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Facebook bane pesquisadores que encontraram problemas na rede social

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Facebook bane pesquisadores
Unsplash/Alex Haney

Facebook bane pesquisadores

O Facebook baniu as contas de pesquisadores que estudam a transparência de anúncios e a disseminação de desinformação na rede social. De acordo com a empresa, o banimento aconteceu porque os estudiosos coletaram dados dos usuários sem consentimento. Do outro lado, os pesquisadores acusam o Facebook de censura. As informações são do The Verge.

A pesquisa é conduzida por um grupo da New York University e analisa a difusão de anúncios políticos no Facebook. O objetivo dos pesquisadores é descobrir quem paga pelos anúncios políticos e como eles são direcionados, já que a rede social não oferece essas informações de forma transparente e nem verifica fatos em anúncios políticos, o que pode ajudar na propagação de desinformação.

Para realizar o trabalho, os pesquisadores desenvolveram um plug-in de navegador, chamado Ad Observer. A ferramenta coleta automaticamente dados sobre os anúncios políticos que os usuários estão vendo, bem como os motivos pelos quais eles são direcionados para aquela pessoa. Segundo o grupo, o plug-in não coleta nenhuma informação pessoal, nem mesmo o nome do usuário.

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Compiladas, essas informações são disponibilizadas publicamente para pesquisadores e jornalistas, que podem analisá-las, gerando a exposição de problemas relacionados ao Facebook.

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“O Facebook está nos silenciando porque nosso trabalho frequentemente chama a atenção para problemas em sua plataforma”, disse Laura Edelson, uma das pesquisadoras, à Bloomberg News. “Pior de tudo, o Facebook está usando a privacidade do usuário, uma crença central que sempre colocamos em primeiro lugar em nosso trabalho, como um pretexto para fazer isso. Se este episódio demonstra algo é que o Facebook não deve ter poder de veto sobre quem tem permissão para estudá-los”.

De acordo com o Facebook, o banimento das contas pessoais dos pesquisadores se deu porque eles “coletaram dados sobre usuários do Facebook que não instalaram ou consentiram com a coleta”. A rede social argumentou, ainda, que é obrigada a banir essas contas para estar de acordo com as normas dos Estados Unidos.

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Especialistas em privacidade de dados, porém, discordam do argumento. Jonathan Mayer, professor da Universidade de Princeton que pesquisa tecnologia e direito, afirmou no Twitter que “o argumento legal do Facebook é falso”. O Facebook também disse que se ofereceu para trabalhar junto com os pesquisadores e os avisou previamente sobre a possibilidade de banimento.

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Blue Origin, de Jeff Bezos, anuncia que dois empresários irão ao espaço

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Chris Boshuizen e Glen de Vries
Divulgação/Blue Origin

Chris Boshuizen e Glen de Vries

A Blue Origin, empresa do bilionário Jeff Bezos, anunciou dois dos quatro tripulantes que estarão em sua próxima viagem ao espaço, marcada para o dia 12 de outubro. O voo acontecerá cerca de  três meses depois do próprio Bezos ir ao espaço.

Os turistas espaciais da vez são Chris Boshuizen e Glen de Vries. O primeiro é ex-engenheiro da Nasa e co-fundador da empresa de satélites Planet Labs, enquanto o segundo é vice-presidente de Dassault Systèmes e co-fundador da Medidata, empresas de software. A Blue Origin deve anunciar os dois outros integrantes nos próximos dias.

“Esta é a realização do meu maior sonho de infância. Mais importante, porém, vejo este voo como uma oportunidade para inspirar estudantes a seguirem carreiras em ciência, tecnologia, engenharia e matemática, e catalisar a próxima geração de exploradores espaciais”, disse Boshuizen.

“Participar do avanço da indústria espacial e, um dia, disponibilizar esses recursos e essa compreensão para todos, é uma oportunidade incrível. Eu sou apaixonado por aviação e espaço desde que me lembro, então este voo é realmente um sonho que se tornou realidade”, declarou de Vries.

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Amazon lança Echo Show 15, quadro inteligente com Alexa integrada

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Amazon Echo Show 15
Divulgação/Amazon

Amazon Echo Show 15

A Amazon lançou nesta terça-feira (28) o Echo Show 15, uma tela inteligente de 15,6 polegadas que pode ser pendurada na parede. Assim como os demais modelos da linha Echo, o dispositivo tem suporte à assistente de voz Alexa.

À primeira vista, a novidade se parece bastante com um quadro, com direito até à moldura. O Echo Show 15, porém, pode executar diversas funções, como controlar dispositivos da casa inteligente, tocar músicas, agendar compromissos e fazer videochamadas.

A tela tem resolução Full HD, o que permite a realização de funções como assistir vídeos por streaming. Apesar da telona, a novidade não foca em um som muito potente, como é o caso do  Amazon Echo Show 10.

O Echo Show 15 ainda possui uma câmera de 5MP que, além de permitir videochamadas, também serve para o reconhecimento facial. Com ele, cada morador da casa pode ter uma interface diferente, acessada apenas por essa pessoa.

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A novidade chega aos Estados Unidos até o final deste ano pelo preço oficial de US$ 249,99, cerca de R$ 1,3 mil em conversão direta. Apesar de não ter data para chegar ao Brasil, o modelo já está registrado no site da Amazon no país por R$ 1.899.

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