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Hilux brilha e Toyota ultrapassa GM no mercado de picapes

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Toyota Hilux: cabine dupla ou simples, tração 4x2 ou 4x4, câmbio manual ou automático e motor flex ou a diesel
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Toyota Hilux: cabine dupla ou simples, tração 4×2 ou 4×4, câmbio manual ou automático e motor flex ou a diesel

O crescimento da Toyota Hilux é uma das novidades do mercado neste começo de ano. Com um ótimo desempenho de vendas em janeiro e fevereiro, a Hilux não apenas aumentou a distância que a separa da Chevrolet S10 como também ultrapassou a picapinha Saveiro, da Volkswagen. No acumulado de 2019, a Hilux vendeu 6.139 unidades, contra 5.777 da Saveiro e 4.090 da S10.

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Ela só perde para a dupla Strada-Toro, da Fiat, que continua imbatível. O bom desempenho da Toyota Hilux
não é novidade, mas seu crescimento nos últimos meses virou o jogo na tradicional briga entre a Toyota e a GM. Em dezembro do ano passado, a Toyota ultrapassou a GM no mercado de picapes, mas foi por apenas 151 unidades.

Em janeiro, essa diferença subiu para 1.074 e em fevereiro fechou em 975 picapes. Num segmento em que os veículos são caríssimos, a margem de lucro também é maior – e isso amplia o significado da ultrapassagem da Toyota.


Toyota Hilux GR-S: a versão inspirada nas competições off-road é a mais cara da linha e custa quase R$ 207 mil
Caue Lira/iG

Toyota Hilux GR-S: a versão inspirada nas competições off-road é a mais cara da linha e custa quase R$ 207 mil

Há um ano (fevereiro de 2018), a GM ocupava seu tradicional terceiro lugar no segmento de comerciais leves
, com 13,7% do mercado (6.649 unidades), atrás apenas da Fiat e da Volks. A Toyota vinha em quarto, com 10,9% de participação (5.311 emplacamentos). Há um ano, as vendas acumuladas da Hilux eram de 5.085 unidades, contra 4.695 da S10 e 1.953 da Chevrolet Montana. A soma dessas duas é que garantia a posição da GM.

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Porém, o jogo virou. Agora é a Toyota que tem 13,9% (6.145 unidades), enquanto a GM recuou para 10,9% (10,9%). Enquanto a Toyota cresceu 13,5%, a GM caiu 11%. Isso foi fruto do recuo conjunto da S10 e da Montana.

Hilux é top 4 na América Latina


Hilux 2.8 a diesel: com câmbio manual, ela custa R$ 141 mil, mas com câmbio automático, o preço mínimo é de R$ 161 mil
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Hilux 2.8 a diesel: com câmbio manual, ela custa R$ 141 mil, mas com câmbio automático, o preço mínimo é de R$ 161 mil

No Brasil as picapes médias ou grandes nunca obtêm boas posições no ranking geral de vendas. Somente a Fiat Strada (sexta colocada no ranking geral) consegue furar o bloqueio dos dez carros mais vendidos. A Toro também vende bem, mas é apenas a 17ª colocada na classificação. Mais discreta ainda é posição das picapes tradicionais, de porte-maior, com carroceria sobre chassi. Nem a Hilux nem a S10 conseguem ficar entre os 20 veículos mais vendidos. Porém, em outros países é diferente.

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Segundo a empresa de consultoria Focus2Move, a Toyota Hilux é o quarto veículo mais vendido da América Latina. Em 2018, a picape japonesa emplacou 130.197 unidades na região, perdendo apenas para o Chevrolet Onix, o Nissan Versa e o Ford Ka, que são carros muito mais acessíveis. Na Argentina, onde é fabricada, a Hilux já foi líder do ranking de vendas em várias ocasiões.

No Brasil, o crescimento da Hilux coincide com a alta do mercado de comerciais leves, que foi de 12,1% nos dois primeiros meses, em comparação com janeiro e fevereiro do ano passado. Em números exatos, foram 54.179 emplacamentos este ano, contra 48.601 na temporada passada. Preço da Hilux pode chegar a R$ 207 mil

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Hilux cabine simples: focada 100% no trabalho, essa picape custa R$ 126 mil e tem tração 4x4
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Hilux cabine simples: focada 100% no trabalho, essa picape custa R$ 126 mil e tem tração 4×4

Apesar de seu sucesso de vendas, a Hilux não é nada barata. A Toyota oferece uma gama completa, com cabine simples e cabine dupla
, motor flex 2.7 ou diesel 2.8, tração 4×2 ou 4×4 e câmbio manual ou automático. Quem precisa de uma picape média para trabalho ou viagens, certamente encontra uma. Mas tem que desembolsar uma bela grana. A Hilux mais barata é a 2.7 flex 4×2 com câmbio manual, que custa R$ 111.990. Porém, se passar para a 4×4 automática, o preço dessa picape flex sobe para R$ 142.640.

Esse preço é só um pouco superior ao da versão a diesel mais em conta. Com motor 2.8 e câmbio manual, a Hilux 4×4 diesel custa R$ 141.340. Se quiser câmbio automático, o cliente terá que pagar no mínimo R$ 161.560. A Hilux mais cara é a GR-S, que tem motor 2.8 a diesel, tração 4×4 e transmissão automática de seis velocidades: R$ 206.990. Essa Hilux GR-S foi apresentada no último Salão de São Paulo e faz parte da estratégia da marca de investir em competições off-road na Argentina. Todas essas citadas são cabine dupla.

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Para quem procura uma Toyota Hilux
cabine simples, só para trabalho mesmo, o preço é de R$ 126.320, com motor a diesel. Também existe uma versão só com cabine e chassi, por R$ 122.320. Independentemente do preço, as picapes da Toyota vendem bem também por causa do ciclo Toyota, um financiamento que garante a recompra pelo fabricante com 85% da Tabela Fipe. Agora vamos observar se ao longo do ano a GM vira o jogo com as picapes S10 e Montana ou se a Hilux conseguirá manter a Toyota entre as três marcas mais vendidas no segmento de comerciais leves.

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Avaliamos o aplicador de selantes da Alcance Profissional

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Aplicador de microfibra Alcance Profissional é bom para dar acabamento em pequenas áreas
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Aplicador de microfibra Alcance Profissional é bom para dar acabamento em pequenas áreas

Cuidar da aparência do carro, principalmente a lataria do carro exige ferramentas com boa qualidade, fáceis de trabalhar e o mais importante, que não risque a pintura. É aí que entra a microfibra, material superresistente e que não agride o verniz.

Pra aplicação de selante de pintura , por exemplo, o material cai como uma luva. A partir dessa ideia, resolvemos testar um aplicador da marca Alcance Profissional, considerada uma empresa referência quando o assunto é detalhamento de automóveis.

O Aplicador de Microfibra Alcance é recomendado para utilização na aplicação de selantes, vitrificadores, ceras, polidores, renovadores de plásticos, limpadores, silicones e demais produtos.

Como os sites de compra e venda fazem questão de frisar, o “produto é altamente resistente e macio, não provocando riscos no automóvel ”. Compramos o nosso pelo site do Mercado Livre por apenas R$ 15 (exceto o frete) e resolvemos testá-lo com um selante na pintura.

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O formato retangular (10 cm x 7 cm) tem um tamanho razoável, mas poderia ser maior, sobretudo para aplicação na pintura que acaba cansando um pouco. Por isso, é mais indicado para acabamentos de portas, áreas que são mais planas e fáceis de aplicar. A maciez é um ponto forte.

Na embalagem, eles sugerem o uso com ceras e polidores, mas por ser muito pequena , o trabalho fica mais cansativo. No caso de selante de pintura que aplicamos, o trabalho não foi tão exaustivo, e de brinde deixou um belo acabamento, graças à boa densidade da microfibra .

Após a aplicação do selante na pintura, resolvemos lavar a esponja e deixar limpinha para a outra etapa do teste que consistiu em aplicar um renovador de painel. Fizemos a passagem do aplicador sobre portas, painel, console etc. Em algumas partes, a microfibra não alcançou exigindo o uso de um pincel , mas até aí nada sério.

De um modo geral, o produto tem um excelente custo-benefício para quem pretende usá-la como uma ferramenta para pequenas áreas com a certeza de que vai proporcionar um ótimo acabamento e sem soltar fiapos ou pelos iguais a outros tipos de aplicadores.

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APLICADOR DE MICROFIBRA AZUL  ALCANCE PROFISSIONAL

PREÇO MÉDIO: R$ 15

MAIS INFORMAÇÃOES: www.alcanceprofissional.com.br

Fonte: IG CARROS

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Arrecadação pública está nas alturas, mas crateras nas ruas continuam

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Roda amassada por buraco: Quem nunca sofreu com isso, ou nunca dirigiu no Brasil, ou não é motorista
Guilherme Menezes /iG Carros

Roda amassada por buraco: Quem nunca sofreu com isso, ou nunca dirigiu no Brasil, ou não é motorista

A princípio, a habilidade de conduzir o próprio carro, compreender e respeitar as sinalizações de trânsito e saber gerir o espaço entre você e outros da via, são o que fazem o bom motorista. E isso deveria ser o suficiente para você andar nas ruas com paz e tranquilidade.

Entretanto, o condutor no Brasil , por mais prudente que seja, não passará impune por boletos de multas e buracos nas vias públicas .

Ambos tão traiçoeiros que podem pegar qualquer um de surpresa. No caso mais recente, de quem vos escreve, perdi uma roda (quase foi rasgada no meio) e o respectivo pneu, em um buraco na divisa do bairro do Campo Belo com Moema (Zona Sul de SP).

Detalhe: isso para lá das 22h, em um local sem iluminação . Não é preciso nem dizer que, na ocasião, eu poderia ter sido alvo fácil de assaltantes. Por sorte, fui visto por moradores da rua onde eu estava, e me ajudaram com uma pequena luminária de mesa. Veja partes do drama na galeria de imagens abaixo.

Ironicamente falando, pelo jeito, as 1,5 milhão de multas aplicadas em 2021 pelo Detran-SP — fora as tantas outras em anos anteriores — não são dinheiro o bastante para tapar buracos, ainda que o CTB e a Lei Municipal 14.488/2007 prevejam o uso do dinheiro para fins como este.

O custo do dano foi de R$ 600 pela roda (15 polegadas), mais R$ 500 pelo pneu e R$ 200 de alinhamento+balanceamento.

Além da sorte de não ter sido vítima de um roubo — o que me custaria o celular e o que tivesse na minha carteira — nenhum dos componentes da suspensão foi danificado. Imagina se fosse um carro mais frágil e/ou mais caro do que o meu Peugeot 207 — ou alguém menos sortudo do que eu…

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Infelizmente, a situação é ainda mais complicada, quando nos deparamos com a própria Constituição Federal. Conforme o artigo 167, IV, parágrafo 4º, é proibida a vinculação de receita de impostos a uma despesa específica, com excessão da saúde e da educação.

Ou seja, o que deve ser feito é a utilização do dinheiro arrecadado com as multas para a manutenção. Vocês verão mais detalhes, ainda no texto, sobre a promessa da prefeitura de destinar R$ 1 bilhão em recapeamento de vias.

A situação é pior ainda para os profissionais

Anwar utiliza o carro diariamente para transporte de passageiros
Acervo pessoal

Anwar utiliza o carro diariamente para transporte de passageiros

Tivemos a oportunidade de conversar com Anwar Hioni , que é motorista executivo e proprietário da empresa de transportes Taxi4Vip, desde 2016.

Representante de uma das profissões que mais vivenciam a situação (precária) das vias, ele já teve várias experiências negativas com buracos. Muitas delas, mais graves e mais caras do que a minha. Veja o depoimento completo a seguir.

“Meu carro é um Nissan Sentra 2015. Tenho vários exemplos desagradáveis, e toda a vez que eu encaro algo que represente perigo aos condutores, ligo para a Prefeitura”.

“Indo para Alphaville algumas vezes, eu tive que passar por dentro das cidades de Barueri, e acabei passando por um trecho que ela tem buracos gigantescos. Parece uma zona de guerra e que explodiu uma bomba no lugar. Em um mesmo buraco, dois pneus ficaram com bolha , dianteiro e traseiro do lado direito. Gastei R$ 800 com cada pneu”.

Bolhas nos pneus: Se encontrar uma, troque-o imediatamente. Ela pode estourar e causar acidente ao volante
Divulgação

Bolhas nos pneus: Se encontrar uma, troque-o imediatamente. Ela pode estourar e causar acidente ao volante

“Na saída do túnel Papa João Paulo Segundo, no Vale do Anhangabaú, tem desníveis para escoamento de água . Aquilo ali, na prática, é danoso como buraco. Já reclamei sobre isso com a prefeitura e ninguém nunca fez nada. Na ocasião em que fui afetado naquele local, também tive os meus pneus cortados”.

“Em rodovias, eu vi até um capotamento ocorrido por conta de buraco. No alto da Serra, indo de Curitiba para SP, um Chevrolet Classic passou por mim. Já é um trecho que é fácil de perder aderência , porque é uma descida à esquerda. E para “ajudar”, tinha o buraco. O carro capotou três vezes e, por sorte, ninguém daquele carro se machucou”.

“Teve outro caso que tive que trocar os dois amortecedores dianteiros por causa de buraco. Dependendo do tamanho do buraco , pode até ser que não danifique o pneu, mas depois de algum tempo, você constata avaria na suspensão. Cada amortecedor me custou R$ 2.500, um total de R$ 5 mil”.

“Tive que diminuir o aro da roda para poder aumentar o tamanho do pneu, para deixá-lo mais resiliente aos buracos. De fábrica vem com rodas aro 17 205/55. Hoje uso aro 16 com pneu mais alto (205/60). Pelo menos a diferença de preço entre os pneus é grande. No aro 16, são quase a metade do preço”.

“Hoje em dia, até dá para ver algumas vias sendo recapeadas . Mas, para mim, o serviço deveria ser refeito completamente, em absolutamente todas as vias, mas com material adequado e planejamento”.

“Mesmo eu, que utilizo o carro para o meu trabalho como motorista, preferiria não ir trabalhar por um período, para que a cidade fosse refeita. Para mim, o que está cada vez melhor é a confiabilidade dos sistemas de suspensão . Já os buracos, cada vez aparecem mais”.

Será que vão cumprir o prometido?

Como ficará a situação no futuro? Tanto se promete, e tão pouco se cumpre...
Divulgação Detran.SP

Como ficará a situação no futuro? Tanto se promete, e tão pouco se cumpre…

Em nota publicada pela Prefeitura de São Paulo  — por meio da Secretaria Municipal das Subprefeituras (SMSUB), no Diário Oficial da Cidade de SP, em 4 de junho — foi anunciado o Decreto nº 61.417. Ele estabelece o início do programa de recapeamento de vias na capital, no valor de aproximadamente R$ 1 bilhão.

É prometido que, até 2024, mais de 20 milhões de m² serão recuperados com recapeamento , micro pavimentação e manutenção de pavimento rígido.

“Entre os critérios considerados para a escolha das vias prioritárias, estão o volume de tráfego e a deterioração do pavimento existente, demanda de transporte coletivo sobre pneus, histórico de operação de conservação de pavimentos viários, além de outras demandas da própria comunidade”, afirma a prefeitura de SP.

“Todas as regiões da cidade serão contempladas, como a Avenida Jacu Pêssego, Avenida Sapopemba, Avenida Ipiranga, Avenida 23 de Maio, Avenida Cangaíba, assim como as Marginais Pinheiros e Tietê. Além destes cerca de 70 outros endereços serão contemplados”, complementa.

Aos motoristas, só resta aguardar que o novo projeto da Prefeitura resolva o problema, pois, enquanto isso, a população amarga os prejuízos decorrentes das más condições das vias da cidade .

Fonte: IG CARROS

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