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Ford Mustang terá motor híbrido, de alto desempenho, em 2020

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O lendário Ford Mustang também se rende à era dos híbridos com uma versão com motor elétrico

Atenção, entusiastas do Mustang: a Ford vai incorporar a tecnologia híbrida na nova geração do esportivo-símbolo dos americanos. Uma decisão inicialmente recebida com ceticismo, considerando que o modelo é conhecido pelo alto desempenho (até nas telas do cinema). Mas, ao que parece, o Ford Mustang Hybrid chega em 2020, disposto a manter sua fama.

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A Ford promete que a versão híbrida vai fornecer potência V8 e torque melhores que os seus atuais modelos icônicos. Atualmente, o Ford Mustang
é líder mundial de vendas entre os esportivos — graças também à variedade de configurações e preços que oferece.

No topo da gama está o GT de 466 cv, além da versão especial Shelby V8 com 700 cv, o mais potente da história do modelo. A tarefa para convertê-los para híbrido não é fácil. Segundo a Ford, porém, a empresa possui várias patentes para colocar nas ruas o Mustang híbrido.

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“A tecnologia pode ainda não estar no ponto em relação aos verdadeiros supercarros EV viáveis, mas combinar o melhor de um motor de combustão interna e um motor elétrico vai permitir um aumento de potência considerável”, diz a Ford.

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Híbridos: tendência para o futuro


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A Ferrari vai lançar em 2019 um supercarro com a motorização híbrida, desenvolvido a partir do modelo 488 Pista

Cada vez mais, os fabricantes de automóveis estão correndo para desenvolver a tecnologia híbrida em preparação para o aumento das exigências de emissões e dos padrões de combustível.

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A McLaren, por exemplo, disse que espera que metade dos modelos que constrói tenha a energia híbrida até 2022. O primeiro deles será o McLaren F1
LM, com novo motor V8 de dois litros turbo e propulsão elétrica.

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Por sua vez, a Ferrari vai apresentar um superesportivo com motorização V8 híbrida. O modelo será um carro de produção normal, desenvolvido a partir do 488 Pista e com potência acima dos 720 cv.

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“Segure seus cavalos”


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O SUV Model Y foi apresentado nos estúdios de design da Tesla em Los Angeles e deve chegar ao mercado em 2022


Em 14 de março último, a Tesla
, empresa de Elon Musk pioneira em carros elétricos, revelou os detalhes do Tesla Y, segundo utilitário da marca. No mesmo dia, a Ford twittou em sua rede social um emblema azul brilhante do Ford Mustang
, com os dizeres: Mensagem da Ford? “Segure seus cavalos”. Provocação? Se sim, meio ambiente e consumidores agradecem a disputa positiva.

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Mini Cooper SE: aceleramos a grata surpresa 100% elétrica

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Mini Cooper SE é o primeiro de vários modelos 100% elétricos que estão previstos para o Brasil
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Mini Cooper SE é o primeiro de vários modelos 100% elétricos que estão previstos para o Brasil

A Mini tem um plano de eletrificação ousado para essa década. A fabricante britânica deverá lançar seu último modelo com motor a combustão em 2025. Em meados de 2027, os executivos esperam que mais de 50% das vendas globais sejam de produtos elétricos. Até 2030, todo o catálogo global da Mini será formado apenas por veículos movidos que não gastam uma gota de combustível.

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O primeiro capítulo dessa história acaba de desembarcar no Brasil, com o lançamento do Cooper SE . O compacto parte de R$ 239.990 na versão de entrada Exclusive , passa por R$ 264.990 na versão intermediária Top e chega a R$ 269.990 na versão topo de linha Top Collection .

O Cooper elétrico tem as mesmas proporções do modelo convencional, mas ganhou alguns milímetros de altura para alocar as baterias sem raspar. Ele também é mais pesado que o Cooper a combustão, com 1.365 kg ante apenas 1.175 kg.

Um elétrico diferente

O Mini Cooper SE tem algumas diferenças na comparação com outros elétricos, como Renault Zoe e Nissan Leaf . O compacto inglês é um veículo térmico adaptado para rodar com eletricidade, enquanto os outros dois foram desenvolvidos como modelos puramente elétricos.

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Por este motivo, as baterias do Mini Cooper SE são bem menores, pois precisam caber na mesma estrutura do modelo a gasolina. Elas são alocadas abaixo do assoalho, em formato de “T”, enquanto as baterias da dupla Zoe e Leaf preenchem completamente a parte inferior.

O conjunto de baterias subdividido em 12 módulos tem capacidade energética de 29 kWh. Este arranjo facilita a manutenção , uma vez que se for identificada alguma falha em um dos módulos, basta substituir o componente sem afetar os outros. A bateria tem garantia de 8 anos ou 100 mil km.

Em uma unidade de recarga rápida, o Mini Cooper SE pode recuperar até 80% da energia em 30 minutos. No wall-box residencial, a mesma recarga dura em torno de 2 horas e 10 minutos, enquanto em uma tomada convencional (que precisa ser aterrada), a carga leva em torno de 14 horas.

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Mini Cooper SE preserva a vibe esportiva do modelo com motor a combustão; dirigibilidade é destaque
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Mini Cooper SE preserva a vibe esportiva do modelo com motor a combustão; dirigibilidade é destaque

O motor elétrico desenvolve 184 cv de potência e 27 kgfm de torque, com velocidade máxima de 150 km/h limitada eletronicamente. Segundo a fabricante, o compacto pode atingir 100 km/h em 7,3 segundos.

A dirigibilidade sempre foi a principal característica dos modelos Mini – e fico contente que isso não tenha sido esquecido na versão elétrica. A vibe do Cooper SE é exatamente a mesma do modelo térmico, mas sem os ‘estalos’ metálicos no escapamento. 

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Pisando fundo, as rodas dão uma leve destracionada graças a o torque instantâneo, entregue em ‘zero rotação’. Este comportamento emula o hatch movido a gasolina.

Graças ao centro de gravidade mais baixo, o Mini Cooper SE é mais estável que o modelo a combustão. Sua dirigibilidade é bem direta e responsiva, o tal “go-kart feeling” que o time de engenharia gosta de destacar.

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A suspensão rígida transmite todas as irregularidades do solo para a cabine, mas o Cooper SE não deixa de ser um modelo confortável para o dia a dia. Infelizmente, sua autonomia é baixa: são 234 km de capacidade de circulação, contra 300 km do Renault Zoe e 304 km do JAC e-JS1 .

Despojado

Confira o pacote de equipamentos de cada uma das versões do Mini Cooper SE 2022
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Confira o pacote de equipamentos de cada uma das versões do Mini Cooper SE 2022

O pacote Exclusive (R$ 239.990) de entrada conta com painel digital de cinco polegadas, teto solar panorâmico, sensor e câmera de ré, ar-condicionado de duas zonas (o único da categoria), conjunto de iluminação full-LED, conectividade Apple CarPlay e um carregador portátil adaptado para as tomadas brasileiras.

A versão Top (R$ 264.990) inclui head-up display , sistema de áudio premium Harman/Kardon, LEDs direcionais, sistema de navegação e rodas exclusivas aro 17. O pacote Top Collection (R$ 269.990) ainda traz teto multi-tom e bancos de couro em combinações diferenciadas.

Julgando que o Mini Cooper  convencional tem preço base de R$ 214.990, a versão 100% elétrica surge com um pacote super competitivo. Quando a próxima geração do hatch for lançada, você não terá mais a opção de escolher o modelo a gasolina.

Vale lembrar que as lanternas traseiras do Mini Cooper trazem a bandeira do Reino Unido, nação que vai proibir a venda de carros a gasolina a partir de 2030. Alguns modelos híbridos serão tolerados até meados de 2035, mas a Mini pretende se antecipar. O Brasil precisa participar dessa transformação.

Mini Cooper SE Preço: a partir de R$ 239.990 Motor: elétrico, tração dianteira Potência: 184 cv Torque: 27 kgfm Transmissão: automática Freios: discos ventilados (dianteira), disco sólido (traseira) Suspensão: McPherson (dianteira), multibraço (traseira) Dimensões: 3,84 m de comprimento, 1,72 m de largura, 1,41 m de altura e 2,49 m de entre-eixos Porta-malas: 211 litros Vel. Máx: 150 km/h 0 a 100 km/h: 7 segundos.

Fonte: IG CARROS

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O Lamborghini mais caro do mundo é feito de ouro maciço e pedras preciosas

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Lamborghini Aventador de ouro teria sido vendida por R$ 15 milhões na época
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Lamborghini Aventador de ouro teria sido vendida por R$ 15 milhões na época

Em 2013, o engenheiro Robert Wilhelm Gulpen resolveu esculpir uma joia tomando como base a temática de um dos superesportivos mais desejados do mundo: o então Lamborghini Aventador.

A réplica na escala 1:8 foi esculpida a partir de um bloco de 500 quilos de ouro e anodizado com pedras preciosas nos detalhes dos assentos, o que causou certo alvoroço e polêmica, porque afinal até mesmo os multimilionários e fãs do trabalho de Gulpen ainda resistiriam em ter de gastar o equivalente na época US$ 7,5 milhões, uma média de R$ 15 milhões.

De acordo com o engenheiro, a obra preciosa ainda ganharia toda personalização e completamente elaborado de acordo com o gosto do excêntrico comprador. O veículo fez história ao atingir três recordes mundiais, como: a versão mais cara para a escala, a blindagem mais segura e o logotipo mais valioso.

Lamborghini Aventador de ouro chegou a bater três recorde de uma vez pela preciosidade que representa
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Lamborghini Aventador de ouro chegou a bater três recorde de uma vez pela preciosidade que representa

Ainda segundo Robert Wilhelm Gulpen, do montante, US$ 2,6 milhões estariam no valor total do preço das pedras e ouro. De todo o dinheiro arrecadado, US$ 650 mil seriam doados para uma instituição de caridade.

Hoje, não há vestígios do modelo de carro Lamborghini mais caro do mundo, nem com a montadora nem com o Guinness. De acordo com o site Autoevolution, não há paradeiro da miniatura e tampouco se foi vendido em leilão pelos US$ 7,5 milhões do lance pretendido.

A miniatura é uma joia bem valiosa, cujo paradeiro ainda são se sabe ao certo até agora
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A miniatura é uma joia bem valiosa, cujo paradeiro ainda são se sabe ao certo até agora

Parece que este foi, na melhor das hipóteses , um sonho que nunca se tornou realidade ou, na pior das hipóteses, uma retração de relações públicas que não funcionou como planejado. Seja o que for, é a prova de que algumas coisas são ultrajantes demais para existir. Ou, como se costuma dizer, nem tudo que reluz é ouro.

Fonte: IG CARROS

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