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Jeep Compass 4xe: o novo SUV híbrido plug-in vale mesmo a pena?

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Jeep Compass 4xe:  versão híbrida plug-in do SUV vem bem equipada, mas o preço (R$  349.990) assusta
Carlos Guimarães

Jeep Compass 4xe: versão híbrida plug-in do SUV vem bem equipada, mas o preço (R$ 349.990) assusta

Nada como um modelo híbrido plug-in para poder rodar por quilômetros e quilômetros sem preocupar muito, não é? Bem, era o que contava antes de fazer o teste do Jeep Compass 4xe, em cuja ficha técnica consta uma autonomia de 914 km em trechos rodoviários e de 871 km em urbanos.

Mas, em nossa breve ida e volta entre São Paulo e Vinhedo (SP), tivemos que recorrer duas vezes aos cada vez mais disputados carregadores para carros eletrificados para não ter que abastecer o pequeno tanque de 36 litros gasolina. Não resta dúvida de que estamos falando de um dos SUVs mais econômicos do mercado, mas que não correspondeu às grandes expectativas quando o assunto é autonomia.

Conforme o Inmetro, o Jeep Compass 4xe (R$ 349.990) é capaz de fazer 25,4 km/l na cidade e 24,2 km/l na estrada, mas para chegar a essas médias é preciso que as baterias estejam carregadas o suficiente para não ter que fazer o motor 1.3 turbo a combustão trabalhar mais, inclusive como gerador, para carregá-las. Isso não é lá muito fácil, já que a autonomia declarada apenas no modo elétrico é de apenas 44 km e, na prática, acabou ficando abaixo disso.

Então, se quiser mesmo economizar, é obrigatório dirigir pisando bem de leve no acelerador e sabendo bem onde irá encontrar um carregador ao longo do trajeto. Senão, terá que visitar os postos de gasolina com certa frequência, uma vez que o tanque do Compass híbrido é bem menor que o do fabricado em Goiana (PE). São 36 litros do 4xe ante 60 do movido apenas a combustão.

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Agora, se não ligar para a questão do consumo e quiser aproveitar o desempenho dos dois motores trabalhando juntos, vai achar o Compass 4xe um dos SUVs mais interessantes que temos no Brasil.

O carro conta com 240 cv ao todo, somando os 180 cv do 1.3 turbo, a gasolina, com os 60 cv do elétrico, que traciona as rodas traseiras. Com todo o conjunto em pleno vapor, o SUV híbrido da Jeep pode acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 6,8 segundos, ante 9,4 s do Compass 1.3 turboflex.

Jeep Compass 4Xe vem com cluster digital e configurável e multimídia com internet a bordo
Divulgação

Jeep Compass 4Xe vem com cluster digital e configurável e multimídia com internet a bordo

Mas é bom não se empolgar muito nas curvas, uma vez que o centro de gravidade do Compass híbrido é maior que o flex (altura de 1,65 m ante 1,62 m) para proteger toda parafernália eletrônica que fica debaixo do carro, o que inclui as baterias e o motor elétrico. De qualquer forma, há vários dispositivos de segurança que ajudam a manter a boa estabilidade, além da tração integral.

Por falar em segurança, a lista de itens que procuram evitar um acidente é longa, com alertas de ponto cego, mudança indevida de faixa e de iminência de colisão frotal, além de sistema de frenagem de emergência , detector de fadiga, monitoramento da pressão dos pneus, chamada de assistência de emergência, câmera com visão de 360 graus, airbags laterais, frontais e de cortina, entre outros.

Equipamentos é que não faltam. Há também teto solar panorâmico, internet a bordo, sistema de som de alta fidelidade da Alpine com subwoofer no porta-malas, tampa traseira de acionamento elétrico, sistema de reconhecimento de placas, carregador de celular por indução, GPS embutido, faróis de acendimento automático, entre vários outros itens.

Afora um ou outro detalhe, o interior do Compass 4xe é igual ao das versões fabricadas no Brasil, com espaço para cinco ocupantes. No porta-malas vão 420 litros, o que é apenas razoável para o porte do carro, que vem com estepe temporário (aquele que roda até 80 km/h, mais estreito e com roda de aço) e um prático carregador portátil que pode ser ligado em qualquer tomada 110V ou 220V.

Conclusão

Para rodar tudo aquilo que diz o Inmetro a bordo do Jeep Compass 4xe é preciso ter sempre as baterias carregadas. Mas isso é praticamente impossível com a estrutura que temos nas estradas do Brasil para os carros eletrificados hoje em dia. Claro que o sistema híbrido vai carregá-las, mas isso acaba consumindo combustível e prejudicando a autonomia.

Com tanque bem menor do que o Compass convencional (24 litros a menos), motor 1.3 turbo que aceita apenas gasolina, além de custar R$ 182 mil a mais que a versão S, o híbrido 4xe acaba cumprindo apenas a função de modelo de imagem da Jeep.

O SUV híbrido  parece que veio para mostrar que a marca está atenta ao segmento de eletrificados e irá ter mais novidades adiante. Sim, porque se for levar a relação entre custo e benefício, o SUV turboflex feito no Brasil continua mais vantajoso que o 4xe italiano.

Jeep Compass 4xe

Ficha Técnica

Preço: a partir de R$ 349.990

Motor: 1.3, quatro cilindros, gasolina

Potência: 180 cv  a 5.750 rpm

Torque: 27,5 kgfm a 1.750 rpm

Transmissão: Automático, 6 marchas, tração dianteira

Suspensão:Independente (dianteira) e (traseira)

Freios: Discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira

Pneus: 235/45 R19

Dimensões:  4,42 m de comprimento, 1,82 m de largura, 1,64 m de altura e 2,64 m (entre-eixos

Tanque: 36 litros

Consumo: 24,2km/l (cidade) /25,4 km/l (estrada) 

0 a 100 km/h: 6,8 s

Vel. Max: 206 km/h


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Fonte: IG CARROS

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Veja vídeo e detalhes da menor casa sobre rodas do mundo

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A ‘obra’ é criação do artista e escultor de Boston Jeff Smith, que levou dois anos para fazer a pequena habitação
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A ‘obra’ é criação do artista e escultor de Boston Jeff Smith, que levou dois anos para fazer a pequena habitação

A menor casa do mundo tem apenas 2,2 metros de comprimento, 1,1 metro de largura e 90 cm de altura e de tão pequena, pode ser acomodada no interior de uma van de tamanho médio.

Mas engana-se quem pensa que com toda essa economia, não há espaço suficiente para ‘o morador’ viver. A casa vem com todos os confortos básicos como um banheiro com gerenciamento de resíduos sólidos água encanada, reciclagem de águas cinzas, um chuveiro diferente de qualquer outro que você já viu, uma turbina eólica e todas as vantagens de se juntar ao movimento das casas pequenas.

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A  ‘obra’ é criação do artista e escultor de Boston Jeff Smith, que se dedicou durante dois anos para criar uma minúscula habitaçã o levada ao extremo, cujo desafio era de criar diversos ambientes funcionais de uma espaço minúsculos.

Por mais engraçado e bizarro que possa parecer, a menor casa do mundo é de fato funcional. O piso do quarto de solteiro serve tanto de cama quanto de sala e há uma clarabóia que se abre para quando o morador quiser se levantar.

Além disso, há uma pequena pia que jorra água de uma vasilha e um forno de uma boca. A água da pia é redirecionada para os canteiros de flores do lado de fora da janela, onde há um cultivo de rúcula.

Há também um buraco no chão coberto por um Frisbee no lugar de um banheiro, com o ‘sistema de gerenciamento de resíduos’ sendo uma bandeja de aço cheia de areia para gatos. O chuveiro é um recipiente em forma de caixa feito de material termoplástico que borrifa finos jatos de água por todo o corpo e, segundo o próprio Smith, não deve em nada para um chuveiro convencional.

Smith conta que a sua casinha é feita inteiramente de materiais reciclados , desde as tábuas de madeira até as placas reaproveitadas usadas para as janelas de vigia, e a porta do celeiro reciclada para a entrada.

Pesando 226,8 kg, o único inconveniente é o esforço para ‘estacioná-la’ de um lugar para outro, conforme as próprias palavras do inventor e o mais curioso é que, um ano após sua introdução, em 2016, Smith listou a casa para alugar no Airbnb , pedindo US$ 55 por noite, ou R$ 288 em uma conversão simples.

Na época, Smith chegou a receber algumas reservas e foi questionado pela imprensa local sobre o motivo de inventar uma casa tão pequena, e o mesmo disse que há alguma fantasia em toda a ideia comentando aos jornalistas se realmente eles gostariam de morar em uma pequena casa?

Fonte: IG CARROS

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Vibra investe em rede de carregadores elétricos em postos Petrobras

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Primeiro carregador de carga rápida fica no km 82 da Dutra, em Roseira (SP), sentido Rio de Janeiro
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Primeiro carregador de carga rápida fica no km 82 da Dutra, em Roseira (SP), sentido Rio de Janeiro

A Vibra é responsável por postos da Petrobras e está iniciando um forte investimento no setor de energia elétrica e irá instalar 70 eletropostos até 2023.

Com a instalação de carregadores elétricos , a Vibra diversifica sua gama de investimentos e reforça seu compromisso com a transição energética no Brasil, ao oferecer mais alternativas de energia para seus clientes.

O primeiro posto de combustíveis da Petrobras a receber um carregador elétrico ultrarrápido da Vibra é o posto Arco-Íris Roseira, localizado no km 82 da Rodovia Presidente Dutra, em Roseira (SP), na pista sentido Rio de Janeiro.

O carregador terá os padrões mais comuns em carros elétricos no Brasil que são o Tipo 2 Europeu, CCS-2 e CHAdeMO. A saída máxima é de 150 kW em recargas de corrente contínua, em corrente alternada é de 43 kWh.

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Isso significa que dependendo do veículo uma carga de 0 a 80% das baterias em cerca de 20 minutos, e em alguns carros, é o suficiente para chegar ao Rio de Janeiro.

“A escolha de priorizar nossa atuação em postos rodoviários é porque identificamos que hoje a maior dificuldade dos usuários de veículos elétricos está relacionada à falta de infraestrutura de recarga fora dos centros urbanos, o que compromete a experiência do usuário em de longas distâncias”,  afirma Wilson Ferreira Junior, presidente da Vibra.

O plano da Vibra prevê a criação de um corredor elétrico que conectará mais de 7 estados brasileiros até 2023, ligando toda a região Sul e Sudeste do país, à Brasília.

Eletroposto Vibra começa uma nora era da história da Petrobras, com aposta na mobilidade elétrica
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Eletroposto Vibra começa uma nora era da história da Petrobras, com aposta na mobilidade elétrica

Outro objetivo da empresa é disponibilizar o serviço de recarga de veículos elétricos em 25% da sua rede de postos até 2030. O projeto inclui também soluções de recarga em locais públicos como estacionamentos, pontos comerciais, shoppings e condomínios, por meio da parceria com a EZVolt.

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O objetivo da Vibra é ser o principal provedor de soluções de recarga e suprimento de energia do Brasil, por meio de uma rede de recarga pública robusta, disponível e conectada.

O processo de eletrificação da rede postos ganhou corpo com o aporte feito pela Vibra na startup EZVolt , que possui a maior rede de eletropostos do Brasil e oferece uma solução completa de recarga para veículos elétricos , com instalação, operação e manutenção dos equipamentos, além de ferramentas de gestão para os proprietários de redes privadas. Neste momento as recargas serão gratuitas e os carregadores elétricos da Vibra nos postos Petrobras estarão integrados com o app do programa de relacionamento da rede Petrobras, o Premmia e cada recarga dará 10 vezes mais pontos no programa.

Em nota, a Vibra anunciou que no futuro o aplicativo do Premmia irá permitir o pagamento da recarga e a programação de quando será necessário realizar outra recarga, baseado no trajeto que o motorista deseja fazer.

Fonte: IG CARROS

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