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Mato Grosso

Governo executa 76 obras em 2 mil km de rodovias em Mato Grosso

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As regiões da Baixada Cuiabana e Centro-Sul somam 22 obras rodoviárias

(Foto: Assessoria/Secom-MT)

O governo de Mato Grosso está executando 76 obras em 2.020 quilômetros de rodovias em Mato Grosso.

Também são executadas obras em 87,56 quilômetros por meio das parcerias sociais junto às prefeituras e Organizações da Sociedade Civil (OSC).

As regiões da Baixada Cuiabana e Centro-Sul somam 22 obras rodoviárias em execução, totalizando 736 quilômetros de rodovias que recebem melhorias. Os serviços mais executados são de restauração que ocorrem em uma extensão de 541,35 quilômetros de rodovias.

As obras acontecem nas cidades de Cuiabá, Chapada dos Guimarães, Campo Verde, Tangará da Serra, Barra do Bugres, Jangada, Itanorte, Assari, Denise e Arenápolis, principalmente.

Já na região Araguaia estão em andamento 16 obras que somam 475,6 quilômetros.  Somente com asfaltamento e duplicação de trechos das rodovias MTs-326, 130, 129, 110 e 020, são 312,32 quilômetros em obras.

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Os municípios diretamente beneficiados são Cocalinho, Nova Nazaré, Paranatinga e Gaúcha do Norte, esse último recebe a primeira etapa de pavimentação para ligar a cidade às demais regiões de Mato Grosso por vias asfaltadas, esperada há mais de 30 anos.

Na região Médio-Norte, são realizadas nove obras de pavimentação, totalizando 227,16 quilômetros. Dessa extensão, 40 quilômetros são executados em razão de uma parceria social com a Associação dos Beneficiários da Rodovia “João Adão Scheeren”.

São realizadas o asfaltamento da MT-422, em Santa Carmem, no trecho que vai do entroncamento da MT-140 até o entroncamento da MT-423, no município, em direção a União do Sul. Além da pavimentação, estão em andamento na região Médio-Norte, quatro obras de restauração e revitalização em uma extensão de 105,5 quilômetros.

De acordo com o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, essas obras referem-se as rodovias já pavimentadas, mas são realizadas ainda vários outros serviços de manutenção nas rodovias-não pavimentadas. Com isso, todas as regiões de Mato Grosso estão recebendo obras de infraestrutura.

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“Temos obras em todo Mato Grosso e o Governo do Estado avança para conseguir viabilizar ainda mais melhorias nas estradas, pontes e permitir toda a interligação desse nosso extenso Estado”. (Com Assessoria)

Fonte: O Livre

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Mato Grosso

“Não aceito culpar o homem e a mulher pantaneira pela tragédia das queimadas”, afirma Dr. Leonardo

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Membro da Comissão do Meio Ambiente da Câmara e diretor da Frente Parlamentar do Agronegócio, o deputado federal Dr. Leonardo (Solidariedade-MT) defendeu que culpar a mulher e o homem pantaneiro pela queimada no Pantanal é ignorar a omissão de responsabilidade do Poder Público em todas as esferas. A afirmação foi feita durante reunião da Comissão Externa para Enfrentamento das Queimadas (CEXQUEI) da Câmara Federal, nesta quinta-feira (24).

O deputado lembrou de estudos que apontavam a possibilidade de incêndios de grandes proporções no caso de uma seca prolongada ainda quando era deputado estadual, entre  2015 e 2019, e que, mesmo assim, nenhuma estrutura de combate ao fogo foi criada. “Não aceito culpar o homem e a mulher pantaneira de serem os causadores desse incêndio, desde o pequeno que faz o extrativismo aos outros que produzem em maior escala.  Essa foi uma tragédia que a gente anunciou ainda como deputado estadual. A última grande queimada nestas proporções aconteceu há 15 anos e nada foi feito desde então”, afirmou.

Para ele, é preciso lembrar que o bioma Pantanal é composto, há mais de 200 anos, pela presença humana e proteger essas pessoas também faz parte do dever da comissão. “Proteger o Pantanal é proteger o povo pantaneiro, as comunidades. Proteger o Pantanal é proteger o pecuarista, o produtor rural. Temos que ouvir quem nasceu e se criou no ciclo das águas, que tem sabedoria, conhece o Pantanal e seus causos”, disse Dr. Leonardo

A reunião, conduzida pela deputada federal Rosa Neide (PT-MT), autora do requerimento de criação da CEXQUEI, contou ainda com a participação dos deputados Professor Israel Batista (PV-DF), Paulo Teixeira (PT-SP), Nilton Tatto (PT-SP), Vander Loubet (PT-MS), Ivan Valente (PSOL-SP) e Alessandro Mollon (PSB-RJ). Ao mesmo tempo que ocorria a reunião, o ministro do Meio Ambiente, Rodrigo Salles, fazia uma sobrevoo sobre o Pantanal para avaliar a situação, sem ter comunicado a agenda aos parlamentares que estiveram na região a poucos dias.

Entre os encaminhamentos, foi definido de forma unânime que a da Comissao irá solicitar  a criação emergencial de um Comitê de Crise por parte do Governo Federal e reforçar um pedido da presença em massa das Forças Armadas para combater os incêndios no Pantanal, solicitação que inclusive já havia sido feita pelo deputado federal Dr. Leonardo. Atualmente, 172 pessoas atuam no fronte, entre militares, voluntários e brigadistas contratados. Estava previsto para esta quinta a chegada de 43 militares da Força Nacional de Segurança para auxiliar.

Também foi citada a necessidade de criação de uma legislação de proteção ao Pantanal, e o projeto de lei do Pantanal, 9950/2018, de autoria de Alessandro Mollon. Ao que o Dr. Leonardo se contrapôs na forma, afirmando que qualquer inovação legal precisa passar obrigatoriamente para avaliação da comunidade local. “Nós vamos discutir legislação com quem mora no Pantanal e conhece o dia-a-dia. O pantaneiro quer discutir o manejo, a limpeza das gramíneas, os aceiros, porque eles estão no Pantanal há 200 anos, protegendo a região.

Para o deputado, a academia tem uma contribuição muito relevante, que é levar tecnologia para combinar aos saberes dos moradores locais. “Os pesquisadores vão nos ajudar, mas faço esse compromisso com o pantaneiro, de que vamos ouvi-lo, ouvir as comunidades tradicionais, produtores de pequenas propriedades, as associações de pecuaristas, o trade do turismo”, disse o deputado.

Assessoria de Imprensa  – Deputado Dr. Leonardo

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Assembleia aprova em 1ª votação projeto de Lúdio Cabral que acaba com confisco de aposentadorias e pensões

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Projeto recebeu 13 votos favoráveis e coloca fim a desconto previdenciário para aposentados e pensionistas até o valor do teto do INSS

A Assembleia Legislativa aprovou, em 1ª votação, com 13 votos, nesta quarta-feira (23), o fim do desconto previdenciário para servidores aposentados e pensionistas de Mato Grosso até o valor do teto do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). O Projeto de Lei Complementar 36/2020 é de autoria do deputado estadual Lúdio Cabral (PT) e ainda vai passar pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) e por mais uma votação em plenário antes de se tornar lei.

“Fiquei muito feliz. Estamos há muito tempo nos articulando para aprovar o fim desse confisco maldoso que o governador está fazendo na remuneração dos aposentados e pensionistas. Essa vitória só foi possível graças à mobilização desses servidores, que se uniram e conseguiram sensibilizar deputados suficientes para aprovar a nossa proposta. Assim, felizmente, conseguimos alcançar 13 votos na sessão de hoje para corrigir essa injustiça e maldade que o governador está cometendo contra os aposentados e pensionistas”, disse Lúdio.

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O projeto de Lúdio garante a isenção da contribuição previdenciária sobre pensões e aposentadorias de servidores estaduais até o valor do teto do INSS, que hoje é de R$ 6,1 mil. A alíquota de 14% para aposentados que recebem abaixo do teto foi estabelecida pelo governador Mauro Mendes (DEM) e aprovada pela Assembleia em janeiro. À época, Lúdio votou contra esse desconto e entrou com ação no Tribunal de Justiça para barrar a votação. A nova alíquota começou a ser cobrada na folha de junho, comprometendo a renda de 35 mil aposentados e pensionistas do estado.

“O valor descontado dos aposentados e pensionistas compromete o pagamento de despesas básicas, como plano de saúde, exames, consultas, medicamentos. Muitos aposentados fazem empréstimos consignados para ajudar os familiares, além de terem contas de luz, água, aluguel para pagar. Cerca de 85% dos servidores aposentados recebem em média R$ 3,5 mil por mês, e foram muito afetados com esse confisco da aposentadoria. Por isso lutamos pela revogação dessa cobrança”, afirmou Lúdio.

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O PLC 36 havia recebido parecer contrário na Comissão Especial. Porém, com o apoio de 13 deputados, o parecer foi derrubado na votação em plenário e o projeto continua em tramitação. Foram favoráveis ao projeto os deputados Lúdio Cabral, Valdir Barranco (PT), Paulo Araújo (PP), Thiago Silva (MDB), Ulysses Moraes (PSL), Wilson Santos (PSDB), Delegado Claudinei (PSL), Elizeu Nascimento (DC), João Batista (PROS), Allan Kardec (PDT), Faissal Calil (PV), Max Russi (PSB) e Silvio Fávero (PSL).

Fonte: Laíse Lucatelli  –  Assessoria de imprensa

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