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Jogo que promete lucro em criptomoeda pode ser golpe; entenda

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Game representa riscos para usuários
Unsplash/Onur Binay

Game representa riscos para usuários

O jogo CryptoBlades está sendo questionado por diversas pessoas da comunidade de criptomoedas depois que travou seus saques desde a metade de agosto. O game é um play-to-earn, ou seja, baseado em blockchain e que permite o ganho de criptomoedas conforme os jogadores avançam.

Fundador da casa de análise Suno Research, Tiago Reis disse em seu Instagram que muitos desses jogos estão surgindo sem muita organização. O que eles querem é fazer com que suas criptomoedas nativas valorizem, mas não entregam muitos benefícios aos usuários no longo prazo. Segundo ele, o CryptoBlades é um desses games.

Eduardo Braga, criador da escolinha de Axie Infinity ‘Dudabra’, disse ao Portal do Bitcoin que o CryptoBlades merece atenção. “Scam não é. Mas eu considero um jogo bem perigoso de se investir”, declarou.

Depois de fazer sua criptomoeda própria valorizar e alcançar popularidade, atingindo vários jogadores, o CryptoBlades travou saques de recompensas há quatro semanas, de acordo com relatos de usuários divulgados pelo Portal do Bitcoin. O site do jogo também está apresentando uma série de instabilidades.

“O jogo era hype, pagava bem mas afundou por conta do jeito que eles levavam a economia. O oráculo do jogo está travado e não dá mais lucro, só prejuízo”, disse um jogador em um grupo relacionado ao game. “A classificação de scam coin levanta tantas bandeiras vermelhas. O jogo está quebrado por semanas sem nenhuma maneira de ganhar! Eles negligenciaram os fatores-chave que criam uma situação sem solução. Muitos perdendo dinheiro, todos no bate-papo estão reclamando, desenvolvedores dizem a todos para irem embora e até mesmo a comunidade de culto está começando a duvidar, fique longe desse Titanic”, escreveu outro.

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Internet de Elon Musk pode chegar ao Brasil, mas você provavelmente não vai usar

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Entenda como funciona a internet via satélite
Unsplash/Donald Giannatti

Entenda como funciona a internet via satélite



A Starlink, projeto de internet via satélite da empresa SpaceX, do bilionário Elon Musk, almeja entrar no Brasil. A companhia já entrou com um pedido formal, que está sendo analisado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A internet via satélite está longe de ser uma novidade no Brasil, mas a maneira como a Starlink planeja atuar é inovadora. Esse tipo de solução, porém, geralmente é utilizada em locais mais afastados dos centros urbanos, onde as operadoras de telefonia que implementam internet terrestre não têm incentivo financeiro para chegar. A seguir, tire todas as suas dúvidas a respeito da internet via satélite.

A presença da internet via satélite no Brasil

Atualmente, o Brasil já tem internet via satélite, mas a tecnologia é a menos utilizada no país. De acordo com os dados públicos mais recentes da Anatel, de julho deste ano, a internet via satélite é responsável por 0,85% dos acessos de banda larga fixa.

O número é baixo justamente porque a tecnologia chega em lugares onde nenhuma outra chega. Atualmente, o cenário brasileiro é dominado pela fibra, que deteve 57% dos acessos de banda larga fixa em julho. Para a fibra alcançar locais mais distantes dos centros urbanos, é necessário um alto investimento, o que não é viável economicamente.

“A importância da internet via satélite é a de que o satélite consegue cobrir regiões grandes da Terra, regiões que não estão sendo cobertas pelas redes terrestres. Em alguns lugares, a internet via satélite é a única opção. Então a importância é levar a conectividade para lugares que, de outra forma, não haveria viabilidade econômica para implantar a rede terrestre”, comenta Marcos Estevo, engenheiro especialista em regulação da Gerência de Espectro, Órbita e Radiodifusão (ORER) da Anatel.

“Em algumas regiões que estão afastadas dos centros urbanos e que são de difícil acesso, não há interesse das operadoras de banda larga fixa terrestre de conseguir alcançar esses lugares. Porque o custo de alcançar esses lugares com fibra e com outros tipos de acessos terrestres é muito grande, e as empresas não têm um retorno em relação aos potenciais clientes naquela região. Quando você fala de satélite, o custo está muito mais na implantação do segmento espacial, e é muito alto. Mas depois que você implanta isso, a parte terrestre é bem mais barata. E o satélite consegue cobrir um território grande. Dentro desse território que você está cobrindo, qualquer lugar dele você consegue acessar o satélite simplesmente colocando um estação terrena ali”, continua.

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Como funciona a internet via satélite no Brasil?

No Brasil, toda a cobertura de internet via satélite é feita por meio de satélites geoestacionários. Marcos explica que eles ocupam uma órbita específica, a cerca de 36 mil quilômetros da superfície da Terra.

Esses satélites se movimentam na mesma velocidade que o planeta e, por isso, estão sempre na mesma posição para quem olha de um referencial na Terra. “Para um observador que está na Terra, esses satélites ficam parados no céu. Então, você consegue apontar sua antena para esse satélite e não precisa mais mexer na antena”, explica Marcos.

O sinal de internet sai da Terra, chega até esses satélites, é distribuído e, então, captado pelas antenas. Além da antena, os clientes também precisam instalar um modem, responsável por processar o sinal e distribui-lo.

Como funciona a internet da Starlink?

A diferença entre a internet via satélite que já existe para aquela Elon Musk quer trazer para o Brasil é justamente o tipo de satélite utilizado. Marcos explica que, no segundo caso, são usados equipamentos não-geoestacionários.

Os satélites ficam mais próximos da Terra e orbitam o planeta em uma velocidade mais rápida que ele. “Para um observador que está localizado na superfície da Terra, eles estão cruzando o céu”, resume Marcos.

De acordo a Starlink, seus satélites estão 60 vezes mais próximos da Terra do que os tradicionais. Isso resulta em uma latência (tempo que demora para que dados sejam enviados de um ponto a outro) mais baixa. A empresa afirma que isso faz com que a internet da Starlink seja capaz de “suportar serviços que não são normalmente possíveis para a internet de satélite tradicional”, como videochamadas e games online.

Um sistema desse tipo precisa de milhares de satélites para funcionar, o que é comumente chamado de constelação. Como eles estão em movimento em relação à Terra, eles se alternam. Quando um satélite sai da área de cobertura de uma região, outro entra. Para captar o sinal, as antenas dos clientes precisam ter um recurso de rastreamento.

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A internet da Starlink vai chegar ao Brasil?

Existem satélites não-geoestacionários no Brasil há muitos anos, mas a novidade – que não parte apenas da Starlink, embora ela seja o exemplo mais famoso – é utilizá-los para prover internet. É por isso que essas empresas estão buscando autorização no Brasil junto à Anatel.

“Esses sistemas são bastante complexos, para projetar, fazer os lançamentos e operar. Todas essa complexidade se reflete no processo de autorização desses sistemas. Não é uma coisa simples”, esclarece o engenheiro.

Apesar da complexidade, ele afirma que é de interesse da Anatel que essas aprovações sejam feitas. “A gente quer ter isso no Brasil. O Brasil precisa de satélite, nós não somos um país pequeno, todo fibrado, nós somos um país de muitos ‘brasis’. Nós temos o Brasil dos centros urbanos, que é bem atendido pela tecnologia 4G e pelas tecnologias de banda larga fixa, e nós temos os nossos rincões onde a internet não chega. Quando tem cobertura das operadoras de telefonia celular, é 2G. Tem muitos lugares assim no Brasil, muitos”, afirma.

Quem vai usar a internet de Elon Musk?

Mesmo com toda essa tecnologia, a internet da Starlink, assim como qualquer outra opção via satélite, é voltada para regiões onde a internet terrestre não chega. Por isso, o público-alvo são moradores de regiões pequenas e mais afastadas dos centros urbanos, que não têm muita opção a não ser pagar caro pela internet.

“Em um centro urbano, a internet via satélite não vai conseguir competir em termos de preço com um sistema terrestre. É por isso que as tecnologias terrestres vão sempre continuar existindo, porque elas vão ser mais baratas que a internet por satélite”, afirma Marcos, que comenta que as diferentes soluções tendem a continuar coexistindo.

A internet da Starlink ainda não tem preço sugerido para chegar ao Brasil, mas o valor praticado nos Estados Unidos não é atraente. Por lá, é necessário pagar US$ 499 pelos equipamentos de instalação (cerca de R$ 2,6 mil, em conversão direta) e mensalidade de US$ 99 (cerca de R$ 520), além de taxas de frete e manuseio.

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Pokémon Unite mobile chega nesta quarta (22) com novos personagens e skins

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Cena de Pokémon Unite
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Cena de Pokémon Unite

A próxima grande atualização de Pokémon Unite será na próxima quarta-feira (22), com o lançamento da versão mobile para Android e iPhone (iOS) do game. Além disso, o MOBA vai receber os monstrinhos Sylveon e Mamoswine, assim como um novo passe de batalha com skins de temática espacial e ajustes de balanceamento em diversos Pokémon.

A grande novidade do update é a enfim chegada de Pokémon Unite aos celulares. Disponível para download gratuito na Google Play Store e na App Store, o jogo terá os mesmos recursos da versão de Switch, permitindo o cross-plaay entre as plataformas.

Os jogadores também serão capazes de usar a mesma conta do Switch para fazer login na versão mobile, por meio da Conta Nintendo ou da Conta do Trainer Club. Assim, dá para manter todo o progresso já desbloqueado no game, como itens, visuais e Pokémon comprados.

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A atualização de Pokémon Unite ainda vai incluir dois novos personagens: Sylveon e Mamoswine. É provável que a evolução do tipo fada de Eevee seja um atacante especializado em golpes à distância, e o javali de gelo entre na classe dos defensores devido à sua alta resistência.

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Assista ao vídeo com as novidades de Pokémon Unite:

No novo passe de batalha, as skins terão temática de espaço, com visuais de astronauta para Lucario e Gengar. O passe deve continuar custando 490 gemas, com a versão Premium saindo por 985 gemas, e contar com 90 níveis de recompensas desbloqueáveis.

Além dos visuais do passe de batalha, haverá skins inéditas na loja do jogo para Garchomp, Charizard, Pikachu, Slowbro e Snorlax. Também será possível se juntar a esquadrões de jogadores para entrar em grupo nas partidas.

Pokémon terão golpes balanceados no próximo patch

Na parte de ajustes de balanceamento, Pokémon Unite vai fortalecer certos monstrinhos e enfraquecer outros. Os números exatos ainda não foram divulgados, mas já sabemos que os seguintes personagens vão receber mudanças nas habilidades:

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Absol, Zeraora, Charizard, Venusaur, Cinderace, Talonflame, Garchomp, Greninja, Wigglytuff, Cramorant, Lucario, Alolan Ninetales, Eldegoss, Gardevoir, Snorlax, Gengar, Mr. Mime, Crustle, Slowbro, Machamp e Blastoise.

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