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Ex-funcionários do WhatsApp criam rede social sem algoritmo e anúncios

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WhatsApp ganha novo concorrente
Unsplash/AARN GIRI

WhatsApp ganha novo concorrente

Dois ex-funcionários do WhatsApp se uniram e estão lançando um aplicativo concorrente, o HalloApp . A novidade é uma mistura de mensageiro com rede social que promete mais privacidade , além de não ter anúncios .

A ferramenta foi criada por Neeraj Arora e Michael Donohue, que trabalharam no WhatsApp antes e depois da aquisição pelo Facebook . Arora foi diretor de negócios do mensageiro mais famoso do mundo até 2018, enquanto Donohue foi diretor de engenharia até 2019.

O objetivo do HalloApp é ser uma rede social apenas de amigos próximos – ou, pelo menos, de pessoas que tenham seu número de telefone. O aplicativo funciona como uma mensageiro, mas possui uma na na qual é possível postar fotos, vídeos e textos, assim como em outras redes sociais.

Interface do HalloApp
Divulgação/HalloApp

Interface do HalloApp

“Imagine ter amigos online que são realmente seus amigos. Imagine ter um feed que não seja composto por pessoas e publicações que você não se importa”, diz um texto publicado no site oficial do HalloApp, que já está disponível para Android e iOS .

O mensageiro/rede social se descreve como “verdadeiramente privado”, e afirma que privacidade é “um direito básico” dos usuários. De acordo com o HalloApp, todas as conversas são criptografadas de ponta a ponta, e o app não coleta, armazena ou utiliza qualquer informação dos usuários, assim como não exibe propaganda.

“Sem seguidores, bots, trolls, algoritmos , influenciadores, filtros, cansaço, propaganda ou informações falsas se espalhando como incêndios”, diz o texto. O HalloApp ainda não deixou claro como ganha dinheiro, já que o download é gratuito e o aplicativo não exibe publicidade.

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Foguete soviético de 48 anos cai sobre o Pacífico

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Mapa da queda do foguete soviético
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Mapa da queda do foguete soviético

O corpo de um foguete descartado no espaço há 48 anos reentrou na atmosfera na noite da última sexta-feira (23), provavelmente sobre o Oceano Pacífico . O objeto era o segundo estágio do foguete soviético Kosmos-3M, que foi lançado em 26 de dezembro de 1973 a partir do Cosmódromo de Plesetsk. O foguete colocou em órbita o satélite DS-U2-GKA (ou Aureole-2), que tinha como objetivos investigar a atmosfera superior da Terra em latitudes elevadas e estudar a natureza das auroras polares.

As últimas previsões divulgadas horas antes da reentrada, previam que ela deveria ocorrer aproximadamente às 15:55 (horário de Brasília) sobre o Ártico. Entretanto, os últimos parâmetros orbitais calculados a partir de uma observação do objeto feita às 15h13 desta sexta, indicam que sua reentrada ocorreu pela noite, por volta das 19h10.

O Comando Estratégico dos Estados Unidos (USStratCom) normalmente divulga uma nota indicando o local de queda dos objetos mais perigosos. Eles controlam satélites capazes de identificar as assinaturas de calor produzidas pela reentrada de objetos em órbita. Mas nesse caso, como o SL-8 R/B não oferecia grande risco, não houve acompanhamento da USStratCom e eles não divulgaram, e provavelmente não divulgarão, essa nota. Com isso, a data e o local exatos da reentrada devem permanecer desconhecidos.

Reentrada não oferecia riscos

Quando lançado, o segundo estágio do Kosmos-3M tinha mais de 20 toneladas, mas depois de queimar e drenar seu combustível, ele ficou com “apenas” 1,4 toneladas de massa. É uma peça cilíndrica com 6 metros de comprimento e 2,4 metros de diâmetro.

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Entretanto, graças à enorme velocidade em que a reentrada ocorre, cerca de 28 mil km/h, a atmosfera terrestre funciona como um escudo, desintegrando quase que completamente o objeto. Durante o processo de reentrada, os gases atmosféricos são aquecidos e ionizados, gerando uma enorme bola de fogo que pode ser vista a centenas de quilômetros de distância. O calor é tão elevado que vaporiza completamente até 80% do objeto. O pouco que sobra, é fragmentado e freado pela resistência do ar, e chega à superfície praticamente inofensivo.

Apenas os componentes mais maciços resistem à passagem atmosférica. Geralmente a carcaça do motor e os tanques de pressurização tem essa capacidade. Apesar de não serem partes tão leves, o risco de que eles causem algum dano em solo é extremamente pequeno. Dois terços da superfície do planeta são cobertos por oceanos e as áreas continentais ainda contam com uma enorme quantidade de regiões pouco povoadas ou completamente desabitadas.

No caso dessa reentrada, aconteceu o que era mais provável: ela ocorreu sobre o Oceano Pacífico. E como foi num horário em que era dia por lá, muito dificilmente foi visto ou registrado por alguém.

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Lançamento do iPhone 13: o que esperar de ficha técnica e preço no Brasil

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Veja os detalhes do iPhone 13
Unsplash/Mihai Moisa

Veja os detalhes do iPhone 13



O iPhone 13 ainda não foi lançado oficialmente, mas as pistas sobre os próximos celulares da Apple começaram a aparecer desde o último ano. À medida que setembro de 2021 se aproxima, a lista com as possíveis novidades vai ficando maior e mais promissora: tela always-on , display ProMotion com taxa de atualização de 120 Hz e a volta do Touch ID são algumas delas.

Se você não conseguiu acompanhar os rumores sobre a próxima geração de iPhones ao longo dos últimos meses, veja nas linhas a seguir tudo o que sabemos sobre os planos da gigante de Cupertino.

iPhone 13, 13 Mini, 13 Pro e 13 Pro Max

Assim como na linha iPhone 12 , o iPhone 13 deve chegar em quatro modelos: iPhone 13, iPhone 13 Mini, iPhone 13 Pro e iPhone 13 Pro Max.

Alguns rumores até especularam que a Apple poderia abandonar a versão menor do telefone, que não teria feito o sucesso esperado na geração atual . Entretanto, não é improvável que a empresa opte por insistir no modelo Mini por mais um ano.

Como vai ser o iPhone 13?

  • Design com novas cores e “cooktop” maior

Não espere grandes mudanças visuais na carcaça do iPhone 13 e suas variantes. Na última geração, a Apple já mudou as bordas dos aparelhos para trazer de volta um visual “retrô”, e tudo indica que os próximos celulares seguirão essa tendência.

Entretanto, como tem acontecido todo ano, podemos esperar novas opções de cores: os boatos indicam que o iPhone 13 Pro será vendido em uma nova cor Matte Black e também em uma espécie de bronze alaranjado.

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O Touch ID é um recurso que muitos usuários esperam ter de volta — e ele pode chegar com a nova geração em forma de um sensor de digitais óptico sob a tela , semelhante ao que é visto em celulares Android . Já o notch retangular que acompanha os iPhones desde o lançamento do iPhone X deve ficar menor antes de efetivamente sumir (o que está previsto para 2022). A porta USB-C, porém, deve ficar para o iPhone 14. Além disso, o módulo de câmera , que lembra um cooktop, deve ficar ainda mais destacado no iPhone 13.

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  • iPhone 13 pode ter tela always-on mais econômica

Um recurso presente há tempos em celulares com Android também pode finalmente encontrar seu caminho para o iPhone — estou falando do always-on display , que mostra a hora e data e notificações sem precisar acender todo o display.

O iPhone 13 Pro e o Pro Max devem ter telas LTPO de 120 Hz, que inclusive já estariam sendo fabricadas pela Samsung . Os painéis tendem a ser mais econômicos, adaptando a taxa de atualização de acordo com a exigência da tarefa em execução. Boatos indicam que a LG também começou a preparar os painéis OLED com tecnologia LTPS para as versões mais simples da linha iPhone 13. Os tamanhos seriam os mesmos: 5,4 polegadas (Mini), 6,1 polegadas (iPhone 13), 6,1 polegadas (iPhone 13 Pro) e 6,7 polegadas (iPhone 13 Pro Max).

  • Câmera do iPhone 13 deve ganhar updates pontuais

A câmera do iPhone 13 e do iPhone 13 Mini deve permanecer com lente dupla na traseira, enquanto as versões mais caras teriam câmera tripla , como já acontece com o iPhone 12. Entretanto, o iPhone 13 Pro Max deve contar com maior abertura de lente (f/1,5) para capturar ainda mais luz e fazer fotos melhores em ambientes escuros.

Além disso, espera-se que os modelos da linha iPhone 13 tenham uma capacidade melhor de zoom . Aparentemente, a Apple estaria planejando incluir uma câmera periscópica em versões mais avançadas — contudo, esse recurso ainda pode ser atrasado até o próximo ano.

Rumores recentes afirmam que o sensor LiDAR ainda não deve chegar ao iPhone 13 e 13 Mini — estaria atrelado somente ao iPhone 13 Pro e 13 Pro Max, contrariando as previsões do DigiTimes .

  • Bateria de maior duração e iOS 15

Quem tem iPhone sabe que maior duração de bateria nunca é demais. E parece que a Apple vai colocar componentes com maiores capacidades em seus smartphones na próxima geração. A expectativa é de que o aumento seja de até 18% em relação à linha iPhone 12. A linha iPhone 13 ainda deve chegar a outros países com suporte ao 5G de ondas milimétricas (mmWave).

Por fim, uma certeza é o iOS 15 , já anunciado pela Apple em junho na WWDC 2021. O sistema, que já está disponível em versão beta, traz melhorias no iMessage, incluindo a filtragem de spam no Brasil, e no gerenciamento de notificações; um modo Foco, que ajuda a evitar distrações durante um período determinado pelo usuário; e novidades para o FaceTime, entre outros recursos.

Preço do iPhone 13 e lançamento no Brasil

O preço do iPhone 13, especialmente no Brasil, deve vir mais salgado do que nunca. A julgar pelo lançamento do iPad Pro , AirTags e do iMac colorido , o “dólar Apple” está nas alturas: R$ 13, segundo os cálculos do nosso editor, Felipe Ventura. Portanto, se você está pensando em comprar um novo iPhone, já pode ir preparando o bolso e o psicológico para a “facada” que está por vir.

Os iPhones 13, 13 Mini, 13 Pro e 13 Pro Max devem ser anunciados no segundo semestre de 2021. No último ano, a produção teve um atraso por conta da pandemia , e o evento ficou para outubro. Mas, contando que essa situação não deve se repetir este ano, o calendário tradicional da Apple tem boas chances de ser mantido. Portanto, podemos esperar a próxima geração em meados de setembro.

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