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Ford EcoSport sairá de linha nos EUA e ficará próximo do fim no mundo todo

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Fim da produção do EcoSport na Índia compromete venda do SUV nas Américas
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Fim da produção do EcoSport na Índia compromete venda do SUV nas Américas

O encerramento da produção do EcoSport na Índia pode cravar o fim do modelo nas Américas em 2022. O SUV compacto da Ford é produzido em Chennai, fábrica que está marcada para ser fechada até o primeiro semestre de 2022 . De lá, são importados os EcoSport que abastecem os mercados norte-americano e argentino.

Segundo o site Carscoops, o EcoSport deve deixar de ser vendido nos Estados Unidos e Canadá na metade de 2022. Para a Argentina, a Ford anuncia que o SUV compacto indiano continuará a ser vendido até meados de 2023, ou enquanto durarem os estoques.

A Argentina recebia o EcoSport brasileiro, produzido em Camaçari (BA) até janeiro de 2021. Com o fechamento da fábrica , a marca decidiu importar o modelo indiano para dar ‘sobrevida’ ao SUV na América Latina. O Brasil acabou ficando de fora dessa estratégia.

O encerramento da produção do EcoSport na Índia ainda não marca o seu fim no mercado global. Ele também é produzido em Craiova (Romênia), onde abastece todo o mercado europeu. 

A Ford não tem interesse em importar o modelo romeno para os Estados Unidos, uma vez que o EcoSport nunca foi um exemplo de sucesso no segmento. Em 2019, o modelo emplacou 64 mil unidades, ficando muito atrás do Chevrolet Trax, líder da categoria que emplacou 116 mil unidades. 

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A história do EcoSport

Ford EcoSport inaugurou a categoria dos SUVs compactos dez anos antes de Jeep Renegade, Honda HR-V e Nissan Kicks
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Ford EcoSport inaugurou a categoria dos SUVs compactos dez anos antes de Jeep Renegade, Honda HR-V e Nissan Kicks

Após 17 anos no mercado, o Ford EcoSport se despediu do nosso país sem deixar um substituto direto. Como parte da reestruturação global, a fabricante optou por fechar as linhas de produção em Camaçari (BA) e Taubaté (SP), encerrando sua participação na indústria nacional.

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O EcoSport foi um verdadeiro sucesso de vendas, principalmente em sua primeira geração. Ele foi idealizado pelo engenheiro Marcio Alfonso, hoje CEO da Caoa Chery, como um projeto brasileiro que teria adesão do resto do mundo. Em pouco tempo, o EcoSport se tornou um dos principais produtos globais da Ford.

A Ford aproveitou outras marcas para fortalecer a imagem do EcoSport. O sistema de tração integral do modelo 2004 foi desenvolvido pela Mazda , na época em que a Ford mantinha 34% das ações globais da fabricante japonesa.

A primeira reestilização do Ford EcoSport teve inspirações claras no Land Rover Freelander
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A primeira reestilização do Ford EcoSport teve inspirações claras no Land Rover Freelander

Em sua primeira reestilização, o EcoSport passou a levar seu nome à frente do capô, em um arranjo semelhante ao Land Rover Freelander. A mudança não feriu nenhum caráter jurídico, pois a Ford era proprietária da marca inglesa. Em 2008, a Jaguar Land Rover foi vendida para o grupo indiano Tata Motors. 

O EcoSport , modelo que abriu as portas para Renegade, HR-V e T-Cross, deixará uma legião de fãs órfãos, que não o encontrarão nas concessionárias nos próximos anos.

Fonte: IG CARROS

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Fiat Cronos tem desconto de R$ 5 mil na versão de entrada

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Fiat Cronos tem tem motor 1.3 de quatro cilindros de 109 cv  com câmbio manual de cinco marchas
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Fiat Cronos tem tem motor 1.3 de quatro cilindros de 109 cv com câmbio manual de cinco marchas

Apesar da falta de microchips semicondutores na indústria, o Fiat Cronos pode ser encontrado com pouca fila de espera nas concessionárias da marca. Para o fim do mês de setembro, a versão mais em conta do Cronos 1.3 2022 teve seu preço reduzido de R$ 75.990 para R$ 71.051 – ou seja, quase R$ 5 mil de desconto.

Este desconto, por outro lado, mostra como o preço do Cronos 1.3 subiu nos últimos meses. Em julho, o sedã compacto argentino estava sendo anunciado por R$ 68.246 no site de ofertas da Fiat. Hoje o valor é bem superior, mesmo com a promoção.

O Cronos tem motor 1.3 de quatro cilindros de 109 cv de potência e 14,2 kgfm de torque, com câmbio manual de cinco velocidades. Segundo o Inmetro, o modelo pode marcar 8,9 km/l no etanol e 12,5 km/l na gasolina na cidade. Em circuito rodoviário, os números vão para 10,4 km/l no etanol e 14,7 km/l na gasolina.

Ele ainda conta com um pacote de equipamentos interessante, com assistente de partida em rampa, sensor de estacionamento traseiro, monitoramento de pressão dos pneus, volante multifuncional, central multimídia UConnect com espelhamento da tela do celular e computador de bordo.

O Cronos também se destaca pelo porta-malas de 525 litros, o maior da categoria. Equipamentos como ajustes elétricos do retrovisores, rodas de liga leve, repetidores laterais das setas e câmera de ré são opcionais que não aparecem na versão em promoção.

Fonte: IG CARROS
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MP Lafer: conheça a história da réplica brasileira do roadster inglês MG TD

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O MP utilizava chassi e motor VW refrigerado a ar e carroceria feita de fibra de vidro, o que o torna leve e livre de ferrugem
http://mplafer75.blogspot.com/2012/

O MP utilizava chassi e motor VW refrigerado a ar e carroceria feita de fibra de vidro, o que o torna leve e livre de ferrugem

Conversíveis sempre foram símbolos de esportividade. E numa época em que a importação oficial brasileira era proibida, um dos poucos conversíveis que poderiam ser adquiridos era a réplica do MG série T da fábrica Lafer, o MP Lafer.

A história do MP Lafer do Brasil começou nos idos de 1970, mais precisamente em 1972 com a fabricação do belo roadster MP que replicava o MG TD 1952. Mas para que este sonho fosse alcançado, Percival Lafer – um empresário no ramo da construção de móveis – decidiu fabricar um carro fora-de-série que atendesse ao gosto dos jovens da época.

Com uma equipe de profissionais altamente especializados na construção com plástico reforçado com fibra de vidro, logo o MP não demoraria para ganhar o sucesso.

A dúvida era qual carro poderia ser fabricado. Não demorou muito e Percival logo se decidiu pelo MG TD 1952 , um carro pertencente à Sra. Ivone, esposa de um funcionário da Lafer – João Arnault – o qual a tinha presenteado pelo seu aniversário. Tudo isso só veio à tona por causa do atraso de Arnault em chegar à empresa, pegando assim o carro de Ivone para chegar a tempo.

Logo trataram de desmontar o MG para que o projeto fosse colocado em prática com os novos moldes dos futuros MP. Com isso, em 1974 começavam a ser produzidas as primeiras unidades do MP , logo após a aprovação do público durante o Salão do Automóvel em SP , ocorrido em 1972.

Traseira também seguia o padrão adotado no clássico MG TF inglês de meados dos anos 50
Renato Bellote

Traseira também seguia o padrão adotado no clássico MG TF inglês de meados dos anos 50

Basicamente o MP utilizava chassi e motor VW refrigerado a ar de 1,5 litro , instalado na traseira que proporcionava um bom desempenho, segundo a fábrica. Equipado com este motor de 1.500 cc e 52 cv – carburação simples – o MP Lafer chegava a  115 km/h.

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Outra vantagem do carrinho era a distribuição do seu peso bruto de apenas 1.080 kg, graças à carroceria feita de fibra de vidro e resina de poliéster, dividida em duas partes, para posteriormente ser laminada. Isso era importante para dar maior resistência ao conjunto.

Suas dimensões eram de 3.910 mm de comprimento, 1.570 mm de largura e 1.350 mm (sem a capota e com o para-brisa abaixado – 1.090 mm).  Só por curiosidade, quando o roadster da Lafer esteve exposto no Brasil Export, em Bruxelas , no ano de 1973, os brasileiros tiveram ainda a satisfação de receber os elogios do pessoal da MG, pela perfeição com que sua réplica havia sido feita.

Por dentro, o painel revestido em madeira era bastante nostálgico, lembrando o carro que o originou. No centro do painel estavam medidor de combustível, de temperatura, relógio (opcional), indicador de pressão do óleo, voltímetro e, ao lado, como não poderia deixar de estar, velocímetro e o conta-giros com mostradores maiores.

Painel de madeira tem vários instrumentos como no esportivo original inglês
Renato Bellote

Painel de madeira tem vários instrumentos como no esportivo original inglês

Diferente do MG , o espaço para motorista e passageiro era excelente e os bancos individuais e anatômicos eram muito confortáveis. O volante da marca Panther era esportivo e bem acabado – revestido em madeira – além da boa funcionalidade, graças à posição, quase vertical. A alavanca de câmbio também é da VW, e bem localizada, com fácil alcance da mão.

Os pedais ficavam em posição ergonômica e confortável. O freio de mão, por sua vez, era localizado um pouco abaixo do painel, dificultando o acionamento do mesmo. Enfim, um carro sem mais e nem menos, justo à sua proposta de carro-esporte. Outra diferença em relação ao MG original era a adoção de janelas laterais de vidro, no lugar das cortinas de plástico abotoáveis.

Nas primeiras unidades, as portas tinham abertura no sentido contrário (do tipo suicida), como acontecia nos MG originais, porém mais tarde esta peculiaridade foi abolida por questões de segurança.         

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Com espaço para apenas o motorista e passageiro, o MP era um carro tipicamente esportivo e agradava não só aos jovens, mas também a um público mais conservador, graças às linhas clássicas como, por exemplo, os para-lamas salientes que desciam suavemente até a soleira das portas formando um só conjunto.

O para-brisa, quando retirada a capota (revestida de lona), podia ser baixado, assim como acontece com os Jeep Willys . Uma das características do MP era o estepe que era localizado atrás do cofre do motor (traseiro), que, protegido por uma tampa saliente, deixava à mostra as belas rodas. E por falar nelas, opcionalmente o roadster vinha equipado com rodas 15 x 4,5 polegadas (14 x 6 opcional) calçando pneus 5,60 x 15 (175 x 14 opcional).

Logo depois das 40 unidades produzidas, o MP deixava de usar o motor VW 1.300 e recebia o motor VW 1.600 (1.585 cm³). Sua potência máxima era de 60 cv a 4.600rpm , e torque máximo de 12 kgfm a 2.600 rpm . Mas o chassi do Fusca foi mantido.

Percival Lafer - um empresário no ramo da construção de móveis – decidiu fabricar um carro fora-de-série
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Percival Lafer – um empresário no ramo da construção de móveis – decidiu fabricar um carro fora-de-série

Equipado com dupla carburação, o MP 1.600 passou a desenvolver a velocidade final de 122 km/h . Houve ainda um projeto de se utilizar o motor do Fusca 1600-S , porém isso acabou não acontecendo por problemas de fornecimento.

No final de 1975 a empresa Lafer acumulava 110 unidades vendidas , sendo três delas para o Japão e Estados Unidos. Já no ano seguinte, das 371 unidades produzidas , 12 foram exportadas . Tamanho foi o sucesso, que empresários de olho neste mercado decidiram dedicar-se à produção de um carro similar ao MP. Foi assim que surgiram o MG Agnus , o Pantera , o Enseada e o Avallone , entre outros.

Em maio de 1977 chegou a versão TI , uma nova opção que era desprovida de cromados e de linhas mais simples, destinada a um público mais jovem. O novo carro fazia lembrar um Excalibur ou Clenet.

O sucesso do novo carro, não só no Brasil como nos vários países da Europa e EUA, fez com que a Lafer exportasse 1.000 exemplares de um total de 4.300 produzidos durante os 16 anos de sua fabricação (1974 a 1990). Devido aos altos custos tornou-se inviável dar seguimento à produção.

Fonte: IG CARROS

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