conecte-se conosco


Mulher

Estudo aponta que grávidas com Covid-19 devem ter acompanhamento rígido

Publicados

em


source
É preciso atenção a casos de grávidas com Covid-19
Foto de freestocks.org no Pexels

É preciso atenção a casos de grávidas com Covid-19


Estudo de pesquisadores do Rio de Janeiro e de São Paulo mostra a análise de uma grávida que perdeu o bebê após contrair Covid-19. A pesquisa sugere que pacientes grávidas com Covid-19 sejam acompanhadas de perto mesmo com sintomas leves da doença.

No estudo, o caso de uma gestante internada no hospital após a constatação da morte do feto, à época com 34 semanas e 4 dias, foi analisado. O diagnóstico veio após 14 dias da confirmação de que ela havia sido infectada pelo vírus. A gestante tinha história de cirurgia bariátrica e com ligeiro sobrepeso, colocando-a no grupo de risco da doença. 

Com 33 anos, a paciente teve apenas sintomas leves e com o quadro de saúde estável. Por isso, foi orientada a ficar isolada em casa, mas ao comparecer para uma consulta de pré-natal, os médicos não detectaram os batimentos cardíacos do feto. 

Em uma ressonância magnética e exames complementares, as imagens mostraram que havia uma deficiência placentária importante, o que comprometeu a circulação sanguínea. De acordo com os autores do estudo, essa foi a causa da morte do bebê. 

Análises feitas com amostras de tecidos da gestante, da placenta e do bebê mostraram que o problema circulatório foi causado pela severa resposta inflamatória do organismo da mãe em resposta à infecção pelo novo coronavírus. Como resultado, a placenta apresentava diversas áreas com trombos (coágulos). 

Além disso, os pesquisadores encontraram sinais de inflamação no pulmão do bebê, fator que pode ter contribuído para a morte. Além dos pulmões, glândulas salivares, traqueia, fígado e rins do bebê tinham vestígios do vírus, indicando a transmissão via placenta, considerada rara por pesquisadores, mas não impossível. 

Os pesquisadores afirmam que a análise revela a necessidade de monitorar a resposta inflamatória e a coagulação em gestantes de alto risco com Covid-19, mesmo que o estado de saúde seja estável, o que pode ajudar a prevenir desfechos negativos como esse. 

Veja Também:  Fotógrafo e designer faz sucesso com novas criações de biquíni de fita

Isso porque a gravidez já é um período em que a mulher apresenta predisposição a desenvolver doenças relacionadas à trombose. O estado inflamatório causado pela doença e sua tendência a provocar coágulos, portanto, representa um risco a mais para gestantes. O acompanhamento deve ser feito com visitas ao médico em intervalos menores com o apoio de análises clínicas e por imagem. 

Fonte: IG Mulher

Comentários Facebook
Propaganda

Mulher

London Fashion Week: diversidade e liberdade de expressão, a moda mudou?

Publicados

em


source
London Fashion Week
Carlos Moura

London Fashion Week


A London Fashion Weel (Semana de Moda de Londres) chega à 25ª edição e segue entre os mais badalados do meio . Entre as celebridades e modelos é possível encontrar executivos de outras áreas que analisam tendências e possibilidades para além do ambiente glamouroso e festivo. A semana da moda inglesa está no seu último dia e agitou a cidade de Londres, conforme conta a repórter brasileira Pandora.

Negra e curve, ela destaca como se sentiu acolhida nos primeiros dias de evento:  a diversidade estava presente entre os convidados e nas passarelas. Pandora está entre as três brasileiras convidadas para cobrir o evento que, devido a pandemia da covid-19, aconteceu em formato híbrido. No digital e no presencial, a repórter relata a diversidade do London Fashion Week.

Para cobrir o evento, Pandora vestiu looks assinados pela brasileira e trans Brisa Letro. “A ideia era de maneira simbólica dar voz àqueles que não tiveram a oportunidade de estar no evento: brasileiros, mulheres negras , o público LGBTQI+ , mulheres curvilíneas, entre outros.”

“A moda mudou: percebo um equilíbrio entre a discrição e o exagero”

A repórter relata que o London Fashion Week trouxe uma moda que se adapta para atender a todos os tipos de gostos. Algo que chamou a atenção foi a diversidade racial presente nas passarelas com modelos de várias etnias e idades. Apesar da diversidade desta edição, ainda tem a esperança do evento incluir modelos plus sizes e curvy .

“Roupas extravagantes e cores fortes, pessoas vestidas de maneira simples, ou seja, a moda tem a ver, principalmente, com estar bem consigo mesmo. Vestir o que te deixa confortável. Da mesma forma que tinham homens de terno e gravata, houve pessoas mais ousadas. Ou seja, não existe um padrão rígido quando se trata de moda” ressalta.

Outro destaque para Pandora foram as roupas sociais para ambos os sexos. “Percebo que a moda se equilibra entre a discrição e o exagero, que moda se adapta para atender a todos os tipos de gostos: muitos decotes mais profundos, saias curtas e looks discretos, formais”, ressalta.

Nas passarelas os  tons pasteis parecem voltar com força total nos looks apresentados, tanto nas roupas quanto nos acessórios e até nos produtos de beleza. “Vi muitos tons como bege, nude e azul claro nos tecidos, em bolsas e acessórios.” A  transparência apresentada em diversos tapetes vermelhos de premiações importantes também apareceu nas passarelas da semana de moda. Pandora acredita que a tendência reflete um desejo por mais liberdade de expressão.

A maquiagem que fez sucesso nos desfiles tem inspiração nos anos 90, trazendo sombras e cores fortes, como laranja e vermelho nos batons . O uso de  delineadores estilo gatinhopenteados com tranças também estavam presentes nos rostos e cabeças das pessoas modelos.

Encontro com Paul Costelloe

Paulo Costelloe é um designer de 76 anos e com uma trajetória reconhecida para além do universo fashion. Ele se tornou icône por ser escolhido como ‘o preferido’ por ninguém menos que a Princesa Diana. 

O designer esteve presente em todas as edições do evento e sempre trouxe modelos brasileiras em seus desfiles. Autor de criações sofisticadas e impecáveis no quesito elegância e glamour, ele proporcionou à Pandora um dos momentos mais inusitados do evento. Ao conhecê-la, Costelloe fez questão de dizer o quanto gosta das brasileiras e desenhou para ela o croqui de um sexy vestido.

Fonte: IG Mulher

Comentários Facebook
Continue lendo

Mulher

5 livros escritos por mulheres que precisam fazer parte da sua estante!

Publicados

em


source
5 livros escritos por mulheres que precisam fazer parte da sua estante!
Reprodução: Alto Astral

5 livros escritos por mulheres que precisam fazer parte da sua estante!

De acordo com uma pesquisa realizada em 2019 pela livraria virtual Wordery, 80% dos livros mais populares da história foram escritos por homens. Mas isso não quer dizer que as mulheres deixam a desejar no quesito escrita. Afinal, Agatha Christie, Virginia Woolf, Clarice Lispector, J.K.Rowling e muitas outras estão aí para provar o contrário.

No entanto, ao longo da história, as mulheres não foram encorajadas na mesma proporção que os homens. Inclusive, muitas autoras publicaram histórias com pseudônimos masculinos, como apontado por matéria publicada na BBC. Assim, quando falamos de clássicos da literatura, por exemplo, os primeiros titulos que vem a mente são de autores do sexo masculino.

Mas como mudar essa realidade, você deve estar se perguntando. Bem, a resposta é um tanto quanto simples: lendo mulheres! Por isso, abaixo o Alto Astral selecionou 5 títulos escritos por mulheres para você incluir na sua estante e prestigiar o trabalho de autoras. Confira:

Eu sei por que o pássaro canta na gaiola, Maya Angelou

A vida de Marguerite Ann Johnson foi marcada por três palavras: racismo, abuso e libertação. Negra e criada no sul por sua avó paterna, apenas a literatura e as palavras foram capazes de livrá-la dos enormes fardos impostos a ela pela vida.

Veja Também:  Procurando emprego? 6 dicas para se dar bem na entrevista virtual

Com uma escrita poderosa, Maya Angelou resgata suas memórias e transforma aqueles que leem sua obra.

Só dou flores aos vivos que não tem pressa, Louise Rama

A pandemia foi um período que marcou redescobertas para milhares de pessoas, seja sobre uma nova autopercepção, a noção do que realmente é prioridade, a verdadeira vocação, paixões escondidas, a força de superação e o renascimento do amor-próprio. E com todos esses temas se misturando, a escritora Louise Ramas, de 20 anos, lançou seu primeiro livro.

Na obra de poesias, a autora compila textos escritos durante a pandemia, tratando das várias facetas do amor, incluindo a perda e a reconquista.

Amar tá osso, Vanessa Bosso

Leia Também

Quando o assunto é escolher namorado, Cléo tem certeza que possui o dedo podre. Por isso, ela decide fugir de relacionamentos por um tempo. Assim, ela se dedica de corpo e alma à clínica veterinária que tem em sociedade com sua irmã, a Franciscão, e sufoca o amor que existe dentro de si. Contudo, um tiroteio em uma calma manhã de domingo promete mudar para sempre a vida da veterinária.

Responsabilidade curativa, Rebeca Virgínia

Aos 75 anos, a autora Rebeca Virgínia resgata sua jornada de estudos e descobertas após receber um diagnóstico que mudaria sua percepção de vida. Assim, ela divide com o leitor ou leitora seu conhecimento sobre Física Quântica, Epigenética, Constelações Familiares, neuroplasticidade e espiritualidade que reuniu ao não aceitar um diagnóstico, mostrando que nós controlamos nossa mente, vida e saúde.

Veja Também:  5 cuidados com a saúde íntima feminina no inverno

Mulheres incríveis, Kate Schatz

Pirata. Espiã. Guerreira. Pintora. Presidenta. Atleta. Essas são apenas algumas das mulheres abordadas na obra de Kate Schatz!

Em um compilado que vai da Mesopotâmia até a Antártica e começa 430 anos antes de Cristo, inspire-se com a história de 44 mulheres extraordinárias que lutaram contra leis e desigualdade, moldando o futuro de muitas jovens e meninas.

Por todas nós – Conselhos que não recebi sobre luta, amor e ser mulher, Ellora Haonne

Influenciadora digital, Ellora Haonne é famosa por levantar reflexões sobre o que é ser mulher em seus vídeos. Assim, seu primeiro livro surge como aquela amiga que sempre nos ouve, entende e mostra, principalmente, que não estamos sozinhas em nossos sofrimentos diários e, portanto, precisamos questionar tudo aquilo que a sociedade impõe – sem julgamentos, padrões ou preconceitos.

Fonte: IG Mulher

Comentários Facebook
Continue lendo

QUEREMOS SABER SUA OPINIÃO

EM SEU PONTO DE VISTA ATÉ O MOMENTO A GESTÃO DR. DIVINO PREFEITO DE BARRA DO BUGRES ESTÁ?

Barra do Bugres e Região

Mato Grosso

Agronegócio

Mais Lidas da Semana