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Facebook libera perfil de Eduardo Bolsonaro e diz que houve engano

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Deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)
Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados

Deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)

Nesta terça-feira (20), foi revelado que o deputado federal Eduardo Bolsonaro teve seu perfil bloqueado no Facebook . No entanto, no mesmo dia, a rede social liberou o acesso a conta do filho do presidente e disse que houve um engano.

Até então, era esperado que o bloqueio durasse até pelo menos 14 de agosto, cumprindo o prazo de 30 dias exigido pela plataforma. No entanto, a empresa disse que ocorreu um erro. “O post de Eduardo Bolsonaro foi removido indevidamente e já foi restaurado. A consequente restrição foi levantada do perfil do deputado”, diz a nota enviada pelo Facebook ao Olhar Digital.

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Eduardo Bolsonaro no Facebook

Não há detalhes sobre o post feito por Eduardo Bolsonaro que causou o bloqueio no Facebook. O jornal O Globo afirmou que publicações do deputado tinham frases supostamente ditas por Adolf Hitler . Mas a informação não foi confirmada pela nota enviada pela plataforma.

O jornal ainda diz que Eduardo entrou com uma ação na Justiça solicitando o desbloqueio e alegou que não teve direito de defesa. Não se sabe se a liberação tem relação com o pedido.

Apesar disso, é comum o Facebook bloquear postagem e depois liberá-las, já que muitas vezes esse banimento é feito pela inteligência artificial da rede social. Até passar por uma revisão de um funcionário humano, a página fica fora do ar.

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Presidente da Activision Blizzard deixa empresa em meio a processo por assédio

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J. Allen Brack
Divulgação

J. Allen Brack

J. Allen Brack, presidente da Blizzard Entertainment, está deixando o cargo menos de duas semanas depois que uma investigação tornou pública diversas alegações explosivas de assédio moral, sexual e discriminação dentro da empresa . Jen Oneal e Mike Ybarra assumirão, em conjunto, o comando do estúdio.

“Ambos os novos líderes estão profundamente comprometidos com todos os nossos funcionários; para o trabalho à frente; para garantir que a Blizzard seja o local de trabalho mais seguro e acolhedor possível para mulheres e pessoas de qualquer gênero, etnia, orientação sexual ou histórico; para defender e reforçar nossos valores; e para reconstruir sua confiança. Com muitos anos de experiência no setor e profundo compromisso com a integridade e inclusão, Jen e Mike conduzirão a Blizzard com cuidado, compaixão e dedicação à excelência”, destacou o anúncio oficial da empresa, ainda apontando que os dois novos presidentes se pronunciarão ao público em breve.

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À imprensa, Brack enviou nota oficial afirmando que a nova liderança fornecerá à desenvolvedora de games o necessário para “realizar todo o trabalho em potencial e acelerar o ritmo das mudanças”. “Prevejo que eles farão isso com paixão e entusiasmo, e que serão confiáveis para liderar com os mais altos níveis de integridade e compromisso com os componentes de nossa cultura que tornam a Blizzard tão especial”, disse, sem citar em nenhum momento as polêmicas e o processo de assédio.

Em uma declaração separada, enviada aos investidores da Activision, Brack diz que está saindo para “buscar novas oportunidades”. Ele era presidente desde 2018, e está na empresa desde 2006, tendo trabalhado em empresas como Origin e SOE .

Vale lembrar que a saída do ex-presidente ocorre em meio a um período bastante crítico da Blizzard. A empresa, atualmente, está sendo processada pelo governo da Califórnia por denúncias de assédio e abuso sexual, e está sob investigação pelos próprios acionistas, que procuram por evidências de que tenha escondido informações sobre a ação legal.

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Elon Musk nega ter pedido para ser CEO da Apple; entenda o caso

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Elon Musk
Elon Musk

Elon Musk

Relatos do novo livro “Power Play: Tesla, Elon Musk, and the Bet of the Century” (em tradução livre Power Play: Tesla, Elon Musk e a aposta do século) sobre a vida de Musk, indicam que o bilionário certa vez teria exigido o cargo de CEO da Apple , atualmente ocupado por Tim Cook, em troca da venda da Tesla para a empresa de Cupertino.

Segundo o livro, escrito pelo repórter do The Wall Street Journal, Tim Higgins, fontes internas da Tesla contaram sobre um telefonema ocorrido em 2016, em que Musk e Cook teriam discutido a possibilidade de fechar o negócio. Cook pensou que a aquisição seria nos moldes da compra da empresa de fones de ouvido Beats, em que a Maçã manteve os fundadores originais Dr. Dre e Jimmy Iovine no comando.

Contudo, segundo as fontes do repórter, a conversa “azedou” de vez quando Musk teria dito a Cook que o negócio só funcionaria se ele pudesse assumir o cargo de CEO da Apple. Na narrativa do livro, Cook teria respondido à exigência com um palavrão e desligou a ligação.

Segundo o Futurism , Musk desmentiu a história. Também há a possibilidade de ambas as partes tentarem minimizar o fato, já que a demanda inusitada do executivo, se de fato tiver ocorrido, não foi nada profissional.

Questionado, Musk disse em seu perfil no Twitter que nada disso aconteceu: “Cook e eu nunca nos falamos ou escrevemos um para o outro. Chegou um ponto em que pedi para me encontrar com Cook para falar sobre a compra da Tesla pela Apple”. O executivo finaliza o tuíte afirmando que não foi feita nenhuma proposta extra além da aquisição da montadora de carros elétricos.

Para saber mais detalhes sobre a polêmica trajetória de Elon Musk, será necessário aguardar mais alguns dias até o lançamento do livro em inglês, previsto para a próxima terça-feira (10).

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