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Flagra! Peugeot 2008 reestilizado aparece sem camuflagem em novos testes

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Diogo Dias

A grade dianteira do Peugeot 2008 fica mais elevada, aproximando o modelo dos irmãos maiores, 3008 e 5008

Com dois anos de atraso em relação ao modelo europeu, teremos uma renovação na linha do Peugeot 2008 em breve, ainda no primeiro semestre. As poucas mudanças não escaparam dos olhos atentos do fotógrafo Diogo Dias, que flagrou duas unidades perambulando nos arredores da fábrica do Grupo PSA, em Porto Real (RJ).

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A grade mais destacada no balanço da dianteira aproxima o Peugeot 2008
de seu irmão, o 3008. O aparato que antes era integrado às linhas do capô se eleva, aumentando a protuberância e acrescentando um visual mais robusto ao SUV. Na traseira, apenas mudanças leves na disposição das luzes. Pelo menos nos urbanos, a Peugeot optou por utilizar as mesmas rodas do modelo 2019, mas é praticamente certo que elas serão redesenhadas.


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Diogo Dias

Apenas a disposição das lanternas do Peugeot 2008 serão diferentes na traseira. Pouco muda no geral

Os motores deverão ser os mesmos 1.6 aspirado de 118 cv de potência e 16,1 kgfm de torque (disponível em versões manual e automática) e THP de 173 cv e 24,5 kgfm (exclusivamente manual). O propulsor mais potente poderá ganhar um novo câmbio automático de seis velocidades, preenchendo a lacuna que existe na linha 2008.

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Diogo Dias

A foto do interior do novo Peugeot 2008 mostra que o modelo terá poucas mudanças. Terá um novo sistema multimídia


Salvando a PSA

Mesmo crescendo globalmente, a situação do Grupo PSA é delicada na América Latina. De acordo com a Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos), tanto Peugeot quanto Citroën perderam espaço de mercado brasileiro. Ainda de acordo com a entidade, a Peugeot caiu das 26.855 unidades emplacadas em 2017 para 23.674 em 2018. A Citroën
foi de 22.556 emplacamentos para apenas 20.336. Essa queda surge no contraste de um crescimento de 13,7% em 2018 do mercado como um todo.

A Argentina é o mercado mais importante da PSA
na América Latina. Por lá, a Peugeot fechou 2018 na sétima colocação (61.168 unidades vendidas) enquanto a Citroën (27.604) surge logo abaixo, em oitavo.

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A forte crise que afeta o país vizinho, entretanto, pode ser um empecilho. Foram apenas 58.017 unidades comercializadas em janeiro, mostrando melhorias após um fraco volume de emplacamentos em 2018 (802 mil unidadades e as projeções para 2019 apontam entre 600 mil e 650 mil). Na comparação entre janeiro último e o mesmo mês do ano passado, o volume de vendas caiu pela metade. Resta saber se os rumos econômicos de ambos os países irão afetar a produção do Peugeot 2008
renovado por aqui.

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Lamborghini Miura que ficou 40 anos guardado vai a leilão

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Lamborghini Miura P400 S ficou sem pintura depois da restauração, apenas com o metal da carroceria polido
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Lamborghini Miura P400 S ficou sem pintura depois da restauração, apenas com o metal da carroceria polido

Conhecido como o primeiro supercarro com motor central, o Lamborghini Miura não é aquele tipo de clássico que se costuma ver abandonado. Mas uma rara unidade P400S ficou 40 anos guardada e, depois de restaurada, vai ser leiloada, ainda sem pintura, mas com todo o resto em perfeito estado.

O Lamborghini Miura P400S em questão teve como primeiro dono uma jovem de 19 anos que foi estudar na Califórnia (EUA) e ganhou o carro de presente dos pais iranianos. Ela ficou com o superesportivo por dois anos até que sofreu um pequeno acidente e o carro precisou ir para a oficina.

Então, a raridade acabou sendo vendida logo em seguida de feitos os reparos e o novo dono pediu algumas peças para a Lamborghini, em 1977, mas nunca chegou a usá-las no carro, que ficou parado por mais de 40 anos. Depois disso, em 2019, o modelo começou a passar por um processo de restauração longo e completo.

A versão P400 S de 1971 é uma das apenas 50 que foram fabricadas antes da chegada da SV. E durante a restauração trataram de reforçar a estrutura original e de instalar carburadores Webber ainda maiores junto com os coletores e cabeçotes do SV, o que o torna ainda mais especial.

O leilão vai acontecer no próximo dia 14 de agosto, em Monterey, na Califórnia. E mesmo com a decisão de ter deixado o Lamborghini Miura sem pintura, apenas com o metal polido, estima-se que o carro seja arrematado por algo entre US$ 1,8 milhão e US$ 2,2 milhão, ou cerca de R$ 11,5 mihões numa conversão simples.

Fonte: IG CARROS

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Vendas se recuperam no acumulado do ano, mas volume ainda é baixo

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Falta de semicondutores foi um dos vilões para a dificuldade na produção de veículos hoje em dia
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Falta de semicondutores foi um dos vilões para a dificuldade na produção de veículos hoje em dia

De acordo com um levantamento da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Fenabrave, os emplacamentos de veículos automotores, considerando todos os segmentos automotivos, encerraram o mês de julho próximo da estabilidade, na comparação com junho (baixa de 0,02%).

Outro dado apontado pela entidade foi a queda de 7,3% no volume de automóveis emplacados , segmento que, conforme ranking histórico, registrou o pior mês de julho desde 2005. A explicação é a escassez de produtos nas concessionárias, por conta das dificuldades que a indústria enfrenta para a obtenção de peças e componentes como o de semicondutores .

Já os comerciais leves , que apresentam menor dependência de componentes eletrônicos, mantêm a recuperação e mostram que o bom momento poderia ser estendido às vendas de automóveis , caso houvesse disponibilidade de produtos.

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Em julho, conforme os dados da Fenabrave, foram vendidos 162.404 automóveis e comerciais leves ante 169.575 do mês anterior, o que representa uma queda de 4,23%. No acumulado dos sete primeiros meses de 2021 foram 1.169.052 unidades, contra 926.277 do mesmo período de 2020, ou seja, houve um aumento de 26,2%. 

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Linha de montagem de motos foi a que menos foi afetada pela falta de semicondutores na indústria
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Linha de montagem de motos foi a que menos foi afetada pela falta de semicondutores na indústria

Na contramão da crise na indústria automotiva, o mercado de motocicletas continua aquecido e com boa disponibilidade de crédito, com aprovação média de 4,8 propostas para cada 10 enviadas aos agentes financeiros .

Porém, assim como acontece com os automóveis, as montadoras de motocicletas também enfrentam problemas na obtenção de peças e componentes para regularizar sua produção, frente à alta demanda.

Ainda segundo a Fenabrave foram vendidas 112.586 motos em julho de 2021, ante 106.716 unidades de junho, volume 5,5% maior. Já entre janeiro de julho de 2021 (629.917) e o mesmo período do ano passado (435.445), houve alta de 44,7%.

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“O número de emplacamentos, até agora, mostra que o setor, no geral, mantém sua trajetória de recuperação , com um volume total próximo ao que registramos nos últimos anos, antes da pandemia.

E se a produção estivesse normalizada, principalmente, para automóveis, poderíamos ter um crescimento ainda maior do que o previsto para este ano”, afirma Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave.

Fonte: IG CARROS

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