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Fuskombi traz o melhor de dois mundos

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Fuskombi
Renato Bellote

Fuskombi

A matéria dessa semana pode gerar uma dúvida nos leitores. Afinal, é um Fusca ou uma Kombi? Na verdade uma mistura dos dois em um projeto tão bem executado que parece realmente saído de fábrica. A Volkswagen poderia ter tido esta ideia, não é mesmo?

A perua Kombi foi o primeiro modelo fabricado pela marca no Brasil. A sua história com muitas décadas escreve um capítulo importante na trajetória da Volkswagen no país, além de ter feito parte da vida de milhares de pessoas em todos esses anos.

Já o Fusca dispensa apresentações. Ele começou a ser montado por aqui, ainda no sistema chamado de CKD, no início da década de 50. E em 1959 passou a ser produzido na fábrica de São Bernardo do Campo. E daí passou por algumas evoluções até chegar ao seu desfecho com a versão Itamar.

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Voltando ao projeto ele traz um trabalho de quase quatro anos. Inicialmente nasceu da paixão do proprietário da oficina Garage Web pela Vemaguetei de seu pai. Porém queria ter a confiabilidade do motor boxer a ar. Dessa forma juntou as duas coisas em uma, gerando algo com estilo DKW e, ao mesmo tempo, confiabilidade mecânica alemã

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Guiar o modelo também gera aquela mesma dúvida à qual me referi no início. Olhando pelo retrovisor ou sobre o banco para alguma manobra vemos a grande área envidraçada, típica da Kombi , porém em um nível mais baixo, tipicamente um Fusca . Estante curioso.

Outra coisa interessante ao rodar com ele pela rua é a atenção que desperta nos demais motoristas. Muita gente elogia, acena ou simplesmente olha com certo ar de incredulidade. Mesmo para quem não é um profundo conhecedor da linha Volkswagen vem à mente uma ideia de que nunca viu algo parecido. 

Debaixo do capô temos um motor com 1300 cm³ de cilindrada mais do que suficiente para os passeios de final de semana. O acabamento também merece elogios, assim como as emendas da adaptação, extremamente bem feitas. Agora vamos atrás de outra coisa inusitada: um Fusca com quatro portas.

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Fonte: IG CARROS

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Mini Cooper SE: aceleramos a grata surpresa 100% elétrica

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Mini Cooper SE é o primeiro de vários modelos 100% elétricos que estão previstos para o Brasil
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Mini Cooper SE é o primeiro de vários modelos 100% elétricos que estão previstos para o Brasil

A Mini tem um plano de eletrificação ousado para essa década. A fabricante britânica deverá lançar seu último modelo com motor a combustão em 2025. Em meados de 2027, os executivos esperam que mais de 50% das vendas globais sejam de produtos elétricos. Até 2030, todo o catálogo global da Mini será formado apenas por veículos movidos que não gastam uma gota de combustível.

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O primeiro capítulo dessa história acaba de desembarcar no Brasil, com o lançamento do Cooper SE . O compacto parte de R$ 239.990 na versão de entrada Exclusive , passa por R$ 264.990 na versão intermediária Top e chega a R$ 269.990 na versão topo de linha Top Collection .

O Cooper elétrico tem as mesmas proporções do modelo convencional, mas ganhou alguns milímetros de altura para alocar as baterias sem raspar. Ele também é mais pesado que o Cooper a combustão, com 1.365 kg ante apenas 1.175 kg.

Um elétrico diferente

O Mini Cooper SE tem algumas diferenças na comparação com outros elétricos, como Renault Zoe e Nissan Leaf . O compacto inglês é um veículo térmico adaptado para rodar com eletricidade, enquanto os outros dois foram desenvolvidos como modelos puramente elétricos.

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Por este motivo, as baterias do Mini Cooper SE são bem menores, pois precisam caber na mesma estrutura do modelo a gasolina. Elas são alocadas abaixo do assoalho, em formato de “T”, enquanto as baterias da dupla Zoe e Leaf preenchem completamente a parte inferior.

O conjunto de baterias subdividido em 12 módulos tem capacidade energética de 29 kWh. Este arranjo facilita a manutenção , uma vez que se for identificada alguma falha em um dos módulos, basta substituir o componente sem afetar os outros. A bateria tem garantia de 8 anos ou 100 mil km.

Em uma unidade de recarga rápida, o Mini Cooper SE pode recuperar até 80% da energia em 30 minutos. No wall-box residencial, a mesma recarga dura em torno de 2 horas e 10 minutos, enquanto em uma tomada convencional (que precisa ser aterrada), a carga leva em torno de 14 horas.

Kart elétrico

Mini Cooper SE preserva a vibe esportiva do modelo com motor a combustão; dirigibilidade é destaque
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Mini Cooper SE preserva a vibe esportiva do modelo com motor a combustão; dirigibilidade é destaque

O motor elétrico desenvolve 184 cv de potência e 27 kgfm de torque, com velocidade máxima de 150 km/h limitada eletronicamente. Segundo a fabricante, o compacto pode atingir 100 km/h em 7,3 segundos.

A dirigibilidade sempre foi a principal característica dos modelos Mini – e fico contente que isso não tenha sido esquecido na versão elétrica. A vibe do Cooper SE é exatamente a mesma do modelo térmico, mas sem os ‘estalos’ metálicos no escapamento. 

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Pisando fundo, as rodas dão uma leve destracionada graças a o torque instantâneo, entregue em ‘zero rotação’. Este comportamento emula o hatch movido a gasolina.

Graças ao centro de gravidade mais baixo, o Mini Cooper SE é mais estável que o modelo a combustão. Sua dirigibilidade é bem direta e responsiva, o tal “go-kart feeling” que o time de engenharia gosta de destacar.

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A suspensão rígida transmite todas as irregularidades do solo para a cabine, mas o Cooper SE não deixa de ser um modelo confortável para o dia a dia. Infelizmente, sua autonomia é baixa: são 234 km de capacidade de circulação, contra 300 km do Renault Zoe e 304 km do JAC e-JS1 .

Despojado

Confira o pacote de equipamentos de cada uma das versões do Mini Cooper SE 2022
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Confira o pacote de equipamentos de cada uma das versões do Mini Cooper SE 2022

O pacote Exclusive (R$ 239.990) de entrada conta com painel digital de cinco polegadas, teto solar panorâmico, sensor e câmera de ré, ar-condicionado de duas zonas (o único da categoria), conjunto de iluminação full-LED, conectividade Apple CarPlay e um carregador portátil adaptado para as tomadas brasileiras.

A versão Top (R$ 264.990) inclui head-up display , sistema de áudio premium Harman/Kardon, LEDs direcionais, sistema de navegação e rodas exclusivas aro 17. O pacote Top Collection (R$ 269.990) ainda traz teto multi-tom e bancos de couro em combinações diferenciadas.

Julgando que o Mini Cooper  convencional tem preço base de R$ 214.990, a versão 100% elétrica surge com um pacote super competitivo. Quando a próxima geração do hatch for lançada, você não terá mais a opção de escolher o modelo a gasolina.

Vale lembrar que as lanternas traseiras do Mini Cooper trazem a bandeira do Reino Unido, nação que vai proibir a venda de carros a gasolina a partir de 2030. Alguns modelos híbridos serão tolerados até meados de 2035, mas a Mini pretende se antecipar. O Brasil precisa participar dessa transformação.

Mini Cooper SE Preço: a partir de R$ 239.990 Motor: elétrico, tração dianteira Potência: 184 cv Torque: 27 kgfm Transmissão: automática Freios: discos ventilados (dianteira), disco sólido (traseira) Suspensão: McPherson (dianteira), multibraço (traseira) Dimensões: 3,84 m de comprimento, 1,72 m de largura, 1,41 m de altura e 2,49 m de entre-eixos Porta-malas: 211 litros Vel. Máx: 150 km/h 0 a 100 km/h: 7 segundos.

Fonte: IG CARROS

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O Lamborghini mais caro do mundo é feito de ouro maciço e pedras preciosas

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Lamborghini Aventador de ouro teria sido vendida por R$ 15 milhões na época
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Lamborghini Aventador de ouro teria sido vendida por R$ 15 milhões na época

Em 2013, o engenheiro Robert Wilhelm Gulpen resolveu esculpir uma joia tomando como base a temática de um dos superesportivos mais desejados do mundo: o então Lamborghini Aventador.

A réplica na escala 1:8 foi esculpida a partir de um bloco de 500 quilos de ouro e anodizado com pedras preciosas nos detalhes dos assentos, o que causou certo alvoroço e polêmica, porque afinal até mesmo os multimilionários e fãs do trabalho de Gulpen ainda resistiriam em ter de gastar o equivalente na época US$ 7,5 milhões, uma média de R$ 15 milhões.

De acordo com o engenheiro, a obra preciosa ainda ganharia toda personalização e completamente elaborado de acordo com o gosto do excêntrico comprador. O veículo fez história ao atingir três recordes mundiais, como: a versão mais cara para a escala, a blindagem mais segura e o logotipo mais valioso.

Lamborghini Aventador de ouro chegou a bater três recorde de uma vez pela preciosidade que representa
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Lamborghini Aventador de ouro chegou a bater três recorde de uma vez pela preciosidade que representa

Ainda segundo Robert Wilhelm Gulpen, do montante, US$ 2,6 milhões estariam no valor total do preço das pedras e ouro. De todo o dinheiro arrecadado, US$ 650 mil seriam doados para uma instituição de caridade.

Hoje, não há vestígios do modelo de carro Lamborghini mais caro do mundo, nem com a montadora nem com o Guinness. De acordo com o site Autoevolution, não há paradeiro da miniatura e tampouco se foi vendido em leilão pelos US$ 7,5 milhões do lance pretendido.

A miniatura é uma joia bem valiosa, cujo paradeiro ainda são se sabe ao certo até agora
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A miniatura é uma joia bem valiosa, cujo paradeiro ainda são se sabe ao certo até agora

Parece que este foi, na melhor das hipóteses , um sonho que nunca se tornou realidade ou, na pior das hipóteses, uma retração de relações públicas que não funcionou como planejado. Seja o que for, é a prova de que algumas coisas são ultrajantes demais para existir. Ou, como se costuma dizer, nem tudo que reluz é ouro.

Fonte: IG CARROS

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