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Governo expandirá internet nas escolas, diz ministro à Comissão Temporária da Covid-19

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Em audiência pública nesta segunda-feira (2) na Comissão Temporária da Covid-19, que acompanha as ações de governo no combate à pandemia, o ministro das Comunicações, Fábio Faria, prometeu que o leilão da tecnologia 5-G levará conexão de internet a 100% das escolas públicas. Ele também defendeu o retorno às aulas presenciais, interrompidas em razão da pandemia de covid-19, e disse que a pasta tem o desafio de “uma campanha de conscientização para vencer resistência à volta às aulas e recuperar o tempo perdido”.

— 6 mil escolas urbanas não têm internet, que vão receber logo nos dois primeiros anos de investimentos que as operadoras vão fazer após ganharem o leilão — disse o ministro, lembrando que o país tem 40 milhões de cidadãos sem acesso a internet.

A conexão das escolas urbanas será feita por fibra ótica ou 5G, declarou, enquanto as escolas rurais das comunidades acima de 600 habitantes serão conectadas por fibra ótica. Ele acrescentou que as comunidades de menos de 600 habitantes que tiverem ponto de energia terão conexão por satélite instalada até julho de 2022. Fábo Faria afirmou ainda que, ao lado do esforço geral das operadoras de telefonia, que conseguiram atender ao aumento de 50% do tráfego de internet decorrente da pandemia, os programas do governo federal Wi-fi Brasil, Norte Conectado e Nordeste Conectado, usando diferentes tecnologias, expandiram aumentaram a conectividade em zonas rurais. 

Ao senador Wellington Fagundes (PL-MT), relator da comissão, Fábio Faria declarou que o programa Wi-Fi Brasil, com base em conexões por satélite, poderá instalar 2 mil pontos de acesso por mês.

— [Pelo Wi-Fi Brasil] teremos menos de 10 mil escolas que ficarão sem internet no Brasil. São escolas em comunidades muito remotas, que não têm energia elétrica. A partir do momento em que tiverem ponto de energia elétrica, levaremos a internet — prometeu.

Além de Wellington Fagundes, os senadores Esperidião Amin (PP-SC) e Kátia Abreu (PP-TO) — autora do requerimento de audiência —, mencionaram as dificuldades de acesso dos estudantes de escolas públicas à internet. Faria se disse preocupado com as perdas educacionais decorrentes da suspensão das aulas presenciais, atingindo principalmente os estudantes mais pobres.

— Imagine aquelas pessoas que estão nos rincões do Brasil, desconectadas. Essas perderam tudo. Além de não obterem informações sobre a pandemia, as crianças ficaram praticamente um ano e meio sem estudar — afirmou Faria. Ele disse que essa dificuldade será suprida por meio de uma parceria com o Ministério da Educação para distribuição de “auxílio-internet”, para viabilizar a conexão de 14 milhões de estudantes.

Kátia Abreu apontou a falta a cobertura de internet no interior, que, apesar das alegações das operadoras, é precária ou inexistente. Faria disse que a crítica é pertinente e precisa ser investigada em conjunto com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

O ministro das Comunicações concordou com o estabelecimento da internet como direito fundamental garantido na Constituição, junto com saúde, educação e segurança. Ele disse esperar que uma proposta nesse sentido possa ser examinada pelo Congresso depois da pandemia.

— Quem estiver fora da internet estará fora da inclusão social, mais do que da inclusão digital — resumiu.

Presidida pelo senador Confúcio Moura (MDB-RO), a Comissão Temporária da Covid-19 acompanha, desde o ano passado, as ações da administração pública no combate à pandemia.

Fonte: AMM

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Ministro da Educação e presidente do FNDE vão se reunir com prefeitos nesta semana em Cuiabá

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Ministro da Educação, Milton Ribeiro, visitará Mato Grosso no período de 29 de setembro a 1º de outubro, para cumprir uma extensa agenda em Rondonópolis, Várzea Grande e Cuiabá, incluindo inaugurações, visitas técnicas, posses de servidores e uma reunião com prefeitos de vários municípios. O Ministro virá a convite do senador Wellington Fagundes.

Entre os compromissos, estão a inauguração de uma usina fotovoltaica na Universidade Federal de Rondonópolis, a reabertura do restaurante universitário e a posse de novos servidores da universidade. Em seguida, a comitiva segue para Várzea Grande, onde assinará a ordem de serviço para retomada das obras do campus do Instituto Federal de Mato Grosso-IFMT.

Em Cuiabá, está prevista a visita às obras de reforma do anfiteatro do IFMT da capital e, em seguida, a inauguração de salas de aula, laboratórios de informática e de química. Posteriormente, o Ministro participa da homenagem aos servidores empossados como membros da Academia Mato-Grossense de Letras, História e Geografia.

Junto com o Ministro da Educação, Milton Ribeiro, estará também o presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação-FNDE, Marcelo Lopes da Ponte, que vai tratar sobre a Resolução 03/2021, que concede o prazo, para que os municípios solicitem a retomada de obras inacabadas. O FNDE deverá firmar novos termos de compromisso com os municípios. A Associação Mato-grossense dos Municípios, comunicou os prefeitos em relação ao prazo. O objetivo é a finalização de obras de infraestrutura educacional, que estão paralisadas nos municípios de diferentes regiões do estado.

O presidente da AMM, Neurilan Fraga esclareceu, por meio do comunicado, que as obras inacabadas são aquelas que tiveram início, mas que não foram finalizadas até a vigência do instrumento pactuado com o FNDE. Ele ressaltou que só podem ser repactuadas as construções com execução física superior a 20%, devidamente comprovada no  relatório de vistoria inserido no Simec. Trata-se do    Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle do Ministério da Educação, um portal operacional e de gestão do MEC, referente ao orçamento e monitoramento das propostas on-line do governo federal na área da educação. “Além disso, os municípios também devem concordar em investir recursos próprios para a conclusão dessas obras”, disse ele, alertando que a transferência de recursos, atende um limite estabelecido no termo de compromisso original com o FNDE.

Conforme o documento do Fundo Nacional Desenvolvimento da Educação, é indispensável, para assinatura do novo instrumento, que os gestores  apresentem um laudo técnico, acompanhado do registro de responsabilidade técnica, mostrando a situação atual da obra inacabada. E se for o caso, a viabilidade da reformulação do projeto que utilizou a metodologia construtiva inovadora para a convencional.

O município que firmar o novo termo de compromisso deverá assinar as declarações de possibilidade de consecução e financiamento, apresentando o  cronograma de trabalho e o plano de ação viável para o cumprimento das obras. Os documentos para a retomada das obras, deverão ser apresentados até o final deste mês.

Fonte: AMM

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Reforma eleitoral é aprovada no Senado sem as coligações em eleição proporcional; veja como ficou

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A proposta de reforma eleitoral (PEC 125/11) aprovada pela Câmara dos Deputados em 17 de agosto foi parcialmente aprovada pelo Senado nesta quarta-feira (22) e será promulgada nos próximos dias pelo Congresso Nacional. Veja as alterações aprovadas, que deverão vigorar nas eleições do ano que vem.

Mulheres e negros
Votos dados a mulheres e pessoas negras, para a Câmara dos Deputados, nas eleições de 2022 a 2030, serão contados em dobro para fins de distribuição, entre os partidos políticos, dos recursos do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanhas (Fundo Eleitoral).

Essa contagem em dobro será aplicada apenas uma vez, ou seja, os votos para uma candidata negra, por exemplo, não poderão ser contados em dobro duas vezes (por ser mulher e por ser negra).

Um dos critérios para a distribuição dos recursos desses fundos é exatamente o número de votos obtidos, assim a ideia é estimular candidaturas desses grupos.

Fidelidade partidária
O texto aprovado mantém a regra atual, que prevê a perda do mandato dos deputados (federais, estaduais ou distritais) e vereadores que se desfiliarem do partido pelo qual foram eleitos, mas cria uma exceção para a manutenção do mandato: quando o partido concordar com a filiação.

Ficam mantidas as hipóteses de desfiliação por justa causa já estipuladas em lei. Atualmente, a Lei 9.096/95 considera como justa causa o desligamento feito por mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário; grave discriminação política pessoal; e durante o período de 30 dias que antecede o prazo de filiação exigido em lei para concorrer à eleição (seis meses antes do pleito).

Em nenhum dos casos a mudança de partido será contada para fins de distribuição de recursos do Fundo Partidário, do Fundo Especial de Financiamento de Campanha e de acesso gratuito ao rádio e à televisão.

Posses do presidente e governadores
A partir das eleições de 2026, a posse do presidente da República será em 5 de janeiro, e a posse dos governadores será no dia 6. Atualmente, ambas são no dia 1º de janeiro.

Veja o que foi rejeitado pelo Senado
1) volta das coligações partidárias nas eleições proporcionais (deputados federais, estaduais e distritais e vereadores). Segundo a relatora, senadora Simone Tebet (MDB-MS), as coligações distorcem a vontade do eleitor, ao eleger candidatos com orientações políticas diferentes daqueles escolhidos, além de aumentar a fragmentação partidária e dificultar a governabilidade. As coligações em eleições proporcionais estão proibidas desde a promulgação da Emenda Constitucional 97, de 2017, e já não valeram nas eleições municipais de 2020.

2) fundações partidárias: o Senado rejeitou dispositivo que permitia às fundações partidárias de estudo e pesquisa e educação política desenvolverem atividades amplas de ensino e formação. Segundo a relatora, a ampliação do escopo de atividades das fundações partidárias é matéria a ser regulada em lei e não deve, portanto, ser incluída na Constituição.

3) Iniciativa popular: o Senado rejeitou alterações nas regras de apresentação de projetos de lei por cidadãos. Para a relatora, a questão precisa ser debatida com mais profundidade. O texto aprovado na Câmara estabelecia que 100 mil eleitores poderiam apresentar um projeto de lei à Câmara dos Deputados com assinatura eletrônica. Pelas regras atuais, um projeto de lei de iniciativa popular deve ter a assinatura em papel de no mínimo 1% do eleitorado nacional, distribuído em pelo menos cinco estados, com não menos de 0,3% dos eleitores de cada um deles.

O texto também definia que os projetos de lei de iniciativa popular tramitariam em regime de prioridade e deveriam ser apreciados conforme regras específicas a serem incluídas nos regimentos do Senado e da Câmara dos Deputados.

4) Anterioridade: o Senado rejeitou a exigência de anterioridade de um ano para que as regras eleitorais definidas pelo STF ou TSE fossem aplicadas. Para a relatora, colocar essa regra na Constituição poderia inviabilizar a interpretação e adequação das normas vigentes pelos tribunais, já que é frequente que as leis eleitorais sejam modificadas no limite do prazo, o que deixaria os tribunais sem tempo para adequar as regras à nova lei.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Fonte: AMM

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