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Indígena entrará em quadra para defender cocar de Cacique do Circuito Mato-grossense de Tênis

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A 1ª Classe Pro reúne os melhores tenistas do estado e, neste ano, alcançará seu ápice em performance técnica. Proporcionando lances de tirar o fôlego dos espectadores

André Vitor Nascimento, 25 anos, de apelido ‘Índio’ e de descendência indígena, sagrou-se campeão do ranking na 1ª Classe Pro em 2020, a categoria de maior nível técnico do estado, e se tornou o tenista número 1 do Circuito Mato-grossense de Tênis. E, neste ano, precisará entrar em quadra para defender o ‘cocar de Cacique’ do tênis estadual. E o início dessa batalha, que levará o ano todo, já está com data e local marcados.

O Circuito Mato-grossense de Tênis promoverá 19 torneios em 2021 e todos serão palco de batalhas homéricas em diversos níveis e por muitos títulos. E o primeiro teatro dessa odisseia será o torneio EMHA Open de Tênis, de 1º a 07 de março, na academia Tennis Company, na rua Rui Barbosa, nº 515, no bairro Goiabeiras, em Cuiabá-MT. Com entrada franca e portas abertas ao público interessado em se deleitar com lances habilidosos.

“Me chamam de Índio por ter características indígenas e por ser descendente por parte de pai. Não fui criado por meu pai, portanto não sei detalhes da vida da minha bisavó índia. Eu morava com minha mãe, irmã e irmãos em Marabá, no Pará. Hoje tenho quatro anos de casado e uma filha de quase três anos”, comenta o tenista número 1 do estado, André ‘Índio’ Nascimento, professor de tênis na Benegas Tennis, em Sorriso.

Inscrições para o EMHA Open de Tênis podem ser feitas até dia 26 de fevereiro via canais de comunicação da Federação Mato-grossense de Tênis (FMTT) e da academia Tennis Company. Tanto pelo site https://www.tenisintegrado.com.br/perfil2/inicio/5465 ou WhatsApp (65)99925-5536 da FMTT ou pelos telefones (65)3623-1311 e (65)98405-9685 da Tennis Company. E os valores das inscrições são os mesmos de 2020, R$100,00 (primeira inscrição) e R$70,00 (segunda inscrição por pessoa).

“Comecei como gandula aos 11 anos de idade, com o professor Vanilson Ferreira, no Círculo Militar de Marabá. De gandula virei tenista e depois professor de tênis. Amo o tênis e me dedico de corpo e alma desde os 11 anos. E estou desde maio de 2019 em Sorriso. Estou muito feliz por morar nesta cidade linda e por poder trabalhar na Benegas Tennis. E agradeço a todos pelo reconhecimento do meu trabalho”, disse o número 1.

Contexto

A Federação Mato-grossense de Tênis (FMTT) lançou, na última quinta-feira (11.02), o calendário do Circuito Mato-grossense de Tênis 2021, com recorde de 19 torneios em oito cidades-sede. Sendo sediado por Cuiabá, Sorriso, Sinop, Primavera do Leste, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Rondonópolis e Alto Araguaia. E isso perfaz crescimento de 90% e 167% em quantia de torneios e cidades-sede, respectivamente, em comparação com o Circuito Estadual de Tênis 2015, ano marco da remodelagem da competição.

A Federação Mato-grossense de Tênis (FMTT) foi fundada, em 31 de março de 1979, com o objetivo de regulamentar e desenvolver a prática da modalidade esportiva tênis no Estado de Mato Grosso. E a diretoria (2018-22) é composta pelo presidente, Rivaldo Barbosa, vice-presidente técnico, Bruno França, vice-presidente administrativo e de finanças, Maria do Carmo Mendes e pelo vice-presidente de relações esportivas, Joilson Borges. E a sede está localizada no Clube Monte Líbano, em Cuiabá-MT.

Crédito Fotógrafo (Lei 9610/98): Junior Martins/FMTT

Fonte: Assessoria

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Estadual

Todos os municípios de MT estão com risco alto ou muito alto para transmissão da Covid-19

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Por G1 MT

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) divulgou, nesta terça-feira (15), que 27 municípios registram classificação de risco muito alto para o coronavírus.

São eles: Água Boa, Araguainha, Arenápolis, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Cláudia, Confresa, Guiratinga, Itanhangá, Juína, Lucas do Rio Verde, Luciara, Nova Mutum, Peixoto de Azevedo, Primavera do Leste, Rondonópolis, Santa Rita do Trivelato, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, Sapezal, Sorriso, Tangará da Serra, Torixoréu e Vila Rica.

Outras 114 cidades estão classificadas na categoria alta para a contaminação do coronavírus. Nenhum município foi classificado com risco moderado ou baixo para a Covid-19.

Novo método para classificação

O método para definir a classificação de risco dos municípios foi aprimorado. A mudança foi publicada no Diário Oficial do dia 25 de março de 2021. Desde então, não é levado em consideração apenas o número absoluto dos casos dos últimos quatorzes dias, mas sim a média móvel dos últimos quatorze dias.

Assim, o município não sofrerá uma mudança brusca de um boletim para o outro; a cidade ficará na mesma categoria por pelo menos duas semanas, conforme sua média móvel de casos.

Também foi aperfeiçoado o cálculo dos casos acumulados. Antes eram considerados os casos acumulados a partir do dia 1º de dezembro de 2020. Com a nova metodologia, a análise será realizada sempre com base nos casos acumulados dos últimos 90 dias.

Confira as medidas de acordo com a classificação de risco:

• Nível de Risco ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO e MODERADO;
  • b) proibição de qualquer atividade de lazer ou evento que cause aglomeração;
  • c) proibição de atendimento presencial em órgãos públicos e concessionárias de serviços públicos, devendo ser disponibilizado canais de atendimento ao público não presencial;
  • d) adoção de medidas preparatórias para a quarentena obrigatória, iniciando com incentivo à quarentena voluntária e outras medidas julgadas adequadas pela autoridade municipal para evitar a circulação e aglomeração de pessoas.

• Nível de Risco MUITO ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO, MODERADO e ALTO;
  • b) quarentena coletiva obrigatória no território do Município, por períodos de 10 (dez) dias, prorrogáveis, mediante reavaliação da autoridade competente, podendo, inclusive, haver antecipação de feriados para referido período;
  • c) suspensão de aulas presenciais em creches, escolas e universidades;
  • d) controle do perímetro da área de contenção, por barreiras sanitárias, para triagem da entrada e saída de pessoas, ficando autorizada apenas a circulação de pessoas com o objetivo de acessar e exercer atividades essenciais;
  • e) manutenção do funcionamento apenas dos serviços públicos e atividades essenciais;
  • §1º Atingida determinada classificação de risco, as medidas de restrição correspondentes devem ser aplicadas por, no mínimo, 10 (dez) dias, ainda que, neste período, ocorra o rebaixamento da classificação do Município.
  • §2º Os municípios contíguos devem adotar as medidas restritivas idênticas, correspondentes às aplicáveis aquele que tiver classificação de risco mais grave.
  • §3º Os Municípios poderão adotar medidas mais restritivas do que as contidas neste Decreto, desde que justificadas em dados concretos locais que demonstrem a necessidade de maior rigor para o controle da disseminação do novo coronavírus.
  • Art. 6º O funcionamento de parques públicos estaduais seguirá as restrições estabelecidas pelos Municípios em que se encontrem e, na ausência de normas a este respeito, poderão ser utilizados, desde que observado o distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas, ficando vedado o acesso sem o uso de máscara de proteção facial.

Fonte: G1 / MT

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Avanços no Tratamento contra a Aids no Brasil

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Na 25ª edição da Parada LGBTQIA+ de São Paulo, neste domingo 6 de junho, a Agência Aids promove o Camarote Virtual Solidário articulando debates com médicos e ativistas, além do grande objetivo de arrecadar cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade.

Três médicos referência em Aids, Dr. Fábio Mesquita, médico epidemiologista que faz parte da OMS, e os infectologistas Dr. Vinicius Borges (Dr. Maravilha) e a Dra. Zarifa Khoury, comentaram os avanços no tratamento contra a Aids no Brasil e no mundo.

“Amanhã (7), começa uma agenda global na ONU para retomar a questão da Aids e isso é muito importante. O Brasil foi o primeiro país, de média e baixa renda, a oferecer os medicamentos antirretrovirais cumprindo a Constituição, uma grande conquista na implementação de políticas públicas, desde 1995 em nível nacional”, contou Dr Fábio Mesquita que traçou uma retrospectiva histórica da construção da política de Aids no Brasil.

A adesão ao tratamento, nos anos 1980, foi difícil. “Havia resistência aos medicamentos e seus efeitos colaterais. Testemunhamos muitos suicídios, era terrível”, lembra Dra Zarifa Khoury.

Passados 40 anos, os avanços foram muitos: do tratamento com 16 medicamentos, hoje é prescrito com dois comprimidos. “Às vivências do passado nos ensinaram muito, mas ainda há problemas sociais graves para as pessoas com HIV e Aids. Quando criei o Dr. Maravilha nas redes sociais foi para ajudar a enfrentar o preconceito e a autoestima da população LGBT que vive com HIV. Quero olhar pessoas e não o vírus”, explicou Dr Vinicius Borges.

A pergunta hoje é “Tenho HIV e agora?” É a realização de sonhos porque é possível viver com medicamentos e ter qualidade de vida.

“O desafio é vencer o estigma. Desde do início, os gays sofriam discriminação porque Aids era considerada “peste gay” é ainda hoje muitas pessoas não seguem o tratamento por medo da opinião da sociedade”, diz Dra Zarifa.

Dr Fábio Mesquita ressaltou que a questão deve ser esclarecer as informações erradas sobre a Aids, melhorar a informação para que as pessoas sofram menos, como faz a Agência Aids e o Dr Maravilha. “Fora do Brasil, o preconceito em países pobres ainda é muito grande. A imprensa trabalha para mudar esse conceito. Foram testadas vacinas, sem grande retorno, mas a ciência requer investimento. Veja a capacidade de recursos para a Covid, pois atinge todas as classes sociais e raças. Por isso, houve grande mobilização da ciência para chegar à vacina. É possível diminuir a transmissão e a mortalidade (700 mil óbitos em 2020). Com a Covid-19, houve impacto no tratamento e no cumprimento da mandala de prevenção”, explica o epidemiologista.

Dr Maravilha resume: “É preciso combater o negacionismo em todas às áreas, valorizar a ciência, democratizar o tratamento”.

A doação de cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade vai até 25 de junho: https://linktr.ee/agenciaaids.

O Camarote Virtual Solidário é um evento social, organizado pela Agência de Notícias da Aids e tem o apoio do SESC, do Senac, das farmacêuticas GSK ViiV Healthcare, Jansen e Gilead, da DKT do Brasil, de Mulheres no E-Commerce e da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo. Contamos também com a parceria do site Catraca Livre que vai transmitir o evento conosco.

 

Vera Moreira/ Assessora de Imprensa do Camarote Virtual Solidário

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