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Economia

Foliões relatam golpes com cartões durante o Carnaval; confira dicas para evitar

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Golpe da troca de cartões, da dupla operação e do valor errado estão entre os mais comuns aplicados durante o Carnaval
MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL

Golpe da troca de cartões, da dupla operação e do valor errado estão entre os mais comuns aplicados durante o Carnaval

Além de prestar atenção em possíveis furtos no meio da aglomeração, quem está curtindo o Carnaval de rua pelo Brasil também precisa ficar atento a outro tipo de golpe: o que acontece durante as compras na folia. De acordo com a a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), situações como a cobrança dupla, a troca de cartões e a fraude do valor errado estão entre as mais comuns durante a festa.

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Nas redes sociais, internautas relataram alguns golpes sofridos durante o Carnaval
. A jornalista Olga Bagatini, por exemplo, escreveu em sua conta no Twitter como seu cartão foi trocado por um vendedor ambulante enquanto ela tentava realizar uma compra.

Segundo ela, o vendedor “arruma uma desculpa qualquer como ‘wi-fi não tá pegando’, se afasta um pouco e troca seu cartão
por um idêntico ao seu.” Enquanto isso, ele presta atenção na senha digitada pelo cliente.

A jornalista contou que, mesmo tendo percebendo quase que instantâneamente que seu cartão havia sido trocado, isso não a poupou de cair no golpe
: enquanto ela falava com seu banco no telefone, para bloquear todos os cartões, foi avisada que mais de R$ 3 mil já haviam sido gastos “em dez minutos”. Confira o depoimento completo de Bagatini:




Outros usuários da rede social também se manifestaram sobre os golpes no Carnaval
.





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Entenda os tipos mais comuns de golpe no Carnaval e confira dicas para evitar problemas


Instituições financeiras disponibilizaram dicas para que seus clientes não caiam em golpes durante o Carnaval
Divulgação

Instituições financeiras disponibilizaram dicas para que seus clientes não caiam em golpes durante o Carnaval


Segundo a Febraban
, o golpe mais comum tem sido esse da troca de cartões
: na hora de realizar o pagamento, o vendedor ambulante se aproveita ou provoca alguma distração no cliente para conseguir trocar o cartão por outr qualquer.

Então, ele presta bastante atenção na hora que o consumidor digita sua senha no cartão errado, ou faz, sem que o cliente perceba, com que ele digite a senha no campo de valor, em que aparecem os números digitados, e não asteriscos.

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Assim, com a senha e o cartão em mãos, o golpista consegue fazer compras e gastar o dinheiro do cliente até que ele perceba o ocorrido.

Já no golpe da dupla operação ou valor errado,  o ambulante pode fingir que a maquininha deu algum problema e diz que o cartão não passou na primeira vez. Então, ele pega outro  aparelho e cobra novamente o valor. Também pode acontecer de ele se aproveitar de uma eventual distraçãod e um cliente e cobrar um valor maior do que o devido.

Para evitar esse tipo de fraude
, a Febraban lançou um vídeo e até uma marchinha de Carnaval para alertar os foliões sobre os golpes. Instiuições financeiras como Itaú e Santander também já estão avisando seus clientes dos possíveis problemas. 



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Confira algumas dicas dos bancos para evitar cair nos golpes:

  • Fique atento ao seu cartão ao entregá-lo para fazer um pagamento: quando recebê-lo de volta, cheque seu é mesmo o seu nome nele;
  • Preste atenção no visor da maquininha: verifique se está digitando a senha na tela certa e se ela não está visível (é preciso que ela esteja aparecendo em forma de asteríscos);
  • Desconfie caso o cartão seja passado mais de uma vez na máquina;
  • Confira se a compra foi aprovada após digitar a senha e peça o recibo para checar novamente;
  • Guarde seus documentos em um lugar seguro.

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Apesar de não ser compartilhada pelos bancos, há outra dica para evitar a troca de cartões no Carnaval
que está circulando nas redes sociais: colar um adesivo para que seja mais fácil identificar seu cartão. Veja:






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Economia

Rio de Janeiro reduz para 18% alíquota do ICMS sobre combustíveis

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O governo do Rio de Janeiro reduziu a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de 32% para 18%. A medida está no Decreto 48.145, publicado hoje (1º) em edição extra do Diário Oficial do estado.

“Fica fixada em 18% (dezoito por cento) a alíquota máxima do ICMS para operações e prestações internas com combustíveis, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo, preservadas as alíquotas inferiores estabelecidas na Lei nº.2.657/1996, para as mesmas operações e prestações”, diz o decreto.

Segundo o governador Cláudio Castro, a redução no preço da gasolina será, em média, de R$ 1,19.

Ele ressaltou que a redução está saindo por decreto, mas que vai como projeto de lei para a Assembleia Legislativa. “O preço médio [do litro] da gasolina no Rio de Janeiro hoje é R$ 7,8. Acreditamos que, com essa redução, haverá uma diminuição de R$ 1,19, fazendo com que o preço médio seja de R$ 6,61”, disse Castro.

O governador informou que o Procon-RJ inicia segunda-feira (4) a Operação Lupa na Bomba, para verificar se a redução foi repassada para os consumidores. A ação terá apoio das forças policiais civis e militares. “Quem não estiver segunda-feira com o preço novo, será multado”, afirmou Castro.

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Estima-se que o estado deixe de arrecadar R$ 3,9 bilhões apenas neste ano com a redução do imposto.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Economia

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Economia

Intenção de consumo das famílias cresce 2,9%

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A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) cresceu 2,9% de maio para junho deste ano e atingiu 80,2 pontos em uma escala de 0 a 200. É a sexta alta consecutiva do indicador, que atingiu o maior patamar  desde maio de 2020 (81,7 pontos). Os dados, divulgados hoje (1º), são da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Os sete componentes do indicador tiveram alta de maio para junho, com destaque para as avaliações sobre perspectiva profissional (5,4%), renda atual (3,5%) e emprego atual (3%).

Comparação

Na comparação com junho de 2021, a ICF cresceu 18,8%, puxada pelos mesmos componentes: perspectiva profissional (30,9%), emprego atual (24,2%) e renda atual (23,4%).

Segundo a CNC, o indicador cresceu em todos os meses do ano, apesar da inflação e dos juros mais altos. “Isso pode ser atribuído às medidas de suporte à renda e à evolução positiva do mercado de trabalho. No primeiro semestre, o avanço na intenção de consumo foi de 10,1%”, informou nota da CNC.

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Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Economia

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