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Fenômeno da Impostora: o que é e como identificar

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Fenômeno da Impostora: o que é e como identificar
Reprodução: Alto Astral

Fenômeno da Impostora: o que é e como identificar

Você já se sentiu insuficiente ou incapaz? Ou então já pensou que não merece estar onde está e que a qualquer momento alguém vai desmascarar você?

Se a resposta para essas perguntas for um belo e sonoro “sim”, saiba que você não está sozinha. Em palestra para o TEDx Talks, a repórter Rafa Brites logo começa:

“O que eu tô fazendo aqui? Meu deus do céu, não dá tempo de ir embora porque tá todo mundo assistindo… eu não sei o que eu tô fazendo aqui, porque eu não sou formada em Harvard, eu não sou formada nem na USP, gente. Não tenho nem doutorado. Não inventei nada pra ciência de útil. Também não tenho uma empresa unicórnio que faturou bilhões. Meu deus do céu, não tenho nenhuma história. Posso falar? Eu sou ima IMPOSTORA!”, afirma.

Nos últimos anos, cada vez mais mulheres têm levantado esses mesmos questionamentos que Rafa e se identificado com o que é popularmente conhecido como Síndrome da Impostora. Basicamente, a “síndrome da impostora” é um padrão psicológico no qual duvidamos das nossas habilidades, talentos e consquistas. Tal cenário faz com que a gente sinta que a qualquer momento seremos revelados como impostores.

Mas onde tudo começou?

Uma rápida pesquisa no Google revela que as primeiras conversas acerca do tema aconteceram no final dos anos 1970, quando as psicólogas Suzanne Imes e Pauline Rose Clance publicaram o artigo The impostor phenomen in high achieving women: dynamics and therapeutic intervention (O fenômeno do impostor em mulheres de sucesso, dinâmicas e intervenção terapêutica, em tradução livre).

No estudo, foram analisadas mulheres que creditavam seu sucesso à sorte ou timing, por exemplo. Além disso, nele também foi desenvolvida a chamada escala do impostor, ou escalda de Clance, que classifica as pessoas a partir de um questionário.

Síndrome ou fenômeno?

Lançada no início de julho deste ano, a pesquisa proprietária da Discovery Brasil, A Falsa Farsa, aponta que para uma circunstância ser considerada como síndrome, ela deve ser reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) por apresentar sintomas ou sinais, como no caso das doenças. Mas esse não é o caso da “Síndrome” da Impostora.

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Desse modo, a denominação mais adequada é Fenômeno da Impostora.

Afinal, o que é o Fenômeno da Impostora?

Como apontado no início deste texto, é um sentimento de dúvida e de “a qualquer momento vão descobrir que sou uma farsa”. A pesquisa da Discovery, que também é o primeiro estudo sobre o tema, coloca o Fenômeno da Impostora como “um sentimento de inadequação” e “sensação de não pertencimento, de não atingir as expectativas dos outros, ou até mesmo a própria, sobre sua performance”, sendo que as mulheres são as mais afetadas

A Falsa Farsa
Não se sentir qualificada, competente ou experiente são alguns sintomas da impostora. / Shutterstock

Um dos pensamentos mais comuns entre as mulheres que sofrem com o Fenômeno da Impostora é “eu não mereço estar aqui”, pois sentem que não têm o que é preciso para “estar lá”. Em outras palavras: para as impostoras suas habilidades não são a principal razão para serem bem-sucedidas, mas o acaso. De acordo com A Falsa Farsa, 46,1% das mulheres entrevistadas acreditam que os outros as acham mais competentes do que realmente são. Pouco mais de 58% têm medo de não corresponder às expectativas dos outros. E quase 60% confirmam que têm medo de não transmitirem segurança nas atividades que realizam.

E apesar de não atribuirem o sucesso às suas próprias habilidades, as mulheres sentem o fracasso é culpa delas. O estudo da Discovery mostra que mais de 66% das mulheres acredita que “se eu fracassei, é apenas porque não me dediquei suficiente”.

Por outro lado, segundo a edição de 2020 do estudo anual da KPMG, o Womens Leadership, mais de 80% das executivas do mercado acreditam que os homens não sofrem com o Fenômeno da Impostora da mesma forma que as mulheres.

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Causas

Segundo A Falsa Farsa, as causas desse sentimento podem estar enraizadas logo na infância, quando o machismo estrutural passa a afetar as crianças ao associar meninas à palavras como “princesa” e “delicada” e meninos à “inteligente” e “destemido”, por exemplo.

Assim, as mulheres passam a se reconhecer como inferiores em termos intelectuais e se sentem demasiadamente cobradas. Logo, elas entendem que precisam se esforçar muito mais para atingirem seus objetivos. O perigo, no entanto, é que parâmetros inalcançáveis passam a ser criados.

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Uma outra justificativa para a mulher impostora são as redes sociais, que cada vez mais colocam padrões ideias de sucesso e felicidade, por exemplo. De acordo com a pesquisa pioneira da Discovery, enquanto 35,9% das mulheres comparam seus sucessos com os dos outros, 36,1% acham que não têm o mesmo nível de conhecimento das pessoas ao seu redor.

Isso é reflexo de um sistema em que estamos acostumados a ver recordes da vida de outras pessoas e encarar aquilo como vida real, ignorando todas as batalhas ou perrengue por trás de um clique do Instagram ou postagem do LinkedIn, por exemplo.

Em entrevista para o estudo A Falsa Farsa, a psicóloga Ciça Conte observa: “todo mundo é o impostor do outro”.

Por fim, outro ponto que vale ser mencionado quando falamos de causas para o Fenômeno da Impostora é a falta de representatividade. 32% das mulheres revelaram que se identificaram com a síndrome do impostor por não conhecerem outras pessoas na mesma posição que elas, aponta A Falsa Farsa.

Quais os sinais?

Segundo a pesquisa, os principais sinais do Fenômeno da Impostora são: busca pela perfeição (objetivos cada vez mais difíceis de serem atingidos), ultradedicação (para algo dar certo, basta se esforçar; as habilidades não contam) e isolamento (“antes só do que criticada”).

O que fazer para lutar contra o Fenômeno da Impostora?

Não há fórmula mágica capaz de fazer com que as mulheres, principalmente, não vivam como impostoras. Contudo, com base na pesquisa, levantamos 7 dicas para te ajudar a controlar o Fenômeno da Impostora , confira:

1- Se permita errar, está tudo bem em não acertar sempre; 2- Pratique a autoaceitação; 3- Dê pausas durante o expediente e fora dele; 4 – Viva sua vulnerabilidade; 5 – Crie o hábito de se elogiar e não espere apenas por críticas; 6 – Não fuja de reuniões de feedbacks por medo; 7 – Lembre-se: você é capaz, não deixe a insegurança te dominar! Fonte: pesquisa A Falsa Farsa (Discovery Brasil, 2021).

Fonte: IG Mulher

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5 passos para tratar as manchas de melasma

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5 passos para tratar as manchas de melasma
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5 passos para tratar as manchas de melasma

Você já ouviu falar em melasma ? De modo geral, essa condição consiste em manchas escuras no rosto, principalmente em áreas como queixo, bochechas, nariz, buço e testa. Todavia, ela também pode acometer outras regiões do corpo para além da face, surgindo nos braços, pescoço e colo, por exemplo.

Segundo estudos da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), ainda não há uma causa definida para o aparecimento do melasma, mas ele está relacionado ao uso de anticoncepcionais femininos, gravidez, questões hormonais e, sobretudo, à exposição solar — não apenas à luz ultravioleta, como também à visível. Outro ponto destacado pela entidade, é que mulheres são mais propensas a ter as manchas, embora homens também possam apresentá-las.

Há alguns anos, a modelo Mariana Goldfarb contou que, além das sardas naturais, também tem melasma e relatou usar protetor solares todos os dias e manter uma rotina de skincare. Ela também aproveitou o momento para falar sobre autoaceitação e beleza natural, temas constantemente discutidos em seu perfil.

Dessa forma, prevenção e tratamento são os maiores aliados contra esse distúrbio de pele. “Essas manchas são mais escuras e podem agravar se não forem tratadas corretamente. Por isso, é muito importante tirar um tempo do nosso dia para tratá-las, clareá-las e impedir que voltem”, pontua a especialista em estética facial e corporal Luzia Costa.

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5 passos para tratar as manchas do melasma

Confira algumas dicas elencadas pela profissional para pôr em prática no dia a dia e cuidar adequadamente das manchinhas!

1 – Mantenha o skincare em dia

Assim como todas as peles, essa também precisa de cuidados diários e específicos para manter-se limpa, hidratada, protegida e tratada. Além de escolher produtos adequados para o seu tipo de pele junto ao seu dermatologista, lembre-se que a rotina deve ser feita todos os dias.

2 – Hidrate-se!

De acordo com Luzia, a hidratação passa a ser ainda mais importante em pessoas que apresentam a condição, visto que ela consegue potencializar o efeito dos protetores solares contra o sol e conferir ainda mais vitalidade e saúde à todas as peles, sem distinção.

3 – Proteção é obrigatória

Já vimos que um dos principais fatores para o surgimento do melasma é a exposição ao sol e também às luzes artificiais. Portanto, é fundamental aplicar o fotoprotetor todos os dias e reaplicá-lo em determinados intervalos. “Na hora de escolher o protetor solar, opte sempre por um que tenha fator de proteção alta (como o FPS 50), que seja próprio para o rosto e que proteja também contra luzes de celulares e computadores, além dos raios ultravioletas”, destaca a especialista.

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Outro ponto ressaltado por ela, é investir em barreiras físicas contra o sol, como o uso de bonés, viseiras, chapéus e óculos de sol, especialmente quando for à praia ou piscina e tiver um contato direto com o sol. Afinal de contas, essa exposição pode agravar manchas já existentes ou até mesmo desencadear o problema.

4 – Alimente-se bem

Não é novidade que os cuidados com o corpo devem acontecer também de dentro para fora. “Opte sempre por comer frutas e vegetais que tenham betacaroteno, licopeno e vitamina A. Essas substâncias auxiliarão as células no combate aos radicais livres”, indica Luzia.

5 – Consulte o(a) dermatologista

O médico dermatologista é especialista em questões de pele, logo, é o profissional indicado para tratar o melasma. Além de diagnosticar a condição, ele mostrará alternativas para tratar as manchas, indicará os produtos corretos e discorrerá sobre os cuidados que devem ser tomados. Sendo assim, é extremamente importante marcar essa consulta e não aplicar ou usar nenhum remédio, creme ou dermocosmético sem orientação.

Fonte: Luzia Costa, formada em Estética, especialista em estética facial e corporal, desenvolvimento pessoal, massoterapia e imagem pessoal, é também CEO da marca Sóbrancelhas, especializada em micropigmentação e microblading.

Fonte: IG Mulher

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Xamanismo: entenda mais sobre esse tipo de ritual

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Xamanismo: entenda mais sobre esse tipo de ritual
Redação João Bidu

Xamanismo: entenda mais sobre esse tipo de ritual

O xamanismo vem desde os séculos passados, quando a ciência dava os seus primeiros passos, e ainda não existiam medicamentos industrializados. Então eram nos rituais religiosos que as pessoas buscavam a cura de suas doenças. Um líder espiritual entrava em transe e invocava espíritos para negociar a salvação da alma dos doentes, pois acreditavam que as pessoas caíam em enfermidade por causa de suas almas perdidas. Esse conjunto de práticas é conhecido como xamanismo , e não se reduz a uma só definição. É uma crença, um ritual, mas não uma religião, pois apesar de ter muitos seguidores, não tem um fundador, nem um livro sagrado e nem mesmo uma doutrina.

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O que é o xamanismo

O xamanismo é usado para designar um dos sistemas de rituais mais antigos da humanidade, realizado por comunidades que se estendem da Ásia até o extremo sul da América . O termo é originado da palavra xamã , que é derivada de çaman , palavra utilizada pelos povos indígenas, denominados como Evenks siberianos, para nomear os seus rituais. Xamã é o líder religioso intermediário entre o mundo espiritual, a natureza e a comunidade. No Brasil, nas tribos indígenas, são chamados de pajé. 

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Em cada comunidade, a prática do xamanismo possui suas particularidades. Por exemplo, a mediação exercida pelos xamãs amazônicos é diferente da exercida pelos povos maias e astecas. Enquanto os pajés encontram os espíritos e negociam com eles, os astecas e maias constroem templos e oferecem até sacríficos humanos aos seus xamãs. Essa prática de invocar espíritos é muito antiga e estudos arqueológicos indicam que existem pinturas em cavernas realizadas há mais de 50 mil anos que retratam seres metade homem, metade animal.

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Fonte: IG Mulher

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