12,7%, fechando a R$ 6,4822/lp nessa terça-feira, 28, o menor valor desde o dia 5 de janeiro de 2022 (R$ 6,4446/lp). Na parcial de junho, a baixa é de expressivos 20,3%. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

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Fonte: CEPEA

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Agronegócio

CAFÉ/CEPEA: Colheita avança, mas volume disponível e liquidez seguem baixos

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Cepea, 29/6/2022 – A colheita da safra 2022/23 de arábica está ganhando ritmo, porém, a quantidade de café novo a chegar no mercado nacional segue limitada, com o volume de negócios sendo fechados no spot está abaixo do esperado para a época. Os fechamentos para entregas futuras também estão lentos, uma vez que a maior parte dos cafeicultores está cautelosa, devido às incertezas em relação ao clima no Brasil e à oferta do grão. Colaboradores do Cepea seguem reportando dificuldades na contratação de mão de obra e aumento dos gastos com colhedores. Além disso, têm crescido as reclamações de quebra de rendimento na secagem dos grãos. Esse cenário reforça as preocupações em relação aos custos de produção desta temporada, que já vinham sendo impulsionados pela elevação dos preços dos insumos e combustível. Para o robusta, a colheita avança gradualmente. Cafeicultores também continuam relatando problemas na contratação de mão de obra. Colaboradores do Cepea alegam que, nos locais onde a colheita é predominantemente manual, cafés estão secando nos pés, em decorrência da falta de trabalhadores, fator que pode influenciar no volume final da produção. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

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Fonte: CEPEA

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