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Jogos de graça no PlayStation: veja os games liberados para PS4 e PS5 em outubro

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Jogos para PS4 e PS5 estão de graça
Unsplash/Teddy Guerrier

Jogos para PS4 e PS5 estão de graça

Outubro já começou e com ele chegam os novos jogos gratuitos da PlayStation Plus. Neste mês, Hell Let Loose, PGA Tour 2K21 e Mortal Kombat X poderão ser adicionados de graça para quem é assinante.

Os jogos ficam disponíveis na terça-feira (5) e continuam de graça até o dia 1º de novembro. Dois deles rodam tanto no PlayStation 4 quanto no PlayStation 5, enquanto um é exclusivo para PS5.

Vale lembrar que os  games de setembro  ainda podem ser resgatados gratuitamente. Overcooked! All You Can Eat, Hitman 2 e Predator: Hunting Grounds ficam disponíveis até segunda-feira (4). A seguir, conheça a descrição de cada um dos jogos disponíveis de graça na PS Plus em outubro.

Jogos de graça para PS4 e PS5 e outubro

  • Hell Let Loose – PS5

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Este título para vários jogadores inspirado na Segunda Guerra Mundial junta batalhas épicas para 100 jogadores com um exclusivo metagame inspirado em RTS, em que os comandantes direcionam o fluxo da batalha e coordenam poderosas habilidades de jogo que contribuem na marcha da equipe em direção à vitória. Forme sua equipe e enfrente os lutadores inimigos online em confrontos de 50 contra 50 em uma linha de frente dinâmica, escolha uma das 14 missões na infantaria, os tipos de unidades de reconhecimento e armadura, cada uma equipada com armas, veículos e equipamento autênticos.

  • PGA Tour 2K21 – PS4 e PS5

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Prove que você tem o que é preciso para se tornar o vencedor da FedExCup. Jogue com os profissionais do PGA Tour em circuitos impressionantes e realistas durante sua própria carreira e ganhe recompensas e equipamentos, depois, jogue contra seus amigos ou com os melhores jogadores do mundo em torneios locais ou online. Crie seu próprio jogador e personalize seu equipamento e, depois, monte sua própria equipe, projetando e executando temporadas completas e torneios criados de acordo com as suas regras e requisitos.

  • Mortal Kombat X – PS4 e PS5

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O massacre sangrento da Netherrealm Studios combina uma apresentação cinematográfica com uma experiência de jogo totalmente nova. Pela primeira vez na história da série, cada personagem do seu elenco robusto tem uma seleção de diferentes estilos de luta, oferecendo uma maior variedade de estratégias para enfrentar e combater na batalha.

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Desejado? Procura por iPhone 13 tem alta de 40% a 60% na pré-venda

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Desejado? Procura por iPhone 13 tem alta de 40% a 60% na pré-venda
Pedro Knoth

Desejado? Procura por iPhone 13 tem alta de 40% a 60% na pré-venda

O primeiro dia da pré-venda do  iPhone 13 registrou aumento de 40% a 60% na procura em relação ao último lançamento no ano passado, de acordo com operadoras de telefonia e redes de varejo. Mesmo em um cenário de crise, as vendas foram puxadas pelo iPhone 13 Pro Max, o modelo cujos preços variam entre R$ 10.499 e R$ 15.499.

Neste modelo de venda, o cliente compra o aparelho nos canais on-line das empresas e recebe o celular a partir da próxima sexta-feira, quando ele será oficialmente lançado no país.

Para atrair esse consumidor sem medo de gastar, teles, varejistas e bancos estão travando uma verdadeira disputa por clientes. Entre as estratégias para fisgar interessados, vale até um empurrãozinho: algumas empresas estão oferecendo parcelamento de até 30 vezes na compra do celular, descontos acima de R$ 3 mil, dando créditos no site para outros produtos (cashback), sorteios, além da concessão de pontos em programas de fidelidade e vales na loja de aplicativos da Apple.

O iPhone 13 foi anunciado em setembro deste ano e é compatível com a nova rede 5G, que ainda não está em operação no Brasil.

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Entre as redes varejistas, a estratégia foi apostar em parcelamentos mais longos. O Magazine Luiza oferece o pagamento em até 30 parcelas e ainda criou promoção com o sorteio de R$ 100 mil por semana para quem comprar o iPhone 13. Além disso, a companhia vai criar ações de cashback para seus clientes. Ou seja, na compra dos smartphones, é possível recuperar parte do valor com créditos no site da varejista.

Entre as teles, o crediário chega a 21 prestações, mas é possível ter acesso a descontos maiores desde que se contrate um pacote de dados. Segundo um executivo do setor, a aposta foi investir em descontos nos aparelhos mais caros.

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Assim, na Claro, o iPhone Pro Max de 1 TB de memória, que custa R$ 15.499 no site da Apple, sai a R$ 12.379 no plano controle 20 GB — redução de R$ 3.120. Na Vivo, a versão ProMax com 256 GB tem desconto de R$ 2.100 no plano 60 GB (para R$ 9.249). Na TIM, o iPhone 13 de 128 GB no plano Família 100 GB tem desconto de R$ 2.300 e sai a R$ 5.299.

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‘Sem viajar, me dei de presente’

Segundo a Vivo, o primeiro dia de pré-venda foi marcado por um volume superior de procura em relação ao ano passado. Embora não divulgue percentual, a operadora destacou o maior interesse nas versões mais robustas.

Já o Itaú oferece o programa “iPhone pra sempre”, que permite o parcelamento dos celulares da marca por 21 meses a preços menores e concede vales para os clientes.

A psicóloga Judith Gonçalves f oi um dos clientes que aproveitou para parcelar o modelo mais caro em 21 vezes.

“Memória não vai ser mais o problema. Sei que os R$ 15 mil assustam, mas consegui um descontinho e não ficou tão pesado. Não viajo há dois anos com a pandemia. Então, me dei de presente. Esse celular foi a minha prioridade e vai me ajudar no trabalho neste fim do ano”.

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Aumento de 54% no tempo de tela mostra piora em estilo de vida na pandemia

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Tempo de tela aumentou entre brasileiros na pandemia
Unsplash/Jenny Ueberberg

Tempo de tela aumentou entre brasileiros na pandemia

A qualidade de vida dos brasileiros diminuiu na pandemia de Covid-19. Além da doença e do luto em si, medidas de isolamento social fizeram as pessoas ficarem mais tempo diante de telas. Ao mesmo tempo, também houve mudanças para pior nos hábitos de alimentação e atividade física. É o que mostra um estudo feito por cientistas de quatro universidades brasileiras.

Por meio de mais de 1.300 questionários online realizados entre agosto e setembro de 2020, as pesquisadoras detectaram um aumento de 3,5 horas no tempo de tela dos brasileiros. A mediana dos questionários pulou de 6,5 para 10 horas diante de celulares, computadores, TVs e outros aparelhos eletrônicos, um aumento de 54%.

A maioria da amostra estava trabalhando e/ou estudando de casa em tempo integral ou parcial, o que influenciou o resultado. Por outro lado, alguns grupos aparentaram uma tendência inversa a grandes períodos diante de displays: pessoas mais velhas, que continuaram trabalhando ou estudando presencialmente, que tiveram aumento no trabalho e nas tarefas domésticas ou que passaram a praticar mais exercícios físicos.

Mais tempo de tela piora a alimentação

O trabalho argumenta que o tempo excessivo usando telas, apesar de aliviar momentos de solidão em meio ao isolamento, interfere negativamente nas escolhas alimentares. Esse comportamento está ligado a um alto consumo de comidas ultraprocessadas e frituras.

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Outras descobertas do estudo também reforçam que a qualidade das refeições piorou: o consumo de frutas e verduras caiu, enquanto pães e doces, comidas instantâneas e fast food estiveram mais presentes no cardápio.

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Outro fator que parece ter impacto na alimentação é o tempo de sono. O número de horas dormidas aumentou, muito provavelmente porque não era mais necessário se deslocar até o trabalho. Isso, porém, levou a uma diminuição no número de pessoas tomando café da manhã e fazendo lanches antes do almoço e a um aumento de quem fazia lanches à noite.

O estudo ainda detectou uma queda no tempo e na frequência de atividades físicas, um aumento na frequência do consumo de bebidas alcoólicas (mas com doses menores) e de cigarros (mas sem aumento na quantidade por dia).

Outros estudos mostram resultados semelhantes

As próprias pesquisadoras reconhecem no texto que seu estudo tem limitações. Ele foi feito a partir de um questionário online respondido sem auxílio, o que pode levar a erros no preenchimento. Além disso, esse método exclui quem não tem acesso à internet.

Por isso, ele não reflete exatamente a população brasileira — 80% das pessoas que responderam eram mulheres, por exemplo, o que é uma grande distorção, e a porcentagem de pessoas que não tiveram chance de trabalhar de casa deve ser bem maior que os 11% encontrados entre quem enviou respostas.

Mesmo assim, o estudo encontrou resultados parecidos com trabalhos de outros países, como Canadá e Irã. Uma pesquisa mais ampla (com 40 mil participantes) e com estratificação mais fiel à população brasileira também encontrou aumento no sedentarismo ligado a uma maior exposição a telas e queda na qualidade da alimentação, com menor consumo de frutas e hortaliças.

E outras pesquisas vão na mesma linha e mostram uma queda geral na qualidade de vida: um levantamento global feito pela Microsoft em 2020 também identificou aumento do estresse e da demanda de trabalho, levando a uma maior sensação de esgotamento.

O trabalho foi realizado por pesquisadoras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), da Universidade Federal de Viçosa (UFV), da Universidade Federal de Lavras (UFLA) e da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop). O estudo rendeu artigos nas revistas Public Health Nutrition e Frontiers in Nutrition.

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