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Saúde

Estados que fazem fronteira com outros países receberão doses extras

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, informou hoje (20) que serão enviadas doses extras de vacinas contra a covid-19 para seis estados que fazem fronteira com outros países. De acordo com o ministro, o objetivo é avançar na vacinação nessas localidades para criar uma espécie de “cordão sanitário” e restringir a entrada de variantes do novo coronavírus no Brasil.

Doses extras serão enviadas para os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, de Roraima e Santa Catarina. Segundo Queiroga, as doses serão suficientes para aplicação em 279 mil pessoas.

“O trânsito dos cidadãos de países vizinhos pode trazer e levar doenças. Por isso, o controle sanitário é necessário para que consigamos ter uma promoção em saúde em padrões que desejamos para o Brasil e para os nossos irmãos da América do Sul”, disse o ministro, após participar de um evento de vacinação em Foz do Iguaçu, no Paraná.

Ontem (19), o Ministério da Saúde informou que já foram identificados 110 casos da variante delta do novo coronavírus no Brasil. Destes, cinco evoluíram para quadro grave que resultou em morte. Anteriormente conhecida como variante indiana, a delta tem taxa de infecção maior do que a do coronavírus original. Dos 110 casos registrados, foram 83 no Rio de Janeiro, 13 no Paraná, seis em um navio que ficou parado na costa do Maranhão, um em Minas Gerais, dois em Goiás, três em São Paulo e dois em Pernambuco.

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“É uma estratégia, até para que a gente possa conter variantes e criar uma espécie de cordão epidemiológico, vacinando a população fronteiriça, para evitar que variantes que vêm de outro país possam chegar ao Brasil, e dando uma atenção especial às nossas fronteiras secas”, afirmou Queiroga.

Na semana passada, o ministério já havia informado que as populações de fronteira seriam incluídas como prioritárias para vacinação. Na ocasião, foram enviadas doses extras de imunizantes para os estados do Rio Grande do Sul, de Mato Grosso e Rondônia.

De acordo com o ministro, a decisão foi tomada em comum acordo entre estados e municípios no âmbito do Programa Nacional de Imunizações (PNI). Além das cidades que fazem fronteira direta com outros países, o Ministério da Saúde também pretende reforçar a proteção contra a covid-19 nas chamadas faixas de fronteira, que são cidades brasileiras próximas de outros países.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Rio entrega hoje 197 mil doses da vacina Astrazeneca aos 92 municípios

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES) inicia agora de manhã a entrega de 197 mil doses da vacina Oxford/Astrazeneca aos 92 municípios fluminenses. A remessa é destinada à ampliação da cobertura vacinal da população do estado.
 
Para os municípios das regiões Norte, Noroeste, Baixada Litorânea e Costa Verde, mais distantes, a distribuição será realizada por três helicópteros, que partem do Grupamento Aeromóvel da Polícia Militar, em Niterói, região metropolitana do Rio. Já para as demais cidades, a entrega será realizada por vans e caminhões, com escolta da Polícia Militar.
 
A Subsecretaria de Vigilância e Atenção Primária à Saúde (SVAPS) vem reforçando rotineiramente com as secretarias municipais de Saúde a importância de os responsáveis técnicos e gestores municipais organizarem suas ações de vacinação, respeitando a destinação das doses para a primeira ou segunda aplicação do esquema vacinal. O órgão  informa que a distribuição do imunizante é feita de forma proporcional e igualitária a todos os 92  municípios.
 
O secretário de Estado de Saúde, Alexandre Chieppe, disse que o estado do Rio de Janeiro atingiu, esta semana, a marca de mais de 10 milhões de doses aplicadas contra a covid-19.
 
“Isso representa 53,7% da população com 18 anos ou mais imunizada com a primeira dose e 21,8% com a segunda dose ou dose única do esquema vacinal. Neste momento, é importante que os municípios realizem uma busca ativa para identificar as pessoas que ainda não retornaram aos postos para tomar a segunda dose da vacina”.
 

Edição: Lílian Beraldo

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Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Anvisa suspende estudos clínicos da Covaxin no Brasil

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou na noite de hoje (23) que determinou a suspensão cautelar dos estudos clínicos da vacina indiana Covaxin no Brasil. A decisão foi tomada pela Coordenação de Pesquisa Clínica da Anvisa (Copec/GGMED).

Em nota, a Anvisa informou que os ofícios comunicando a suspensão cautelar foram enviados ao Instituto Albert Einstein e à patrocinadora do estudo, a empresa Precisa Comercialização de Medicamentos.

A agência informou que a decisão da suspensão foi tomada em decorrência do comunicado da empresa indiana Bharat Biotech Limited Intercional enviado à Anvisa nesta sexta-feira informando que a empresa Precisa não tem mais autorização para representar a Bharat Biotech no Brasil. Essa decisão, na avaliação da Anvisa, inviabiliza a realização dos estudos clínicos.

A indiana Bharat Biotech é a fabricante da vacina Covaxin.

Segundo a Anvisa, não houve aplicação da vacina Covaxin em voluntários brasileiros.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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