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Política Nacional

Líder da oposição, Molon propõe retomada do crescimento com defesa dos direitos

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Cleia Viana/Câmara dos Deputados
Café da manhã de abertura dos trabalhos para o ano de 2018. Dep. Alessandro Molon (PSB - RJ)
Alessandro Molon: "vamos estar na linha de frente em defesa do povo brasileiro contra essa retirada de direitos”

A retomada do crescimento econômico no país é uma das grandes preocupações do líder da oposição na Câmara, Alessandro Molon (PSB-RJ). Ele destaca a importância de medidas que promovam a geração de emprego e renda. O parlamentar também reage ao que classifica como um movimento do governo do presidente Jair Bolsonaro para a retirada de direitos da população.

“Direitos de aposentadoria, direitos trabalhistas, entre outros, e nós vamos estar na linha de frente em defesa do povo brasileiro contra essa retirada de direitos”, disse.

Proteção ambiental
Outro foco do deputado Alessandro Molon é o meio ambiente. Ele enumera os problemas a serem combatidos, como possíveis modificações nas normas de licenciamento ambiental e de proteção da saúde em relação aos agrotóxicos. Diante das tragédias de Mariana e Brumadinho, Molon também ressalta o perigo da aprovação de um novo Código de Mineração com regras mais flexíveis de proteção ambiental. O líder da oposição também tem outras preocupações, incluindo restrições à atuação do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.

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“Um ministro que demonstra claramente um certo desprezo pela proteção ambiental; e de outro lado, declarações dos representantes do agronegócio em relação ao meio ambiente, é como se vissem a proteção ambiental como inimiga da produção agrícola e isso é um grande erro. Não existe produção agrícola sem proteção ao meio ambiente”, observou Molon.

O deputado Alessandro Molon apontou ainda como prioridade a defesa dos povos tradicionais, em especial os indígenas, que, segundo ele, têm sido muito atacados por declarações e ações do novo governo em relação à demarcação de terras.

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Política Nacional

Cabo Verde quer ampliar relacionamento econômico com o Brasil

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O presidente de Cabo Verde, Jorge Carlos de Almeida Fonseca, disse hoje (30) que o país africano quer ampliar as relações com o Brasil e alcançar uma cooperação econômica e empresarial “mais visível” entre os dois países. Fonseca está em visita ao Brasil e se reuniu na manhã desta sexta-feira, no Palácio do Planalto, com o presidente Jair Bolsonaro.

Em declaração à imprensa, ele explicou que Cabo Verde faz parte da Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental. “Constitui um mercado muito importante e, portanto, os empresários brasileiros podem não só ascender ao pequeno mercado de Cabo Verde, mas ao enorme mercado que Cabo Verde faz parte, onde há países como Nigéria, Senegal e Costa do Marfim. No conjunto são algumas centenas de milhões de consumidores”, disse.

No ano passado, o Brasil exportou US$ 24,8 milhões, em especial produtos agropecuários e derivados do petróleo, a Cabo Verde e importou US$ 20,8 mil, em produtos diversos. Entre janeiro e junho deste ano, o volume de exportações e importações alcançaram a marca dos US$ 11,2 milhões e US$ 18,6 mil, respectivamente.

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Para o presidente Bolsonaro, o país é uma porta de entrada estratégica para a África Ocidental. Ele destacou ainda os acordos já estabelecidos nas áreas de defesa naval e de educação. “Estamos ultimando um acordo de mobilidade que facilitará o trânsito dos nossos povos nesses países-irmãos”, disse Bolsonaro. Neste mês, as relações entre os dois países completaram 46 anos.

O presidente brasileiro disse ainda que aceitou o convite para, oportunamente, visitar o país africano.

Edição: Lílian Beraldo

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Cabo Verde que ampliar relacionamento econômico com o Brasil

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O presidente de Cabo Verde, Jorge Carlos de Almeida Fonseca, disse hoje (30) que o país africano quer ampliar as relações com o Brasil e alcançar uma cooperação econômica e empresarial “mais visível” entre os dois países. Fonseca está em visita ao Brasil e se reuniu na manhã desta sexta-feira, no Palácio do Planalto, com o presidente Jair Bolsonaro.

Em declaração à imprensa, ele explicou que Cabo Verde faz parte da Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental. “Constitui um mercado muito importante e, portanto, os empresários brasileiros podem não só ascender ao pequeno mercado de Cabo Verde, mas ao enorme mercado que Cabo Verde faz parte, onde há países como Nigéria, Senegal e Costa do Marfim. No conjunto são algumas centenas de milhões de consumidores”, disse.

No ano passado, o Brasil exportou US$ 24,8 milhões, em especial produtos agropecuários e derivados do petróleo, a Cabo Verde e importou US$ 20,8 mil, em produtos diversos. Entre janeiro e junho deste ano, o volume de exportações e importações alcançaram a marca dos US$ 11,2 milhões e US$ 18,6 mil, respectivamente.

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Para o presidente Bolsonaro, o país é uma porta de entrada estratégica para a África Ocidental. Ele destacou ainda os acordos já estabelecidos nas áreas de defesa naval e de educação. “Estamos ultimando um acordo de mobilidade que facilitará o trânsito dos nossos povos nesses países-irmãos”, disse Bolsonaro. Neste mês, as relações entre os dois países completaram 46 anos.

O presidente brasileiro disse ainda que aceitou o convite para, oportunamente, visitar o país africano.

Edição: Lílian Beraldo

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