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Agronegócio

IPPA/CEPEA: IPPA se estabiliza em junho

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Cepea, 19/07/2022 – Em junho, o IPPA/CEPEA se manteve estável frente ao do mês anterior. O resultado se deveu ao contrabalanceamento das variações dos Índices de grupos de alimentos. Por um lado, o IPPA-Grãos e o IPPA-Hortifrutícolas recuaram, respectivamente, 0,6% e 0,3%; e, por outro, o IPPA-Pecuária avançou 0,4% e IPPA-Cana-Café, 1,2%. No caso do IPPA-Grãos, a queda esteve atrelada às desvalorizações do algodão em pluma e do milho. O cenário inflacionário e perspectiva de recessão econômica global influenciaram negativamente os preços externos e domésticos do algodão. No caso do milho, as expectativas de segunda safra recorde pressionaram os valores pelo terceiro mês seguido. Quanto aos hortifrutícolas, as desvalorizações da uva, da batata e do tomate, devido sobretudo à maior oferta, influenciaram o desempenho deste grupo de alimento. Já a alta observada no IPPA-Pecuária é atribuída às valorizações do suíno vivo, do leite e dos ovos. No caso do suíno vivo, a alta dos preços se deveu ao aquecimento da demanda no mês, que foi impulsionada, entre outros motivos, pelas comemorações festivas típicas do período. No caso do leite, a valorização, que se observa desde fevereiro deste ano, reflete a redução da oferta. Finalmente, em relação ao avanço IPPA-Cana-Café, atribui-se à valorização do café. O preço médio do arábica da safra 2021/22, que se encerrou em junho, foi o maior desde a temporada 1997/1998. Este resultado se deve, especialmente, à redução da oferta ocorrida na temporada. Na mesma comparação, o IPA-OG-DI Produtos Industriais, calculado e divulgado pela FGV, subiu 0,86% – logo, de maio para junho, os preços agropecuários caíram frente aos industriais da economia.  Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

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Fonte: CEPEA

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Agronegócio

Fungicida carbendazim é proibido pela Anvisa

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (08), por unanimidade, a proibição, em todo o país, do uso do fungicida carbendazim em produtos agrotóxicos. 

 Por ser largamente utilizado por agricultores brasileiros nas plantações de feijão, arroz, soja e de outros produtos agrícolas, a fim de evitar danos ao meio ambiente, devido à queima ou ao descarte inadequado, a eliminação do produto será realizada de forma gradual. Por outro lado, a importação, tanto do produto técnico como do formulado, será proibida de imediato, a partir da publicação da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC). 

Para a produção, na versão formulada, a proibição começará a valer dentro do prazo de três meses, já para a comercialização, a proibição terá início no prazo de seis meses, contados a partir da publicação, que deverá ocorrer nos próximos dias. 

A Anvisa dará prazo de 12 meses para o início da proibição da exportação desses produtos

A determinação de suspensão do carbendazim já havia sido feita de forma cautelar no dia 21 de junho, durante reunião extraordinária da diretoria colegiada da Anvisa. Entre os argumentos para a proibição do produto está a suspeita de  de mutagenicidade, carcinogenicidade, toxicidade para o desenvolvimento e toxicidade reprodutiva.

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Apesar de estar entre os 20 agrotóxicos mais utilizados no Brasil, o carbendazim é proibido em países da Europa, na Austrália e nos Estados Unidos há muitos anos.

Fonte: AgroPlus

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Agronegócio

Brasil negocia primeiro embarque de milho para a China

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Conforme fontes do governo, há a possibilidade de o Brasil embarcar o primeiro lote de milho para a China ainda neste ano. Inicialmente, a expectativa era de que o produto enviado para a China seria o da safra 2022/2023, porém os chineses precisam do milho antes. 

No entanto, para que isso ocorra, o Brasil precisará atender os requisitos de ordem técnica exigidos pela China. Conforme um interlocutor que acompanhou a negociação, o que definirá se o milho embarcado será o desta safra ou da próxima é o cumprimento dos requisitos.

Em virtude da sua necessidade pelos grãos, a China concordou com a antecipação dos embarques da safra 2022/2023 para o milho produzido em 2021/2022, abrindo mão do monitoramento de eventuais pragas, que possam ter acometido as lavouras do cereal. Em reunião para apresentar os protocolos de exportação à China, nesta sexta-feira (05), o governo sinalizou que os primeiros embarques de milho poderiam ser realizados ainda neste ano e que o governo chinês já teria emitido licenças para as empresas brasileiras exportarem milho. 

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Diante disso, as empresas brasileiras têm até o dia 19 deste mês para manifestar interesse em exportar o cereal para a China junto ao ministério da Agricultura, que fará a avaliação das unidades e então concederá a habilitação.

Segundo o informe do governo da China, esta safra não precisará cumprir todas as exigências de controle das 18 pragas quarentenárias indicadas no protocolo, porém, para a próxima,o cumprimento já será obrigatório. 

 A antecipação da China pelos embarques de milho ocorre devido a preocupação, cada vez maior, em garantir o abastecimento para a produção de carne suína, de aves e de ovos. 

Fonte: AgroPlus

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