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JAC T80: sabe quem vai comprar um SUV chinês de R$ 146 mil?

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A JAC iniciou em fevereiro as vendas de seu modelo mais luxuoso desde a chegada da marca ao Brasil, em 2011. E, claro, a novidade é um utilitário-esportivo, categoria mais aclamada do momento. O JAC T80 também leva consigo a credencial de carro chinês mais caro à venda no país na atualidade.

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O JAC T80
parte de R$ 139.990 e atinge R$ 145.990 com o acréscimo do teto panorâmico e do sistema de som Hi-Fi de 280 watts e dez alto-falantes. Quem vai pagar valores como esses no mercado nacional? É o que vamos responder no vídeo desta semana, além de mostrar os detalhes do mais recente lançamento da JAC.

Com carroceria de sete lugares, o SUV asiático terá inúmeros concorrentes, desde Jeep Compass
, Mitsubishi Eclipse Cross, Hyundai New Tucson e Kia Sportage a Volkswagen Tiguan
, Peugeot 3008, Chevrolet Equinox e Mitsubishi Outlander. Uma de suas vantagens em relação a todos esses é o porte superior: o T80 tem 4,79 metros de comprimento, 1,90 m de altura, 1,76 m de largura e 2,75 m de entre-eixos. O Tiguan, como comparação, é nove centímetros menor.

Na motorização, o T80 exibe números atrativos: 210 cv e 30,6 kgfm de torque entregues pelo propulsor 2.0 turbo a gasolina. A transmissão é de dupla embreagem, seis marchas e a tração, dianteira. Na prática, porém, esses índices não conseguem dar aquele embalo esperado ao utilitário. Tanto as acelerações quanto as retomadas de velocidade carecem de um maior arrojo, mesmo fazendo uso do modo S (esportivo, selecionado no câmbio) ou da opção de mudanças sequenciais pela manopla. O rodar, no entanto, é suave, com trocas de marcha praticamente imperceptíveis.

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Desempenho aquém do desejado em um carro que pesa 1.775 kg acaba resultando em médias de consumo pouco animadoras. De acordo com o Inmetro, o JAC T80 faz 6 km/l na cidade e 10 km/l na estrada. Durante o teste de avaliação do modelo, no evento de lançamento, o computador de bordo registrou 9,1 km/l em ciclo rodoviário, sendo que havia quatro pessoas no carro e fazendo uso do ar-condicionado.

O requintado JAC T80


JAC T80
Cauê Lira/iG Carros

JAC T80

O nível de conforto do novo SUV chinês, por sua vez, agrada bastante. Seja para o motorista, que encontra com facilidade a posição ideal de dirigir (apesar da ausência de regulagem de profundidade da coluna de direção) e dispõe de ótima ergonomia, ou para os passageiros, que viajam sem apertos na cabine (só na terceira fileira de assentos que o aperto é de série, mas isso é igual para todo modelo de sete lugares).

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Em termos de requinte, o T80 soube bem onde se espelhar. Ou vai dizer que não curtiu o painel inspirado em modelos de marcas alemãs como Mercedes-Benz e Audi? O habitáculo tem acabamento muito caprichado, com partes de toque macio e ótimo nível de acabamento. A central multimídia tem tela sensível ao toque de dez polegadas e permite o espelhamento de smartphones, embora não sejam os sistemas Android Auto e Apple Car Play. O que ocorre é o espelhamento literal da tela do  celular.

A lista de itens de comodidade do JAC T80
é vasta. Mas isso e também a resposta para o título desta coluna você vai descobrir assistindo ao vídeo.

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Kombi alemã: VW Caravelle de Stephen Hawking vai a leilão

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A VW Caravelle das fotos pertenceu e está sendo oferecida à venda através da casa de leilões Silverstone Auctions
Reprodução

A VW Caravelle das fotos pertenceu e está sendo oferecida à venda através da casa de leilões Silverstone Auctions

A casa de leilões inglesa Silverstone Auctions anunciou que vai leiloar , o Volkswagen Caravelle GL 112 de 1988 que pertenceu ninguém mais, ninguém menos que o professor Stephen Hawking, considerado um dos mais renomados cientistas do século.

Hawking nasceu em uma família de médicos, ele recebeu um bacharelado em física no University College em Oxford. Pouco tempo depois, ele se formou no Trinity Hall em Cambridge, onde fez doutorado em matemática aplicada e física teórica.

Em 1963, o físico teórico foi diagnosticado com uma forma de doença do neurônio motora, que gradualmente espalhou por todo o corpo de Stephen e, apesar das limitações, ele continuou em seu trabalho tornando-se um autor de best-sellers.

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Comprado zero-quilômetro por Hawking em junho de 1988, o Caravelle das fotos foi usado em seu casamento em 1995 e com a condição de Hawking se deteriorando, em 1999, o veículo foi passado para os parentes do professor em 1999.

O irmão de Hawking cuidou e guardou a van em um estacionamento subterrâneo. Repintada há alguns anos, este veículo pode ser considerado um elemento significativo da vida posterior de Stephen Hawking , herdado em 2003 pelo sobrinho do estudioso.

O Caravelle está sendo oferecido pela  Silverstone Auctions  sem lances de reserva, e certamente desencadeará uma guerra entre os participantes não só pela brilhante carreira de um físico teórico e cosmólogo britânico, reconhecido internacionalmente por sua contribuição à ciência, mas também pelo veículo em si.

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O Volkswagen Caravelle GL 112 de 1988 é equipado originalmente com motor boxer de 2,1 litros de 113 cv acoplado a uma caixa de câmbio automático, de três marchas. Usado como transporte pessoal de Hawking por uma década, o carro conta com apenas 90.000 milhas, o que dá 144.840 km.

No Brasil, o modelo teve uma passagem curta através de suas variantes Eurovan , uma versão mais simples e a Caravelle , a mais luxuosa e as importações começaram em 1998 como uma opção mais cara a nossa boa e “Velha Senhora”, a Kombi . O fim da importação ocorreu em 2001 e a versão brasileira continuou reinando sozinha no segmento de vans.

Fonte: IG CARROS

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Audi Q3 nacional: Como é no dia a dia e como se compara ao importado?

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Audi Q3: Modelo de mostra versátil, com conforto, tecnologias e bom desempenho
Guilherme Menezes /iG Carros

Audi Q3: Modelo de mostra versátil, com conforto, tecnologias e bom desempenho

Faz alguns anos que o mercado de SUVs iniciou uma ascensão notável nos rankings brasileiros de emplacamentos. Depois da pandemia e das últimas crises, o valor agregado dos automóveis subiu, decorrente do encarecimento dos custos de produção e da diminuição da oferta no mercado.

Em meio a tudo isso, vemos demandas maiores no segmento premium, que, inclusive, faz sucesso também com os SUVs com ares de cupê. Esse cenário motivou a Audi a prosseguir com a reinauguração da fábrica no Brasil, em São José dos Pinhais (PR). Por lá, são feitos os novos Q3 Sportback (que representa 70% do mix, segundo a marca) e o Q3 tradicional, que é o carro dos nossos testes.

Como se sai no dia a dia? A unidade testada é a versão topo de linha Performance Black , que sai por R$ 315.990. Entre os destaques, vemos a presença do pacote S-Line , que adiciona bancos de couro com Alcântara e volante com base plana e rodas de 19 polegadas.

Na lista de opcionais , há o piloto automático adaptativo com funções de assistência em congestionamento, aviso de saída de faixa, sistema de som Sonos 3D com 15 alto-falantes e subwoofer, que entrega 680W de potência.

Tivemos a oportunidade de entender se há diferenças entre o nacional e o anterior, que era da mesma geração, mas importado da Hungria. A resposta é que, com exceção a um item, não há diferenças.

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Isso se explica pelo fato de que sua produção é baseada no regime SKD (Semi Knock-Down), que consiste na chegada dos componentes individualmente, mas já montados por completo. No Brasil, são reunidos no carro para, assim, um novo Q3 nacional ficar pronto.

Duas vantagens dessa estratégia são a redução de custos de produção, ao mesmo tempo que fica mais fácil manter o padrão de qualidade.

Qual é a única diferença que observamos do Q3 húngaro para o nacional? A ausência do carregador por indução. Antes mesmo de notarmos isso, a própria equipe da Audi destacou esse ponto, logo que nos concederam o carro para teste.

Conforme apuramos com eles, isso se deve à escassez de suprimentos que a indústria enfrenta, mas que, futuramente, o item deverá retornar.

O SUV é equipado apenas com motor 2.0 turbo, de 231 cv e 34,7 kgfm de torque a 1.700 rpm,  que funciona com tração integral. Pelo o que notamos durante os nossos testes, o modelo deixou claro que tem desempenho convincente e faz jus até para os que apreciam mais desempenho.

Não é por menos, uma vez que acelera de 0 a 100 km/h feita em 7 segundos e chega aos 240 km/h. E, isso, sem abandonar a marca razoável de consumo de combustível. O Q3 faz 8 km/l (cidade) e 10,5 km/l (estrada), segundo o Inmetro.

Outro aspecto que chamou atenção no teste drive foi a boa estabilidade, bem como a agilidade e a rapidez dos principais comandos. O carro atual (seja o húngaro, ou o brasileiro) é, de fato, uma evolução notável do seu antecessor, com sistemas de direção, suspensão e freios sempre precisos.

Fora os itens que já mencionamos, todo o Audi Q3 traz o painel de instrumentos com tela digital 10,25”, ar-condicionado de duas zonas, porta-malas com abertura e fechamento elétrico com sistema hands-free , chave presencial para acesso e partida, luz ambiente , retrovisores elétricos e rebatíveis automaticamente, bem como teto solar elétrico panorâmico, oferecido como opcional.

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As linhas afiladas do carro, tanto fora quanto dentro, transmitem a ideia do carro “afiado” que realmente é. Além disso, ponto positivo para a escolha dos acabamentos, que são sensíveis ao toque em todo o carro.

A posição ao dirigir pode ser a que você quiser, com inúmeras possibilidades de combinação entre altura e profundidade de volante e postura do banco, que tem ajustes elétricos.

O único ponto que poderia ser diferente é a acessibilidade do sistema multimídia . Em nossos testes, não conseguimos ativar a conectividade com o celular via Bluetooth. Se não fosse pelo adaptador USB C cedido pela organização do evento de lançamento, também não teríamos como fazer conexão via cabo.

Conclusão

A versão nacional do Audi Q3 se mostrou versátil, bem equipada e com bom desempenho, deixando claro que se mantém como um dos SUVs médios de luxo recomedáveis hoje em dia.

Mas sentimos falta de alguma eletrificação no modelo, algo que vem se tornando um item importante no segmento,  no qual um itens essencias tem sido a questão da eficiência energética.

Preços da linha Q3

Q3 Prestige quattro 2.0 TFSI R$ 273.990

Q3 Performance quattro 2.0 TFSI R$ 290.990

Q3 Performance Black quattro 2.0 TFSI R$ 315.990

Q3 Sportback Performance quattro 2.0 TFSI R$ 315.990

Q3 Sportback Performance Black quattro 2.0 TFSI R$ 339.990

Ficha técnica Audi Q3

Motor: 2.0 TFSI, 231 cv e 34,7 kgfm

Câmbio: automático, 8 marchas, tração 4×4

Direção: elétrica

Suspensão: McPherson (diant) e múltiplos braços (tras)

Freios: disco ventilado nas quatro rodas

Pneus: 235/50 R19

Dimensões: compr. 448,4 cm; larg. 184,9 cm; alt. 161,6 cm; entre-eixos 268 cm;

peso 1.776 kg

Porta-malas: 530 litros

Consumo: 8 km/l (cidade) e 10,5 km/l (estrada)

0 a 100 km/h: 7 segundos

Vel. Max: 240 km/h

Fonte: IG CARROS

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