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Google é condenado a pagar US$ 245 milhões a advogado mexicano

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Bruno Gall De Blasi

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O Google confirmou nesta sexta-feira (17) que foi condenado no México a pagar cerca de 245 milhões de dólares (cerca de R$ 1,26 bilhões) a um advogado mexicano por permitir a publicação de um blog que o apontava, sem provas, de uma série de crimes. Em um breve comunicado enviado à AFP, o Google México confirmou a sanção por “danos não pecuniários” após um processo movido por Ulrich Richter Morales.

“Lamentamos a sentença […], que consideramos arbitrária, excessiva e sem qualquer fundamento. O Google se defenderá até a última instância”, diz o comunicado.

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A nota, emitida em 13 de junho, diz ainda que a decisão “atenta a liberdade de expressão e outros princípios fundamentais, e confiamos que os tribunais federais agirão em estrita conformidade com a lei”.

Morales, que é advogado, acusa o Google de ter permitido a divulgação de um blog que aponta supostos crimes, como lavagem de dinheiro, tráfico de influência e falsificação de documentos.

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“Sem palavras. Obrigado. A gigante Google sofre um revés no México: perde uma ação de um milhão de dólares por danos morais”, escreveu o advogado esta sexta-feira (17) na sua conta de Twitter, reproduzindo os comunicados relativos a esta decisão.

O advogado exige, desde 2015, que o Google remova o blog da internet. Diante da recusa, Morales entrou com uma ação por danos morais, ganhando em primeira instância em 2021, decisão da qual o Google recorreu. O caso pode ir até o Supremo.

A empresa americana, com sede em Mountain View, enfrentou processos semelhantes em outros países. Em 6 de junho, um tribunal australiano ordenou que o primeiro-ministro de Nova Gales do Sul, John Barilaro, recebesse US$ 500 mil (cerca de R$ 2,57 milhões) em danos por alegação de ter sido difamado em vídeos de um comediante postados no YouTube, de propriedade do Google.

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Rei do Android: Xiaomi 12S Ultra é lançado com câmera poderosa

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Xiaomi 12S Ultra é lançado nesta segunda-feira
Divulgação/Xiaomi

Xiaomi 12S Ultra é lançado nesta segunda-feira

A Xiaomi lançou sua linha de celulares topo de linha nesta segunda-feira (4), na China. Os modelos Xiaomi 12S, Xiaomi 12S Pro e Xiaomi 12S Ultra foram apresentados ao público, sendo que o último já ficou conhecido como “o rei do Android”.

O Xiaomi 12S Ultra é o smartphone mais avançado da linha e traz o maior sensor de câmera da marca: lente Sony IMX989 de uma polegada, permitindo uma resolução impressionante. Os três modelos tiveram câmeras construídas em parceria com a Leica, marca responsável por tornar os conjuntos ainda mais poderosos.

Além da lente principal de 50 MP, o Xiaomi 12S Ultra ainda tem uma grande-angular de 48 MP e uma telefoto também de 48 MP. A câmera frontal é de 32 MP.

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Já no hardware, o rei do Android vem equipado com processador Snapdragon 8 Plus Gen 1, o mais avançado da Qualcomm, e memória RAM de até 12 GB. A tela AMOLED tem 6,73 polegadas e taxa de atualização de até 120 Hz.

Xiaomi 12S e Xiaomi 12S Pro

Xiaomi 12S
Divulgação/Xiaomi

Xiaomi 12S

Além do smartphone poderoso, a Xiaomi também lançou dois outros modelos na linha de celulares premium. Xiaomi 12S e Xiaomi 12S Pro também vêm equipados com Snapdragon 8 Plus Gen 1 e até 12 GB de memória RAM.

Em ambos os casos, a câmera principal usa a lente Sony IMX707, de 50 MP. Enquanto o conjunto do Xiaomi 12S é finalizado por uma grande-angular de 13 MP e uma telemacro de 5 MP, o Xiaomi 12S Pro traz grande-angular de 50 MP e telefoto também de 50 MP. As câmeras frontais são de 32 MP em ambos os modelos.

Xiaomi 12S Pro
Divulgação/Xiaomi

Xiaomi 12S Pro

Além da diferença nas câmeras, os smartphones também têm tamanhos diferentes. Enquanto a tela do Xiaomi 12S é de 6,28 polegadas, a do Xiaomi 12S Pro é de 6,73 polegadas, mesmo tamanho do Xiaomi 12S Ultra.

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Preço e disponibilidade

Por enquanto, os três smartphones da Xiaomi estão disponíveis apenas na China. Ainda não há previsão de um lançamento global. Os preços praticados no país são os seguintes:

Xiaomi 12S

  • 8 GB + 128 GB – 3.999 yuans (cerca de R$ 3,2 mil)
  • 8 GB + 256 GB – 4.299 yuans (cerca de R$ 3,4 mil)
  • 12 GB + 256 GB – 4.699 yuans (cerca de R$ 3,7 mil)
  • 12 GB + 512 GB – 5.199 yuans (cerca de R$ 4,1 mil)

Xiaomi 12S Pro

  • 8 GB + 128 GB – 4.699 yuans (cerca de R$ 3,7 mil)
  • 8 GB + 256 GB – 4.999 yuans (cerca de R$ 4 mil)
  • 12 GB + 256 GB – 5.399 yuans (cerca de R$ 4,3 mil)
  • 12 GB + 512 GB – 5.899 yuans (cerca de R$ 4,7 mil)

Xiaomi 12S Ultra

  • 8 GB + 256 GB – 5.999 yuans (cerca de R$ 4,8 mil)
  • 12 GB + 256 GB – 6.499 yuans (cerca de R$ 5,1 mil)
  • 12 GB + 512 GB – 6.999 yuans (cerca de R$ 5,5 mil)

Fonte: IG TECNOLOGIA

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Com 5G, Anatel terá novas regras para proteger consumidores; confira

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Empresas terão que deixar ofertas bem explicadas
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Empresas terão que deixar ofertas bem explicadas

A nova rede 5G está prestes a ser liberada no Distrito Federal . Até o fim de setembro, a  tecnologia deve estar disponível em todas as capitais do país e começará a corrida das operadoras de telefonia móvel para lançar novos planos e ofertas de 5G aos consumidores.

Nessa reta final para o lançamento oficial das redes de quinta geração, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) trabalha em diretrizes para tentar proteger o consumidor na hora de contratar os novos serviços, diante do aumento da diversidade de ofertas.

O presidente da Anatel, Carlos Baigorri, ressalta que o tema é uma das principais preocupações do órgão. Segundo ele, comunicar de forma mais transparente as ofertas de 5G será um dos objetivos centrais do processo de revisão do Regulamento Geral de Direitos dos Consumidores de Telecomunicações (RGC), que já passou por consulta pública e está hoje em análise pelo Conselho Diretor da agência.

“Um dos principais temas na discussão da RGC durante a consulta pública foi justamente a transparência nas ofertas. Como são muitas alternativas, às vezes o consumidor não consegue entender qual é a melhor opção. A ideia é que os planos sejam de mais fácil entendimento. Não é questão de reduzir opções, mas comunicar melhor”, diz Baigorri.

Assim, de acordo com o conselheiro da Anatel Emmanoel Campelo, relator do novo regulamento, será “importante considerar a expectativa de benefícios trazidos, como o aumento da velocidade e a melhoria da rede” em relação às ofertas.

A rede 5G pura (chamada de standalone) vai permitir velocidades a partir de 1 gigabit por segundo (Gbps). Um gigabit equivale a mil megabits (Mbps). A velocidade 4G tem média de 13 Mbps e pode chegar a 80 Mbps.

Embora a velocidade seja o grande marketing das teles, o consumidor deverá analisar o contrato para saber qual será a velocidade mínima a ser entregue. Segundo a Anatel, isso ainda não está definido. Por isso, o ideal é verificar o que determina o contrato. O mesmo vale para a cobertura: é preciso estar claro onde, de fato, o usuário contará com 5G.

Etiqueta padronizada

Hoje, as teles têm o 5G DSS, que utiliza frequências de 4G e antenas 5G. Segundo especialistas, o 5G DSS permite em média velocidades de 200 Mbps. Em testes controlados, essa velocidade pode chegar a 800 Mbps. Ou seja, bem menor que o 5G puro. É por isso que as operadoras no Brasil, ao anunciarem o 5G em suas campanhas, até este momento não cobravam a mais pelo serviço.

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Além disso, no modelo de regulamento que será proposto pela Anatel, a contratação deve obedecer às condições da chamada “única oferta”. Ou seja, o preço não poderá ser alterado posteriormente por conta de promoção ou bônus no momento do lançamento.

Com o objetivo de estimular a transparência das ofertas, a agência vai propor a criação de uma etiqueta padronizada, a ser adotada por todas as prestadoras. Essa etiqueta, ainda em finalização, deverá reunir um conjunto mínimo de informações sobre o pacote, a exemplo da regra hoje praticada no setor bancário. Segundo Campelo, a meta é oferecer “maior clareza e simplificação para os consumidores”.

“Temos um cenário de sobreposição de ofertas de serviços, sem o necessário esclarecimento prévio sobre os condicionamentos. A proposta de revisão do regulamento traz a figura universal de ‘oferta’, como conceito único que delineia todas as condições comerciais do serviço. Por isso, o regulamento está preparado para as mudanças do 5G e as aplicações que serão possibilitadas pela tecnologia”, explica Campelo.

Segundo analistas, a chegada do 5G será um grande desafio para as operadoras. A expectativa é que as teles passem a oferecer pacotes variados, com quantidade limitada de dados 5G, atrelada a serviços específicos como games e streaming de alta qualidade de vídeo (com 4K) no celular.

Segundo Ari Lopes, gerente para Américas em telecom da consultoria Omdia, as empresas terão de ser transparentes. “Vão ter que deixar claro que a rede 5G pura ainda está sendo construída e, por isso, muitas vezes o consumidor pode ter conexão de 4G e 3G. Imagina pagar por um plano mais caro e ter 4G?”.

Segundo Atilio Rulli, vice-presidente na América Latina da fabricante de equipamentos chinesa Huawei, a política de transparência deve ser a mesma do 4G. Segundo ele, não é o 5G que irá encarecer os aparelhos, mas as outras tecnologias embarcadas, como memória e câmeras.

Custo pode aumentar

Alejandro Adamowicz, diretor da GSMA, a associação internacional de empresas de telecomunicações, diz que os novos planos 5G podem ter preços mais altos. Ele cita o caso de países como Suíça e Coreia do Sul, onde o 5G puro já atinge 100% da cobertura geográfica.

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Nos EUA, por exemplo, algumas teles lançaram planos com preços maiores caso o cliente queira pagar por uma transmissão de vídeo apenas em 4K. Em outros países, há a cobrança de uma taxa adicional para acessar a rede 5G, disponível apenas para clientes pós-pagos.

“Mas essa não é a realidade ainda da América Latina. Antes de tudo, as operadoras vão ter que oferecer transparência e deixar claro que esse 5G não vai estar disponível em todo lugar”, explica Adamowicz.

Entenda o que muda com a tecnologia

  • Qualquer celular vai ter 5G puro?

Não. Para ter acesso à rede 5G pura, é preciso ter um smartphone habilitado para operar nas novas frequências, que foram leiloadas em 2021 pela Anatel. Hoje, são pouco mais de 50 smartphones habilitados, que estão entre os mais caros do mercado.

  • Qual é a diferença entre 5G DSS e 5G puro?

O 5G DSS utiliza as frequências do 4G e antenas 5G. Por isso, oferece velocidade maior que o 4G atual, mas longe do 5G puro (standalone). Algumas empresas podem criar nomes especiais para o 5G, em serviços que incluem frequências standalone e não.

  • O 5G puro vai funcionar onde?

Até o fim de setembro, a nova rede será lançada nas capitais e no Distrito Federal. Segundo a Anatel, a lei prevê que as prestadoras são livres para estabelecer as condições do serviço oferecido. Por outro lado, a regulamentação prevê que as condições devem ser informadas aos consumidores de maneira clara e adequada antes da contratação do serviço. Por isso, é importante o consumidor ler com atenção o contrato.

  • Qual é a velocidade obrigatória a ser entregue com o 5G puro?

Ainda não há essa definição por parte da Anatel. No caso do 4G, a velocidade mínima é de 5 megabits por segundo (Mbps). Por isso, o consumidor precisa verificar o que diz o contrato.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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