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Gazin é a segunda melhor empresa de varejo para trabalhar

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Prêmio foi concedido pelo Instituto Great Place To Work (GPTW), que pesquisa o ambiente de trabalho nas organizações

O Grupo Gazin foi eleito a segunda melhor empresa de varejo para trabalhar em 2020. O reconhecimento faz parte da lista do Great Place to Work (GPTW). “Ser reconhecido entre os melhores reflete a grandeza do trabalho da empresa como um todo, sua cultura, modelo de gestão com as pessoas e resultados. Significa que somos efetivos em gestão por confiança e isso é a melhor e mais valiosa moeda para os negócios, com a perspectiva de que sejam sustentáveis”, disse Viviane Thomaz, Gerente Administrativa de Gestão Pessoal do Grupo Gazin.  

No atípico ano de 2020, onde o mundo precisou conviver com uma nova realidade por causa da pandemia do Cornavírus, a Gazin conseguiu manter os seus 8.500 funcionários – cerca de 58% deles trabalhando em lojas físicas. Segundo Viviane, isso se deve ao fato da empresa dar continuidade à sua forma de trabalhar, com agilidade e foco no cuidar das pessoas.

“Não é com brilhantismo que se passa por uma crise dessas, mas com consciência clara sobre seus impactos. Conseguimos demonstrar para as pessoas que estávamos, cuidando delas, dos clientes e da sustentabilidade do negócio. Com bom senso, cuidados para não adoecer e paciência de cada um, estamos passando pela pandemia juntos. Sempre tivemos uma comunicação objetiva e clara de tudo que a empresa estava fazendo para o momento, bem como se estruturando para evoluir diante dos desafios”. 

Entre as principais ações realizadas junto aos colaboradores desde o início da pandemia se destacam um Comitê de Pandemia com Presidência, Diretoria, Gestão de Pessoas, Medicina do Trabalho e outros profissionais conforme demanda das situações;  análise diária das situações da pandemia; análise do ambiente interno para aplicar as medidas prevista na Lei para a pandemia; central oficial de informações para evitar dispersão e insegurança dos colaboradores; e todas as outras práticas que demonstravam o cuidado com os profissionais e clientes, evitando aglomeração, e seguindo os protocolos de segurança com medição de temperatura, uso de álcool gel e máscaras, com o fornecimento de todos os recursos. 

“Também intensificamos os rituais de Desenvolvimento Humano, com acompanhamento de psicólogos para falar online com as equipes. E fizemos outros trabalhos de forma online, como as estratégias de treinamento e desenvolvimento e reuniões, além de trabalho home office”.

Viviane acrescenta que a premiação reflete a percepção dos funcionários sobre todas as práticas da empresa, desde o cuidar, celebrar, treinar, contratar com o foco da cultura, compartilhar, falar, escutar, inspirar e agradecer. “Isso mostra a comunicação transparente em nossa forma de fazer gestão para resultados, bem como alinhamento de valores com a equipe, oportunidades de crescimento para os profissionais, e a coerência e robustez do projeto empresarial, que nunca deixa de colocar a cultura de valor humano, no centro da estratégia”.  

Desde 2003 o Grupo participa do GPTW, premiação que valoriza o espírito empreendedor e a confiança entre colaboradores e empresas.

GRUPO GAZIN

 

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Avanços no Tratamento contra a Aids no Brasil

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Na 25ª edição da Parada LGBTQIA+ de São Paulo, neste domingo 6 de junho, a Agência Aids promove o Camarote Virtual Solidário articulando debates com médicos e ativistas, além do grande objetivo de arrecadar cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade.

Três médicos referência em Aids, Dr. Fábio Mesquita, médico epidemiologista que faz parte da OMS, e os infectologistas Dr. Vinicius Borges (Dr. Maravilha) e a Dra. Zarifa Khoury, comentaram os avanços no tratamento contra a Aids no Brasil e no mundo.

“Amanhã (7), começa uma agenda global na ONU para retomar a questão da Aids e isso é muito importante. O Brasil foi o primeiro país, de média e baixa renda, a oferecer os medicamentos antirretrovirais cumprindo a Constituição, uma grande conquista na implementação de políticas públicas, desde 1995 em nível nacional”, contou Dr Fábio Mesquita que traçou uma retrospectiva histórica da construção da política de Aids no Brasil.

A adesão ao tratamento, nos anos 1980, foi difícil. “Havia resistência aos medicamentos e seus efeitos colaterais. Testemunhamos muitos suicídios, era terrível”, lembra Dra Zarifa Khoury.

Passados 40 anos, os avanços foram muitos: do tratamento com 16 medicamentos, hoje é prescrito com dois comprimidos. “Às vivências do passado nos ensinaram muito, mas ainda há problemas sociais graves para as pessoas com HIV e Aids. Quando criei o Dr. Maravilha nas redes sociais foi para ajudar a enfrentar o preconceito e a autoestima da população LGBT que vive com HIV. Quero olhar pessoas e não o vírus”, explicou Dr Vinicius Borges.

A pergunta hoje é “Tenho HIV e agora?” É a realização de sonhos porque é possível viver com medicamentos e ter qualidade de vida.

“O desafio é vencer o estigma. Desde do início, os gays sofriam discriminação porque Aids era considerada “peste gay” é ainda hoje muitas pessoas não seguem o tratamento por medo da opinião da sociedade”, diz Dra Zarifa.

Dr Fábio Mesquita ressaltou que a questão deve ser esclarecer as informações erradas sobre a Aids, melhorar a informação para que as pessoas sofram menos, como faz a Agência Aids e o Dr Maravilha. “Fora do Brasil, o preconceito em países pobres ainda é muito grande. A imprensa trabalha para mudar esse conceito. Foram testadas vacinas, sem grande retorno, mas a ciência requer investimento. Veja a capacidade de recursos para a Covid, pois atinge todas as classes sociais e raças. Por isso, houve grande mobilização da ciência para chegar à vacina. É possível diminuir a transmissão e a mortalidade (700 mil óbitos em 2020). Com a Covid-19, houve impacto no tratamento e no cumprimento da mandala de prevenção”, explica o epidemiologista.

Dr Maravilha resume: “É preciso combater o negacionismo em todas às áreas, valorizar a ciência, democratizar o tratamento”.

A doação de cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade vai até 25 de junho: https://linktr.ee/agenciaaids.

O Camarote Virtual Solidário é um evento social, organizado pela Agência de Notícias da Aids e tem o apoio do SESC, do Senac, das farmacêuticas GSK ViiV Healthcare, Jansen e Gilead, da DKT do Brasil, de Mulheres no E-Commerce e da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo. Contamos também com a parceria do site Catraca Livre que vai transmitir o evento conosco.

 

Vera Moreira/ Assessora de Imprensa do Camarote Virtual Solidário

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Dicas para os comerciantes ele elevarem seus negócios ainda neste ano

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Não só as grandes marcas foram prejudicadas pela pandemia, os varejistas também; Especialista em negócios cita quatro maneiras de se reinventarem

Os tempos não estão sendo fáceis para quem possui o próprio negócio, pois vira e mexe as diretrizes de isolamento social impõe fechamentos e aberturas de comércios, impossibilitando o fluxo de funcionamento e desanimando o trabalhador em relação a sua renda mensal.

Para que os comerciantes não desanimem com o ofício, convidamos o especialista e empresário em negócios Gérlio Soares Figueiredo  para dar dicas de como driblar os empecilhos e voltar a lucrar. “Não é fácil ser comerciante, principalmente, no atual momento que estamos vivendo. No entanto, ter o próprio empreendimento exige persistência, esforço e muita criatividade”, disse o habilitado, que também acrescenta.

“Sabemos que os processos demandados por um comerciante são: pagamentos de impostos, contas, compras de materiais, pagamentos de funcionários, controle de estoque, precificação, divulgação e uma série de coisas que demandam tempo. Feitas neste período de pandemia, o qual se vê obrigado a fechar as portas para evitar contágios, a conta no final do mês não fecha”, completa.

Abaixo, o especialista classificou cinco maneiras de manter o negócio ativo, mesmo com o estabelecimento fechado. “São dicas o qual quero contribuir para a melhor percepção do comerciante sobre a realidade e maneiras práticas para ele voltar a lucrar”, enfatiza.

1) Organize as suas finanças: “Esse é um dos principais fatores para se obter sucesso, organização financeira. Procure anotar tudo, como valores gastos, lucro e faça uma projeção, caso novamente tenha que deixar seu estabelecimento fechado por um período”.

2) Crie as oportunidades: “Não deixe de trabalhar só porque seu espaço físico está fechado, use o e-mail e até mesmo Whatsapp para convidar clientes a sua loja. Crie primeiro uma lista de transmissão e envie uma mensagem perguntando quem gostaria de receber suas ofertas, assim você passa a enviar só para quem autorizou. Depois é só elaborar um bom texto, uma boa foto dos produtos e fazer o envio”.

3) Use o mundo digital a seu favor: “Todos nós estamos nas redes, Inclusive os consumidores, ou seja o seu cliente está lá. Crie um perfil, seja no Facebook ou no Instagram, e divulgue sua marca, mantenha um relacionamento e faça promoções. Vendas pela internet, pode ser complicado, então aconselho a ajuda de alguém especializado”.

4) Fique de olho na concorrência: “É importante saber o que está acontecendo no ramo, porque assim o comerciante pode elaborar novas ideias”, finalizou.

Sobre Gérlio Figueiredo

O empresário Gérlio Soares Figueiredo, já acumula vasta experiência em diferentes nichos de mercado, como transportes, construção civil, pecuária, factoring, indústria de vestuário e entretenimento. Empreendedor e dinâmico, Gérlio já possibilitou o emprego de aproximadamente 350 pessoas por todos os segmentos que passou.

Fotos de Gérlio Figueiredo / créditos: Arquivo Pessoal

Demais imagens / créditos: Pixabay

Fonte: Raphael Lucca – MF Press Global 

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