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Saúde

Fiocruz inaugura centro para processar dados de saúde de brasileiros

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) inaugurou hoje (9), no Parque Tecnológico da Bahia, o primeiro datacenter destinado ao processamento de dados administrativos e de saúde do Brasil. A estrutura facilitará a realização de alguns dos maiores estudos populacionais do mundo, com informações de mais de 130 milhões de pessoas.

O centro de processamento de dados, como também é chamado o datacenter, se destina a integrar os dados produzidos sobre a saúde da população brasileira com o objetivo de ampliar a capacidade de análise de dados do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs/Fiocruz).

O Cidacs, que possui o maior estudo de saúde populacional do mundo, se dedica a investigar o impacto de políticas sociais e de saúde na população, utilizando informações de brasileiros pertencentes a famílias com baixa renda.

“O datacenter aumenta nossa capacidade de absorver novos projetos de pesquisa e dá mais agilidade aos projetos em curso”, disse o coordenador do Cidacs, Mauricio Barreto, em nota.

A vice-coordenadora,  Maria Yury Ichihara, destaca que com o novo centro “poderemos vincular novas bases de dados de programas sociais, como o Criança Feliz, o Censo Escolar e a Relação Anual de Informações Sociais e aprofundar a análise de determinantes sociais e impactos de políticas em eventos de saúde em extratos populacionais e eventos raros”.

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Este é o primeiro datacenter instalado em container no Brasil, o que permite que seja deslocado com facilidade, bem como garante seu funcionamento de forma independente. Além de agregar sistemas computacionais, a estrutura possui gerador de energia próprio – o que permite maior segurança e estabilidade na análise das informações -, assim como sistemas de segurança.

*Estagiária sob a supervisão de Mario Toledo

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

InfoGripe aponta tendência de crescimento nos casos de SRAG no país

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O Boletim Infogripe, divulgado hoje (4) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), aponta a retomada do crescimento no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda (SRAG) no país, sendo a maior parte deles, 77,6%, positivos para Sars-CoV-2, vírus causador da covid-19. O boletim desta semana mostra que a possível interrupção do crescimento sinalizada na última edição não se manteve

A análise é referente ao período de 19 a 25 de junho. Nesse período houve crescimento tanto na tendência de longo prazo, considerados os casos das últimas seis semanas, quanto na tendência de curto prazo, consideradas as últimas três semanas.

Segundo o Infogripe, a prevalência entre os casos com resultado positivo para vírus respiratórios foi de 2,4% para influenza A, 0,1% para influenza B, 7,6% para vírus sincicial respiratório (VSR) e 77,6% para Sars-CoV-2 (covid-19). Entre as mortes registradas no período, a presença destes mesmos vírus entre os positivos foi de 1% para influenza A, 0,1% para influenza B, 1,4% para vírus sincicial respiratório (VSR) e 94,5% para Sars-CoV-2 (Covid-19).

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Entre os bebês e crianças de 0 a 4 anos de idade, o boletim mostra que os casos de covid-19 se aproximam dos de VSR. Esses dois vírus corresponderam a 36% e 39%, respectivamente.

Os dados mostram que 16 das 27 unidades federativas apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo: Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

Nos estados das regiões Sudeste e Sul há indícios de possível interrupção na tendência de crescimento nas últimas semanas, que devem ser reavaliados nas próximas atualizações para confirmação.  

Apesar do crescimento dos casos de SRAG no país, o boletim mostra que entre a população adulta observa-se sinal de desaceleração, especialmente nas faixas etárias a partir de 50 anos. Nas crianças e adolescentes observa-se manutenção sinal de queda entre os grupos de 0 a 4 e 5 a 11 anos.

Em 2022, de acordo com o boletim, foram notificados 175.110 casos de SRAG, sendo 86.005 (49,1%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 65.440 (37,4%) negativos, e ao menos 14.317 (8,2%) aguardando resultado laboratorial.

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Este ano, referente aos casos de SRAG, foram registradas 28.812 mortes, sendo 21.957 (76,2%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 5.442 (18,9%) negativos, e ao menos 597 (2,1%) aguardando resultado laboratorial.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Casos suspeitos de varíola dos macacos sobem para 49 no estado do Rio

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A Secretaria de Saúde do Rio informou há pouco que, até este domingo (3), o número de casos suspeitos de varíola dos macacos (monkeypox) notificados no estado subiu para 49. Até a última sexta-feira (1º), eram 39 casos notificados da doença.

Dos 49 casos, 16 foram confirmados, sendo dez pacientes no município do Rio, incluindo o que veio de Londres, Inglaterra, para a capital; três em Maricá, na Região dos Lagos; um em Queimados, residente em Portugal, e um em Nova Iguaçu, ambos municípios da Baixada Fluminense; e um em Niterói, região metropolitana do Rio, que veio da Inglaterra. Dez casos seguem em investigação e 23 foram descartados.

Os casos confirmados e suspeitos são monitorados diariamente pela Secretaria de Saúde e pelas equipes de Vigilância em Saúde dos municípios, informou o órgão, por meio da assessoria de imprensa.

A secretaria lembrou, entretanto, que embora a doença tenha sido identificada pela primeira vez em macacos, o surto atual não tem relação com esses animais. 

Edição: Graça Adjuto

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Fonte: EBC Saúde

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