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Google traz atletas olímpicos para dentro de casa; veja como usar o recurso

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Recurso do Google mostra atletas em realidade aumentada
Divulgação/Google

Recurso do Google mostra atletas em realidade aumentada

Para quem está ansioso para ver a performance dos atletas nas Olimpíadas 2021 , existe uma ferramenta no Google que diminui, um pouquinho, a curiosidade de assistir os profissionais em seus respectivos esportes. O recurso foi anunciado em maio pela empresa durante o evento Google I/O 2021, e permite conferir os esportistas em ação de forma 3D, inclusive dentro do ambiente em que você estiver – mesma tecnologia usada no jogo Pokémon Go .

A funcionalidade atua da mesma forma que as outras buscas de realidade aumentada do Google e não é uma tecnologia nova na empresa. Em 2019, o recurso já permitia conferir em 3D alguns animais , como tigres, girafas, hamsters, hipopótamos, entre outros. A última atualização foi feita no final do ano passado e também acrescentou diversas raças de cachorros, como beagle, buldogue e pastor-alemão.

A ferramenta funciona a partir do acesso a plataforma de buscas pelo navegador ou app do Google no celular , não sendo possível ver pelo PC. A visualização 3D está disponível no iOS e Android , porém, apenas a partir das versões 11 (iOS) ou 7.0 (Android).

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A lista inicial com a animação dos atletas ainda é curta, mas é possível que outros sejam adicionados em breve, ainda mais em ano de Jogos Olímpicos , que dará maior visibilidade àqueles profissionais já conhecidos e apresentará novos talentos.

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Confira abaixo a lista dos esportistas que você pode buscar e assistir em 3D:

  1. Tenista japonesa Naomi Osaka. É possível vê-la fazendo seu famoso saque de 200 km/h
  2. Americana Megan Rapinoe, do futebol, mostrando habilidades com dribles e embaixadinhas
  3. Simone Biles, da ginástica artística, faz seu conhecido salto triplo-duplo
  4. Nadador Caeleb Dressel, também dos EUA, exibe sua excelente largada e nado estilo borboleta
  5. Skatista brasileira Letícia Bufoni, mais conhecida como “Princesa do Skate”, realizando truques como o boardslide e o kickflip 360º

Como ver atletas em 3D no Google durante as Olimpíadas 2021?

  1. Abra o app do Google – ou navegação normal – e busque a na barra de pesquisa um dos nomes dos atletas disponíveis. Aqui vamos pesquisar pela skatista brasileira Leticia Bufoni ;
  2. Clique no nome e role a página do Google até as informações dela – na qual contém altura, nascimento e resumo da vida profissional e pessoal. Depois, toque em “Veja em 3D”. Ao passar para o lado também é possível selecionar o tipo de movimento que você quer ver a atleta exercendo;
  3. Você verá a atleta fazendo suas manobras. Para alterar os movimentos toque no ícone do homenzinho e para tê-la no mesmo ambiente que o seu clique em “Ver no seu espaço”;
  4. Para ver em seu espaço, é necessário conceder acesso ao Google às câmeras – uma mensagem automática surgirá pedindo a autorização. Em seguida, faça os movimentos que a tela orienta para que seja liberado o 3D, o atleta surgirá onde vocês está.
  5. Você pode movimentar suas dimensões com o dedo e também tirar uma foto tocando no botão central da tela. Ao clicar em “Ver em tamanho real” a imagem fica maior no ambiente. Para retornar ao 3D normal e sair do seu espaço clique no ícone de cubo no display.
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Prontinho! Agora você já sabe como ver seus atletas em 3D e ainda tê-los bem pertinho.

Vale lembrar que o recurso “ver no seu espaço” só funciona em celulares que possuem suporte à tecnologia de realidade aumentada. No caso do iOS, são todos os modelos a partir do iPhone 6s. Já no Android, vá até a loja de aplicativos e procure pelo app Google Play Services RA, responsável por desbloquear experiências de realidade aumentada. Se o aplicativo aparecer na busca, mantenha-o atualizado; se não, é porque seu smartphone não suporta a tecnologia.

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‘Tinder dos antivacina’ é banido da App Store por divulgar fake news

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Aplicativo de relacionamento une pessoas antivacina
Unsplash/Alexander Sinn

Aplicativo de relacionamento une pessoas antivacina

O aplicativo de relacionamento Unjected, voltado para pessoas antivacina, foi removida da App Store, a loja oficial do iOS. Além de conectar negacionistas, o aplicativo ainda divulgava conteúdo falso, dizendo que vacinas modificam genes, conectam humanos ao 5G e são “armas biológicas”. “Conecte negócios, encontre amizades ou amor em sua comunidade não vacinada” é o lema do aplicativo.

A Apple afirmou, em comunicado enviado ao site Engadget, que o aplicativo foi banido por violar as regras relacionadas à Covid-19, que exige que as informações divulgadas por aplicativos tenham embasamento em agências de saúde ou instituições médicas.

Além de funcionar como uma espécie de Tinder, o Unjected foi ganhando novas funções com o tempo, como a possibilidade de fazer postagens em um feed. Foi nesse espaço que começaram a surgir informações falsas sobre a vacinação.

Na Google Play Store, a loja oficial do Android, o aplicativo ainda está disponível. Em 16 de julho, porém, o Google deu um ultimato ao Unjected, solicitando que as postagens enganosas fossem removidas em duas semanas, ou o app seria removido. O feed chegou a ser excluído, mas Shelby Thompson, uma das co-fundadoras do app, disse que vai restaurá-lo.

O Unjected foi criado por duas mulheres do Havaí, de acordo com a Bloomberg. Ele só está disponível em inglês e, segundo levantamento da AppTopia, foi baixado menos de 20 mil vezes.

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LGPD: empresas já podem levar multas milionárias se não protegerem seus dados

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Vazamentos de dados poderão gerar multas
Unsplash/Markus Spiske

Vazamentos de dados poderão gerar multas



A partir deste domingo (1º)  multas e demais punições referentes a possíveis infrações da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) começam a ser aplicadas. A legislação atual prevê multas diárias que podem chegar a 2% do faturamento líquido de empresas com base no balanço do ano anterior, algo que, na prática, pode chegar até R$ 50 milhões – valor máximo previsto pela legislação atual.

Além disso, as empresas que passarem por essa sanção podem sofrer também advertências que culminem no bloqueio de banco de dados pelo período de até seis meses.

Essa última punição, em especial, pode ser ainda mais prejudicial do que a multa em si, visto que basicamente todas as companhias hoje funcionam por meio de dados e ter um banco bloqueado pode causar a interrupção da operação do negócio – e, dessa forma e a depender da extensão do caso, o prejuízo pode ser ainda maior do que apenas o montante referente à multa.

A expectativa, no entanto, é de que no início as multas com altos valores ou penalidades mais graves não sejam implementadas de bate-pronto, explica Luiza Sato, sócia da área de proteção de dados, direito digital e propriedade intelectual do ASBZ Advogados.

Na visão da especialista, primeiramente espera-se que haja “aumento da conscientização de empresas e titulares de dados quanto às regras da LGPD”, o que deve resultar principalmente na aceleração das atividades de conformidade à Lei para o segundo semestre deste ano, ainda segundo Luiza.

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Evolução e punição

A LGPD é responsável por regulamentar a maneira como os dados de pessoas físicas são coletados, utilizados e protegidos no Brasil e entrou em vigor oficialmente em setembro do ano passado .

Às empresas, coube a responsabilidade de se adequarem e garantirem que as diretrizes necessárias fossem postas em prática internamente.

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Na era da transformação digital, a computação em nuvem surgiu como resposta para muitas empresas que precisavam encontrar maneiras de lidar com seus dados. Nesse cenário, adotar um serviço de nuvem, seja ela pública ou privada, se tornou premissa básica para muitas organizações.

Para esses dados, também há de ter o mesmo cuidado aplicado em informações internas. Henrique Vaz, CEO da CleanCloud, especializada em segurança da nuvem, explica que a LGPD engloba tanto o uso de infraestruturas internas quanto de serviços terceiros.

“A LGPD engloba a parte legal, como contratos, NDAs e termos de uso, mapeamento de dados, com processos e treinamentos, e a tecnologia, subdividida entre softwares de terceiros e infraestrutura da empresa”, explica ele, em entrevista ao Olhar Digital.

No caso de um vazamento de dados, por exemplo, a empresa que fez a coleta tem sua parcela de responsabilidade no manejo dessas informações, mesmo que quem tenha sofrido o vazamento tenha sido um serviço externo. “Se houver um vazamento de dados da nuvem pública que contenha informações pessoais ou sensíveis conforme definidas pela lei, a empresa estará sujeita às sanções da LGPD”, aponta.

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Ou seja, para mitigar o risco, empresas que utilizam infraestruturas de nuvem pública ou privada para armazenamento de dados devem ter também o cuidado de garantir que essas informações que não estão ‘dentro de casa’ estejam em consonância com as diretrizes de proteção previstas pela Lei.

“O foco deve ser em assegurar que a configuração da nuvem pública, que estão ligadas com as regras de negócio de cada empresa, estão de acordo com os princípios de proteção de dados estabelecidos pela LGPD”, aponta.

Nesse sentido, é papel das companhias estabelecer uma política de acesso aos dados adequada, bem como a encriptação das informações sensíveis, sugere o executivo.

Eber de Meira Ferreira, advogado especializado em direito civil da Peluso, Stupp e Guaritá Advogados, também com atuação em projetos para a área de Proteção de Dados e Privacidade, destaca que as sanções podem ser aplicadas mesmo nos casos em que não há vazamentos.

“As sanções poderão ser aplicadas pela mera desconformidade ao que disciplina a Lei na forma de tratar os dados pessoais, ainda que não haja a ocorrência de um incidente de vazamento de dados”, comenta, complementando que a chegada das punições decorrentes da LGPD “marca a plena vigência da Lei Geral de Proteção de Dados e deve ser vista como mais um alerta àqueles que ainda não buscaram se adequar às suas exigências”.

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