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Juiz decreta prisão de 5 acusados de latrocínio contra investigadora, um de Barra do Bugres

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Resultado de imagem para marcia regina investigadoraO juiz da 2ª Vara Criminal de Vila Rica, Ivan Lúcio Amarante, decretou a prisão de cinco acusados de participarem do latrocínio contra a investigadora Márcia Régia de Matos, 59 anos, morta no sábado (23), em Ribeirão Cascalheira. O adolescente S.F.N. foi apreendido e o magistrado determinou a internação definitiva. O segundo menor suspeito foi liberado por não haver elementos que indicassem participação no crime.

Um dia após as prisões, o juiz Thalles Nóbrega Miranda Rezende de Britto, que responde pelas comarcas de Querência e Ribeirão Cascalheira manteve as prisões decretadas pelo magistrado Amarante.

Depois das determinações, Diego Correa de Araujo, 21 anos, (suspeito de ser o executor do latrocínio), Bruno da Silva Ribeiro, 18 anos, e Leonardo Souza Nascimento, 22 anos, foram encaminhados à penitenciária de Água Boa. Ana Paula Pereira Carvalho, 20 anos, e Débora Crizostomo de Souza, foram levadas para o presídio Nova Xavantina.

De acordo com o Tribunal de Justiça (TJMT), o adolescente apreendido aguarda uma posição da Secretaria de Segurança Pública (Sesp) para decidir para qual Centro Socieducativo será encaminhado.

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Os cinco envolvidos foram autuados por quadrilha armada, roubo seguido de morte (latrocínio), furto qualificado, roubo majorado, associação criminosa armada, e posse ilegal de arma de fogo de uso permitido.

Conforme a Polícia Civil, o suspeito Diego é morador da cidade de Barra do Bugres e é considerado o executor do latrocínio na companhia do adolescente S.F.N.

Ele e o menor infrator foram localizados na cidade de Querência, no sábado (23), com cinco pessoas que integram uma organização criminosa, acusada de vários roubos e furtos na região, entre eles o assalto seguido de morte (latrocínio) da investigadora da Polícia Civil, lotada na Delegacia de Ribeirão Cascalheira.

Os criminosos de Querência colocaram à disposição de Diego duas armas de fogo e duas motocicletas, com as quais roubaram, sequestraram e executaram friamente a investigadora de polícia.

O delegado Raphael Diniz informou que essa associação criminosa praticou diversos crimes na cidade, entre eles roubo de um veículo Pálio, uma Hilux, um Gol e a Fiat Strada da policial, furtos de defensivos agrícolas, joias e outros objetos, fora muitas tentativas que nem chegou ao conhecimento da polícia.

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“Temos mais pessoas envolvidas nessa facção criminosa e já identificamos quem são. As investigações continuam”, disse o policial.

Os veículos roubados foram recuperados e restituídos às vítimas ou seus familiares. As investigações continuam para recuperar as armas roubadas da policial civil.

Por: folhamt

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Dos antepassados aos dias atuais: Livro contará história de Vera Capilé 

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Em seus encontros com Vera Capilé, o historiador Luiz Gustavo Lima tem aplicado a metodologia da Tecnologia Social da Memória para realizar pesquisa

Vera Capilé contou saga da família Capilé – Foto de Fred Gustavos

Com base nas diretrizes da Tecnologia Social da Memória, metodologia de pesquisa e registro utilizada pelo Museu da Pessoa (SP), o historiador Luiz Gustavo Lima realiza imersão pelas memórias da artista Vera Capilé. O resultado poderá ser conferido em breve, em livro proposto em projeto documental que a homenageia e que foi selecionado no edital Mestres da Cultura.

Luiz Gustavo tem se encontrado regularmente com Vera e também, participou como ouvinte das gravações do documentário. Este, dirigido por Juliana Capilé. Um terceiro produto é uma coletânea com clássicos da carreira de Vera.

“Nesse processo, começamos pelos antepassados dela. Nossa sorte foi que o pai de Vera, seo Sinjão Capilé, e o irmão Júlio, escreveram um livro que conta a saga da família, desde a saída dos Capilé, do interior de São Paulo até chegar em Dourados, Mato Grosso do Sul, quando com Mato Grosso, formava um único Estado. Isso foi lá pelo final do século 19”.

Então, o registro ancestral é bem fiel. “Sinjão, por exemplo, nasceu na década de 1920 já em Dourados. Então, ela tem esse conhecimento dos primórdios da família, desde Mato Grosso do Sul até a transição para Cuiabá quando bem cedo, ela já começa seu precoce envolvimento com as artes, sempre com o canto, com o teatro”, conta Luiz Gustavo.

O livro segue contando a história de Vera até os dias atuais. As conversas que levavam em média duas horas, foram se desdobrando ao longo de quatro encontros.

Segundo o historiador, dentre os pontos mais marcantes dos relatos de Vera, está a presença muito marcante do pai em sua vida. “Ela esteve sempre muito conectada a ele. Uma figura muito expressiva, um grande orador, político e ainda, um homem das artes, seresteiro, gostava de cantar e tocar violão. Então, há essa facilidade na comunicação, uma das grandes heranças dele para Vera”.

A sensibilidade artística de Vera é tão presente em sua vida que alcança até mesmo a carreira que construiu na Psicologia. “Vera é especializada em psicogerontologia, ciência que se dedica aos cuidados dos idosos e ela se orgulha muito disso e faz com arte”. 

Luiz Gustavo conta que ao ouvir Vera, se emocionava constantemente. “Vê-la construindo a narrativa foi emocionante. Ela carrega uma força descomunal. Tem uma dinâmica da pessoa que entende o valor de sua história. Ao falar e ao seu ouvir, ela vai de certa forma se empoderando ainda mais”.

Para arrematar a coleta de dados, o historiador considera que acompanhar as gravações do documentário foi fundamental. “Ouvi depoimentos de amigos muito próximos, como Ivens Scaff, Jaime Okamura, Vitória Basaia, Glória Albues, Lúcia Palma e o companheiro Waldir Bertúlio, além de amigas de infância e as irmãs que convivem muito perto dela. Os relatos acrescentaram dados complementares”.

O projeto proposto pela produtora cultural Tatiana Horevicht, foi contemplado pelo edital Mestres da Cultura, idealizado pelo Governo de Mato Grosso via Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), em parceria com o Governo Federal via Secretaria Nacional de Cultura do Ministério do Turismo.

Fonte: Lidiane Barros

 

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Vereador Subtenente Marivaldo visita Aldeia Umutina

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O vereador e vice-presidente da casa Marivaldo Marcos de Magalhães, o Subtenente Marivaldo “MDB” esteve em vista na Aldeia Umutina na última terça-feira (26) atendendo ao convite do também parlamentar Lennon Corezomaé “PODEMOS”.

O vereador pode acompanhar os problemas enfrentados pelos Umutinas já na chegada ao atravessar a “balsa” que liga as margens do Rio Paraguai, sua caminhonete teve muita dificuldade para subir e descer da mesma, conforme vídeos abaixo: 

Já na sede o mesmo participou da reunião, onde disse já conhecer parte dos problemas dos índios, aja vista sua trajetória na Policia Militar Ambiental, deu sugestões e se colou a inteira disposição dos indígenas para ajuda-los a cobrar a demanda de soluções discutidas na pauta.

Depois de uma pequena chuva, a travessia de volta pela balsa, ficou ainda mais complicada, ficamos impedidos de retornar por uma questão de segurança, o barranco do rio irregular, molhado e escorregadio deixou o lugar ainda mais perigoso. Foram necessários rodar 107 km atravessando por dentro do território indígena, acompanhando os problemas de transportes, como falta de escoamento de água das estradas, parte muito lisa que necessitam de casacalhamento entre outros até chega a Barra do Bugres, passando pelo município de Denise.    

O parlamentar ficou muito feliz com o tratamento recebido na aldeia, “Me senti em casa, fui muito bem tratado pelos nossos irmãos” pretendo voltar muitas outras vezes e acompanhar de perto toda problemática enfrentada por eles, em busca de solução. Não só o meu gabinete, mas creio que a grande maiorias dos vereadores abraçaram esta causa, frisou ele.

Marivaldo, juntamente com outros vereadores, já estiveram na Secretaria de Saúde, Viação e Obras Públicas, acompanhou os Umutinas em reunião na sede da Prefeitura e Aldeia.

Veja vídeos:

Confira mais fotos:

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