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Facebook quer furar a sua bolha de amigos para enfrentar o TikTok

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Facebook está disposto a furar a sua bolha de amigos para enfrentar o TikTok
Bruno Ignacio

Facebook está disposto a furar a sua bolha de amigos para enfrentar o TikTok

O Facebok está preparado para mudar seu algoritmo para competir com o TikTok. Trazer os Reels do Instagram para a rede social não foi o suficiente. Agora, a Meta quer modificar o feed da plataforma. Isso significa que postagens de amigos não seriam mais priorizadas . Em vez disso, o Facebook recomendaria vídeos e posts independentemente de sua origem, se aproximando mais ainda do TikTok.

O The Verge obteve um memorando interno enviado no final de abril para os funcionários do Facebook. Nele, o executivo da Meta responsável pela rede social, Tom Alison, detalhou um plano para combater o TikTok. Com uma mudança de algoritmo, o feed da plataforma deve furar a bolha de amigos e passar a sugerir conteúdo de forma similar à concorrência chinesa, com ênfase nos Reels.

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Essa não seria a única mudança planejada. Após anos do lançamento do Messenger como um app separado, a função de mensagens seria integrada novamente ao Facebook , se aproximando dos recursos de comunicação do TikTok. Esse plano teria como objetivo superar a estagnação e atrair novamente o público mais jovem para a rede social.

Como seria o novo feed do Facebook?

Em entrevista ao The Verge , Tom Alison detalhou um pouco melhor como seria o futuro do app do Facebook. No topo do feed principal a plataforma traria uma grande mistura de Stories e Reels, recomendados com base no novo algoritmo. Abaixo, viriam postagens do Facebook e Instagram descobertas pelo novo mecanismo.

No final das contas, toda a experiência se tornaria mais visual e repleta de vídeos , facilitando também o envio de mensagens para amigos. Assim, o Messenger voltaria ao app do Facebook, integrado ao canto superior direito do aplicativo.

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Conforme evidenciado nas conversas entre Alison e o The Verge , a Meta percebeu que precisa replicar a página principal “Para você” do TikTok para conseguir competir com a gigante chinesa. Isso significa também descobrir as preferências do usuário com base nos hábitos de visualização e criar um feed que aprende mais rapidamente com suas atividades na rede social.

Facebook fica para trás e perde usuários

Facebook
Facebook app (Imagem: Thomas Ulrich/Pixabay)

A Meta está visivelmente desesperada para retomar o crescimento. Há pressão de investidores conforme as ações da companhia não param de cair desde o final de 2021. Além disso, os números do Facebook não estão bons. No ano passado, a rede social registrou sua primeira queda de usuários. Documentos internos vazados também revelaram que os jovens estão, cada vez mais, abandonando a plataforma.

O TikTok, por outro lado, se tornou líder entre as redes sociais. A plataforma do conglomerado de tecnologia chinês ByteDance foi baixado 3,6 bilhões de vezes, segundo para a empresa de pesquisa de aplicativos móveis Sensor Tower. De acordo com as estimativas, no ano passado os downloads do TikTok foram 20% maiores que os do Facebook e 21% maiores que os do Instagram.

Além disso, durante os primeiros três meses deste ano, os usuários de iPhone gastaram, em média, 78% mais tempo no TikTok do que no Facebook. A rede social de Mark Zuckerberg ainda gera bilhões de dólares a cada trimestre e retém cerca de 2,94 bilhões de usuários mensais, mas parou de crescer em 2021.

Meta reverte estratégia mantida desde 2015

A última grande mudança no feed do Facebook ocorreu em 2018. Na época, Zuckerberg disse que a rede social iria priorizar “interações sociais significativas” entre amigos e familiares, argumentando que isso levaria a plataforma de volta às suas raízes. Outra alteração muito parecida no algoritmo aconteceu em 2015 para mostrar aos usuários mais posts de amigos .

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Mark Zuckerberg no anúncio da Meta (imagem: Reprodução/Facebook)
Mark Zuckerberg no anúncio da Meta (imagem: Reprodução/Facebook)

Essa abordagem da Meta começou a mudar após o sucesso do TikTok. As primeiras mudanças para combater a plataforma chinesa ocorreram no Instagram , que deixou de focar em fotos e copiou o formato bem-sucedido de vídeos curtos. Mas, até agora, somente o Instagram não foi capaz de conter a forte concorrência.

Até hoje, uma das maiores competências da Meta é reconhecer os concorrentes e, sem qualquer piedade, copiar seus principais recursos . Quando o Snapchat bombou, a empresa trouxe os Stories e conseguiu se manter no topo.

Agora, veremos se o clássico plano da Meta funcionará novamente. Conforme Alison contou ao The Verge , estamos vendo uma corrida para ver se o Facebook consegue se tornar mais como o TikTok antes que o TikTok se torne mais como o Facebook.

Tecnocast 225 – Os hits e best-sellers do TikTok

O TikTok foi o site mais acessado de 2021 e, ao longo do ano passado, se consolidou como uma das plataformas mais populares do planeta. O sucesso repentino provocou uma série de reformas em todo o setor de entretenimento.

Tecnocast · 225 – Os hits e best-sellers do TikTok

No episódio 225 do Tecnocast, o Tecnoblog falou com o criador de conteúdo Eder Alex sobre as mudanças provocadas pelo TikTok e seu algoritmo certeiro. Dê o play e entenda como essa plataforma se tornou tão importante para a indústria da música e uma criadora de best-sellers literários.

Com informações: The Verge

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Instagram bate recorde e se torna segundo app mais popular no Brasil

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Instagram atinge quase meta das telas iniciais de smartphones brasileiros
Unsplash/Kate Torline

Instagram atinge quase meta das telas iniciais de smartphones brasileiros

O Instagram bateu seu recorde histórico e alcançou a tela inicial de quase metade dos smartphones brasileiros, de acordo com a pesquisa “Panorama Mobile Time/Opinion Box: Uso de Apps no Brasil”, lançada nesta semana.

Agora, a rede social aparece na página inicial de 46% dos celulares brasileiros, contra 41% no mesmo período do ano passado. Com isso, o Instagram perde apenas para o WhatsApp, que se manteve na liderança marcando presença na página princiapal de 55% dos celulares brasileiros – o único a ultrapassar a metade.

De acordo com a pesquisa, a força do Instagram está sobretudo no público jovem e feminino. Entre pessoas de 16 a 29 anos, 60% mantêm o app na página inicial do celular; 44% dos que têm entre 30 e 49 anos mantêm o Instagram em destaque, contra 31% dos que tem mais de 50 anos. Nos celulares de mulheres, a rede social aparece na página inicial de 49%, contra 42% dos homens.

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Além de popular, o Instagram também tem ganhado em engajamento no Brasil. Entre 2021 e 2022, subiu de 25% para 30% a proporção de brasileiros que têm o aplicativo como o escolhido para passar a maior parte de seu tempo online. Nesse quesito, a rede social está tecnicamente empatada com o WhatsApp, que atingiu 33% neste ano.

Já no quesito aplicativo mais vezes aberto ao longo do dia, o mensageiro continua na liderança isolada. Para 55% dos brasileiros, o WhatsApp é o app mais aberto, contra 16% do Instagram, 7% do Facebook e 3% do YouTube.

Além do Instagram, outro aplicativo que tem crescido em popularidade e marcado presença na página inicial dos celulares brasileiros é o Telegram. Atualmente, ele está em 13% das telas principais, contra 9% no ano passado. No período, ele ultrapassou Uber, YouTube, Nubank e outros.

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Confira a seguir os 10 aplicativos que mais aparecem na tela inicial dos smartphones brasileiros:

  1. WhatsApp – 55% – estável em relação a 2021
  2. Instagram – 46% – alta em relação a 2021
  3. Facebook – 36% – queda em relação a 2021
  4. Telegram – 13% – alta em relação a 2021
  5. Nubank – 12% – estável em relação a 2021
  6. YouTube – 12% – estável em relação a 2021
  7. Uber – 11% – estável em relação a 2021
  8. Google Chrome – 9% – estável em relação a 2021
  9. Caixa – 9% – estável em relação a 2021
  10. Banco do Brasil – 9% – estável em relação a 2021

Fonte: IG TECNOLOGIA

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Instagram quer transformar em Reels todos os vídeos da rede social

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Instagram foca nos Reels para competir com TikTok
Unsplash/Kate Torline

Instagram foca nos Reels para competir com TikTok

O Instagram quer que todos os vídeos da plataforma sejam Reels. Para competir com o TikTok, a rede social da Meta tem planos de simplificar a publicação e visualização de vídeos curtos no aplicativo. Por enquanto, o recurso está em fase de testes, e apenas alguns usuários selecionados podem experimentar a função.

No Twitter, o consultor de mídias sociais Matt Navarra publicou uma foto que mostra o anúncio da novidade. A imagem diz que “publicações em vídeo agora são compartilhadas como Reels”. Isso significa que até mesmo gravações na horizontal serão classificadas como Reels de agora em diante.

O anúncio ainda indica que, se a conta do usuário for pública, qualquer pessoa pode encontrar os Reels pela ferramenta de busca. Assim, é possível utilizar o áudio do vídeo para criar outro Reels com a função de remix. O Instagram, contudo, oferece uma opção para mudar a privacidade dos conteúdos.

Se o perfil for configurado como privado, somente os seguidores irão conseguir ver os Reels. Nesse caso, nem mesmo os seguidores podem fazer remix dos vídeos, já que todos os conteúdos ficam privados.

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Vale destacar que essa novidade do Instagram ainda está em fase de testes e não tem previsão de lançamento para o público geral. A rede social ainda precisa lidar com algumas questões, como a conversão de vídeos gravados na horizontal em Reels.

Também não sabemos se a mudança irá afetar vídeos já publicados na plataforma. É importante lembrar que nem todos os testes do Instagram são lançados de forma definitiva, então é preciso aguardar os próximos passos da empresa.

Instragram quer competir com TikTok e YouTube

A Meta tem incentivado cada vez mais a publicação de Reels em suas redes sociais. No relatório financeiro do primeiro trimestre de 2022, a empresa destacou que os usuários do Instagram passam 20% do tempo assistindo aos vídeos curtos na plataforma.

O investimento em Reels é uma forma de competir com gigantes do mercado de redes sociais focadas em vídeos, como TikTok e YouTube. Desde o ano passado, o chefe do Instagram, Adam Mosseri, disse que a plataforma “deixou de ser um aplicativo de compartilhamento de fotos”, valorizando os vídeos.

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Além disso, o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, afirmou que os Reels são o conteúdo do Facebook que mais cresce entre as plataformas.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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