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Fiat 500 completa 65 anos

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Fiat 500: versão elétrica de 2022 e o modelo de 1957, que inspirou o lançamento da nova geração
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Fiat 500: versão elétrica de 2022 e o modelo de 1957, que inspirou o lançamento da nova geração

O Fiat 500 está comemorando 65 anos de existência e desde então, acumulou  cerca de quatro milhões de unidades vendidas com o modelo original e mais de dois milhões após seu novo lançamento em 2007, totalizando mais de seis milhões de 500 comercializados.

O sub-compacto da Fiat foi o pioneiro em muitos aspectos, assim como o nosso 147. Pioneiro em sua essência, o modelo coleciona inovações, como ter sido o primeiro automóvel a oferecer sete airbags de série e a contar com a família de motores TwinAir de dois cilindros.

Tudo começou com o design clássico e icônico e é até hoje um  importante personagem não só da história da Fiat, mas da indústria automotiva mundial. Inspirando mudanças desde 1957, o modelo resistiu ao tempo ganhando inovações como uma versão elétrica.

O ‘Cinquecento’ ou ‘Quinhentos’, já teve mais de seis milhões de unidades vendidas em mais de 100 países e acumula mais de 40 prêmios. Em 2017, com 60 anos, virou obra de arte definitivamente e entrou para o acervo permanente do MoMA (The Museum of Modern Art), em Nova York.

Entre as parcerias, o hatch teve dezenas de séries especiais, como a recente La Prima by Bocelli , com sistema de som refinado desenvolvido em parceria com o maestro Andrea Bocelli, além de séries como a Gucci (vendida no Brasil), Armani e Bvlgar i. Ele ainda deu origem a uma família que vem crescendo, com modelos como o 500X, o 500L e o 500 Abarth.

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Idealizado por Dante Giacosa, foi lançado em 4 de julho de 1957, na Europa, após a Segunda Guerra Mundial. Assim, havia uma enorme necessidade de dar mobilidade às populações , mas poucos meios. A saída foi os automóveis pequenos e baratos – no preço, na produção e, sobretudo, no consumo de combustível.

O Fiat 500 trazia consigo um pequeno motor de 479 cm³ e dois cilindros com apenas 13 cv de potência . Com seus 3 metros de comprimento e 500 kg de peso, ele trafegava com desenvoltura pelas estreitas ruas europeias.

Em 1958 surgiu a versão Sport com motor mais potente e em 1959, o Nuova 500 C , uma versão cabriolet, a Giardiniera (SW) em 1960; a Nuova 500 F em 1965, que se tornaria a mais popular de todas as versões do modelo, com portas passaram a se abrir para trás, e, em 1968, a luxuosa Nuova 500 L , com detalhes cromados em toda a carroceria e interior em couro.

Fiat 500 teve versão Cabrio, que também chegou a ser vendida no Brasil com motor 1.4 Fire Evo flex
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Fiat 500 teve versão Cabrio, que também chegou a ser vendida no Brasil com motor 1.4 Fire Evo flex

Até 1975, cerca de quatro milhões de unidades do Fiat 500 original foram produzidas na Europa. O sucesso foi tanto que, em 2007, quando seu lançamento completou 50 anos, foi reestilizado, unindo o autêntico padrão retrô à modernidade.

Ele voltou ao mercado com o mesmo espírito e jeito ‘cool’, mas com mais segurança, tecnologia e requinte. Vale dizer que mais de dois milhões de unidades do Fiat 500 relançado em 2007 já foram vendidas até hoje.

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No Brasil, o modelo surgiria importado a partir de 2009. O 500 chegou bem equipado com itens como direção elétrica Dual Drive, ar-condicionado digital, sete airbags e ESP (sistema eletrônico de estabilidade).

Além desses itens, coube a ele tornar-se o primeiro Fiat vendido no Brasil com Hill Holder. Ele foi também o primeiro carro a oferecer sete airbags de série, a ter ESP avançado em todos os seus motores e estrear a família de motores TwinAir de dois cilindros Foi também o primeiro veículo a receber as 5 estrelas do EuroNCAP.

Novo 500e no Brasil

Em 2021, a terceira geração chegava ao Brasil. Desenvolvido sobre a nova plataforma Mini EV, ficou maior e mais completo e apenas na versão 100% elétrica visando uma mobilidade sustentável, urbana, conectada e autônoma, batizada de Fiat 500e.

Basicamente,o design é o mesmo com linhas icônicas do modelo clássico, apesar de ter crescido em tamanho. Muito tecnológico, o Fiat 500e conta com itens como o Co-Driver, formado pelo Sistema Avançado de Condução Assistida (ADAS) de última geração.

Além disso, traz ainda o F iat Connect Me , plataforma de conectividade que oferece mais conveniência, assistência e segurança, fornecendo toda a comodidade também por meio do smartphone, smartwatch ou assistente virtual (Alexa).

Com autonomia de até 320 quilômetros, o Fiat 500e tem motor elétrico que entrega 87 kW, o que equivale a 118 cv de potência a 4.200 rpm e torque de 22,23 kgfm. Isso faz com que o modelo necessite de apenas 9 segundos para atingir 100 km/h, e com uma retomada de 60 km/h a 100 km/h em 4,8 segundos.

Fonte: IG CARROS

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Avaliamos o aplicador de selantes da Alcance Profissional

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Aplicador de microfibra Alcance Profissional é bom para dar acabamento em pequenas áreas
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Aplicador de microfibra Alcance Profissional é bom para dar acabamento em pequenas áreas

Cuidar da aparência do carro, principalmente a lataria do carro exige ferramentas com boa qualidade, fáceis de trabalhar e o mais importante, que não risque a pintura. É aí que entra a microfibra, material superresistente e que não agride o verniz.

Pra aplicação de selante de pintura , por exemplo, o material cai como uma luva. A partir dessa ideia, resolvemos testar um aplicador da marca Alcance Profissional, considerada uma empresa referência quando o assunto é detalhamento de automóveis.

O Aplicador de Microfibra Alcance é recomendado para utilização na aplicação de selantes, vitrificadores, ceras, polidores, renovadores de plásticos, limpadores, silicones e demais produtos.

Como os sites de compra e venda fazem questão de frisar, o “produto é altamente resistente e macio, não provocando riscos no automóvel ”. Compramos o nosso pelo site do Mercado Livre por apenas R$ 15 (exceto o frete) e resolvemos testá-lo com um selante na pintura.

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O formato retangular (10 cm x 7 cm) tem um tamanho razoável, mas poderia ser maior, sobretudo para aplicação na pintura que acaba cansando um pouco. Por isso, é mais indicado para acabamentos de portas, áreas que são mais planas e fáceis de aplicar. A maciez é um ponto forte.

Na embalagem, eles sugerem o uso com ceras e polidores, mas por ser muito pequena , o trabalho fica mais cansativo. No caso de selante de pintura que aplicamos, o trabalho não foi tão exaustivo, e de brinde deixou um belo acabamento, graças à boa densidade da microfibra .

Após a aplicação do selante na pintura, resolvemos lavar a esponja e deixar limpinha para a outra etapa do teste que consistiu em aplicar um renovador de painel. Fizemos a passagem do aplicador sobre portas, painel, console etc. Em algumas partes, a microfibra não alcançou exigindo o uso de um pincel , mas até aí nada sério.

De um modo geral, o produto tem um excelente custo-benefício para quem pretende usá-la como uma ferramenta para pequenas áreas com a certeza de que vai proporcionar um ótimo acabamento e sem soltar fiapos ou pelos iguais a outros tipos de aplicadores.

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APLICADOR DE MICROFIBRA AZUL  ALCANCE PROFISSIONAL

PREÇO MÉDIO: R$ 15

MAIS INFORMAÇÃOES: www.alcanceprofissional.com.br

Fonte: IG CARROS

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Arrecadação pública está nas alturas, mas crateras nas ruas continuam

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Roda amassada por buraco: Quem nunca sofreu com isso, ou nunca dirigiu no Brasil, ou não é motorista
Guilherme Menezes /iG Carros

Roda amassada por buraco: Quem nunca sofreu com isso, ou nunca dirigiu no Brasil, ou não é motorista

A princípio, a habilidade de conduzir o próprio carro, compreender e respeitar as sinalizações de trânsito e saber gerir o espaço entre você e outros da via, são o que fazem o bom motorista. E isso deveria ser o suficiente para você andar nas ruas com paz e tranquilidade.

Entretanto, o condutor no Brasil , por mais prudente que seja, não passará impune por boletos de multas e buracos nas vias públicas .

Ambos tão traiçoeiros que podem pegar qualquer um de surpresa. No caso mais recente, de quem vos escreve, perdi uma roda (quase foi rasgada no meio) e o respectivo pneu, em um buraco na divisa do bairro do Campo Belo com Moema (Zona Sul de SP).

Detalhe: isso para lá das 22h, em um local sem iluminação . Não é preciso nem dizer que, na ocasião, eu poderia ter sido alvo fácil de assaltantes. Por sorte, fui visto por moradores da rua onde eu estava, e me ajudaram com uma pequena luminária de mesa. Veja partes do drama na galeria de imagens abaixo.

Ironicamente falando, pelo jeito, as 1,5 milhão de multas aplicadas em 2021 pelo Detran-SP — fora as tantas outras em anos anteriores — não são dinheiro o bastante para tapar buracos, ainda que o CTB e a Lei Municipal 14.488/2007 prevejam o uso do dinheiro para fins como este.

O custo do dano foi de R$ 600 pela roda (15 polegadas), mais R$ 500 pelo pneu e R$ 200 de alinhamento+balanceamento.

Além da sorte de não ter sido vítima de um roubo — o que me custaria o celular e o que tivesse na minha carteira — nenhum dos componentes da suspensão foi danificado. Imagina se fosse um carro mais frágil e/ou mais caro do que o meu Peugeot 207 — ou alguém menos sortudo do que eu…

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Infelizmente, a situação é ainda mais complicada, quando nos deparamos com a própria Constituição Federal. Conforme o artigo 167, IV, parágrafo 4º, é proibida a vinculação de receita de impostos a uma despesa específica, com excessão da saúde e da educação.

Ou seja, o que deve ser feito é a utilização do dinheiro arrecadado com as multas para a manutenção. Vocês verão mais detalhes, ainda no texto, sobre a promessa da prefeitura de destinar R$ 1 bilhão em recapeamento de vias.

A situação é pior ainda para os profissionais

Anwar utiliza o carro diariamente para transporte de passageiros
Acervo pessoal

Anwar utiliza o carro diariamente para transporte de passageiros

Tivemos a oportunidade de conversar com Anwar Hioni , que é motorista executivo e proprietário da empresa de transportes Taxi4Vip, desde 2016.

Representante de uma das profissões que mais vivenciam a situação (precária) das vias, ele já teve várias experiências negativas com buracos. Muitas delas, mais graves e mais caras do que a minha. Veja o depoimento completo a seguir.

“Meu carro é um Nissan Sentra 2015. Tenho vários exemplos desagradáveis, e toda a vez que eu encaro algo que represente perigo aos condutores, ligo para a Prefeitura”.

“Indo para Alphaville algumas vezes, eu tive que passar por dentro das cidades de Barueri, e acabei passando por um trecho que ela tem buracos gigantescos. Parece uma zona de guerra e que explodiu uma bomba no lugar. Em um mesmo buraco, dois pneus ficaram com bolha , dianteiro e traseiro do lado direito. Gastei R$ 800 com cada pneu”.

Bolhas nos pneus: Se encontrar uma, troque-o imediatamente. Ela pode estourar e causar acidente ao volante
Divulgação

Bolhas nos pneus: Se encontrar uma, troque-o imediatamente. Ela pode estourar e causar acidente ao volante

“Na saída do túnel Papa João Paulo Segundo, no Vale do Anhangabaú, tem desníveis para escoamento de água . Aquilo ali, na prática, é danoso como buraco. Já reclamei sobre isso com a prefeitura e ninguém nunca fez nada. Na ocasião em que fui afetado naquele local, também tive os meus pneus cortados”.

“Em rodovias, eu vi até um capotamento ocorrido por conta de buraco. No alto da Serra, indo de Curitiba para SP, um Chevrolet Classic passou por mim. Já é um trecho que é fácil de perder aderência , porque é uma descida à esquerda. E para “ajudar”, tinha o buraco. O carro capotou três vezes e, por sorte, ninguém daquele carro se machucou”.

“Teve outro caso que tive que trocar os dois amortecedores dianteiros por causa de buraco. Dependendo do tamanho do buraco , pode até ser que não danifique o pneu, mas depois de algum tempo, você constata avaria na suspensão. Cada amortecedor me custou R$ 2.500, um total de R$ 5 mil”.

“Tive que diminuir o aro da roda para poder aumentar o tamanho do pneu, para deixá-lo mais resiliente aos buracos. De fábrica vem com rodas aro 17 205/55. Hoje uso aro 16 com pneu mais alto (205/60). Pelo menos a diferença de preço entre os pneus é grande. No aro 16, são quase a metade do preço”.

“Hoje em dia, até dá para ver algumas vias sendo recapeadas . Mas, para mim, o serviço deveria ser refeito completamente, em absolutamente todas as vias, mas com material adequado e planejamento”.

“Mesmo eu, que utilizo o carro para o meu trabalho como motorista, preferiria não ir trabalhar por um período, para que a cidade fosse refeita. Para mim, o que está cada vez melhor é a confiabilidade dos sistemas de suspensão . Já os buracos, cada vez aparecem mais”.

Será que vão cumprir o prometido?

Como ficará a situação no futuro? Tanto se promete, e tão pouco se cumpre...
Divulgação Detran.SP

Como ficará a situação no futuro? Tanto se promete, e tão pouco se cumpre…

Em nota publicada pela Prefeitura de São Paulo  — por meio da Secretaria Municipal das Subprefeituras (SMSUB), no Diário Oficial da Cidade de SP, em 4 de junho — foi anunciado o Decreto nº 61.417. Ele estabelece o início do programa de recapeamento de vias na capital, no valor de aproximadamente R$ 1 bilhão.

É prometido que, até 2024, mais de 20 milhões de m² serão recuperados com recapeamento , micro pavimentação e manutenção de pavimento rígido.

“Entre os critérios considerados para a escolha das vias prioritárias, estão o volume de tráfego e a deterioração do pavimento existente, demanda de transporte coletivo sobre pneus, histórico de operação de conservação de pavimentos viários, além de outras demandas da própria comunidade”, afirma a prefeitura de SP.

“Todas as regiões da cidade serão contempladas, como a Avenida Jacu Pêssego, Avenida Sapopemba, Avenida Ipiranga, Avenida 23 de Maio, Avenida Cangaíba, assim como as Marginais Pinheiros e Tietê. Além destes cerca de 70 outros endereços serão contemplados”, complementa.

Aos motoristas, só resta aguardar que o novo projeto da Prefeitura resolva o problema, pois, enquanto isso, a população amarga os prejuízos decorrentes das más condições das vias da cidade .

Fonte: IG CARROS

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