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Saúde

Entenda como vai funcionar mutirão de vacinação contra covid-19 no DF

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O governo do Distrito Federal (GDF) inicia nesta sexta-feira (23) mutirão para vacinar contra a covid-19 pessoas com idade a partir de 37 anos. No mutirão, que vai até domingo (25),deverão ser disponibilizadas cerca de 100 mil doses de imunizantes.

Pela primeira vez não haverá necessidade de agendamento no Distrito Federal. A mudança foi feita diante de reclamações sobre o sistema de agendamento para a vacinação. Desta vez, haverá 100 postos abertos. Geralmente são 54 locais para a imunização dos habitantes do DF. No site do GDF, é possível verificar todos os locais que estarão abertos.

Conforme o secretário de Saúde do DF, Osnei Okumoto, os postos foram divididos para facilitar a vacinação da população que procura a primeira ou a segunda dose. “Temos um número muito grande de pessoas ainda para receber a segunda dose. Então, nessa grande campanha de vacinação nesta sexta-feira, estaremos dividindo postos que atenderão D1 [dose 1] e os que atenderão D2 [dose 2]. E também aquelas unidades muito organizadas estarão fazendo dose 1 e dose2 ao mesmo tempo”, disse Okumoto.

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Na sexta-feira, a vacinação ocorre das 8h às 17h nas unidades básicas de saúde (UBS) e nos drive-thrus, das 9h às 17h. Já no sábado (24) e no domingo (25), o horário de atendimento ao público é das 9h às 17h em todos os pontos.

Segundo a Secretaria de Saúde, após o mutirão, as unidades de saúde vão continuar aplicando as doses remanescentes de imunizante.

A expectativa da Secretaria de Saúde é que 300 mil pessoas sejam completamente imunizadas, ou seja, recebam as duas doses de vacina ou dose única, até o fim deste mês. Mais de 51% da população acima de 18 anos já recebeu a primeira dose no Distrito Federal, e 20,27% completaram o ciclo com as duas doses aplicadas ou a dose única.

*Colaborou, Jonas Valente

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Rio: 24 cidades estão sem mortes por covid-19 há duas semanas    

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Dos 92 municípios do estado do Rio, 24 estão há duas semanas sem registrar mortes por covid-19. O levantamento é de técnicos da Secretaria de Estado de Saúde (SES), divulgado nesta sexta-feira (30). A análise levou em consideração dados das semanas epidemiológicas 27 e 28, período de 4 a 17 de julho.

As cidades sem óbitos provocados pela doença são: Aperibé, Armação dos Búzios, Arraial do Cabo, Cambuci, Cantagalo, Cardoso Moreira, Carmo, Comendador Levy Gasparian, Cordeiro, Duas Barras, Italva, Itaocara, Laje do Muriaé, Macuco, Miguel Pereira, Paracambi, Paty do Alferes, Rio das Flores, Santa Maria Madalena, São José de Ubá, São Sebastião do Alto, Sumidouro, Trajano de Moraes e Varre-Sai.

O secretário estadual de Saúde, Alexandre Chieppe disse que é importante destacar que essa análise não pode ser feita com semanas tão próximas. “É preciso respeitar 15 dias, ao menos, para que as informações estejam mais consolidadas. O resultado é consequência da vacinação no estado do Rio de Janeiro, que já atingiu mais de 50% de toda população fluminense adulta com ao menos uma dose da vacina”, avaliou.

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A secretaria informou ainda que muitos casos são notificados após a data do óbito. Por essa razão, desde o início da pandemia, recomenda-se que a análise das informações seja feita pela data de ocorrência da morte; e não pela data de notificação ou confirmação.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Fiocruz entrega 2,2 milhões de doses de vacinas ao PNI

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O Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) entregou 2,2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 nesta sexta-feira (30) ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). Com a entrega, o instituto totaliza 80,4 milhões de doses da vacina AstraZeneca disponibilizadas ao PNI. Desse total, 76,4 milhões foram processadas na Fiocruz e 4 milhões foram importadas prontas do Instituto Serum, da Índia. 

A Fiocruz também obteve à soberania nacional da produção do imunizante, com a fabricação do primeiro lote de pré-validação da vacina com o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) produzido em Bio-Manguinhos. 

Os lotes estão em fase de expansão, quando as células são multiplicadas em meios de cultivo, para posteriormente serem infectadas com o vírus, receberem o tratamento enzimático e, com isso, seguirem para as demais etapas do processo. Serão produzidos dois lotes de pré-validação e três de validação, que passarão por testes de controle de qualidade em Bio-Manguinhos e comparabilidade junto à AstraZeneca.

De acordo com a Fiocruz, será enviada para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a documentação para solicitar a alteração no registro da vacina, incluindo o novo local de fabricação do IFA para entrega do produto ao PNI. A previsão é que as doses 100% nacionais comecem a ser entregues no último trimestre do ano, trazendo autossuficiência para o país. 

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Bio-Manguinhos está com a capacidade de produção superior à de disponibilização do IFA importado e segue negociando o envio de novas remessas do insumo para o mês de agosto. A produção, que chegou a bater, nesta semana, mais de 1,16 milhão de doses processadas em um só dia, segue com a perspectiva de ampliação de sua capacidade com a instalação de uma terceira linha de processamento final de vacinas.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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