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Insegurança na Pandemia: Agora é a hora certa para investir?

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*Por Lucas Atanazio Vetorasso

Se você estava pensando em investir e a pandemia chegou com tudo, com certeza está se perguntando se prossegue com o plano, se muda a rota, se a palavra de ordem agora deve ser contenção. A verdade é que você não está sozinho nessa. Muitas dúvidas permeiam pequenos, médios e grandes investidores neste momento.

A incerteza em torno da COVID-19 congelou sonhos em vias de fato e aterrorizou outros em andamento. Mas há muitos investidores assanhados neste momento. A pergunta é: por quê? Uma das minhas citações favoritas de TS Eliot diz tudo: “Só os que se arriscam a ir longe demais são capazes de descobrir o quão longe se pode ir”.

Como empresário, convivo com riscos todos os dias. Comecei do zero, não sou herdeiro ou algo do tipo e trabalho desde criança. Nunca, repetindo, nunca, nem uma só vez ouvi dizer frases muito motivadoras sobre a economia do país. “Estamos em nosso melhor momento”, “Até que enfim a crise acabou”. Muito pelo contrário, até hoje a economia brasileira convive rotineiramente com crises e mais crises.

Caro leitor, saiba que, atrás deste empresário, há uma enormidade de famílias que dependem de estratégias certas para conseguirem seu sustento e, ainda, que há uma família que o espera todos os dias para jantar. Me compadeço das empresas em dificuldade, dos hospitais, das perdas imensuráveis pelas quais estamos passando, mas o assunto deste artigo não é esse. Entenda isso para que não lhe cause estranheza o fato de comparar crises econômicas à uma pandemia mundial. O intuito deste artigo é orientar quanto ao timing de investimento e não se trata de pesquisa médica ou científica. Sendo assim, você há de convir que sempre estivemos em crise, mas a notícia boa é que passamos por todas elas.

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Percebendo isso, os investidores mais experientes estão incrivelmente ativos nesse momento. Puxando para o segmento de franquias, meu ramo principal de atividades, as facilidades são enormes para quem busca investir neste momento. Administradores de shoppings e imóveis concedendo carência, isenções de luvas, fornecedores de maquinários com parcelamentos a se perder de vista, bancos auxiliando com taxas reduzidas, entre tantas outras condições especiais para giro de mercado que farão com que a hora que o mercado retomar de vez (e sabemos que vai), o aquecimento seja ainda mais forte para o negócio que começou leve e na hora certa.

Além de tudo isso, sabemos que este é um momento crucial para a força de trabalho. O índice de investimentos tem aumentado também pelo fato de que há muita mão de obra qualificada que, infelizmente, se perdeu durante esta crise que nos invadiu. Trocando em miúdos, muita gente competente está desempregada e buscando novos formatos de atuação e receita.

Em outra esfera, falando para você investidor de bolsa, muitos brasileiros aprenderam da pior maneira possível que aplicar todo o capital em apenas uma classe de investimentos expõe o patrimônio a grandes riscos, sobretudo em cenários de oscilações econômicas. A crise da Covid que o diga, considerada o batismo de fogo para 1,2 milhão de brasileiros novatos na Bolsa.

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Sabemos que não existe uma fórmula segura para diversificar a carteira de investimentos em momentos de crise e que a única forma de eliminar quase todo o risco da carteira é fazendo 100% das aplicações em uma Letra Financeira do Tesouro (LFT), como Tesouro Selic ou Renda Fixa Simples, no qual a liquidez é mínima e insatisfatória para a maioria dos investidores arrojados. Quem busca retornos mais atrativos sabe que o risco aumentará cada vez mais.

Dito tudo isso, fica claro que, o mercado por trás das péssimas e chocantes notícias pandêmicas disseminadas como um mantra pelas grandes mídias não tem parada. Sabemos que, apesar de toda mudança de hábitos de consumo, o mundo se restabelecerá e, se você pretende aproveitar e navegar em bons mares após esta tempestade, é importante saber que timing é tudo nos negócios e diante da pior crise, há sempre a melhor oportunidade.

*Lucas Atanazio Vetorasso é CEO do Grupo ATNZO e Imortal da Academia Brasileira de Escritores, possui mais de 1.400 franquias em sua carteira de clientes.

 

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Estadual

Todos os municípios de MT estão com risco alto ou muito alto para transmissão da Covid-19

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Por G1 MT

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) divulgou, nesta terça-feira (15), que 27 municípios registram classificação de risco muito alto para o coronavírus.

São eles: Água Boa, Araguainha, Arenápolis, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Cláudia, Confresa, Guiratinga, Itanhangá, Juína, Lucas do Rio Verde, Luciara, Nova Mutum, Peixoto de Azevedo, Primavera do Leste, Rondonópolis, Santa Rita do Trivelato, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, Sapezal, Sorriso, Tangará da Serra, Torixoréu e Vila Rica.

Outras 114 cidades estão classificadas na categoria alta para a contaminação do coronavírus. Nenhum município foi classificado com risco moderado ou baixo para a Covid-19.

Novo método para classificação

O método para definir a classificação de risco dos municípios foi aprimorado. A mudança foi publicada no Diário Oficial do dia 25 de março de 2021. Desde então, não é levado em consideração apenas o número absoluto dos casos dos últimos quatorzes dias, mas sim a média móvel dos últimos quatorze dias.

Assim, o município não sofrerá uma mudança brusca de um boletim para o outro; a cidade ficará na mesma categoria por pelo menos duas semanas, conforme sua média móvel de casos.

Também foi aperfeiçoado o cálculo dos casos acumulados. Antes eram considerados os casos acumulados a partir do dia 1º de dezembro de 2020. Com a nova metodologia, a análise será realizada sempre com base nos casos acumulados dos últimos 90 dias.

Confira as medidas de acordo com a classificação de risco:

• Nível de Risco ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO e MODERADO;
  • b) proibição de qualquer atividade de lazer ou evento que cause aglomeração;
  • c) proibição de atendimento presencial em órgãos públicos e concessionárias de serviços públicos, devendo ser disponibilizado canais de atendimento ao público não presencial;
  • d) adoção de medidas preparatórias para a quarentena obrigatória, iniciando com incentivo à quarentena voluntária e outras medidas julgadas adequadas pela autoridade municipal para evitar a circulação e aglomeração de pessoas.

• Nível de Risco MUITO ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO, MODERADO e ALTO;
  • b) quarentena coletiva obrigatória no território do Município, por períodos de 10 (dez) dias, prorrogáveis, mediante reavaliação da autoridade competente, podendo, inclusive, haver antecipação de feriados para referido período;
  • c) suspensão de aulas presenciais em creches, escolas e universidades;
  • d) controle do perímetro da área de contenção, por barreiras sanitárias, para triagem da entrada e saída de pessoas, ficando autorizada apenas a circulação de pessoas com o objetivo de acessar e exercer atividades essenciais;
  • e) manutenção do funcionamento apenas dos serviços públicos e atividades essenciais;
  • §1º Atingida determinada classificação de risco, as medidas de restrição correspondentes devem ser aplicadas por, no mínimo, 10 (dez) dias, ainda que, neste período, ocorra o rebaixamento da classificação do Município.
  • §2º Os municípios contíguos devem adotar as medidas restritivas idênticas, correspondentes às aplicáveis aquele que tiver classificação de risco mais grave.
  • §3º Os Municípios poderão adotar medidas mais restritivas do que as contidas neste Decreto, desde que justificadas em dados concretos locais que demonstrem a necessidade de maior rigor para o controle da disseminação do novo coronavírus.
  • Art. 6º O funcionamento de parques públicos estaduais seguirá as restrições estabelecidas pelos Municípios em que se encontrem e, na ausência de normas a este respeito, poderão ser utilizados, desde que observado o distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas, ficando vedado o acesso sem o uso de máscara de proteção facial.

Fonte: G1 / MT

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Avanços no Tratamento contra a Aids no Brasil

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Na 25ª edição da Parada LGBTQIA+ de São Paulo, neste domingo 6 de junho, a Agência Aids promove o Camarote Virtual Solidário articulando debates com médicos e ativistas, além do grande objetivo de arrecadar cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade.

Três médicos referência em Aids, Dr. Fábio Mesquita, médico epidemiologista que faz parte da OMS, e os infectologistas Dr. Vinicius Borges (Dr. Maravilha) e a Dra. Zarifa Khoury, comentaram os avanços no tratamento contra a Aids no Brasil e no mundo.

“Amanhã (7), começa uma agenda global na ONU para retomar a questão da Aids e isso é muito importante. O Brasil foi o primeiro país, de média e baixa renda, a oferecer os medicamentos antirretrovirais cumprindo a Constituição, uma grande conquista na implementação de políticas públicas, desde 1995 em nível nacional”, contou Dr Fábio Mesquita que traçou uma retrospectiva histórica da construção da política de Aids no Brasil.

A adesão ao tratamento, nos anos 1980, foi difícil. “Havia resistência aos medicamentos e seus efeitos colaterais. Testemunhamos muitos suicídios, era terrível”, lembra Dra Zarifa Khoury.

Passados 40 anos, os avanços foram muitos: do tratamento com 16 medicamentos, hoje é prescrito com dois comprimidos. “Às vivências do passado nos ensinaram muito, mas ainda há problemas sociais graves para as pessoas com HIV e Aids. Quando criei o Dr. Maravilha nas redes sociais foi para ajudar a enfrentar o preconceito e a autoestima da população LGBT que vive com HIV. Quero olhar pessoas e não o vírus”, explicou Dr Vinicius Borges.

A pergunta hoje é “Tenho HIV e agora?” É a realização de sonhos porque é possível viver com medicamentos e ter qualidade de vida.

“O desafio é vencer o estigma. Desde do início, os gays sofriam discriminação porque Aids era considerada “peste gay” é ainda hoje muitas pessoas não seguem o tratamento por medo da opinião da sociedade”, diz Dra Zarifa.

Dr Fábio Mesquita ressaltou que a questão deve ser esclarecer as informações erradas sobre a Aids, melhorar a informação para que as pessoas sofram menos, como faz a Agência Aids e o Dr Maravilha. “Fora do Brasil, o preconceito em países pobres ainda é muito grande. A imprensa trabalha para mudar esse conceito. Foram testadas vacinas, sem grande retorno, mas a ciência requer investimento. Veja a capacidade de recursos para a Covid, pois atinge todas as classes sociais e raças. Por isso, houve grande mobilização da ciência para chegar à vacina. É possível diminuir a transmissão e a mortalidade (700 mil óbitos em 2020). Com a Covid-19, houve impacto no tratamento e no cumprimento da mandala de prevenção”, explica o epidemiologista.

Dr Maravilha resume: “É preciso combater o negacionismo em todas às áreas, valorizar a ciência, democratizar o tratamento”.

A doação de cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade vai até 25 de junho: https://linktr.ee/agenciaaids.

O Camarote Virtual Solidário é um evento social, organizado pela Agência de Notícias da Aids e tem o apoio do SESC, do Senac, das farmacêuticas GSK ViiV Healthcare, Jansen e Gilead, da DKT do Brasil, de Mulheres no E-Commerce e da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo. Contamos também com a parceria do site Catraca Livre que vai transmitir o evento conosco.

 

Vera Moreira/ Assessora de Imprensa do Camarote Virtual Solidário

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