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Google Maps lança recurso para te ajudar a evitar aglomerações

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O Google anunciou nesta quarta-feira (21) que está expandindo o número de cidades que terão acesso a informações sobre aglomerações . Agora, “mais de 10.000 agências de trânsito em 100 países”, de acordo com a empresa, terão suas informações no Google Maps .

O aplicativo vai mostrar dados sobre superlotação em transporte público , permitindo que os usuários escolham evitar aglomerações, sobretudo por conta da pandemia de Covid-19 .

O recurso, porém, não foi desenvolvido por conta da crise sanitária. Desde 2019, a ferramenta que mostra aglomerações em transporte público funciona no Google Maps, mas de forma reduzida. Desde o ano passado, a novidade vem sendo expandida e, antes do anúncio desta quarta-feira, funcionava em 200 cidades.

Para definir se um ônibus , metrô ou trem está lotado, o Google usa informações de histórico de localização e relatórios dos próprios usuários – algo parecido com a técnica usada para definir se há trânsito . A empresa afirma que os dados dos usuários são usados de forma anônima.

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Por enquanto, o Google Maps não revelou a lista de cidades que estão recebendo o recurso.

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LGPD: empresas já podem levar multas milionárias se não protegerem seus dados

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Vazamentos de dados poderão gerar multas
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Vazamentos de dados poderão gerar multas



A partir deste domingo (1º)  multas e demais punições referentes a possíveis infrações da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) começam a ser aplicadas. A legislação atual prevê multas diárias que podem chegar a 2% do faturamento líquido de empresas com base no balanço do ano anterior, algo que, na prática, pode chegar até R$ 50 milhões – valor máximo previsto pela legislação atual.

Além disso, as empresas que passarem por essa sanção podem sofrer também advertências que culminem no bloqueio de banco de dados pelo período de até seis meses.

Essa última punição, em especial, pode ser ainda mais prejudicial do que a multa em si, visto que basicamente todas as companhias hoje funcionam por meio de dados e ter um banco bloqueado pode causar a interrupção da operação do negócio – e, dessa forma e a depender da extensão do caso, o prejuízo pode ser ainda maior do que apenas o montante referente à multa.

A expectativa, no entanto, é de que no início as multas com altos valores ou penalidades mais graves não sejam implementadas de bate-pronto, explica Luiza Sato, sócia da área de proteção de dados, direito digital e propriedade intelectual do ASBZ Advogados.

Na visão da especialista, primeiramente espera-se que haja “aumento da conscientização de empresas e titulares de dados quanto às regras da LGPD”, o que deve resultar principalmente na aceleração das atividades de conformidade à Lei para o segundo semestre deste ano, ainda segundo Luiza.

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Evolução e punição

A LGPD é responsável por regulamentar a maneira como os dados de pessoas físicas são coletados, utilizados e protegidos no Brasil e entrou em vigor oficialmente em setembro do ano passado .

Às empresas, coube a responsabilidade de se adequarem e garantirem que as diretrizes necessárias fossem postas em prática internamente.

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Na era da transformação digital, a computação em nuvem surgiu como resposta para muitas empresas que precisavam encontrar maneiras de lidar com seus dados. Nesse cenário, adotar um serviço de nuvem, seja ela pública ou privada, se tornou premissa básica para muitas organizações.

Para esses dados, também há de ter o mesmo cuidado aplicado em informações internas. Henrique Vaz, CEO da CleanCloud, especializada em segurança da nuvem, explica que a LGPD engloba tanto o uso de infraestruturas internas quanto de serviços terceiros.

“A LGPD engloba a parte legal, como contratos, NDAs e termos de uso, mapeamento de dados, com processos e treinamentos, e a tecnologia, subdividida entre softwares de terceiros e infraestrutura da empresa”, explica ele, em entrevista ao Olhar Digital.

No caso de um vazamento de dados, por exemplo, a empresa que fez a coleta tem sua parcela de responsabilidade no manejo dessas informações, mesmo que quem tenha sofrido o vazamento tenha sido um serviço externo. “Se houver um vazamento de dados da nuvem pública que contenha informações pessoais ou sensíveis conforme definidas pela lei, a empresa estará sujeita às sanções da LGPD”, aponta.

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Ou seja, para mitigar o risco, empresas que utilizam infraestruturas de nuvem pública ou privada para armazenamento de dados devem ter também o cuidado de garantir que essas informações que não estão ‘dentro de casa’ estejam em consonância com as diretrizes de proteção previstas pela Lei.

“O foco deve ser em assegurar que a configuração da nuvem pública, que estão ligadas com as regras de negócio de cada empresa, estão de acordo com os princípios de proteção de dados estabelecidos pela LGPD”, aponta.

Nesse sentido, é papel das companhias estabelecer uma política de acesso aos dados adequada, bem como a encriptação das informações sensíveis, sugere o executivo.

Eber de Meira Ferreira, advogado especializado em direito civil da Peluso, Stupp e Guaritá Advogados, também com atuação em projetos para a área de Proteção de Dados e Privacidade, destaca que as sanções podem ser aplicadas mesmo nos casos em que não há vazamentos.

“As sanções poderão ser aplicadas pela mera desconformidade ao que disciplina a Lei na forma de tratar os dados pessoais, ainda que não haja a ocorrência de um incidente de vazamento de dados”, comenta, complementando que a chegada das punições decorrentes da LGPD “marca a plena vigência da Lei Geral de Proteção de Dados e deve ser vista como mais um alerta àqueles que ainda não buscaram se adequar às suas exigências”.

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6 jogos e apps de Pokémon para aproveitar no celular

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Pokémon tem diversos apps
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Pokémon tem diversos apps

A base de fãs do desenho e jogos de Pokémon é imensa e para eles existe muito conteúdo nos celulares. Veja abaixo, 6 jogos e apps de Pokémon para aproveitar no celular, como forma de diversão e entretenimento, os softwares estão disponíveis tanto na plataforma Android como no iOS dos iPhones.

6. Pokémon Quest (Android e iOS)

Imagine se os seus monstros prediletos, encontrados em Pokémon Red e Blue, fossem deslocados para uma ilha dentro de um universo de cubos. Isso mesmo, Pokémon Quest faz uma mistura interessante entre os pequenos monstros e o visual de Minecraft.

O objetivo do game é fazer explorações na ilha para encontrar itens raros, ou tesouros. A mecânica simples faz o jogo ser divertido e fácil de aprender, durante a exploração, Pokémons selvagens podem aparecer e o seu pequeno grupo de monstros vai cair pra dentro e o usuário controla o combate com simples toques na tela. Um bom jogo para fãs de todas as idades passarem o tempo.

5. Pokémon Go (Android e iOS)

Foi uma febre desde seu lançamento meio “beta”. Foi o primeiro jogo envolvendo Pokémon a utilizar o conceito de “realidade aumentada”. Utilizando a câmera do celular, o usuário andava pela cidade em que morasse, e o próprio sistema de GPS fazia alguns espécimes selvagem aparecerem, dando a oportunidade de captura.

No seu lançamento, era muito comum ver grupos de pessoas reunidas em determinados pontos da cidade onde, aparentemente, existiam tipos mais raros de Pokémons, ou estavam se preparando para “tomar” um ginásio de outros jogadores.

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4. Pokémon TCG Online (Android)

Um prato cheio para os fãs de Pokémon, TCG foi um jogo de cartas, baseado na série com confrontos entre os treinadores. Em seguida, foi lançada a versão para Gameboy, agora, Pokémon TCG Online resgata toda a diversão estratégica de conseguir cartas, formar decks e derrotar todos os adversários.

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O único ponto chato do game é que não encontrei uma versão para iOS, então os usuários do iPhone ficaram impedidos de participar dos desafios. O jogo oferece todas as mecânicas do tradicional card game de Pokémon, com uma interface simples e de fácil aprendizado.

3. Pokémon Home (Android e iOS)

Saindo um pouco dos jogos de Pokémon para celulares, Pokémon Home é um app que oferece uma grande central de controle e monitoramento de todos os seus pequenos monstros, adquiridos em qualquer um dos jogos da produtora principal. Além de uma interação com o Nintendo Switch.

O app oferece a possibilidade de trocar Pokémons com usuários de todo o mundo, a partir dos seus dispositivos smart. É uma grande biblioteca pessoal para carregar as informações dos seus Pokémons para todo lugar.

2. Pokémon TV (Android e iOS)

Faltou assistir algum episódio de Pokémon? A Pokémon TV oferece inúmeros episódios das mais variadas temporadas da série animada. São filmes, episódios, funções de animações especiais e muito mais. O aplicativo TV Pokémon é grátis, quer coisa melhor para se divertir economizando uma grana? O app está disponível para ambas as plataformas mobile: Android e iOS dos iPhones.

1. Pokémon Shuffle Mobile (Android e iOS)

Para fechar a lista, nada mais legal que outro jogo do Pokémon para aproveitar nos celulares. Este é um pouco diferente, não tem como objetivo principal capturar os pequenos monstros – mesmo estando presente – nem vencer batalhas contra outros treinadores específicos.

É um puzzle com a temática do Pokémon, então o jogador enfrentará até 150 Pokémons, mas precisará fazer combos com as imagens do puzzle para efetivamente causar dano no inimigo. Evoluções acontecem para dar mais suporte de dano nesse jogo que mistura o puzzle clássico como Candy Crush e a aplicação de dano com a pontuação dos quebra-cabeças solucionados.

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