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Hospital da Espanha oferecerá serviços de saúde no metaverso

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Pacientes poderão acessar o hospital pelo metaverso
Unsplash/Martin Sanchez

Pacientes poderão acessar o hospital pelo metaverso

A Espanha anunciou recentemente que oferecerá novos serviços de saúde digitais através de seu primeiro centro hospitalar no metaverso.

O hospital San Juan de Dios de Saragoça é um projeto desenvolvido em conjunto com a empresa Imascono, visando transformar o atendimento médico de pacientes e trazer facilidade aos serviços de saúde para todos os usuários.

Segundo os fundadores do centro médico, o metaverso permitirá conhecer algumas das pesquisas realizadas pelo hospital, além de suas atividades diárias, portfólio de serviços e iniciativas de responsabilidade social.

Experiencia do usuário no hospital San Juan de Dios

Os pacientes do hospital San Juan de Dios podem simular a chegada ao centro de saúde pelo corredor central do recinto e interagir com cartazes, roll ups e telas 2D.

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Também é possível encontrar logotipos, objetos, móveis e pontos de informação flutuantes em 3D, distribuídos por todo o hospital do metaverso.

Além disso, a novidade permite que pacientes, familiares, profissionais e visitantes possam interagir em diferentes eventos sociais, palestras médicas e atos recreativos de forma online.

Serviços hospitalares para usuários do sistema público

Através do metaverso, o centro hospitalar de Saragoça aposta num modelo de liderança, com estratégias inovadoras, para melhorar resultados no atendimento da saúde pública.

Os serviços oferecidos pelo centro de saúde no metaverso são os seguintes:

  1. Prescrição eletrônica para pacientes.
  2. Criação de um anel radiológico.
  3. Assinatura biométrica para admissão do paciente.
  4. Integração de dispositivos de eletromedicina.
  5. Neuro-reabilitação que implementa soluções digitais para ajudar na recuperação do paciente.

Espanha e sua aposta pelo metaverso

O governo espanhol também anunciou no início de julho que destinará ajuda financeira a projetos na Web 3.0 e no metaverso.

Este programa de subsídios disponibilizará mais de R$ 20 milhões para financiar projetos que contribuam na criação de espaços de trabalho, transformação social, cultura, educação e saúde.

Por esta razão, espera-se que iniciativas como o centro hospitalar de Saragoça continuem sendo desenvolvidas por diferentes empresas nos próximos meses.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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YouTube proíbe vídeos que neguem ou banalizem facada em Bolsonaro

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Jair Bolsonaro foi esfaqueado em 2018
Reprodução/Twitter

Jair Bolsonaro foi esfaqueado em 2018

O YouTube afirmou nesta quarta-feira (10) que alterou sua política de combate ao discurso de ódio, passando a proibir a publicação e circulação de vídeos que neguem ou banalizem a facada sofrida pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) em Juiz de Fora (MG) em 2018.

“Nossa política de discurso de ódio proíbe conteúdo que negue, banalize ou minimize eventos históricos violentos, incluindo o esfaqueamento de Jair Bolsonaro. O discurso de ódio não é permitido no YouTube, e removeremos material sobre o esfaqueamento de Jair Bolsonaro que viole esta política se não fornecer contexto educacional, documental, científico ou artístico no vídeo ou áudio”, afirma a plataforma, em nota enviada ao portal iG.

Nesta quarta-feira, alguns vídeos enquadrados na política foram deletados pelo YouTube. Mas esta não foi a única regra alterada pela plataforma. Agora, também são proibidos vídeos que aleguem fraude nas eleições de 2014 – antes, a medida valia apenas para o pleito de 2018. Diante disso, a live de Bolsonaro com embaixadores publicada em 18 de julho foi deletada pelo YouTube  nesta quarta, já que nela o presidente afirmou que houve fraude nas eleições de 2014, informação que é falsa.

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A medida vem após o YouTube afirmar que não removeria o vídeo e em meio a um histórico de baixa moderação de conteúdo quando o assunto são os vídeos publicados no canal do presidente.  Reportagem do portal iG revelou que a plataforma demora em média nove meses para punir o canal de Bolsonaro e deletar vídeos nos quais ele desinforma.

A demora é um dos motivos pelos quais o canal de Bolsonaro segue no ar, já que a quantidade de vídeos excluídos poderia fazer com que ele fosse banido da plataforma.

A exclusão desta quarta-feira, por exemplo, não gera uma punição ao canal do presidente, já que o vídeo foi excluído com base em uma regra que ainda não existia quando a transmissão foi feita.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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YouTube volta atrás e deleta live de Bolsonaro com embaixadores

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Bolsonaro durante reunião com embaixadores
Reprodução – 19/07/2022

Bolsonaro durante reunião com embaixadores

O YouTube excluiu nesta quarta-feira (10) a live do presidente Jair Bolsonaro (PL) com embaixadores publicada em 18 de julho. Na reunião, Bolsonaro atacou as urnas eletrônicas e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) .

Na semana em que o encontro foi transmitido no YouTube,  a plataforma afirmou que não removeria o vídeo por entender que “não foram encontradas violações às políticas de comunidade” da plataforma. Agora, o Youtube atualizou suas regras, o que fez com que a live fosse banida.

“A política de integridade eleitoral do YouTube proíbe conteúdo com informações falsas sobre fraude generalizada, erros ou problemas técnicos que supostamente tenham alterado o resultado de eleições anteriores, após os resultados já terem sido oficialmente confirmados. Essa diretriz agora também se aplica às eleições presidenciais brasileiras de 2014, além do pleito de 2018”, diz o YouTube em nota enviada ao portal iG.

Antes, a política de integridade eleitoral se aplicava apenas às eleições de 2018 no Brasil, se ampliando agora para as de 2014. A regra ainda não cita as eleições presidenciais deste ano.

No encontro com embaixadores, Bolsonaro afirmou que, em 2014, houve uma fraude eleitoral que beneficiou a ex-presidente Dilma Rousseff e prejudicou o então candidato à Presidência da República Aécio Neves, informação que é falsa.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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