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Hackers invadem Twitter da revista Exame e divulgam vendas de NFTs

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Hackers invadem perfil da revista Exame no Twitter e divulgam vendas de NFTs
Luciano Rocha

Hackers invadem perfil da revista Exame no Twitter e divulgam vendas de NFTs

O perfil da revista Exame no Twitter sofreu uma invasão hacker na noite da quarta-feira (21), conforme apurou o CriptoFácil. Os invasores tomaram controle da página, que tem mais de 2,8 milhões de seguidores, e começaram a oferecer vendas de NFTs.

O grupo fixou um dos tuítes no perfil da Exame com uma mensagem que leva para um perfil da coleção de NFT Doodle no agregador de links Linktree. Nele há apenas um link que convida os usuários a receberem um token de graça.

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Contudo, é provável que tudo não passe de um golpe com o objetivo de roubar NFTs ou criptomoedas dos usuários. Portanto, evite clicar em qualquer link disponibilizado por esses invasores.

Hackers invadem perfil da Exame e publicam tuítes

A invasão começou às 18h47 da quarta-feira, quando os hackers publicaram o primeiro tuíte . Depois, num intervalo de quase três horas, os invasores publicaram outras nove mensagens, todas a respeito de uma coleção de NFTs chamada Doodle.

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Esta coleção é conhecida na plataforma OpenSea e é composta de 10 mil NFTs criados por um artista chamado Burnt Toast. Conforme noticiou o CriptoFácil , a coleção contratou ninguém menos que o cantor Pharrell Williams como seu chefe de marcas.

De acordo com dados da OpenSea, a coleção é uma das 15 mais negociadas nas últimas 24 horas e tem um price floor de 11,2 Ether (ETH), o que vale cerca de R$ 92.000 em valores atuais.

Dos nove tuítes, oito deles contêm mensagens e GIFs animados referentes a coleção, como uma forma de “divulgar” os NFTs. Mas o tuíte fixado leva o usuário a uma página de reivindicação, na qual ele supostamente pode conseguir um Doodle de graça.

Hackers divulgam anúncio falso de coleção.

Hackers divulgam anúncio falso de coleção.

No entanto, trata-se de um anúncio falso, pois leva o nome de Doodles 2 – uma coleção que sequer foi criada. A empresa por trás dos Doodles de fato anunciou uma segunda coleção, que terá preços mais acessíveis, só que ainda não há uma data de lançamento para a coleção.

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Até o momento da escrita deste texto, o perfil da Exame no Twitter segue no controle do hacker e as mensagens sobre os Doodles continuam ativas. Portanto, evite clicar em qualquer link e nunca, sob nenhuma hipótese, forneça seu endereço de carteira para reivindicar NFTs sem ser por uma fonte oficial.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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YouTube proíbe vídeos que neguem ou banalizem facada em Bolsonaro

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Jair Bolsonaro foi esfaqueado em 2018
Reprodução/Twitter

Jair Bolsonaro foi esfaqueado em 2018

O YouTube afirmou nesta quarta-feira (10) que alterou sua política de combate ao discurso de ódio, passando a proibir a publicação e circulação de vídeos que neguem ou banalizem a facada sofrida pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) em Juiz de Fora (MG) em 2018.

“Nossa política de discurso de ódio proíbe conteúdo que negue, banalize ou minimize eventos históricos violentos, incluindo o esfaqueamento de Jair Bolsonaro. O discurso de ódio não é permitido no YouTube, e removeremos material sobre o esfaqueamento de Jair Bolsonaro que viole esta política se não fornecer contexto educacional, documental, científico ou artístico no vídeo ou áudio”, afirma a plataforma, em nota enviada ao portal iG.

Nesta quarta-feira, alguns vídeos enquadrados na política foram deletados pelo YouTube. Mas esta não foi a única regra alterada pela plataforma. Agora, também são proibidos vídeos que aleguem fraude nas eleições de 2014 – antes, a medida valia apenas para o pleito de 2018. Diante disso, a live de Bolsonaro com embaixadores publicada em 18 de julho foi deletada pelo YouTube  nesta quarta, já que nela o presidente afirmou que houve fraude nas eleições de 2014, informação que é falsa.

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A medida vem após o YouTube afirmar que não removeria o vídeo e em meio a um histórico de baixa moderação de conteúdo quando o assunto são os vídeos publicados no canal do presidente.  Reportagem do portal iG revelou que a plataforma demora em média nove meses para punir o canal de Bolsonaro e deletar vídeos nos quais ele desinforma.

A demora é um dos motivos pelos quais o canal de Bolsonaro segue no ar, já que a quantidade de vídeos excluídos poderia fazer com que ele fosse banido da plataforma.

A exclusão desta quarta-feira, por exemplo, não gera uma punição ao canal do presidente, já que o vídeo foi excluído com base em uma regra que ainda não existia quando a transmissão foi feita.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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YouTube volta atrás e deleta live de Bolsonaro com embaixadores

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Bolsonaro durante reunião com embaixadores
Reprodução – 19/07/2022

Bolsonaro durante reunião com embaixadores

O YouTube excluiu nesta quarta-feira (10) a live do presidente Jair Bolsonaro (PL) com embaixadores publicada em 18 de julho. Na reunião, Bolsonaro atacou as urnas eletrônicas e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) .

Na semana em que o encontro foi transmitido no YouTube,  a plataforma afirmou que não removeria o vídeo por entender que “não foram encontradas violações às políticas de comunidade” da plataforma. Agora, o Youtube atualizou suas regras, o que fez com que a live fosse banida.

“A política de integridade eleitoral do YouTube proíbe conteúdo com informações falsas sobre fraude generalizada, erros ou problemas técnicos que supostamente tenham alterado o resultado de eleições anteriores, após os resultados já terem sido oficialmente confirmados. Essa diretriz agora também se aplica às eleições presidenciais brasileiras de 2014, além do pleito de 2018”, diz o YouTube em nota enviada ao portal iG.

Antes, a política de integridade eleitoral se aplicava apenas às eleições de 2018 no Brasil, se ampliando agora para as de 2014. A regra ainda não cita as eleições presidenciais deste ano.

No encontro com embaixadores, Bolsonaro afirmou que, em 2014, houve uma fraude eleitoral que beneficiou a ex-presidente Dilma Rousseff e prejudicou o então candidato à Presidência da República Aécio Neves, informação que é falsa.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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