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Agronegócio

Fórum Agro MT reúne-se para avaliar proposta do novo Fethab

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Fórum Agro MT reúne-se para avaliar proposta do novo Fethab


Créditos: Fórum Agro MT

11 de Janeiro de 2019

As alterações feitas pelo Governo do Estado de Mato Grosso em Projeto de Lei para o Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab), entregue ontem (10/01) à Assembleia Legislativa (ALMT), estão sendo analisadas pelas lideranças que compõem o Fórum Agro MT. Uma contraproposta do setor ao projeto será apresentada na próxima segunda-feira (14/01) ao governador e deputados.

 

O Fórum, formado por lideranças da Famato, Aprosoja, Ampa, Acrimat, Acrismat e Aprosmat, reuniu-se nesta sexta-feira (11/01) na Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato). Também participaram representantes dos setores de cana de açúcar (Sindalcool), madeira (Cipem), etanol de milho (Unem), feijão, trigo e irrigantes (Aprofir).

 

A decisão por apresentar uma contraproposta foi tomada na última terça-feira (08/01) juntamente com o governador Mauro Mendes e sua equipe econômica em uma reunião na Famato. Na ocasião, as entidades discordaram da proposta feita pelo Poder Executivo. Ao analisar os dados nesta sexta-feira, mantiveram a mesma decisão.

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“A nova proposta não leva em consideração o impacto negativo que causará na atividade. Foi feita para fechar as contas do governo e não podemos ficar a todo momento a mercê de decisões para cobrir o rombo do estado. O governo é novo, mas o estado é o mesmo. Até agora não ouvimos propostas para realmente acabar com o crescimento dos gastos. Na próxima semana vamos apresentar para o governo a nossa contraproposta”, afirmou o presidente do Sistema Famato e do Fórum Agro, Normando Corral.

 

Segundo o Projeto de Lei, o fundo passará a incidir sobre as operações de exportações e, além da soja, algodão, madeira e gado em pé, outros produtos primários como o milho, cana de açúcar e a carne para exportação também serão taxados. Mais da metade da finalidade do fundo, que até então era para obras de infraestrutura em estradas, será destinada para outros investimentos do governo.

 

O setor produtivo rural discorda da proposta de unificação das versões Fethab e Fethab 2, do prazo de permanência do imposto e do acréscimo da cobrança sobre as demais culturas.

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Fonte: Fórum Agro MT


Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215

Email: [email protected]

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Agronegócio

Com demanda superior à oferta, preços da laranja seguem em alta

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Mesmo com as mudanças de temperatura durante esta semana, que poderiam ter influenciado o consumo, a demanda por laranjas permaneceu superior à oferta. Diante disso, os preços da fruta seguem em alta.

De segunda a quinta-feira (15-18), a laranja pera teve preço médio de R$ 37,15/cx de 40,8 kg, na árvore, com aumento de 0,67% em comparação com o da semana passada. Para a lima ácida tahiti, os valores também seguem em elevação. Nesta semana, a tahiti tem média de R$ 45,55/cx de 27 kg, colhida, aumento de 9,74% frente à do período anterior.

Além da baixa oferta devido ao próprio calendário da colheita da fruta, alguns compradores ainda têm relatado dificuldades para encontrar lotes de boa qualidade.

Fonte: AgroPlus

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Agronegócio

Custos de produção da suinocultura aumentaram em julho

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Conforme a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa, em Santa Catarina, principal estado produtor, no mês passado o custo de produção da suinocultura aumentou em 2,8% em comparação com o mês de junho, passando para  R$ 7,55 por quilo do animal criado em sistema completo. 

Essa alta tem como base a alteração do cálculo, que passou a contabilizar os gastos com transporte de alimentação animal, além da correção de valores dos investimentos imobilizados em edificações e equipamentos, que pesou sobre os custos fixos.

Com o ajuste nos valores dos investimentos somada  à redução de 1,68% nas despesas com alimentação, o indicador de custos da avicultura de corte no Paraná fechou o mês com baixa de 0,36%, a R$ 5,45 por quilo do frango produzido em aviário climatizado em pressão positiva.Porém, em 12 meses, o índice ainda acumula alta, de 5,3%.

Fonte: AgroPlus

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