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Política Nacional

Joice Hasselmann chama Boulos de “zero à esquerda” e protagoniza nova discussão

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Joice Hasselmann e Guilherme Boulos protagonizaram uma discussão acalorada no Twitter
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Joice Hasselmann e Guilherme Boulos protagonizaram uma discussão acalorada no Twitter

Mais uma vez, a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) protagonizou uma discussão nas redes sociais. Desde que foi eleita, a parlamentar já se envolveu em brigas com o também deputado federal, filho do presidente Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ), e com o senador eleito pelo mesmo partido Major Olímpio (SP). Desta vez, suas críticas foram direcionadas ao ex-candidato à Presidência da República pelo Psol, Guilherme Boulos. 

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“O coitado do Guilherme Boulos acredita que foi por sua ‘liderança’ que a reforma da previdência de Temer não aconteceu e agora, quer repetir o ‘feito’ convocando greve geral. Lembrete: foram as denúncias de Joesley que atropelaram a proposta de Temer”, disse Joice Hasselmann
.

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Em resposta, o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) disse que “coitada” era Joice, a quem ele chamou de “uma mentirosa compulsiva”. O ex-candidato à Presidência – que apoia uma greve dos funcionários públicos de São Paulo contra a versão municipal da Reforma da Previdência proposta pelo governo federal – ainda divulgou uma matéria que afirma que a deputada do PSL é disseminadora de boatos. 

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“Coitada da Joice Hasselmann, que é uma mentirosa compulsiva. A da vez é que a Reforma da Previdência
é boa pro povo. Haverá muita luta contra essa covardia. De todo modo continue tuitando, assim temos segurança de que não está fazendo cagada no Congresso”, escreveu o psolista.

Por fim, a deputada retrucou o comentário, afirmando que Guilherme Boulos
é “um zero à esquerda” – em referência à posição política do político. Além disso, a parlamentar falou ainda que a “Nova Previdência” (como vem sendo chamada a proposta do governo Bolsonaro para a reforma) é a “única saída” para o povo, saindo em defesa da alteração na Previdência. 

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“Quem é você mesmo? Ah, tá. Um ZERO À ESQUERDA. A #NovaPrevidência é a única saída. Quem pensa na nação, luta pela Previdência. Quem luta por seu próprio umbigo, privilégios e pela derrocada do país – no caso vc et caterva – milita contra, mesmo sendo uma canalhice danada. Nojo”, escreveu Joice Hasselmann

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Política Nacional

Relator recomenda aprovação da PEC de auxílios sociais na Câmara

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O parecer da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 1), que prevê pagamento de benefícios sociais até o fim do ano, foi apresentado na noite desta quarta-feira (5) em comissão especial da Câmara dos Deputados.

A leitura do relatório do deputado Danilo Forte (União-CE) foi realizada na mesma comissão que analisa outra proposta de emenda à Constituição sobre estímulos tributários aos biocombustíveis (PEC 15/22). A reunião foi tumultuada e prosseguiu até o início da madrugada desta quarta-feira (6).

Após a leitura do relatório, houve pedido vista para que os demais parlamentares possam analisar a proposta por mais duas sessões. A comissão volta se reunir na quinta-feira (7), a partir das 9 horas, quando poderá ser votada a matéria.

Sem mudanças

Em entrevista coletiva, Fortes descartou alterações no texto. Segundo o deputado, a ideia é acelerar a promulgação da proposta do Palácio do Planalto e, consequentemente, os pagamentos dos benefícios. Na prática, ao evitar modificar o texto já aprovado no Senado, o parlamentar acelera a tramitação ao evitar nova análise pelos senadores. 

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“Vou manter exatamente [o texto do Senado] devido à urgência na votação”. Ele acrescentou que estudou a possibilidade de incluir motoristas de aplicativo entre os beneficiados pela PEC, mas, devido à dificuldade de mapear esses profissionais e quantos seriam a mais para atender, mudou de ideia.

O texto do relator é um substitutivo que consolida as redações das duas PECs (15/22 e 1/22) sem alterar o mérito já aprovado no Senado. Está previsto o estado de emergência no país até 31 de dezembro, justificado pela elevação “extraordinária e imprevisível” dos preços do petróleo, combustíveis e seus impactos sociais.

Na prática, a medida permite ao governo ampliar benefícios sociais que não seriam autorizados em ano eleitoral. Há previsão de Auxílio Brasil de R$ 600, auxílio de R$ 1 mil para caminhoneiros, vale-gás de cozinha e reforço ao programa Alimenta Brasil, além de recursos extras para taxistas, financiamento da gratuidade no transporte coletivo de idosos e compensações para os estados que reduzirem a carga tributária dos biocombustíveis. O impacto das medidas é de R$ 41,2 bilhões.

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Interesse eleitoral

Os partidos de oposição obstruíram as atividades da comissão para adiar a votação para depois do recesso parlamentar. O PT alertou para o risco de judicialização da votação sob o argumento de prazo reduzido para a apresentação de emendas à PEC.

Depois de analisada na comissão especial, a proposta segue para votação no plenário da Câmara. Por se tratar de uma proposta de PEC, o texto precisa ser aprovado por três quintos dos deputados, o correspondente a 308 votos favoráveis, em dois turnos de votação. 

*Com informações da Agência Câmara de Notícias

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Política Nacional

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Política Nacional

Congresso mantém veto em lei da privatização da Eletrobras

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As lideranças da Câmara e do Senado firmaram um acordo durante a sessão do Congresso Nacional desta terça-feira (5) para a votação em bloco de vários vetos presidenciais, tanto para derrubá-los quanto para mantê-los. Entre os que foram mantidos estão os que tratam, por exemplo, de temas na área de previdência social e a respeito dos empregados públicos da Eletrobras.

Previdência Social

Pelo acordo, os vetos mantidos e derrubados foram votados em bloco, numa só votação. Dentre os mantidos, está o veto à lei que inclui o lúpus e a epilepsia no rol de doenças que não contariam prazo de carência para concessão dos benefícios de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez. 

Na justificativa do governo a lei “criaria despesa obrigatória sem apresentar a estimativa do respectivo impacto orçamentário e financeiro”.

Eletrobras

Outro veto mantido diz respeito à privatização da Eletrobras. O trecho vetado pelo presidente da República previa que empregados da Eletrobras pudessem comprar ações da empresa, sendo até 1% das ações remanescentes em poder da União. Essa compra seria feita na forma de conversão da rescisão trabalhista em ações.

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Para justificar o veto, o governo afirmou que “a definição prévia de oferta cuja fixação de preço ocorreria com desconto em relação ao praticado no mercado poderia causar distorção no processo de precificação das novas ações”.

Também foi mantido o veto que permitia ao Poder Público aproveitar em outras empresas públicas federais os funcionários da Eletrobras demitidos sem justa causa. Para justificar o veto, o governo afirmou que o trecho “viola o princípio do concurso público” e “compromete o planejamento das empresas estatais federais”.

Equipamentos fotográficos

O Congresso também manteve o veto à lei que isenta de impostos de importação os equipamentos para uso exclusivo das profissões de fotógrafo, repórter fotográfico e cinematográfico, cinegrafista e operador de câmera. Segundo o governo, o projeto não trazia a estimativa de impacto financeiro da medida e não apontava “medidas compensatórias necessárias”.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Política Nacional

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