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Jeep Renegade Sport x Hyundai Creta Limited: modestos e interessantes

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Jeep Renegade e Hyundai Creta: o primeiro tem estilo consagrado e o outro aposta em linhas mais ousadas
Guilherme Menezes

Jeep Renegade e Hyundai Creta: o primeiro tem estilo consagrado e o outro aposta em linhas mais ousadas

Se é mesmo um SUV compacto que você que ter na garagem, a dupla Jeep Renegade e Hyundai Creta precisa estar na sua lista de opções. Escolhemos as versões que não pesam tanto no bolso em tempos de crise econômica e preços nas alturas. Mesmo assim, os dois já passaram bem da faixa dos R$ 100 mil.

Tanto o Jeep Renegade Sport (R$ 129.990) quanto o Hyundai Creta Limited (R$ 132.290) também têm a vantagem de serem equipados com motores de baixa cilindrada, sobrealimentados, que não gastam tanto combustível. Mas, sobre consumo vamos um pouco falar mais adiante. Agora, ficaremos com a questão dos equipamentos de série.

Além dos faróis de LED e de neblina, o SUV da Jeep se destaca por vir com um pacote de assistência à segurança que inclui alertas de mudança de faixa e de colisão frontal, além de frenagem de emergência e freio de estacionamento elétrico, itens que o rival da Hyundai não conta na versão Limited 1.0 turbinada.

Em contrapartida, o rival da marca coreana investe no conforto dos ocupantes, com mais espaço interno (2,61 m de entre-eixos ante 2,57 m do Renegade), inclusive no porta-malas (422 litros, contra 320 litros do rival). O Creta também vem com, sensores no para-choque traseiro para ajudar nas manobras, retrovisores rebatíveis eletricamente, faróis que ligam de modo automático e trocas de marchas no volante.

No dia a dia, porém, o Jeep Renegade se mostra mais ágil e com mais autonomia, além de ter melhores ângulos de entrada e saída para enfrentar obstáculos pelo caminho. O motor 1.3 turboflex rende mais que o 1.0 do Creta , com destaque para os 27,5 kgfm de torque a 1.750 rpm, ante 17,5 kgfm a 1.500 rpm. São 10 kgfm de força a mais no caso do SUV da marca americana, que é capaz de ir de 0 a 100 km/h em 8,7 s, ante 11,5s do rival.

Se anda mais que o Creta , o Renegade deveria gastar mais também, certo? Sim, “pero no mucho”. De acordo com os dados do Inmetro, o Jeep faz 7,7 km/l na cidade e 9,1 km/l na estrada com etanol, ante 8,2 kml e 8,9 km/l respectivamente. Ou seja, ambos se equivalem.

A diferença mais significativa é que o Renegade tem um tanque um pouco maior (55 litros ante 50 litros do Creta), o que favorece a autonomia , que chega 501 km em trechos rodoviários, com etanol, ante 445 km do Hyundai, que também roda menos da cidade (410 km ante 424 km), ainda conforme os dados do Inmetro.

Hyundai Creta vem com interior um pouco mais caprichado do que do Renegade, com destaque para o multimídia
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Hyundai Creta vem com interior um pouco mais caprichado do que do Renegade, com destaque para o multimídia

Os dois têm praticamente o mesmo vão livre do solo (18,6 cm no Jeep e 19 cm no Hyundai), mas o Renegade tem mais valentia para enfrentar valetas e obstáculos do gênero, com 21° de ângulo de entrada e 31° de saída, contra 20,4°e 28,3° do concorrente. Portanto, o Jeep se sai um pouco melhor em trechos com subidas e descidas. E a dupla vem equipada com rodas de pneus das mesmas medidas (215/60R 17).

Há quem torça o nariz para o visual do Hyundai Creta, que acaba de receber a linha 2023, com poucas novidades, como acionamento do teto solar por voz na versão topo de linha. O Renegade mudou no início de 2022 com desenho consagrado e com retoques que agradaram o público, com destaque para os faróis redondos de LED e vai continuar assim até a chegada da nova geração, prevista para chegar no primeiro trimestre de 2024.

Por dentro, porém, o Creta se mostra mais estiloso e moderno que o Renegade, além de ter um acabamento ligeiramente mais caprichado. Quanto à parte de multimídia, a única vantagem do Jeep é o GPS nativo. O Hyundai oferece mais recursos, como carregador do celular por indução e controle de algumas funções do carro remotamente, via aplicativo.

Conclusão

Entre prós e contras, o Jeep Renegade sai com a vitória nesse comparativo por andar mais, gastar quase o mesmo e ter mais autonomia, além de se virar melhor em trechos com obstáculos pelo caminho, o que é importante em um SUV. Ficou devendo mais espaço interno e por toques conforto e sofisticação que o Hyundai Creta oferece.

O Jeep Renegade ainda vai ficar em torno de mais um ano do jeito que está até a chegada da nova geração, o que poderá ter versão híbrida .O Creta, por sua vez, é um projeto mais novo, mas poderá seguir o estilo do novo Tucson, inclusive no Brasil, como próxima mudança mais significativa.

Ficha técnica

Hyundai Creta Limited 1.0

Preço: a partir de R$ 132.290

Motor: 1.0, quatro cilindros, turboflex

Potência: 120 cv a 6.000 rpm

Torque: 17,5 kgfm a 1.500 rpm

Transmissão: Automático, seis marchas, tração dianteira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / eixo de torção (traseira)

Freios: Discos ventilados (dianteiros) / discos sólidos (traseiros)

Pneus: 215/60 R17

Dimensões: 4,30 m (comprimento) / 1,79 m (largura) / 1,64 m (altura), 2,61 m (entre-eixos)

Tanque: 50 litros

Porta-malas: 422 litros

Consumo: 8,3 km/l na cidade e 8,7 km/l na estrada, com etanol e 11,6 km/l e 12 km/l com gasolina, repectivamente

0 a 100 km/h: 11,5 segundos

Velocidade máxima: 180 km/h

Jeep Renegade Sport 1.3 turboflex

Preço: R$ 129.990

Motor: 1.3, quatro cilindros, turboflex

Potência: 185 cv (E) / 180 cv (G) 5.850 rpm

Torque:  27,5  kgfm a 1.750 rpm

Transmissão:  Automático, seis marchas, tração dianteira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / Eixo de torção (traseira)

Freios: Discos ventilados (dianteiros) / discos sólidos (traseiros)

Pneus:  215/60 R17

Dimensões: 4,27 m (comprimento) / 1,81 m (largura) / 1,70 m (altura), 2,57 m (entre-eixos)

Tanque: 55 litros

Porta-malas: 320 litros 

Consumo etanol: 7,7  km/l (cidade) / 9,1 km/l (estrada)

Consumo gasolina: 11 km/l (cidade) / 12,8 km/l (estrada)

0 a 100 km/h: 8,7 segundos 

Velocidade máxima: 210 km/h


Fonte: IG CARROS

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Mini traz 15 unidades da série Pat Moss Edition do John Cooper Works

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Nome de Pat Moss é uma homenagem a piloto britânica que deu à Mini sua primeira vitória em  uma prova de rali
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Nome de Pat Moss é uma homenagem a piloto britânica que deu à Mini sua primeira vitória em uma prova de rali

A Mini anuncia que vai trazer ao mercado brasileiro a série especial do John Cooper Works batizada de Pat Moss, em homenagem à piloto britânica que deu à Mini sua primeira vitória em um rali internacional, há 60 anos.

De acordo com a fabricante inglesa, o modelo tem apenas 800 unidades espalhadas em todo o mundo, sendo que apenas 15 serão destinadas para pré-venda no Brasil ao preço de R$ 318.390 , com as primeiras entregas programadas para setembro. 

Disponibilizada na cor Preto Midnight para a carroceria e teto multitone de três cores (Preto Jet, Cinza Melting e Vermelho Chili), o hatch agrega faixa branca no capô além da assinatura da Pat Moss no para-choque dianteiro. 

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Por dentro, além da assinatura da piloto, há também sistema de som da renomada Harman/Kardon , head up display , painel digital, central multimidia touchscreen de 8,8 polegadas e sistema de navegação integrado.

O motor é biturbo de 2,0 litros de quatro cilindros de 231 cv e torque de 32,63 kgfm e a transmissão de 8 velocidades. Segundo a fabricante, de 0 a 100 km/h são feitos em 6,1 segundos e a velocidade máxima é de 246 km/h.

Pat Moss e a navegadora, Ann Wisdom venceram no Rally de Monte Carlo em 1964, 1965 e 1967 e décadas depois, a vitória geral no Paris-Dakar quatro vezes seguidas (2012 e 2015), além de mais duas gerais (2020 e 2021).

Fonte: IG CARROS

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Kawasaki terá motos elétricas baseadas nos modelos Z125 e Ninja 125

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Kawasaki EV Project: marca japonesa também se rende à nova era da eletrificação com novos modelos nos planos
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Kawasaki EV Project: marca japonesa também se rende à nova era da eletrificação com novos modelos nos planos

A era da eletrificação aos poucos está abocanhando o segmento das motos e nem mesmo os modelos de apelo emocional estão escapando da tecnologia que veio para ficar.

Uma prova desta teoria está no anúncio feito no final de 2021 pelo CEO da Kawasaki, Hiroshi Ito, confirmando que 2022 seria o ano em que a empresa entraria no mercado de motos elétricas .

A Kawasaki é uma das marcas mais tradicionais e que agora vem investindo cada vez mais em projetos voltados para a eletromobilidade. Documentos publicados no site da National Highway Traffic Safety Administration nos EUA reforçam que a empresa japonesa vem trabalhando em duas motos elétricas para 2023 de codinome ‘NX011AP’ e ‘NR011AP’.

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A designação segue o padrão usual da Kawasaki, com ‘X’ no segundo lugar usado para denotar uma moto esportiva e ‘R’ para um roadster nake (sem carenagem), mas o ‘N’ inicial é novo e significa ‘Elétrico’ no protocolo de nomenclatura da Kawasaki.

De acordo com o documento no site da NHTSA cada um deles produzirá 11kW (15cv) , e pelas imagens, serão máquinas mecanicamente idênticas, diferenciando-se apenas por uma ser carenada e outra sem carenagens (naked), nos moldes da Z125 e da Ninja 125 , mas com energia elétrica.

Os nomes dos modelos de showroom ainda não são conhecidos, mas a Kawasaki já registrou os títulos Ninja E2 e Ninja E2-R. Tudo será revelado na íntegra ainda este ano, provavelmente na feira EICMA de novembro em Milão , onde o protótipo elétrico apareceu pela primeira vez três anos atrás.

Fonte: IG CARROS

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